Tia Fabiana 10. Eram 8 da manhã quando acordei como qualquer outro dia, só que hoje era diferente, hoje eu ia comer a puta da minha prima Nely. A manhã passou normal, durante a tarde, quando fiquei sozinho com minha tia Fabiana, fui no quarto dela. Quando cheguei, notei que ela tava sentada com o celular. -O que cê tá fazendo, negra? -No Facebook- Certo, a negra puta tinha Facebook, tava naqueles grupos de compra e venda da cidade, e postava os memes típicos de mulher mais velha. -Me dá- Tomei o celular da mão dela. -Pra quê? -Já vai ver- Entrei num grupo de compra de roupa da Venezuela, me meti lá e procurei um pouco até achar um perfil nos comentários, era um cara na casa dos trinta. Mandei uma mensagem privada. "Oi, sou a Fabiana, olha, te achei bonito, tô com tesão e por isso te escrevi, sou uma negra puta e gosto de me exibir" -Fica de quatro- falei pra minha tia. Ela obedeceu, puxei o shortinho que ela tava usando, deixando a bunda dela no ar e com um marcador escrevi o nome do cara do Facebook, pra depois tirar uma foto e mandar pra ele. Quando viu o que eu fiz, ela ficou meio nervosa e perguntou o que eu queria. -Calma, estúpida, o maluco é da Venezuela, não sabe de onde cê é, esquenta ele por mensagem, puta, eu sei que cê adora- -Mas se alguém descobre- -No máximo vão descobrir os amigos dele da Venezuela, mas acho que ninguém vai ligar pra uma negra nojenta igual você, quando entrarem no teu perfil e verem essa cara de tonta que cê tem, já não vão se interessar, claro, essa bunda que cê tem é outra história- Eu sabia que o cara não ia tentar extorquir ela nem nada, mas queria ver o que minha tia ia fazer, essa negra tinha uma cara feia, mas essa bunda de quatro era um manjar pra quem visse, a única coisa boa que ela tinha era o corpo de puta. Já era 13:30. -Hehe já vou, Fabiana, hoje não vou te foder- Ela me olhou, acho que esperava que eu comesse ela. Ainda de quatro, dei um tapa tão forte na bunda dela que ela soltou um gritinho e minha mão ficou marcada na pele dela. Nalgas. —Sabe o que vou fazer? Agora vou comer a puta da sua filha — falei, segurando o rosto dela pra meter minha língua na boca dela. Depois fui embora sem falar mais nada. Cheguei meia hora antes no lugar atrás do estádio, fiquei uns 30 metros do ponto combinado, escondido por precaução. Já eram 15:05, e vi a Nely chegar no local, olhando pra todo lado, tinha vindo sozinha, vestindo uma calça jeans que apertava as coxas grossas dela e destacava aquela bunda bem redonda que ela tinha. "Onde cê tá?" ela me escreveu. Quando li, saí de onde estava e me aproximei. Quando a Nely me viu, arregalou os olhos e ficou em silêncio. — O que cê tá fazendo aqui? — perguntou meio nervosa, parecia que na cabeça dela ainda não entendia o que tava rolando. — Ah, oi Nely, tô dando um passeio por aqui, e você? — respondi fingindo inocência, fazia quase um ano que não nos via nem falava. — Ah… não… nada — disse ela, se atrapalhando, a pobre negona não sabia o que falar pra não ficar estranho. Não consegui segurar e mostrei um sorriso. — Chegou os dez mil? — perguntei. Ela ficou branca por uns segundos, a puta deve ter feito um filme na cabeça dela. — Era você das mensagens? — — Óbvio, quem mais, Nely? — — Cê é louco?! Somos primos, o que cê quer? — a negona se alterou um pouco. — Calma, Nely, cê já sabe o que eu quero, achei que tinha ficado claro, quero te comer toda — — Cê é um degenerado, L, vou vazar — a puta tava se arrependendo. — Se for embora, conto pro seu marido — A Nely me olhou brava. — O que cê tá dizendo? Que vai falar que quer me comer? — — Eu? Eu não quero te comer, Nely, você aceitou transar com um desconhecido por dinheiro, mesmo tendo marido e uma filha, você é uma puta, e se for embora, juro que todo mundo vai ficar sabendo — A negona não falou nada, não tinha como me ligar a ela, nunca fomos próximos, e fazia quase um ano que não falávamos nem tínhamos contato, além disso, na minha família eu era conhecido como um cara tranquilo, sempre na minha, ia bem nos estudos, não bebia álcool, era minha palavra contra a de uma Puta vadia que tava brigada com a família toda. Mesmo sendo meio lenta, com certeza entendeu tudo aquilo. —Cê é doente, somos primos, L— Eu me aproximei dela, ela recuou até ficar com as costas contra a pedrona que tinha ali, que escondia a gente da rua, ninguém podia te ver. —Que porra eu ligo? Vim aqui pra comer uma preta com uma bunda do caralho e essas duas bolas— falei, agarrando os peitos dela com força. —Fala sério, já que aceitou a grana, Nely, deixa eu te dar uma fodida do jeito que eu quero, assim eu tiro essa vontade que tenho da sua bunda e você ganha mais, porque essa merda de dinheiro você não ganha num mês— Enquanto falava, nem olhava nos olhos dela, meu olhar tava fixo nos peitos pretos dela, ela já tinha tirado a blusa e eu amassava eles com força, mal cabiam nas minhas mãos, bem durinhos, esses peitos eram um sonho. Ela ficou em silêncio, olhei pra ela e a cara dela tava vermelha. A preta puta mostrou um sorriso, vocês não imaginam a cara de puta que ela fez. —Me fode toda, filho da puta— ela respondeu, descendo a mão e apertando minha pica. Eu beijei ela de boca aberta, nossas línguas se mexiam enquanto a gente se apalpava. Sem dizer nada, agarrei ela pelos ombros e virei ela de cara pra pedra, me ajoelhei, peguei o jeans e com força puxei até os joelhos. Era magnífico, uma bunda enorme, firme, bem preta, quase sem celulite, ainda por cima tinha uma calcinha fio-dental preta minúscula, agarrei e levantei, Nely gemia.
—Dá aqui, me come, sua puta mãe — dizia a negra entre gemidos, com violência. Peguei a tanga e arranquei. —Puta mãe, não rasga! —Cala a boca, negra puta! — e dei umas palmadas com força, as bundas duras dela tremiam a cada tapa. —Não calo nada, punheteiro, você fantasiava em comer sua prima —E vou fazer isso mesmo— Abri as bundas dela, saiu um cheirão de cu preto, não resisti e comecei a chupar a buceta e o cu. —Uuuh, a puta que te pariu, chupa bem minha buceta aaah, você batia punheta imaginando meu cuzinho, certeza— Apertava bem a bunda dela enquanto chupava. —Vai vai vai, agora tem toda minha raba pra você, seu degenerado de merda— Minha prima era uma negra nojenta, adorava o que a gente tava fazendo, éramos dois degenerados se dando prazer. Tirei a pica, tava dura que nem ferro, sem dizer nada enfiei na buceta dela e comecei a meter com violência, ela gemia muito alto. Gozei rápido, mas não parei e continuei metendo sem tirar a pica. —Ai que gostoso, me come, filho da puta! —Gosta de como teu primo te garcha? —Adoro! —Dinheiro é o que você gosta, negra favelada, puta nojenta imunda —Aaah aaha não me chama assim, filho da puta —Cala a boca, se é verdade! Traiu seu marido com seu primo por dinheiro, negra degenerada —Você