Olá, como vocês estão hoje? Queria contar o que aconteceu comigo e minha mãe há um tempo. Vamos começar do início: eu e minha mãe sempre tivemos uma boa relação, sempre teve uma amizade acima do fato de sermos mãe e filho. A gente sempre conta tudo um pro outro e fala sobre qualquer coisa numa boa. Pois então, um dia, não sei o que aconteceu, ainda não sei como rolou, mas ela entrou no banho como de costume, saía pelada do chuveiro, mas eu nunca tinha visto ela de forma sexual, e naquele dia também não. Mas depois que ela saiu, eu entrei e me deparei com toda a roupa dela jogada no chão. Afastei sem dar importância e, de repente, não sei por quê, a calcinha dela caiu perto dos meus pés. Fiquei olhando pra ela pra pegar de novo, quando algo no meu corpo despertou. Peguei aquela peça e observei com cuidado, dava pra ver o rastro da lubrificação dela. Eu olhava curioso, notei que estava molhada. Meu coração acelerou, comecei a me despir sem soltar aquela peça íntima da minha mãe até ficar completamente pelado. Nessa hora, ela bateu na porta e disse que ia sair. Eu respondi que tudo bem e perguntei se ela ia demorar. Ela disse: "volto daqui a pouco", e eu falei: "tá bom, vai com cuidado". Quando ouvi a porta de casa fechando, comecei a imaginar um monte de coisa suja sem soltar a calcinha que estava na minha mão. Fiquei olhando pra ela e a curiosidade me venceu: levei até meu nariz e inspirei aquele aroma ainda fresco que saía da peça. Não consegui evitar. Aquele cheiro despertou meus instintos mais básicos, porque num piscar de olhos meu pau ficou durasso. Nessa hora, parei pra pensar: "o que eu tô fazendo?", mas meu corpo pedia pra continuar. Com uma mão segurei a calcinha e com a outra agarrei meu pau, e levando a peça de novo até meu nariz, comecei a me masturbar, curtindo o aroma que aquilo soltava, porque era um cheiro forte e ao mesmo tempo quente. Depois de alguns minutos me dando prazer, peguei a calcinha e levei até meu pau, esfregando ele nela. A sensação era... Brutal, sentia os fluidos ainda passeando pelo meu pau ereto, meu coração batia rápido e minha vontade crescia a cada segundo. De repente, senti que não aguentava mais, ia explodir, meu pau pulsava, estava prestes a gozar. Me apressei e coloquei a calcinha numa posição boa e continuei me masturbando freneticamente até que, finalmente, um espasmo percorreu meu corpo e o primeiro jato de porra saiu disparado direto na calcinha. Logo em seguida, vários outros jatos vieram, fazendo meu corpo se contorcer de prazer enquanto via que estava me esporrando toda na roupa íntima da minha mãe, me fazendo sentir um dos melhores orgasmos que já tive, porque aquela situação me excitou tanto que nem eu mesmo acreditava no que tinha acabado de acontecer. Assim que terminei, olhei de novo a peça toda manchada com meu sêmen, estava suado e meu pau ainda não tinha perdido a ereção. Acabava de curtir algo incomum, mas muito tarado. Rapidamente, peguei toda a roupa, a minha e a da minha mãe que ainda estava ali junto com a calcinha manchada, e levei para o cesto de roupa suja e fui tomar banho. Naquela noite, não parei de pensar naquilo: como pude ter feito aquilo? Como pude ter ficado tão excitado a ponto de me masturbar com a roupa íntima usada da minha mãe? E o pior de tudo, como pude ter gostado tanto? Nem eu mesmo conseguia acreditar, mas uma coisa eu tinha certeza: tinha descoberto algo incrível e sabia que ia repetir. E foi assim. Alguns dias depois, minha mãe, depois de sair do banho, saiu rapidamente de novo. Fui direto ao banheiro procurando a calcinha dela de novo, mas dessa vez não estavam lá — ela já tinha recolhido a roupa e estava no cesto. Mas isso não importava. Fui até o cesto, procurei e lá estavam de novo, umas calcinhas recém-usadas pela minha mãe. Peguei elas e, dessa vez, fui para o meu quarto e repeti o processo da última vez: cheirei, esfreguei contra mim, me masturbei com elas e enchi elas de porra de novo. Continuei fazendo isso por um tempo, sempre esperando a oportunidade. de poder pegar uma das calcinhas da minha mãe pra me dar aquele prazer que eu tanto gostava, e foi o que fiz, mesmo tendo o vício de gozar nelas e não limpar, levava pro cesto de roupa do jeito que tinha deixado, todas cheias de porra. Tava tudo dando certo, ou pelo menos era o que eu pensava, nem imaginava que minha mãe desconfiasse do que eu fazia, mas pra minha surpresa, um dia isso mudou. Mas isso eu deixo pra um segundo relato. Continua...
1 comentários - Simplemente mi madre