Nessa história, vou contar quando tava no meu último semestre da faculdade, há dois anos. Na época, eu tinha 18, agora tenho 20. Vou contar como um cara que eu achava que era introvertido, inocente e com zero experiência sexual acabou virando um puta expert. 😈 Essa história foi quando eu tava na faculdade, já no último semestre, quase não tinha mais aluno na turma. Uns tinham trancado, outros tinham rodado. Aí chegou um menino novo, bonito, cabelo comprido, devia ter uns 1,65 de altura. Eu tenho 1,75, obviamente sou mais alta. Esse cara tinha algo interessante, mas eu não conseguia decifrar o que era. Nas primeiras duas semanas, a gente não conversava, mas dava pra perceber como ele me olhava. Um olhar lascivo que parecia que tava me despindo. Não liguei, podia ser coisa da minha cabeça. Já tava acostumada a receber esses olhares, sempre tive um corpo bem gostoso e com uns atributos bons. Naquele dia, depois da aula, fui pra casa como de costume, mas minha surpresa foi que ele tava lá. O nome dele é Antuan. Tava lá, na sombra de uma árvore. Foi nesse momento que a gente começou a conversar sobre várias coisas. Percebi que ele era um cara bem atencioso, educado, comportado, gentil e meio engraçado. A gente tinha coisas em comum. Quando chegou a hora de se despedir, ele pegou minha mão pra me ajudar a atravessar a rua. Notei uma mão macia, com dedos longos e veias saltadas. Esses detalhes me atraíam num cara. Então, minha atenção por ele aumentou. Ainda lembro como eu tava vestida naquele dia. No dia seguinte, ele me disse que tinha aula de educação física. Aí falei pras minhas amigas pra gente ir, a gente sempre ia pra deixar os caras nervosos, mas dessa vez eu queria ver mais do Antuan, queria ver o que ele escondia. Depois de um tempo, a maioria já tava suando. Achei que o Antuan era alguém que não praticava esporte ou exercício, mas foi o contrário. Ele tirou a camisa e eu vi uns braços definidos, ombros largos, um tanquinho e umas pernas torneadas. Minha Minha mente vagava ao ver aquele corpo. Quando a aula dele terminou, desci pra dar uma bebida energética pra ele. Ele agradeceu com educação e me deu um beijo na bochecha. Nessa altura, a gente já tava conversando há quase um mês, e eu começava a sentir algo por ele. Enquanto me sentia querida, baixei o olhar e notei um volume marcado naquele short, desviei o olhar na hora. Aí minha mente se perdeu de novo, imaginando coisas, imaginando como o Antuan me fode. Então ele começou a me contar umas coisas e disse algo que eu podia aproveitar: ele ia ficar até o último horário e depois tomar um banho nos vestiários. Nessa hora, a escola fica vazia, e alguns zeladores e professores ficam nas salas conversando. Cheguei nos vestiários, não tinha ninguém lá, e aí vi ele. Pelo visto, ainda não tinha tomado banho. Então aproveitei, e quando ele me viu, ficou nervoso, perguntando o que eu tava fazendo ali. Respondi: "Não acha que é uma boa ideia a gente ficar sozinho aqui?" Encurralei ele contra um armário. "Não vai me dizer que não percebo como você me olha. Você olha pra minhas tetas e minha bunda, é muito previsível." Ele já tava nervoso nesse ponto, a respiração acelerada e o coração batendo forte. Comecei a tocar o corpo dele. Um silêncio tomou conta, e a gente começou a se beijar. Ele não sabia onde me tocar ou por onde começar. Tirou minha blusa e desabotoou meu sutiã, deixando minhas tetas de fora. Ele tava ficando excitado, e o pau dele ficou duro como pedra. Aí, sussurrei no ouvido dele: "Já tá pronto.
