... Continuo meu relato das férias com a Gaby.
Minha namorada já tinha descoberto tudo o que rolou no micro-ônibus e tava furiosa. Ela me prometeu que, se o que eu queria era uma namorada puta, ela ia passar as férias sendo a maior vagabunda de Mar del Plata. Chegamos no hotel, ela tomou banho e nos preparamos pra sair pra praia. Quando saímos pra praia, ela pediu que eu andasse uns 2 metros atrás dela, não queria que ninguém nos visse juntos e queria que eu ouvisse tudo o que os caras falam quando ela anda sozinha na rua. Até aquele momento, eu tava gostando da proposta dela, mesmo eu querendo ser o cara mais invejado da costa andando de braço dado com ela, as condições tinham mudado e eu tinha que aceitar essa nova regra que ela impôs, já que eu tinha quebrado as regras antes. Saímos pra praia e, enquanto caminhávamos, eu não perdia detalhe dos homens que cruzavam com a Gaby. Ela tava com um solero bem normal, mas o tamanho dos peitos dela chamava atenção. Até chegarmos na praia, não teve nada além de uns carros buzinando ou gritando alguma coisa pra ela ao passar. Quem cruzava com ela a pé, apesar de olhar pros peitos e virar descaradamente pra admirar a raba bem marcada naquele vestido ao vento, não falava nada. Chegamos na praia e eu me acomodei uns 5 metros de onde ela tava. Ela se ajeitou e tirou o solero, e aí eu descobri a intenção dela: logo no primeiro dia de praia, ela vestiu a maiô mais velha que tinha e que definitivamente tinha encolhido em cima. Apertava os peitos dela com força e, com qualquer movimento brusco, os peitos iam acabar saindo pra fora. Até aí, eu ainda tava gostando de tudo o que tava rolando, minha namorada ia ser o centro das atenções e eu já tava excitado só de pensar. A Gaby deitou um tempo pra pegar sol até que o calor ficou intenso, então ela decidiu fazer algo que nunca fazia na praia: ir até o mar. Enquanto ela caminhava em direção às águas frias, notei que ela não passou despercebida, e pelo menos uns 3 ou 4 caras que estavam por ali se Eles entraram no mar ao mesmo tempo que ela. Claramente não podia perder o que ia rolar e me aproximei da água.
A Gaby começou a entrar devagar, a água respingou nela e os biquinhos já marcavam terrivelmente naquele biquíni verde-claro minúsculo. Só um dos caras chegou perto o suficiente, enquanto os outros, mesmo estando por perto, iam e vinham disfarçando, mas não paravam de olhar pra Gabyta de vez em quando. Num momento, o cara que tava mais perto comentou alguma coisa com ela, e ela sorriu. Não sei o que foi, mas ela começou a entrar mar adentro até que a água passou da cintura dela.
Como não podia ser diferente, passaram só uns segundos até a primeira onda bater nela e deixar um biquinho de fora. Não sei se ela percebeu ou não, mas deixou ele ali enquanto ria e tentava avançar de novo contra as ondas que empurravam ela pra fora. O biquinho não passou despercebido pelo cara mais próximo, nem pelos outros, que começaram a entrar mar adentro também pra ficar mais perto. Um deles, bem esperto, se posicionou uns 2 metros atrás dela, e na próxima onda ela acabou caindo nos braços dele, só que dessa vez ficou de frente pro sortudo com os dois peitos de fora. A parte de cima do biquíni ficou uma parte por baixo da teta esquerda e a outra por cima da teta direita, o que fez com que ela não conseguisse ajeitar na hora. Eu ouvi ela rindo e dizendo "ai, nããão", e entre risadas e colada num desses caras, começou a ajeitar as tetas como podia. Uma segunda onda empurrou ela contra o "ajudante" dele, que abria os braços e segurava ela pra não cair (nem escapar do lado dele) com as ondas. Ela, com as tetas de fora, apoiou os biquinhos no peito do cara, que nessa altura já tava olhando pras tetas de olhos bem abertos pra não perder nenhum detalhe. Eu, nessa altura, tava de pau duro, e os caras ao redor já riam entre si de um jeito cúmplice. Ela deve ter demorado uns 30 segundos pra guardar as tetas de novo, tenho certeza que demorou de propósito, até que... Ela se ajeitou, virou-se de novo para olhar o mar, e a próxima onda a empurrou de volta sobre o sortudo da praia. Ela ficou de