Isso é tudo novo VII

GUSTAVO

Chegamos tarde porque o trânsito de Jurerê era um inferno, todo mundo resolveu sair pra passear já que não tinha praia, e quando a gente ia entrando no prédio — eu com as tralhas e a Sonia com o Mateo no colo já dormindo — a gente sentiu.

— Gustavo, Gustavo!!! — era o Martin, que dessa vez nos esperou na frente e atravessou a rua pra se encontrar de cara com a gente. A verdade é que não esperávamos por ele. E com cara de aflito, perguntou se podia falar com a gente. Dissemos que ouvíamos ele, mas ele insistiu que era melhor lá em cima. Não deu pra dizer não, e subimos os três no elevador, mas dava pra sentir que o clima era outro. Os três calados, olhando pro chão. Ele só perguntou onde a gente tinha passado o dia. Respondemos que visitando "um amigo" em Jurerê. Pela cara dele, não gostou da resposta. Algo tinha se quebrado entre nós e, pensando bem, não tinha acontecido nada pra ser assim, mas acho que depois a Sonia deixou mais claro.

Com o Mateo deitado no quarto, a Sonia saiu e perguntou:

— Fazemos um café, Tomás? (S)
— Sim, sim, o que vocês decidirem. (M)

Esse era outro Martin, frango molhado como dizem, até me deu pena da atitude. Já tinha sumido aquele olhar maroto que ele teve no último dia depois da foda na manhã anterior.

— Então, conta o que te traz aqui. (Y)
— Primeiro, queria me desculpar com vocês dois, mais com você, Sonia. A verdade é que estou muito mal. Eu nunca sou assim, não sei como me transformei nesses dias. Achei que essa minha postura de galinha pegadora agradava vocês, pela fantasia, digo... Mas falando sério, eu geralmente tenho sorte com as garotas, mas nem no meu sonho mais louco imaginei que um dia estaria com uma mulher como você, Sonia. Linda, gostosa e ainda por cima uma mãe adorável com o Mateo. Desculpa, tô falando besteira.

Ele baixou a cabeça e acho que isso derrubou as defesas que a gente tinha com ele. Ele deixou de lado a atitude e elogiou minha esposa como ninguém nunca tinha feito em poucas palavras. Isso fez com que a Sonia abraçasse ele numa atitude maternal e apoiasse a cabeça dele no ombro dela. Acho que até chorou.
Bom, falei pra eles ficarem tranquilos, porque já não sabia mais por onde minha nova esposa podia sair. Então mandei eles sentarem e fui eu quem serviu o café. Quando estávamos os três mais calmos, foi a Sonia que esclareceu os pontos, como se diz.

— Não gostei da sua atitude ontem. Primeiro, achei que o nosso negócio morria dentro dessas quatro paredes, e não precisava falar. Te vi como um adulto e sério, era nosso segredo de casamento com um amigo, não com um amigo e o amigo do amigo. Entendeu, Martin?

— Sim, entendi. Sou um cara, me deixei levar pelo fato de que na minha vida de putaria ia ter nos meus braços uma mulher como você, e me saiu essa merda de querer que todo mundo soubesse e me invejasse, uma atitude machista que nunca tive na minha curta vida. Juro e imploro que me perdoem. Sonia, por favor, me perdoa.

Aí sim ele falou de frente, e as lágrimas caíam como um menino que os pais repreendem por algo que fez de errado na escola. Sim, eu me emocionei com as palavras dele. Não imaginem a Sonia, sentada de frente, pegando o rosto dele com as duas mãos e dando um beijo suave nos lábios, como pra ele entender que tava perdoado. Ele, sentado, também abraçou ela e apoiou a cabeça de novo no ombro da Sonia, que me olhava como quem diz: vou comer ele!

Eu, pra mudar o clima que podia ficar quente, falei:

— Bom, vamos tomar o café, tá tudo esclarecido e perdoado.

Eles se recomporam e tomamos o café quase em silêncio. Ele levantou e disse:

— Bom, não vou incomodar mais, vou embora. Depois, se quiserem, convido vocês pra uma caipirinha, mas com essa chuva, não sei.

Já na porta pra sair, a Sonia fala:

— Se chover, depois do jantar vem pra cá e a gente toma aqui.

Os olhos de alegria do Martin não podiam acreditar. E antes de fechar a porta, ela diz:

— Martin, só o Lucas sabe?

— Juro que só o Lucas.

— Se ele não tiver nada planejado, traz ele.

Isso meio que nos desconcertou os dois. Ele só inclinou a cabeça como quem diz sim, e fechou a porta. Com aquilo, a Sonia tava dizendo duas coisas: tá tudo resolvido. Beleza, mas agora só amigos e nada mais, ou já que o Lucas sabe de tudo, traz ele que a gente inclui. Essas também foram minhas dúvidas, até que ficamos a sós.
- E isso??? (Y)
- Isso o quê? (S)
- Isso de trazer o Lucas, que você esculachou porque ele avisou (Y)
- À noite a gente vê, meu amor, sua nova esposa num enigma, até pra mim mesma, kkkkk, mas o menino me emocionou. Gostei da atitude dele e vi que foi sincera, ele é um amor. (S)
- Também gostei, acho que ele falou com sentimento, né? (Y)
- Você não viu a carinha dele com aquelas lágrimas? Não o devorei ali sentado porque você saiu com o café, pussy, que bonequinho que ele é e como ele me come, o gurizinho, mmmmmmm!!!!!!