que queria me comer, filho da puta, aproveita bem —Aaah, se sua filha te visse, a mãe é uma negra chupadora de pica— Continuamos nos insultando, éramos dois animais, eu arranhava a bunda dela e puxava o cabelo, essa negra puta adorava levar porrada. Queria que ela sentisse, tirei a pica bem lubrificada e com força enfiei no cu dela. —AAAI FILHO DA PUTA! — ela gritou. Não parei nem um segundo, furei bem a raba, o cheiro de merda começou a sair. Depois de um tempo assim, tava quase gozando. —Ajoelha rápido, puta!! — Ela obedeceu, minha pica tinha pedacinhos de merda, ela abriu a boca e eu enfiei, agarrei a nuca dela e comi a cara dela intensamente por uns Dez segundos. Gaw gaw gaw gaw. Gozei direto na garganta dela, tirei e ela começou a tossir, saía porra da boca e da buceta enquanto tava sentada meio pelada no chão. Eu me sentei do lado dela e dei um tapa nela. — Por que você tá me batendo, seu filho da puta? — ela falou num tom safado, a putinha tava gostando. — Valeu a pena o gasto — falei exausto. — Você deixou minha buceta cuspindo porra e meu cu arrombado, vou ter que me limpar. — Seu primo te comeu. — E você gozou na sua prima. — Você adorou. — Que vontade que você tava de me comer, hein. — Ué, Nely, olha como você tá, com razão o M te fez uma filha tão nova, com esse par de peitos e essa raba qualquer um ia querer te segurar. — E se eu engravidar? — Cala a boca, puta, com certeza você toma a pílula. A negra levantou, escorrendo porra pelas pernas. — E agora como a gente faz? — ela perguntou. — Com o quê? — Com a conversa, você vai mostrar pra todo mundo? — Hahaha, calma, Nely, era só porque você tava brava, pra você ver o que era melhor fazer. — E o que você queria, apareceu aqui dizendo que queria me comer. — Qual é, você nunca traiu seu marido? — Faz anos, umas duas vezes quando a gente brigava, mas nunca fiz por dinheiro. — Que estranho, pensei que você era uma puta. — Posso ser sua puta se quiser, claro, se me comer de novo, bota a grana. — Claro, vai ser minha puta, minha negra da favela, mas por um pouco menos. — Quanto? — Agora te dei uns 15 mil, na próxima vou te dar 500. — O quê?! Vai tomar no cu, vai ter que me dar mais — ela falou meio brava. — Esqueceu as provas que eu tenho? Se recusar, vazo tudo, sua puta — falei na lata. — Nely, vou te foder quando eu quiser, agradece que eu tô te fodendo. — A puta que te pariu, L — a negra falou brava enquanto arrumava a roupa. Levantei e cuspi na cara dela, ela me deu um tapa e eu dei um mais forte nos peitos dela, aí ela soltou um gritinho. Ela não esperava por isso, até agora essa negra não tava acostumada a levar de volta. — Viu? Se você se fizer de sonsa, vai ver só, sua puta. Sua negra piranha chupadora de pau. Vou te usar quando eu quiser e você não vai reclamar, ou já sabe. Abaixei o jeans dela de novo, abri a bunda dela e coloquei o dinheiro que faltava entre aquelas nádegas, igual fiz com a mãe dela na primeira vez. — Tá aí, Nely, deixa as notas aí até chegar em casa. — Filho da puta. — Haha, essa seria você, neguinha. Vai com o corno do seu marido. Fui embora sem falar mais nada. Quando cheguei em casa, passei na casa da Fabiana. — Você não tem ideia da bunda que a Nely tem. É uma puta mesmo. Segui pro meu quarto e fiquei pensando no que faria agora. Tinha realizado mais uma das minhas grandes fantasias. Agora tinha duas negras gostosas pra usar como quisesse.