costas, apoiando a bunda num pau que devia estar mais duro que o mastro da bandeira vermelha e preta no posto do salva-vidas. Ela olhou de lado pra ele e pediu desculpa com um sorriso safado. O magrelo já tava descontrolado e não largava dela; ela andava um metro e ele seguia uns passos atrás. Nessa altura, já ajudado pela água que me cobria, eu tava batendo uma punheta daquelas, vendo como eles encostavam, tocavam e olhavam os peitos da Gaby. Depois de gozar e me acalmar um pouco, saí da água e logo vi a Gaby saindo. Mesmo tendo ajeitado os peitos, os bicos dela estavam durinhos e apontando forte, e não tinha jeito de alguém que cruzasse com ela não olhar pra aqueles peitões enormes que balançavam pra caralho. Os peitos dela sempre balançam e se mexem muito, mas com o jeito dela andar e os anos, ela aprendeu a caminhar num passo que disfarça. Só que, ao vê-la saindo do mar, notei que ela tava com um passo diferente, que fazia os peitos dela subirem e descerem a cada passo intenso. A cena era imperdível: os peitões dela num biquíni que mal cobria, com uns bicos super marcados, que não paravam de balançar, e ela saindo apressada, quase dando pulinhos, com a auréola do peito esquerdo aparecendo no movimento. Um velho que tava na beira quase infartou quando ela passou. Os magrelos que estavam perto dela pareciam não se interessar mais pelo mar e também saíram da água, sem perder de vista pra onde a Gaby ia. Quando voltamos pros nossos lugares, notei que tinha gente nova ao redor. A maioria era família, o que me deixou um pouco mais tranquilo. Embora os homens das famílias não conseguissem parar de olhar disfarçadamente pra Gaby, ninguém ia se atrever a passar dos limites, e os magrelos que estavam na água nenhum tava muito perto. Então pensei que o pior já tinha passado, mas a Gaby tinha outros planos. Depois de passar protetor solar no corpo todo, a Gaby se deitou de bruços e soltou a parte de cima do biquíni pra pegar sol sem marquinha nas costas. Tava tudo normal até que eu vejo um dos salva-vidas se aproximando dela, senta do lado e começa a conversar. Quando olhei pra guarita pra ver se tinha sobrado alguém fazendo o trabalho em vez de paquerar minha mina, notei que tinha mais dois salva-vidas com binóculos. Aí me toquei que mais alguém tinha reparado nos "acidentes" que a Gaby teve na água. A Gaby, sem se mexer da posição dela, começou a falar com o salva-vidas, que tinha um corpo bem definido e um volume bem marcado na sunga vermelha. Depois de alguns minutos de conversa, sorriso vai, sorriso vem, eu precisava saber o que tava rolando, do que eles tavam falando. Levantei do meu lugar pra chegar perto, mas a Gaby se adiantou: ainda de bruços, apoiou as mãos na areia e se levantou sem vestir o biquíni, ficou de joelhos com os peitos cheios de areia no ar, os mamilos bem durinhos ao vento, e aí vestiu a parte de cima. Nessa altura, o salva-vidas tava com o pau inconfundível, a Gaby olhava pro volume dele e ria. Os vizinhos de praia tavam tão surpresos quanto eu e todo mundo que notou aquele movimento rápido em que, por uns segundos, os peitos dela ficaram à mostra pra geral. Os dois se levantaram e começaram a andar até a guarita dos salva-vidas, subiram as escadas, e os outros dois receberam ela com sorrisos safados, convidaram ela pra entrar e fecharam a porta… fiquei paralisado, o que ela tava fazendo??? Uma coisa era se exibir como a maior puta, mas outra bem diferente era ser a maior puta. "Rapidinha, a menina", disse uma senhora que tava perto e tinha visto toda a cena com o marido dela. Olhei as caras dos nossos vizinhos de praia, e todo mundo comentava entre si, olhando pra guarita. Definitivamente, fazia menos de um dia que a gente tinha chegado e a Gabyta já tava cumprindo a promessa dela de que todo Mar del Plata ia saber que ela era uma puta. Peitos grandes, bem putona. Não aguentei mais e me apressei pra subir na guarita, que era um barraco de 2x2 com uma varanda nos quatro lados. Eu me aproximei e espiei por uma das janelas meio abertas; verdade seja dita, o lugar tava cheio de frestas pra espiar, então não foi difícil ver o que rolava.
