A Despedida
Olá, queridos leitores, dessa vez trago uma história que aconteceu comigo há pouco tempo, quando eu estava prestes a me casar. Meu nome é Paulita, tenho 22 anos e moro na Argentina, na província de Santa Fé. Não sou muito alta, tenho 1,65m, cabelo castanho, sou magrinha e tenho uns peitinhos redondos um pouco maiores que duas bolinhas de tênis, daqueles que cabem certinho em cada mão. E tenho a bunda empinada, daquelas que dá pra ver até de moletom.
Há mais ou menos 1 ano conheci o Cristian, 28 anos, loiro, cabelo curto, corpo bonito sem ser muito musculoso, com uma barbinha. É a primeira vez que encontro alguém da minha altura, que me acompanhe e me domine, acho que foi isso que mais gostei. Ele é um cara que curte muito a noite e foi assim que nos conhecemos. Por estar tão apaixonada, eu deixava passar algumas coisas, tipo saídas com os amigos dele, onde eu suspeitava que iam pra um lugar bem conhecido que tem shows de garotas e tal...
O problema é que, como não tinha provas, sempre me convencia de que ele não faria nada de errado.
Então, pra surpresa das nossas famílias, decidimos casar. Tivemos um monte de preparativos e tal, até que, perto da data, começaram a rolar as despedidas de solteiro. Minhas amigas organizaram ir a uma balada onde tem strippers. E no mesmo dia, os amigos do Cristian marcaram um churrasco na casa de um deles.
Chegou o dia, me vesti com umas botas de couro preto até o joelho, uma minissaia preta justa e um top preto também justo, onde meus peitos ficavam pra fora por cima. As meninas colocaram umas orelhinhas de coelho e um pompom na bunda, no melhor estilo coelhinha da Playboy. Fomos pra casa de uma amiga, onde comemos e bebemos um pouco, e depois fomos ver os strippers.
Lá, continuamos bebendo uns drinks, um champanhe, e gritando pros bombadões que faziam o show no palco. Até que começaram a perguntar quem eram as que estavam prestes a... casar e nos fizeram subir eu e outras 3 minas que eu não conhecia. Quando chegamos lá, começaram a dançar colado, esfregando os volumes em nós. Um desses caras em especial tinha uma ferramenta enorme marcando por baixo da sunga. O animador do lugar propôs um jogo: quem topasse mais cumprir algumas prendas ganhava tudo que o grupo consumisse na noite. Na hora, minhas amigas começaram a me aplaudir e gritar meu nome pra me dar coragem. A primeira prenda era dar um selinho num dos strippers. Nós quatro que estávamos no palco topamos, então passamos pra próxima. Essa era deixar um dos caras apalpar nossa bunda. Aí uma das minas falou "chega" e foi eliminada. Eu fiquei na dúvida, mas até ali não era nada pesado, então segui em frente pra alegria das minhas amigas.
Sobrando só três minas, a próxima prova era deixar apalpar os peitos. Como todas toparam, seguimos as três na disputa. Admito que já tava começando a ficar excitada com tanta mão boba. Como ninguém desistia, o locutor resolveu aumentar a aposta: dessa vez tinha que pegar no volume por cima da sunga, e cada uma ganhou um dançarino. Pra mim sobrou o da ferramenta avantajada, que de cara parecia ter uns 25 cm. Nessa prova, outra mina não teve coragem, então ficamos só duas. Minhas amigas agora olhavam mais surpresas do que animadas.
A outra mina, meio sem jeito, pegou naquele pedaço de carne, que já tava duro. Aí chegou minha vez. Com a mão direita, tentei envolver o pau todo (sempre por cima da sunga), mas não consegui porque era grosso pra caralho. Segurei por um tempinho, senti ele bem duro, dava pra notar as veias pulsando, e quente. Nesse momento, já tava começando a me molhar, porque era muito excitante segurar um pedaço daqueles. Foi quando o animador pediu pra eu soltar. continuar com as peças, que consistia em tirar a cueca dele só com a boca, sem usar as mãos. Isso me pareceu demais, mas primeiro perguntaram pra outra garota, que não aceitou, então me declararam vencedora do concurso, desde que eu cumprisse essa última tarefa.
