Quando eu tinha apenas 18 anos, eu e meu namorado tínhamos combinado de transar pela primeira vez no dia da primavera. Eu, Cecília, uma loira bem desenvolvida, com medidas quase perfeitas: 89-60-90, olhos cinzas, quase 1,70m, cabelo liso e comprido. Uma princesinha, como meu namorado Alejandro me chamava. Eu ainda era virgem, nem um dedo tinha deixado penetrar, só meus peitos estavam à disposição dele pra ele fazer o que quisesse. A gente namorava há mais de 6 meses e o coitado tava desesperado. Mal conseguia acalmar ele com minhas mãozinhas fazendo uma boa punheta, que só tive coragem um mês antes do dia da primavera. Desde aquele dia, a vontade dele de transar ficou mais intensa, mas eu não queria nem que ele tocasse na minha buceta, só por cima da roupa. Uns dias depois, decidi que, se ia rolar, teria que ir me animando aos poucos. Uma noite, ele colocou a mão na minha bunda dentro da calça, e eu deixei. Não demorou pra ele puxar minha calcinha de lado pra acariciar minha pele. Me animei, coloquei a mão no pau dele, que até aquele dia era o que me levava até aquele ponto, e comecei a masturbar ele. Ele aproveitou o momento pra passar a mão pra frente, mas eu parei. Ele insistiu, mas eu continuei tirando a mão dele. Aí ele decidiu me acariciar por cima da calça, e eu deixei. Logo ele já tava com a mão dentro da calça, e as carícias que eu tava recebendo começaram a provocar algo que eu nunca tinha sentido. Alguém me disse que é tesão. — Viu que você gosta? Tá toda molhadinha — ele disse. E sim, eu tava gostando, mas tava apavorada, não pelas carícias, mas por saber que tudo aquilo que eu tinha na mão e que fechada não conseguia cobrir, ia estar dentro de mim. Só de pensar, doía. Ele com a roupa no chão e eu com a calça nos joelhos. Aos poucos, ele foi puxando minha calcinha, que ficou na altura da calça. As carícias no meu clitóris ficaram mais intensas, e os dedos dele tentaram me penetrar. — Um forte "não" — saiu dos meus lábios, mas os da boca, porque os da minha... Buceta, eles pediam aos berros pra eu fazer, mas minha mente dizia que não. Foi aí que ele me pediu pra virar de costas - "nem louca" - eu disse - "fica tranquila que não vou te fazer nada" - ele respondeu. Abriu minhas pernas e apoiou o pau na minha bunda. Fechei os olhos e tremi. Ele me abraçou por trás e com a outra mão continuou no meu clitóris. Eu tava quase gozando quando ele encheu meu cu com o leitinho morno dele, que acabou escorrendo pra dentro da minha calcinha. Ele gozou e eu fiquei na vontade por um tempo. Passou toda a creminha dele na minha raba, também nos meus peitos e, sem que ele percebesse, comecei a me tocar - coisa que nunca tinha feito. Ele continuava me acariciando, quis tocar na minha xereca, mas eu não deixei. O medo de engravidar por causa do sêmen que tinha nos dedos dele superava meu tesão. Ele me apertou forte e amassou meus peitos enquanto eu continuava com a minha, e pela primeira vez gozei. Ele sempre achou que foram as carícias dele nos meus peitos que me fizeram gozar.
Passaram-se mais alguns dias parecidos até que chegou o tão esperado 21 de setembro. Meu pai estava trabalhando, e minha mãe e minha irmãzinha foram fazer um piquenique. A casa toda ficou só pra nós dois. Depois do almoço, viria a soneca. Enquanto cozinhava, ele me encheu de beijos e carícias, soube me cuidar muito bem. Fomos para minha cama, e ele tirou minha roupa; só a calcinha tinha ficado quando começou a se despir até ficar de cueca. Me sentou, e as mãos dele percorreram todo o meu corpo. O calor tomou conta de mim, e ficamos completamente nus. Eu estava toda molhada e pronta pra ser penetrada. Ele se deitou sobre mim, e um "devagar" escapou dos meus lábios. Abriu minhas pernas, apoiou o imenso pau na minha buceta, disposto a me foder, e bem suavemente começou a me penetrar. Tentei pará-lo, mas ele segurou minha cintura e meteu até o fundo. Um grito cortou o silêncio, e ele começou a rebolar. A dor era intensa, mas o prazer era maior. Meus medos já não existiam mais, e a vertigem do meu corpo pedia mais. Peguei a mão dele e levei até meu clitóris, e me contorci de prazer. Ele me comeu por um bom tempo, e, mesmo sendo minha primeira vez, eu sabia me cuidar; estávamos fazendo sem camisinha. Minha tesão me faria chegar a qualquer coisa. Levantou minhas pernas e me comeu de pé até gozar e encher minha buceta de porra. Continuou com meu botãozinho ativado no máximo, e eu explodi. Dessa vez ele realmente me fez gozar. Tirou o pedaço dele e apoiou na minha bunda. Eu estava disposta a continuar, mas só um milímetro do pau dele me fez gritar de dor e desisti, apesar da insistência dele. Me abaixei da cama, coloquei minhas mãos sobre ela e fiquei com a bundinha bem empinada. Ele afastou minhas nádegas e tentou de novo, mas um pouco mais bruscamente, só pensando em me foder. Mas não, a dor era demais e eu não quis. Fiquei como estava, e ele penetrou meu cuzinho por trás enquanto eu me masturbava. Toda aquela coisa enorme entrava e saía da minha buceta como se fosse feita pra isso. A dor já não existia mais, e o prazer superava tudo, ainda mais quando ele gozou dentro de mim de novo. Ele me pediu pra chupar o pau dele, e, mesmo tentando, não consegui. Consegui quando meus lábios tocaram o pau dele, não consegui, nunca consegui, mas ele me deitou na cama e me chupou toda, sem se importar que tinha gozado minutos antes, e me fez gozar, enfiou os dedos e me esquentou como nunca até eu gozar pela segunda vez, e naquele exato momento o dedo dele penetrou meu cu indefeso, e apesar da dor, me excitou ainda mais, mas o jogo foi se desfazendo e ficamos os dois jogados na cama, exaustos da batalha. De repente, um barulho – a porta. Nós tínhamos dormido – a vestir. Minha saia já estava vestida, ele de calça e camiseta. Minha camiseta, cadê? Pensei, e abri uma gaveta. Um top bastava pra chegar a tempo. Minha irmãzinha subiu as escadas correndo e, bem na hora, a porta se abriu com nosso último suspiro. Minha mãe subiu, nos cumprimentou e perguntou: "Como vocês estão, crianças?" "Mortos", respondemos. "Vocês parecem cansados", ela comentou. "Bom, continuem com o que estavam fazendo." Ao que eu respondi: "Tá bem, já terminamos, mãe" – e um sorriso safado se desenhou na minha boca.
A senhorita misteriosa.
0 comentários - A Chechu Gostosa (A Garota Misteriosa)