Olhando pra dentro, vi minha namorada sentada com as pernas abertas numa espécie de mesa que tinha lá dentro. O salva-vidas que a levou pra lá rapidamente se posicionou no meio e puxou a pica pra fora. Gaby, toda contente, pegou nela e começou a bater uma punheta pra ele enquanto se beijavam. Outro salva-vidas se aproximou pelo lado e, beijando o pescoço dela, colocou a mão nos peitos e a outra na bunda dela. E o terceiro foi direto com a mão por baixo da biquíni, metendo a mão na buceta dela, e comentou em voz alta: “Ah, legal, que buceta melada!” Ficaram um tempão assim, todos beijando ela, tiraram o sutiã e metiam a mão por todo lado. Eu não podia acreditar no que via. Não sabia se entrava ou não, escolhi continuar olhando porque me dava um medo danado entrar naquele momento. Depois de um tempo, dois dos caras sentaram na mesa, ela se levantou, virou e se inclinou sobre aquelas duas picas bem duras pra chupar, uma de cada vez e às vezes as duas juntas na boca. Enquanto isso, o terceiro começou a “trabalhar” por trás, não parava de enfiar os dedos no cu dela e fazer uma chupada de cu/buceta descontrolada. Num momento, um dos salva-vidas ajeitou ela mais perto e fez uma punheta braba com os peitos dela, e os outros quiseram repetir a experiência. Os peitos da Gaby são especiais pra fazer uma punheta, não só porque forma um buraco muito sedutor entre os seios dela que você não consegue parar de pensar em meter a pica naquele decote incrível, mas também porque, quando você mete, ela sabe claramente que com um movimento de ombros pra frente prende ela, cobrindo absolutamente qualquer pica de qualquer tamanho naquele lugarzão. Nenhum dos três aguentou. A calentura entre aquelas tetas incríveis e os 3 acabaram gozando. O negócio é que nenhum dos 4 ficou satisfeito com o que tinha rolado até ali, então foram buscar mais. Um sentou na mesa e ela subiu em cima. Ajeitou a rola na buceta e começou a montar. Nisso, outro dos caras subiu em pé na mesa e colocou a rola perto da cara dela pra ela chupar. O terceiro tentou subir do outro lado, mas a mesa não era tão grande, então não achava posição. Aí o baiano que tava metendo nela olhou pra ele e, com as duas mãos, agarrou as nádegas da Gaby, abrindo elas com força, deixando bem à vista o cu dilatado de antes. Não tinha dúvida: foi ali que o terceiro sortudo se acomodou. A Gaby só tinha deixado eu comer o cu dela algumas vezes, não era algo que ela sempre permitia, então me surpreendeu como ela aceitou de boa enfiar as 3 picas em todos os buracos possíveis. Os gritos que ela dava eram ouvidos, apesar do barulho do vento e do mar, entre o pessoal mais perto, o que notei porque vários começaram a olhar, rir e comentar entre si. Depois de um tempo, já tinham passado a minha mina por todas as posições. Um agarrou ela forte pelos cabelos, levantou a cabeça dela, ela botou a língua pra fora olhando nos olhos dele, e o cara cuspiu na boca dela. Na sequência, enfiou violentamente até a garganta, comeu ela forte pela boca e gozou tudo, afogando ela. Nunca tinha pensado em fazer algo assim. O que tava comendo ela pela buceta pediu pra encher o cu dela de porra, e todos toparam. Ela se levantou, o que tava atrás tirou do cu e ficou de lado, e o que tinha comido a boca dela começou a se vestir, já satisfeito. O que começou a comer o cu dela deu umas bombadas e encheu de porra dentro. O último que sobrou também pediu o cu, e ela aceitou sorrindo. Como eles se posicionaram num ângulo que eu não via direito, virei pro outro lado do Lugar. Encontrei dois dos caras magros que também estavam na água espiando. Parece que não fui o único que teve essa