Eu, meio desinibida por causa do álcool e do tesão que tava sentindo, criei coragem pra fazer essa última peça. Me abaixei com as mãos amarradas nas costas e comecei a puxar a cueca dele com os dentes, sem querer roçando meu rosto várias vezes no pacote dele até deixar a cabeça do pau de fora. Puxei de um lado e faltava o outro, onde a ponta da rola tava brilhando. Passei a boca de leve e, com os lábios, toquei o pau quase imperceptivelmente pros espectadores, mas não pra mim, que cheguei a sentir o gosto de rola. Ali mesmo puxei aquele lado e tirei a cueca por completo, encerrando o concurso. Minhas amigas me parabenizaram, mas não acreditavam que eu tinha tido coragem pra tanto.
Bom, depois disso fomos pra uma balada dançar um pouco e nos divertir. Eu tinha combinado com minha melhor amiga, Mariu, que dormiria no apartamento dela naquela noite, mas ela encontrou um cara por quem tava "apaixonada" e me pediu pra ir com ele. Não tive outra escolha a não ser aceitar, e depois de um tempo peguei o caminho de casa, achando que meu namorado ainda estaria em alguma festa.
Levei um baita susto quando cheguei perto de casa e ouvi música alta vindo de dentro. Fiquei com um pé atrás pra abrir a porta, então toquei a campainha, e dava pra ouvir claramente: "chegou a puta!!!" e várias gargalhadas, e outro grito: "levem ele pro quarto!!!"
Quando abriram a porta, todos ficaram de boca aberta, segurando a cabeça, e alguns tentaram me explicar o inexplicável. Minha cara dizia tudo, eu tava furiosa, queria matar ele ali mesmo, queria humilhá-lo na frente dos amigos dele, assim como Eu estava humilhada naquele momento. Então entrei e falei: "Vocês querem uma puta? Vão ter uma puta." E com a minha roupa, eu já dava razão às minhas palavras. Muitos dos amigos do meu marido me queriam, e várias vezes eu já tinha visto como me olhavam de canto, ou como olhavam pra minha bunda quando eu passava. Com certeza meu namorado contava umas intimidades pra eles.
Então, me aproximando de um deles, perguntei onde estava meu futuro marido. Ele respondeu que estava no nosso quarto (o filho da puta queria me cornear na minha cama), amarrado a uma cadeira. Aí eu mandei ele ir lá e vendar os olhos do Cristian. Ele aceitou na hora e, quando tudo estava pronto, fui pro quarto. Lá estava o Cristian, amarrado, vendado e pelado, com uma ereção do caralho. Quando entrei, ele começou a reclamar pra tirarem a venda, que queria ver o material que ia comer, mas ninguém respondeu.
Na mesma hora, me abaixei e comecei a lamber o pau dele, na frente de todos os amigos, que não perdiam um detalhe. Devagar, fui engolindo tudo e fazendo um boquete delicioso. O Cristian gritava: "Porra, como essa puta chupa bem, é de primeiro nível."
Com as pernas, ele começou a roçar em mim e sentiu minha roupa. Na hora, gritou: "Vamos, rapaziada, ela ainda tá vestida! Tão esperando o quê? São viados?"
Todos me olharam ainda com um pouco de respeito, e eu concordei com a cabeça. Na mesma hora, dois se jogaram em cima de mim e começaram a me despir. Primeiro o top, depois o sutiã, a minissaia, e um deles se atreveu a tirar a minha calcinha com todo cuidado. Eu já tava muito excitada, e eles puderam ver quando olharam a umidade na minha calcinha fio dental. Peguei ela e levei até a boca do Cristian, que não hesitou em dizer: "Mãos à obra." Dessa vez, eles não esperaram minha permissão e começaram a passar a mão no meu corpo inteiro: das costas aos peitos, das pernas até minha bunda. Era inacreditável de tesão. Então comecei a pegar nos volumes dos amigos do Cristian, que vários já estavam com o pau pra fora. calças, me levantei e um dos caras colou nas minhas costas, encostando a pica dura na minha bunda, e outro beijava meus peitos com paixão, eu suspirava e gemia, sem falar pra não me entregar, agora o Cristian reclamava que não tava participando.
Pra não levantar suspeitas, me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar a pica dele de novo, mas dessa vez com as mãos eu batia uma pra 2 dos amigos dele, que não acreditavam que a puta da despedida de solteiro era a noiva e ainda na cara do noivo, que incentivava eles a continuarem fazendo de tudo comigo.