Eu puxei o short dele pra baixo e o cheiro peculiar de suor dele me parecia atraente. Comecei a masturbá-lo, e os gemidos e suspiros dele me excitavam tanto que eu já tava começando a me molhar. Uns minutos depois, o pau dele já tava tão lubrificado que fazia um barulho como se eu tivesse chupando. Aí ele me olhou, e eu falei: "Isso ainda não acabou." Enfiei o pau dele na minha boca e comecei a chupar — a glande, a uretra... Ele gemia tão gostoso que eu tava tão excitada que minha calcinha já tava encharcada, parecia um picolé. Minha cabeça ia pra frente e pra trás. Os gemidos e as expressões dele me esquentavam. Aí ele segurou minha cabeça e fez uma "booty de cavalo" comigo, começou a me usar como um consolo. Dava pra ouvir a baba se formando na minha boca e como eu engasgava. Ele acelerava, cada vez mais fundo na minha garganta. Aí ele tirou, me olhou e disse: "Vou gozar, não desperdiça nada, entendeu?" Deu um tapa na minha cara com o pau e, com um sorriso, eu respondi. Ele enfiou de novo na minha boca e, em uns minutos, gozou dentro. Senti o leite quente espalhando pela minha garganta. Ele tirou e ainda jogou porra na minha cara. Tinha acabado... ou talvez não.
Ele colocou a mão no meu queixo e disse: "Você tem um rosto muito lindo." Começou a me beijar, eu já estava tão excitada que queria que ele me fodesse de um jeito brutal. Os beijos dele eram tão quentes que nem ligou pro meu rosto estar cheio de porra. Então, de repente, me sentou no banco, deixando minhas pernas pra cima. Eu sabia o que ia rolar e não via a hora. Ele me beijava de cima a baixo, as mãos dele tocavam as partes mais sensíveis do meu corpo. Aí tirou minha calcinha molhada e começou a lamber em volta da minha buceta. A mão esquerda dele brincava com meus peitos e mamilos, a língua dele tava comendo minha buceta de um jeito que eu nunca imaginei, e a mão direita já ia meter os dedos. Quando ele fez isso, senti o prazer mais gostoso. Ele tocava em lugares que pareciam feitos pra ele me tocar. Gemia com tanto prazer e força que minha mente ficou em branco. Os dedos dele estavam me fodendo, a língua dele tava chupando meu clitóris. Eu achava que ele era um garoto tímido, mas agora tava me comendo a buceta de um jeito brutal. Não aguentei mais e gozei. Nunca tinha tido um orgasmo assim. O maior squirt que já joguei. Olhei pra ele, e ele tava lambendo os dedos de um jeito tão ardente (diz que é doce) e com um sorriso no rosto. Esse garoto é um viciado em sexo. Minhas pernas tremiam, não conseguia ficar de pé. Aí fiquei de quatro, só ouvi: "Sua bunda tá linda nessa posição." E com um tapa, fez jorrar mais um jato da minha buceta. Eu tava no meu limite. Se ele metesse a pica, eu ia gozar de novo. Aí ele me levantou e começou a me secar. Não entendi nada, perguntei por que não continuava. Ele respondeu: "Já é tarde, e se nos verem aqui, vamos ter problemas." Saí do vestiário eram 6:45 da tarde, mal conseguia ficar em pé. Esperei ele na saída e fomos andando até minha casa. Não sabia o que dizer. Esse garoto me destruiu, me usou de um jeito sexual tão quente. Aí ouvi da boca dele: "Desculpa se me empolguei, se fui mal educado ou algo assim. que não devia, me perdoa, não era minha intenção, o momento e a testosterona me fizeram perder o controle, eu só beijei ele, embora esperasse que ele me comesse, essa seria minha segunda vez transando e, pelo visto, a primeira do Antuan, mas ele é bem informado e me fez sentir da forma mais especial. Eu ainda continuava molhada depois de tudo, ainda queria sentir ele dentro de mim.