ideia. Percebi que tinha mais caras olhando tudo de todos os lados. Minha surpresa foi incrível. Desde que chegamos na praia, primeiro viram ela com as tetas de fora, tocaram nela, apoiaram ela, os vizinhos de praia ao redor viram, a família, os salva-vidas se enfiaram nela e vários curiosos viram ela se esbaldar naquele quartinho. Foi muita coisa em menos de um dia, acho que umas 50 pessoas já tinham visto aquela gostosa de peitões bem putona se acabando no meio da praia e se mostrando sem se importar. Nessa hora, a porta abriu e a Gaby saiu, já com a maiô arrumada, a bunda com certeza cheia de porra. Ela me olhou, sorriu e, sem dizer nada, se afastou do lugar, não sem receber todo tipo de propostas de todos os observadores. Alguns até seguiram ela por uns metros até que ela ignorou e eles desistiram. Ela pegou as coisas dela e foi embora da praia. Eu fiquei sentado na escada ouvindo os comentários dos salva-vidas com os tarados que queriam saber mais. "Que puta gostosa", "que pedaço de tetas", "que bicos lindos pra chupar até amanhã", "a gente devia ter entrado e comido ela todo mundo", "aquele cuzão aguenta duas picas juntas" e mais comentários que eu não acreditava que eram sobre a Gaby. A única coisa que me restou depois de um tempo de incredulidade foi voltar pro hotel com a Gaby. Não tinha passado nem as primeiras 24 horas e já parecia que tinha sido demais. Não era o que eu queria, mas não podia negar que o tesão que me deu foi impressionante, e nem preciso falar o quanto a Gaby tinha se divertido. Precisávamos conversar...
Minha namorada já tinha descoberto tudo o que rolou no micro-ônibus e tava furiosa. Ela me prometeu que, se o que eu queria era uma namorada puta, ela ia passar as férias sendo a maior vagabunda de Mar del Plata. Chegamos no hotel, ela tomou banho e nos preparamos pra sair pra praia. Quando saímos pra praia, ela pediu que eu andasse uns 2 metros atrás dela, não queria que ninguém nos visse juntos e queria que eu ouvisse tudo o que os caras falam quando ela anda sozinha na rua. Até aquele momento, eu tava gostando da proposta dela, mesmo eu querendo ser o cara mais invejado da costa andando de braço dado com ela, as condições tinham mudado e eu tinha que aceitar essa nova regra que ela impôs, já que eu tinha quebrado as regras antes. Saímos pra praia e, enquanto caminhávamos, eu não perdia detalhe dos homens que cruzavam com a Gaby. Ela tava com um solero bem normal, mas o tamanho dos peitos dela chamava atenção. Até chegarmos na praia, não teve nada além de uns carros buzinando ou gritando alguma coisa pra ela ao passar. Quem cruzava com ela a pé, apesar de olhar pros peitos e virar descaradamente pra admirar a raba bem marcada naquele vestido ao vento, não falava nada. Chegamos na praia e eu me acomodei uns 5 metros de onde ela tava. Ela se ajeitou e tirou o solero, e aí eu descobri a intenção dela: logo no primeiro dia de praia, ela vestiu a maiô mais velha que tinha e que definitivamente tinha encolhido em cima. Apertava os peitos dela com força e, com qualquer movimento brusco, os peitos iam acabar saindo pra fora. Até aí, eu ainda tava gostando de tudo o que tava rolando, minha namorada ia ser o centro das atenções e eu já tava excitado só de pensar. A Gaby deitou um tempo pra pegar sol até que o calor ficou intenso, então ela decidiu fazer algo que nunca fazia na praia: ir até o mar. Enquanto ela caminhava em direção às águas frias, notei que ela não passou despercebida, e pelo menos uns 3 ou 4 caras que estavam por ali se Eles entraram no mar ao mesmo tempo que ela. Claramente não podia perder o que ia rolar e me aproximei da água.