De repente, comecei a sentir um se posicionar atrás de mim e, abrindo minha bucetinha, começou a encostar a ponta da pica dele, de bom tamanho, e centímetro por centímetro foi me perfurando, enquanto eu, sem tirar a rola do meu namorado da boca, gemia igual uma louca
– AAAAAAAAAAHHHHHG AAAAAAHHHHHGGGG MMMMMMMMM –
– Cê gosta da minha pica? – o cara me perguntou, e eu concordei com a cabeça…
– Que puta mais fogosa, essa aí gosta mais de pica do que de comer meio-dia? – falou o Cristian, pra risada de todo mundo.
Nisso, ele começou a acelerar as metidas e eu gozei com toda a raiva, meu namorado não acreditava, é a melhor puta que podiam ter trazido, ela já tá gozando!!! Deve ser iniciante, embora pareça ter muita experiência.
Eu tentava continuar chupando, mas as metidas eram brutais, o cara atrás de mim me comia com mais força, eu gritava de prazer aaaaaaaaaah aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaa aaa aa AAAAAHHH
E ele não aguentou mais, e começou a encher minha bucetinha de porra, eu adorava sentir o leitinho quente de outro homem na frente do meu marido, que achava que tava se dando bem, me traindo com uma prostituta, e eu não acreditava no que tava fazendo, agindo como uma verdadeira puta, mas a verdade é que eu tava adorando.
Logo me levantei, e dessa vez sentei na pica do Cristian, que já tava pedindo pra me comer aos gritos, então virei de costas pra ele e fui me sentando. Enterrando tudo. Na hora, os caras que estavam batendo punheta antes se aproximaram de mim e, sem hesitar, fui enfiando os paus deles na minha boca, fazendo um boquete incrível. Chupei com gosto e logo deu resultado. Só que um deles não teve coragem de gozar na minha boca e tirou no momento certo, jogando vários jatos de porra na minha cara. Sem perder tempo, peguei o pau de outro e engoli inteiro, enquanto cavalgava meu namorado, que já tava perto do orgasmo. Eles continuavam falando coisas tipo:
— Como essa puta chupa bem — eu continuava chupando enquanto olhava nos olhos deles.
— Nunca conheci uma putinha tão tarada, certeza que não tão dando atenção pra ela.
— Tem um ar de sua futura esposa — disse um dos mais ousados, enquanto apalpava meus peitos.
— Com certeza sua namorada tá dando pra algum stripper agora — comentou outro, e nisso o Cristian mandou eu parar e ficar de frente pra ele dessa vez. Aí ele começou a meter mais forte, mas na verdade quem tava fazendo o trabalho era eu, cavalgando como se tivesse possuída, enquanto de lado continuava chupando o pau do outro, que dizia: — Vou gozar, vou gozar, engole toda minha porra, puta, come tudo — e eu obedeci.
Agora só meu namorado me comia e lambia meus peitos. Eu tava quase gozando de novo quando, de repente, um pau enorme se aproximou por trás e começou a brincar com meu cu. Devagarzinho, começou a pressionar. Isso doía um pouco, mas aquele pauzão continuava penetrando minha bundinha apertada, que não era virgem mas também não tinha muito uso, até bater nas bolas dele. Dava pra sentir ele TODO lá dentro, me sentia cheia. Ele ficou parado um tempo até meu cu se acostumar, e aí começou a bombar, enquanto eu ainda tinha o pau do meu namorado dentro da minha buceta. Os dois me sacudiam e eu gritava de prazer:
UUUUUUUUUUHHHH AAAAAAAAAAHHHH AAAAAAAAAAAAAAAAAH
Eu agarrava as costas dele e puxava com força contra mim. Ele tava partindo meu cu, abrindo ele, tavam me comendo gostoso. Enquanto meu namorado me comia, eu tava adorando aquela trepada gostosa, até que não aguentei mais e comecei a ter um orgasmo do caralho AAAAAAAHHHHHHHHHH AAAAAAAAAAAAAAH
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
AAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Eles aceleraram o ritmo e meteram com mais força, gritavam pra mim TOMA vadia, QUE DELÍCIA VOCÊ TRANSA, É A MAIS VADIA DO MUNDO, VAMOS TE ENCHER DE PORRA.
Dito e feito, os dois gozaram ao mesmo tempo, enchendo meus dois buracos de porra.
Na hora, levantei, me limpei como deu e vazei bem rápido, pra ninguém me ver. Fui pra um hotel, tomei banho e fui dormir.
No fim, a gente casou. Nunca contei nada pra ele, nem os amigos dele também, mas toda vez que a gente se encontra com eles, eles passam a mão na minha bunda escondido e perguntam quando vamos repetir.