Disse isso com um sorriso malicioso e se levantou pra ir ao banheiro tomar banho. E eu fiquei ali olhando como nossa vida tinha mudado em apenas 72 horas. E a caixa de Pandora, tinha acabado de se abrir.

SONIA

A noite melhorou e a gente conseguiu sair depois de jantar. Ficar no apê pequeno com o Mateo era sempre um problema, então um tempinho nos benditos joguinhos dele faria bem pra ele e pra nós. Estávamos nessa quando Gus recebe um WhatsApp do Martin perguntando:
- Oi Gus, quer que eu leve algo pra beber? Eu preparo as caipirinhas (M)
- Tô tomando uma na frente de casa com o Mateo (G)
- Vou praí (M)
- Aí vem seu neném (G)
- Vem sozinho? (S)
- Ele não me disse nada, só perguntou se queria que ele trouxesse tudo e preparasse as caipirinhas (G)
- Fala que sim, manda ele trazer que eu quero ver como ele faz (Y)

Meia hora depois, ele já estava atrás da gente na sala de jogos, com uma sacola de cachaça e limões, até açúcar ele tinha comprado, e claro, estava sozinho. Levantou a sacola pra mostrar que cumpriu:
- Kkkk, oi, trouxe o elixir pra gente encher a cara, kkkk (M)
- Já fez isso alguma vez? (Y)
- Os senhores vão ver, sou um verdadeiro barman, ao serviço de vocês, kkkk, e fez uma reverência.

Se faltava algo pra me amolecer, já estava feito. Era outro Martin, o que a gente conheceu no começo.

Uma hora depois, no apê, já na segunda caipirinha. preparada pelo nosso amigo, era como se tudo tivesse voltado ao normal, mas ninguém avançava. Mateo já dormia, e a gente no sofá da sala falando de qualquer coisa, menos do que eu já queria.

— O que houve, não trouxe o Lucas? (Y)
— Ele foi com as amigas do Marcos pro baile (M)
— E você não falou nada pra ele? (Y)
— Do que eu tinha que falar? (M)
— Que você vinha pra cá (Y)
— Não, e acho que ele desconfiou de algo, porque eu disse que não ia pro baile e ele não perguntou o porquê, nem sabe que hoje vim falar com vocês. Não contei mais nada, como prometi (M)
— Acho muito bom. Se ele contar mais alguma coisa, vou ter que colocar o guri de castigo (Y)
— E qual seria esse castigo? (M)
— Levar ele pro quarto e fazer chas chas na bunda dele (Y)

Dito isso, peguei ele pela mão e levei pro quarto, encostei a porta como se esperasse que o Gustavo me deixasse sozinha um momento, e claro, meu amado marido entendeu. Nem se mexeu do sofá com a caipirinha na mão.

Assim que entramos, me joguei pra morder ele, beijar ele do jeito que esse cara me dava. Ele não tinha mãos suficientes pra me apalpar toda. Os peitos logo ficaram de fora, ele começou a chupar com devoção, molhava tudo e passava de um pro outro. Eu agarrada na cabeça dele com as duas mãos, não queria que ele se afastasse nem um milímetro do meu corpo. Como eu precisava desse cara maravilhoso.

Ficamos um tempão ali em pé, nos dando todo o prazer possível, ainda com um pouco de roupa, mas era como um reencontro. Que loucura, não fazia nem 48 horas que a gente tinha fodido como uns loucos e agora parecia que tinha passado meses sem se ver. Que sentimento me ligava ao Martin, que bem podia ser meu filho. Ele tava de bermuda, eu puxei pra baixo e agarrei aquele tronco duro curvado pra cima que me enlouquecia. Com minhas mãos, abaixei minha calcinha e me apoiei na parede. Precisava dele dentro urgente. E de pé, ele entrou fácil com aquela curvatura pro resto, e eu senti. Puta merda, como eu senti. Era maravilhoso como ele me bombava e eu gritava. Desesperada, sem perceber que o Gustavo tinha fechado a porta pra ninguém ouvir meus gritos lá fora e não acordar o Mateo. Ele metia fundo, do jeito que eu sentia e me molhava toda, era uma torneira de porra e mais porra, enquanto ele agora tava de novo grudado nas minhas tetas, babando tudo.

-Vamos pra cama, falei
E assim, sem tirar de dentro, caímos na cama desesperados, já suados. Não terminamos de tirar a roupa direito, do jeito que deu, deitei ele e montei em cima. Parecia uma amazona sem freio, amava esse cara, como ele me fazia gozar, por Deusssssssss
-Vou gozar, não aguento mais, onde você quer? (M)

-Me enche, cara, me encheeeeeee (Y)
E senti as pulsações do pau dele, era o paraíso. Ali com certeza foi meu terceiro ou quarto orgasmo seguido, não tinha mais dúvida, tinha virado uma ninfomaníaca de amarrar.................

Continua-

8 comentários - Isso é tudo novo VII

Pensé que iba ser trio con Lucas
Excelentes relatos
Es increíble como me calienta sonia!! Hermosa putita 🔥🔥🔥
Como me hiciste calentar las dos cabezas con todo lo relatado. Bien por ustedes.
Pobre gus no te pudo o no quizo cogerte en esos dias maravillosos que pasaste con martin y david. Van puntos