A Gaby começou a entrar devagar, a água respingou nela e os biquinhos já marcavam terrivelmente naquele biquíni verde-claro minúsculo. Só um dos caras chegou perto o suficiente, enquanto os outros, mesmo estando por perto, iam e vinham disfarçando, mas não paravam de olhar pra Gabyta de vez em quando. Num momento, o cara que tava mais perto comentou alguma coisa com ela, e ela sorriu. Não sei o que foi, mas ela começou a entrar mar adentro até que a água passou da cintura dela.
Como não podia ser diferente, passaram só uns segundos até a primeira onda bater nela e deixar um biquinho de fora. Não sei se ela percebeu ou não, mas deixou ele ali enquanto ria e tentava avançar de novo contra as ondas que empurravam ela pra fora. O biquinho não passou despercebido pelo cara mais próximo, nem pelos outros, que começaram a entrar mar adentro também pra ficar mais perto. Um deles, bem esperto, se posicionou uns 2 metros atrás dela, e na próxima onda ela acabou caindo nos braços dele, só que dessa vez ficou de frente pro sortudo com os dois peitos de fora. A parte de cima do biquíni ficou uma parte por baixo da teta esquerda e a outra por cima da teta direita, o que fez com que ela não conseguisse ajeitar na hora. Eu ouvi ela rindo e dizendo "ai, nããão", e entre risadas e colada num desses caras, começou a ajeitar as tetas como podia. Uma segunda onda empurrou ela contra o "ajudante" dele, que abria os braços e segurava ela pra não cair (nem escapar do lado dele) com as ondas. Ela, com as tetas de fora, apoiou os biquinhos no peito do cara, que nessa altura já tava olhando pras tetas de olhos bem abertos pra não perder nenhum detalhe. Eu, nessa altura, tava de pau duro, e os caras ao redor já riam entre si de um jeito cúmplice. Ela deve ter demorado uns 30 segundos pra guardar as tetas de novo, tenho certeza que demorou de propósito, até que... Ela se ajeitou, virou-se de novo para olhar o mar, e a próxima onda a empurrou de volta sobre o sortudo da praia. Ela ficou de costas, apoiando a bunda num pau que devia estar mais duro que o mastro da bandeira vermelha e preta no posto do salva-vidas. Ela olhou de lado pra ele e pediu desculpa com um sorriso safado. O magrelo já tava descontrolado e não largava dela; ela andava um metro e ele seguia uns passos atrás. Nessa altura, já ajudado pela água que me cobria, eu tava batendo uma punheta daquelas, vendo como eles encostavam, tocavam e olhavam os peitos da Gaby. Depois de gozar e me acalmar um pouco, saí da água e logo vi a Gaby saindo. Mesmo tendo ajeitado os peitos, os bicos dela estavam durinhos e apontando forte, e não tinha jeito de alguém que cruzasse com ela não olhar pra aqueles peitões enormes que balançavam pra caralho. Os peitos dela sempre balançam e se mexem muito, mas com o jeito dela andar e os anos, ela aprendeu a caminhar num passo que disfarça. Só que, ao vê-la saindo do mar, notei que ela tava com um passo diferente, que fazia os peitos dela subirem e descerem a cada passo intenso. A cena era imperdível: os peitões dela num biquíni que mal cobria, com uns bicos super marcados, que não paravam de balançar, e ela saindo apressada, quase dando pulinhos, com a auréola do peito esquerdo aparecendo no movimento. Um velho que tava na beira quase infartou quando ela passou. Os magrelos que estavam perto dela pareciam não se interessar mais pelo mar e também saíram da água, sem perder de vista pra onde a Gaby ia. Quando voltamos pros nossos lugares, notei que tinha gente nova ao redor. A maioria era família, o que me deixou um pouco mais tranquilo. Embora os homens das famílias não conseguissem parar de olhar disfarçadamente pra Gaby, ninguém ia se atrever a passar dos limites, e os magrelos que estavam na água nenhum tava muito perto. Então pensei que o pior já tinha passado, mas