Olá, queridos leitores, dessa vez trago uma história que aconteceu comigo há pouco tempo, quando eu estava prestes a me casar. Meu nome é Paulita, tenho 22 anos e moro na Argentina, na província de Santa Fé. Não sou muito alta, tenho 1,65m, cabelo castanho, sou magrinha e tenho uns peitinhos redondos um pouco maiores que duas bolinhas de tênis, daqueles que cabem certinho em cada mão. E tenho a bunda empinada, daquelas que dá pra ver até de moletom.Há mais ou menos 1 ano conheci o Cristian, 28 anos, loiro, cabelo curto, corpo bonito sem ser muito musculoso, com uma barbinha. É a primeira vez que encontro alguém da minha altura, que me acompanhe e me domine, acho que foi isso que mais gostei. Ele é um cara que curte muito a noite e foi assim que nos conhecemos. Por estar tão apaixonada, eu deixava passar algumas coisas, tipo saídas com os amigos dele, onde eu suspeitava que iam pra um lugar bem conhecido que tem shows de garotas e tal...
O problema é que, como não tinha provas, sempre me convencia de que ele não faria nada de errado.
Então, pra surpresa das nossas famílias, decidimos casar. Tivemos um monte de preparativos e tal, até que, perto da data, começaram a rolar as despedidas de solteiro. Minhas amigas organizaram ir a uma balada onde tem strippers. E no mesmo dia, os amigos do Cristian marcaram um churrasco na casa de um deles.
Chegou o dia, me vesti com umas botas de couro preto até o joelho, uma minissaia preta justa e um top preto também justo, onde meus peitos ficavam pra fora por cima. As meninas colocaram umas orelhinhas de coelho e um pompom na bunda, no melhor estilo coelhinha da Playboy. Fomos pra casa de uma amiga, onde comemos e bebemos um pouco, e depois fomos ver os strippers.
Lá, continuamos bebendo uns drinks, um champanhe, e gritando pros bombadões que faziam o show no palco. Até que começaram a perguntar quem eram as que estavam prestes a... casar e nos fizeram subir eu e outras 3 minas que eu não conhecia. Quando chegamos lá, começaram a dançar colado, esfregando os volumes em nós. Um desses caras em especial tinha uma ferramenta enorme marcando por baixo da sunga. O animador do lugar propôs um jogo: quem topasse mais cumprir algumas prendas ganhava tudo que o grupo consumisse na noite. Na hora, minhas amigas começaram a me aplaudir e gritar meu nome pra me dar coragem. A primeira prenda era dar um selinho num dos strippers. Nós quatro que estávamos no palco topamos, então passamos pra próxima. Essa era deixar um dos caras apalpar nossa bunda. Aí uma das minas falou "chega" e foi eliminada. Eu fiquei na dúvida, mas até ali não era nada pesado, então segui em frente pra alegria das minhas amigas.
Sobrando só três minas, a próxima prova era deixar apalpar os peitos. Como todas toparam, seguimos as três na disputa. Admito que já tava começando a ficar excitada com tanta mão boba. Como ninguém desistia, o locutor resolveu aumentar a aposta: dessa vez tinha que pegar no volume por cima da sunga, e cada uma ganhou um dançarino. Pra mim sobrou o da ferramenta avantajada, que de cara parecia ter uns 25 cm. Nessa prova, outra mina não teve coragem, então ficamos só duas. Minhas amigas agora olhavam mais surpresas do que animadas.
A outra mina, meio sem jeito, pegou naquele pedaço de carne, que já tava duro. Aí chegou minha vez. Com a mão direita, tentei envolver o pau todo (sempre por cima da sunga), mas não consegui porque era grosso pra caralho. Segurei por um tempinho, senti ele bem duro, dava pra notar as veias pulsando, e quente. Nesse momento, já tava começando a me molhar, porque era muito excitante segurar um pedaço daqueles. Foi quando o animador pediu pra eu soltar. continuar com as peças, que consistia em tirar a cueca dele só com a boca, sem usar as mãos. Isso me pareceu demais, mas primeiro perguntaram pra outra garota, que não aceitou, então me declararam vencedora do concurso, desde que eu cumprisse essa última tarefa.