Chegamos na minha casa, chamei ele pra entrar, mas ele parecia desconfiado. Falei que não tinha mais ninguém, que minha mãe só chega tarde do trabalho, então a gente podia ficar de boa. Ele pediu pra usar o banheiro, tava com roupa limpa na mochila. Eu tava na dúvida se entrava junto com ele ou esperava ele sair, mas pensei: se ele me foder depois do banho, ia ficar sujo de novo. Entrei e me senti ainda mais excitada. Ele me pegou pela cintura, a gente se beijou, nossos corpos finalmente se unindo, a água fazia a gente virar um só. Ele começou a me masturbar de novo, mas com mais delicadeza dessa vez, e foi muito melhor do que antes — eu não conseguia parar de gemer. Quando eu finalmente tava pronta pra ele me foder, a campainha tocou. Não ia sair, mas a secretária eletrônica tocou uma mensagem: era minha mãe. Sem saber o que fazer, a gente saiu os dois. Ele ficou na sala e eu me vesti rápido. Agora a cena não ia parecer suspeita. Minha mãe entrou, cumprimentou o Antuan e disse: "Então você é o motivo dela estar se sentindo melhor?" Os dois riram. "Nada, mãe, pode ficar tranquila." Pra minha infelicidade, o Antuan tinha que ir embora. Eu ainda não queria, mas precisei deixar ele ir. A gente se deu um último beijo. Agora não consigo parar de pensar nele. A noite inteira fiquei imaginando como ele ia me foder. Me masturbei várias vezes, mas não era a mesma coisa — continuei com o tesão lá em cima.
Com isso a gente encerra a primeira parte, isso é baseado em fatos reais, a próxima parte vai ser melhor ainda. Comenta aí se curtiu essa história e se quer que eu conte a parte 2, não esquece de apoiar, dar pontos, comentários e presentes. Aproveitem minhas primeiras fotos pelada, amo vocês ❤️❤️❤️
Eu puxei o short dele pra baixo e o cheiro peculiar de suor dele me parecia atraente. Comecei a masturbá-lo, e os gemidos e suspiros dele me excitavam tanto que eu já tava começando a me molhar. Uns minutos depois, o pau dele já tava tão lubrificado que fazia um barulho como se eu tivesse chupando. Aí ele me olhou, e eu falei: "Isso ainda não acabou." Enfiei o pau dele na minha boca e comecei a chupar — a glande, a uretra... Ele gemia tão gostoso que eu tava tão excitada que minha calcinha já tava encharcada, parecia um picolé. Minha cabeça ia pra frente e pra trás. Os gemidos e as expressões dele me esquentavam. Aí ele segurou minha cabeça e fez uma "booty de cavalo" comigo, começou a me usar como um consolo. Dava pra ouvir a baba se formando na minha boca e como eu engasgava. Ele acelerava, cada vez mais fundo na minha garganta. Aí ele tirou, me olhou e disse: "Vou gozar, não desperdiça nada, entendeu?" Deu um tapa na minha cara com o pau e, com um sorriso, eu respondi. Ele enfiou de novo na minha boca e, em uns minutos, gozou dentro. Senti o leite quente espalhando pela minha garganta. Ele tirou e ainda jogou porra na minha cara. Tinha acabado... ou talvez não.