a Gaby tinha outros planos. Depois de passar protetor solar no corpo todo, a Gaby se deitou de bruços e soltou a parte de cima do biquíni pra pegar sol sem marquinha nas costas. Tava tudo normal até que eu vejo um dos salva-vidas se aproximando dela, senta do lado e começa a conversar. Quando olhei pra guarita pra ver se tinha sobrado alguém fazendo o trabalho em vez de paquerar minha mina, notei que tinha mais dois salva-vidas com binóculos. Aí me toquei que mais alguém tinha reparado nos "acidentes" que a Gaby teve na água. A Gaby, sem se mexer da posição dela, começou a falar com o salva-vidas, que tinha um corpo bem definido e um volume bem marcado na sunga vermelha. Depois de alguns minutos de conversa, sorriso vai, sorriso vem, eu precisava saber o que tava rolando, do que eles tavam falando. Levantei do meu lugar pra chegar perto, mas a Gaby se adiantou: ainda de bruços, apoiou as mãos na areia e se levantou sem vestir o biquíni, ficou de joelhos com os peitos cheios de areia no ar, os mamilos bem durinhos ao vento, e aí vestiu a parte de cima. Nessa altura, o salva-vidas tava com o pau inconfundível, a Gaby olhava pro volume dele e ria. Os vizinhos de praia tavam tão surpresos quanto eu e todo mundo que notou aquele movimento rápido em que, por uns segundos, os peitos dela ficaram à mostra pra geral. Os dois se levantaram e começaram a andar até a guarita dos salva-vidas, subiram as escadas, e os outros dois receberam ela com sorrisos safados, convidaram ela pra entrar e fecharam a porta… fiquei paralisado, o que ela tava fazendo??? Uma coisa era se exibir como a maior puta, mas outra bem diferente era ser a maior puta. "Rapidinha, a menina", disse uma senhora que tava perto e tinha visto toda a cena com o marido dela. Olhei as caras dos nossos vizinhos de praia, e todo mundo comentava entre si, olhando pra guarita. Definitivamente, fazia menos de um dia que a gente tinha chegado e a Gabyta já tava cumprindo a promessa dela de que todo Mar del Plata ia saber que ela era uma puta. Peitos grandes, bem putona. Não aguentei mais e me apressei pra subir na guarita, que era um barraco de 2x2 com uma varanda nos quatro lados. Eu me aproximei e espiei por uma das janelas meio abertas; verdade seja dita, o lugar tava cheio de frestas pra espiar, então não foi difícil ver o que rolava.
Olhando pra dentro, vi minha namorada sentada com as pernas abertas numa espécie de mesa que tinha lá dentro. O salva-vidas que a levou pra lá rapidamente se posicionou no meio e puxou a pica pra fora. Gaby, toda contente, pegou nela e começou a bater uma punheta pra ele enquanto se beijavam. Outro salva-vidas se aproximou pelo lado e, beijando o pescoço dela, colocou a mão nos peitos e a outra na bunda dela. E o terceiro foi direto com a mão por baixo da biquíni, metendo a mão na buceta dela, e comentou em voz alta: “Ah, legal, que buceta melada!” Ficaram um tempão assim, todos beijando ela, tiraram o sutiã e metiam a mão por todo lado. Eu não podia acreditar no que via. Não sabia se entrava ou não, escolhi continuar olhando porque me dava um medo danado entrar naquele momento. Depois de um tempo, dois dos caras sentaram na mesa, ela se levantou, virou e se inclinou sobre aquelas duas picas bem duras pra chupar, uma de cada vez e às vezes as duas juntas na boca. Enquanto isso, o terceiro começou a “trabalhar” por trás, não parava de enfiar os dedos no cu dela e fazer uma chupada de cu/buceta descontrolada. Num momento, um dos salva-vidas ajeitou ela mais perto e fez uma punheta braba com os peitos dela, e os outros quiseram repetir a experiência. Os peitos da Gaby são especiais pra fazer uma punheta, não só porque forma um buraco muito sedutor entre os seios dela que você não consegue parar de pensar em meter a pica naquele decote incrível, mas