Eu, meio desinibida por causa do álcool e do tesão que tava sentindo, criei coragem pra fazer essa última peça. Me abaixei com as mãos amarradas nas costas e comecei a puxar a cueca dele com os dentes, sem querer roçando meu rosto várias vezes no pacote dele até deixar a cabeça do pau de fora. Puxei de um lado e faltava o outro, onde a ponta da rola tava brilhando. Passei a boca de leve e, com os lábios, toquei o pau quase imperceptivelmente pros espectadores, mas não pra mim, que cheguei a sentir o gosto de rola. Ali mesmo puxei aquele lado e tirei a cueca por completo, encerrando o concurso. Minhas amigas me parabenizaram, mas não acreditavam que eu tinha tido coragem pra tanto.
Bom, depois disso fomos pra uma balada dançar um pouco e nos divertir. Eu tinha combinado com minha melhor amiga, Mariu, que dormiria no apartamento dela naquela noite, mas ela encontrou um cara por quem tava "apaixonada" e me pediu pra ir com ele. Não tive outra escolha a não ser aceitar, e depois de um tempo peguei o caminho de casa, achando que meu namorado ainda estaria em alguma festa.
Levei um baita susto quando cheguei perto de casa e ouvi música alta vindo de dentro. Fiquei com um pé atrás pra abrir a porta, então toquei a campainha, e dava pra ouvir claramente: "chegou a puta!!!" e várias gargalhadas, e outro grito: "levem ele pro quarto!!!"
Quando abriram a porta, todos ficaram de boca aberta, segurando a cabeça, e alguns tentaram me explicar o inexplicável. Minha cara dizia tudo, eu tava furiosa, queria matar ele ali mesmo, queria humilhá-lo na frente dos amigos dele, assim como Eu estava humilhada naquele momento. Então entrei e falei: "Vocês querem uma puta? Vão ter uma puta." E com a minha roupa, eu já dava razão às minhas palavras. Muitos dos amigos do meu marido me queriam, e várias vezes eu já tinha visto como me olhavam de canto, ou como olhavam pra minha bunda quando eu passava. Com certeza meu namorado contava umas intimidades pra eles.
Então, me aproximando de um deles, perguntei onde estava meu futuro marido. Ele respondeu que estava no nosso quarto (o filho da puta queria me cornear na minha cama), amarrado a uma cadeira. Aí eu mandei ele ir lá e vendar os olhos do Cristian. Ele aceitou na hora e, quando tudo estava pronto, fui pro quarto. Lá estava o Cristian, amarrado, vendado e pelado, com uma ereção do caralho. Quando entrei, ele começou a reclamar pra tirarem a venda, que queria ver o material que ia comer, mas ninguém respondeu.
Na mesma hora, me abaixei e comecei a lamber o pau dele, na frente de todos os amigos, que não perdiam um detalhe. Devagar, fui engolindo tudo e fazendo um boquete delicioso. O Cristian gritava: "Porra, como essa puta chupa bem, é de primeiro nível."
Com as pernas, ele começou a roçar em mim e sentiu minha roupa. Na hora, gritou: "Vamos, rapaziada, ela ainda tá vestida! Tão esperando o quê? São viados?"
Todos me olharam ainda com um pouco de respeito, e eu concordei com a cabeça. Na mesma hora, dois se jogaram em cima de mim e começaram a me despir. Primeiro o top, depois o sutiã, a minissaia, e um deles se atreveu a tirar a minha calcinha com todo cuidado. Eu já tava muito excitada, e eles puderam ver quando olharam a umidade na minha calcinha fio dental. Peguei ela e levei até a boca do Cristian, que não hesitou em dizer: "Mãos à obra." Dessa vez, eles não esperaram minha permissão e começaram a passar a mão no meu corpo inteiro: das costas aos peitos, das pernas até minha bunda. Era inacreditável de tesão. Então comecei a pegar nos volumes dos amigos do Cristian, que vários já estavam com o pau pra fora. calças, me levantei e um dos caras colou nas minhas costas, encostando a pica dura na minha bunda, e outro beijava meus peitos com paixão, eu suspirava e gemia, sem falar pra não me entregar, agora o Cristian reclamava que não tava participando.
Pra não levantar suspeitas, me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar a pica dele de novo, mas dessa vez com as mãos eu batia uma pra 2 dos amigos dele, que não acreditavam que a puta da despedida de solteiro era a noiva e ainda na cara do noivo, que incentivava eles a continuarem fazendo de tudo comigo.