—Dá aqui, me come, sua puta mãe — dizia a negra entre gemidos, com violência. Peguei a tanga e arranquei. —Puta mãe, não rasga! —Cala a boca, negra puta! — e dei umas palmadas com força, as bundas duras dela tremiam a cada tapa. —Não calo nada, punheteiro, você fantasiava em comer sua prima —E vou fazer isso mesmo— Abri as bundas dela, saiu um cheirão de cu preto, não resisti e comecei a chupar a buceta e o cu. —Uuuh, a puta que te pariu, chupa bem minha buceta aaah, você batia punheta imaginando meu cuzinho, certeza— Apertava bem a bunda dela enquanto chupava. —Vai vai vai, agora tem toda minha raba pra você, seu degenerado de merda— Minha prima era uma negra nojenta, adorava o que a gente tava fazendo, éramos dois degenerados se dando prazer. Tirei a pica, tava dura que nem ferro, sem dizer nada enfiei na buceta dela e comecei a meter com violência, ela gemia muito alto. Gozei rápido, mas não parei e continuei metendo sem tirar a pica. —Ai que gostoso, me come, filho da puta! —Gosta de como teu primo te garcha? —Adoro! —Dinheiro é o que você gosta, negra favelada, puta nojenta imunda —Aaah aaha não me chama assim, filho da puta —Cala a boca, se é verdade! Traiu seu marido com seu primo por dinheiro, negra degenerada —Você que queria me comer, filho da puta, aproveita bem —Aaah, se sua filha te visse, a mãe é uma negra chupadora de pica— Continuamos nos insultando, éramos dois animais, eu arranhava a bunda dela e puxava o cabelo, essa negra puta adorava levar porrada. Queria que ela sentisse, tirei a pica bem lubrificada e com força enfiei no cu dela. —AAAI FILHO DA PUTA! — ela gritou. Não parei nem um segundo, furei bem a raba, o cheiro de merda começou a sair. Depois de um tempo assim, tava quase gozando. —Ajoelha rápido, puta!! — Ela obedeceu, minha pica tinha pedacinhos de merda, ela abriu a boca e eu enfiei, agarrei a nuca dela e comi a cara dela intensamente por uns Dez segundos. Gaw gaw gaw gaw. Gozei direto na garganta dela, tirei e ela começou a tossir, saía porra da boca e da buceta enquanto tava sentada meio pelada no chão. Eu me sentei do lado dela e dei um tapa nela. — Por que você tá me batendo, seu filho da puta? — ela falou num tom safado, a putinha tava gostando. — Valeu a pena o gasto — falei exausto. — Você deixou minha buceta cuspindo porra e meu cu arrombado, vou ter que me limpar. — Seu primo te comeu. — E você gozou na sua prima. — Você adorou. — Que vontade que você tava de me comer, hein. — Ué, Nely, olha como você tá, com razão o M te fez uma filha tão nova, com esse par de peitos e essa raba qualquer um ia querer te segurar. — E se eu engravidar? — Cala a boca, puta, com certeza você toma a pílula. A negra levantou, escorrendo porra pelas pernas. — E agora como a gente faz? — ela perguntou. — Com o quê? — Com a conversa, você vai mostrar pra todo mundo? — Hahaha, calma, Nely, era só porque você tava brava, pra você ver o que era melhor fazer. — E o que você queria, apareceu aqui dizendo que queria me comer. — Qual é, você nunca traiu seu marido? — Faz anos, umas duas vezes quando a gente brigava, mas nunca fiz por dinheiro. — Que estranho, pensei que você era uma puta. — Posso ser sua puta se quiser, claro, se me comer de novo, bota a grana. — Claro, vai ser minha puta, minha negra da favela, mas por um pouco menos. — Quanto? — Agora te dei uns 15 mil, na próxima vou te dar 500. — O quê?! Vai tomar no cu, vai ter que me dar mais — ela falou meio brava. — Esqueceu as provas que eu tenho? Se recusar, vazo tudo, sua puta — falei na lata. — Nely, vou te foder quando eu quiser, agradece que eu tô te fodendo. — A puta que te pariu, L — a negra falou brava enquanto arrumava a roupa. Levantei e cuspi na cara dela, ela me deu um tapa e eu dei um mais forte nos peitos dela, aí ela soltou um gritinho. Ela não esperava por isso, até agora essa negra não tava acostumada a levar de volta. — Viu? Se você se fizer de sonsa, vai ver só, sua puta. Sua negra piranha chupadora de pau. Vou te usar quando eu quiser e você não vai reclamar, ou já sabe. Abaixei o jeans dela de novo, abri a bunda dela e coloquei o dinheiro que faltava entre aquelas nádegas, igual fiz com a mãe dela na primeira vez. — Tá aí, Nely, deixa as notas aí até chegar em casa. — Filho da puta. — Haha, essa seria você, neguinha. Vai com o corno do seu marido. Fui embora sem falar mais nada. Quando cheguei em casa, passei na casa da Fabiana. — Você não tem ideia da bunda que a Nely tem. É uma puta mesmo. Segui pro meu quarto e fiquei pensando no que faria agora. Tinha realizado mais uma das minhas grandes fantasias. Agora tinha duas negras gostosas pra usar como quisesse.
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