Ele colocou a mão no meu queixo e disse: "Você tem um rosto muito lindo." Começou a me beijar, eu já estava tão excitada que queria que ele me fodesse de um jeito brutal. Os beijos dele eram tão quentes que nem ligou pro meu rosto estar cheio de porra. Então, de repente, me sentou no banco, deixando minhas pernas pra cima. Eu sabia o que ia rolar e não via a hora. Ele me beijava de cima a baixo, as mãos dele tocavam as partes mais sensíveis do meu corpo. Aí tirou minha calcinha molhada e começou a lamber em volta da minha buceta. A mão esquerda dele brincava com meus peitos e mamilos, a língua dele tava comendo minha buceta de um jeito que eu nunca imaginei, e a mão direita já ia meter os dedos. Quando ele fez isso, senti o prazer mais gostoso. Ele tocava em lugares que pareciam feitos pra ele me tocar. Gemia com tanto prazer e força que minha mente ficou em branco. Os dedos dele estavam me fodendo, a língua dele tava chupando meu clitóris. Eu achava que ele era um garoto tímido, mas agora tava me comendo a buceta de um jeito brutal. Não aguentei mais e gozei. Nunca tinha tido um orgasmo assim. O maior squirt que já joguei. Olhei pra ele, e ele tava lambendo os dedos de um jeito tão ardente (diz que é doce) e com um sorriso no rosto. Esse garoto é um viciado em sexo. Minhas pernas tremiam, não conseguia ficar de pé. Aí fiquei de quatro, só ouvi: "Sua bunda tá linda nessa posição." E com um tapa, fez jorrar mais um jato da minha buceta. Eu tava no meu limite. Se ele metesse a pica, eu ia gozar de novo. Aí ele me levantou e começou a me secar. Não entendi nada, perguntei por que não continuava. Ele respondeu: "Já é tarde, e se nos verem aqui, vamos ter problemas." Saí do vestiário eram 6:45 da tarde, mal conseguia ficar em pé. Esperei ele na saída e fomos andando até minha casa. Não sabia o que dizer. Esse garoto me destruiu, me usou de um jeito sexual tão quente. Aí ouvi da boca dele: "Desculpa se me empolguei, se fui mal educado ou algo assim. que não devia, me perdoa, não era minha intenção, o momento e a testosterona me fizeram perder o controle, eu só beijei ele, embora esperasse que ele me comesse, essa seria minha segunda vez transando e, pelo visto, a primeira do Antuan, mas ele é bem informado e me fez sentir da forma mais especial. Eu ainda continuava molhada depois de tudo, ainda queria sentir ele dentro de mim.
Chegamos na minha casa, chamei ele pra entrar, mas ele parecia desconfiado. Falei que não tinha mais ninguém, que minha mãe só chega tarde do trabalho, então a gente podia ficar de boa. Ele pediu pra usar o banheiro, tava com roupa limpa na mochila. Eu tava na dúvida se entrava junto com ele ou esperava ele sair, mas pensei: se ele me foder depois do banho, ia ficar sujo de novo. Entrei e me senti ainda mais excitada. Ele me pegou pela cintura, a gente se beijou, nossos corpos finalmente se unindo, a água fazia a gente virar um só. Ele começou a me masturbar de novo, mas com mais delicadeza dessa vez, e foi muito melhor do que antes — eu não conseguia parar de gemer. Quando eu finalmente tava pronta pra ele me foder, a campainha tocou. Não ia sair, mas a secretária eletrônica tocou uma mensagem: era minha mãe. Sem saber o que fazer, a gente saiu os dois. Ele ficou na sala e eu me vesti rápido. Agora a cena não ia parecer suspeita. Minha mãe entrou, cumprimentou o Antuan e disse: "Então você é o motivo dela estar se sentindo melhor?" Os dois riram. "Nada, mãe, pode ficar tranquila." Pra minha infelicidade, o Antuan tinha que ir embora. Eu ainda não queria, mas precisei deixar ele ir. A gente se deu um último beijo. Agora não consigo parar de pensar nele. A noite inteira fiquei imaginando como ele ia me foder. Me masturbei várias vezes, mas não era a mesma coisa — continuei com o tesão lá em cima.
Com isso a gente encerra a primeira parte, isso é baseado em fatos reais, a próxima parte vai ser melhor ainda. Comenta aí se curtiu essa história e se quer que eu conte a parte 2, não esquece de apoiar, dar pontos, comentários e presentes. Aproveitem minhas primeiras fotos pelada, amo vocês ❤️❤️❤️
2 comentários - ☄️O novato da sala parte 1 ☄️