De repente, comecei a sentir um se posicionar atrás de mim e, abrindo minha bucetinha, começou a encostar a ponta da pica dele, de bom tamanho, e centímetro por centímetro foi me perfurando, enquanto eu, sem tirar a rola do meu namorado da boca, gemia igual uma louca
– AAAAAAAAAAHHHHHG AAAAAAHHHHHGGGG MMMMMMMMM –
– Cê gosta da minha pica? – o cara me perguntou, e eu concordei com a cabeça…
– Que puta mais fogosa, essa aí gosta mais de pica do que de comer meio-dia? – falou o Cristian, pra risada de todo mundo.
Nisso, ele começou a acelerar as metidas e eu gozei com toda a raiva, meu namorado não acreditava, é a melhor puta que podiam ter trazido, ela já tá gozando!!! Deve ser iniciante, embora pareça ter muita experiência.
Eu tentava continuar chupando, mas as metidas eram brutais, o cara atrás de mim me comia com mais força, eu gritava de prazer aaaaaaaaaah aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaa aaa aa AAAAAHHH
E ele não aguentou mais, e começou a encher minha bucetinha de porra, eu adorava sentir o leitinho quente de outro homem na frente do meu marido, que achava que tava se dando bem, me traindo com uma prostituta, e eu não acreditava no que tava fazendo, agindo como uma verdadeira puta, mas a verdade é que eu tava adorando.
Logo me levantei, e dessa vez sentei na pica do Cristian, que já tava pedindo pra me comer aos gritos, então virei de costas pra ele e fui me sentando. Enterrando tudo. Na hora, os caras que estavam batendo punheta antes se aproximaram de mim e, sem hesitar, fui enfiando os paus deles na minha boca, fazendo um boquete incrível. Chupei com gosto e logo deu resultado. Só que um deles não teve coragem de gozar na minha boca e tirou no momento certo, jogando vários jatos de porra na minha cara. Sem perder tempo, peguei o pau de outro e engoli inteiro, enquanto cavalgava meu namorado, que já tava perto do orgasmo. Eles continuavam falando coisas tipo:
— Como essa puta chupa bem — eu continuava chupando enquanto olhava nos olhos deles.
— Nunca conheci uma putinha tão tarada, certeza que não tão dando atenção pra ela.
— Tem um ar de sua futura esposa — disse um dos mais ousados, enquanto apalpava meus peitos.
— Com certeza sua namorada tá dando pra algum stripper agora — comentou outro, e nisso o Cristian mandou eu parar e ficar de frente pra ele dessa vez. Aí ele começou a meter mais forte, mas na verdade quem tava fazendo o trabalho era eu, cavalgando como se tivesse possuída, enquanto de lado continuava chupando o pau do outro, que dizia: — Vou gozar, vou gozar, engole toda minha porra, puta, come tudo — e eu obedeci.
Agora só meu namorado me comia e lambia meus peitos. Eu tava quase gozando de novo quando, de repente, um pau enorme se aproximou por trás e começou a brincar com meu cu. Devagarzinho, começou a pressionar. Isso doía um pouco, mas aquele pauzão continuava penetrando minha bundinha apertada, que não era virgem mas também não tinha muito uso, até bater nas bolas dele. Dava pra sentir ele TODO lá dentro, me sentia cheia. Ele ficou parado um tempo até meu cu se acostumar, e aí começou a bombar, enquanto eu ainda tinha o pau do meu namorado dentro da minha buceta. Os dois me sacudiam e eu gritava de prazer:
UUUUUUUUUUHHHH AAAAAAAAAAHHHH AAAAAAAAAAAAAAAAAH
Eu agarrava as costas dele e puxava com força contra mim. Ele tava partindo meu cu, abrindo ele, tavam me comendo gostoso. Enquanto meu namorado me comia, eu tava adorando aquela trepada gostosa, até que não aguentei mais e comecei a ter um orgasmo do caralho AAAAAAAHHHHHHHHHH AAAAAAAAAAAAAAH
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
AAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Eles aceleraram o ritmo e meteram com mais força, gritavam pra mim TOMA vadia, QUE DELÍCIA VOCÊ TRANSA, É A MAIS VADIA DO MUNDO, VAMOS TE ENCHER DE PORRA.
Dito e feito, os dois gozaram ao mesmo tempo, enchendo meus dois buracos de porra.
Na hora, levantei, me limpei como deu e vazei bem rápido, pra ninguém me ver. Fui pra um hotel, tomei banho e fui dormir.
No fim, a gente casou. Nunca contei nada pra ele, nem os amigos dele também, mas toda vez que a gente se encontra com eles, eles passam a mão na minha bunda escondido e perguntam quando vamos repetir.
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