também porque, quando você mete, ela sabe claramente que com um movimento de ombros pra frente prende ela, cobrindo absolutamente qualquer pica de qualquer tamanho naquele lugarzão. Nenhum dos três aguentou. A calentura entre aquelas tetas incríveis e os 3 acabaram gozando. O negócio é que nenhum dos 4 ficou satisfeito com o que tinha rolado até ali, então foram buscar mais. Um sentou na mesa e ela subiu em cima. Ajeitou a rola na buceta e começou a montar. Nisso, outro dos caras subiu em pé na mesa e colocou a rola perto da cara dela pra ela chupar. O terceiro tentou subir do outro lado, mas a mesa não era tão grande, então não achava posição. Aí o baiano que tava metendo nela olhou pra ele e, com as duas mãos, agarrou as nádegas da Gaby, abrindo elas com força, deixando bem à vista o cu dilatado de antes. Não tinha dúvida: foi ali que o terceiro sortudo se acomodou. A Gaby só tinha deixado eu comer o cu dela algumas vezes, não era algo que ela sempre permitia, então me surpreendeu como ela aceitou de boa enfiar as 3 picas em todos os buracos possíveis. Os gritos que ela dava eram ouvidos, apesar do barulho do vento e do mar, entre o pessoal mais perto, o que notei porque vários começaram a olhar, rir e comentar entre si. Depois de um tempo, já tinham passado a minha mina por todas as posições. Um agarrou ela forte pelos cabelos, levantou a cabeça dela, ela botou a língua pra fora olhando nos olhos dele, e o cara cuspiu na boca dela. Na sequência, enfiou violentamente até a garganta, comeu ela forte pela boca e gozou tudo, afogando ela. Nunca tinha pensado em fazer algo assim. O que tava comendo ela pela buceta pediu pra encher o cu dela de porra, e todos toparam. Ela se levantou, o que tava atrás tirou do cu e ficou de lado, e o que tinha comido a boca dela começou a se vestir, já satisfeito. O que começou a comer o cu dela deu umas bombadas e encheu de porra dentro. O último que sobrou também pediu o cu, e ela aceitou sorrindo. Como eles se posicionaram num ângulo que eu não via direito, virei pro outro lado do Lugar. Encontrei dois dos caras magros que também estavam na água espiando. Parece que não fui o único que teve essa ideia. Percebi que tinha mais caras olhando tudo de todos os lados. Minha surpresa foi incrível. Desde que chegamos na praia, primeiro viram ela com as tetas de fora, tocaram nela, apoiaram ela, os vizinhos de praia ao redor viram, a família, os salva-vidas se enfiaram nela e vários curiosos viram ela se esbaldar naquele quartinho. Foi muita coisa em menos de um dia, acho que umas 50 pessoas já tinham visto aquela gostosa de peitões bem putona se acabando no meio da praia e se mostrando sem se importar. Nessa hora, a porta abriu e a Gaby saiu, já com a maiô arrumada, a bunda com certeza cheia de porra. Ela me olhou, sorriu e, sem dizer nada, se afastou do lugar, não sem receber todo tipo de propostas de todos os observadores. Alguns até seguiram ela por uns metros até que ela ignorou e eles desistiram. Ela pegou as coisas dela e foi embora da praia. Eu fiquei sentado na escada ouvindo os comentários dos salva-vidas com os tarados que queriam saber mais. "Que puta gostosa", "que pedaço de tetas", "que bicos lindos pra chupar até amanhã", "a gente devia ter entrado e comido ela todo mundo", "aquele cuzão aguenta duas picas juntas" e mais comentários que eu não acreditava que eram sobre a Gaby. A única coisa que me restou depois de um tempo de incredulidade foi voltar pro hotel com a Gaby. Não tinha passado nem as primeiras 24 horas e já parecia que tinha sido demais. Não era o que eu queria, mas não podia negar que o tesão que me deu foi impressionante, e nem preciso falar o quanto a Gaby tinha se divertido. Precisávamos conversar...
3 comentários - Las tetas de mi novia por Mar del Plata Dia 1