No dia seguinte às façanhas do meu vizinho. Na manhã seguinte à história que contei da última vez, acordei achando que era um daqueles sonhos tarados que tenho de vez em quando, mas acordei em outro quarto, um bem bagunçado e com um cheiro horrível. Na noite anterior, não tinha reparado nisso tudo, mas estava mesmo no quarto do vizinho de cima. Fiquei com muita raiva e, ao mesmo tempo, muito tesão ao pensar que naquele momento minha mulher estaria com o Héctor, aquele Héctor que a fez gritar e gemer tanto na noite passada. Lembrei que tinha que ir trabalhar, então desci as escadas para tomar um banho e trocar de roupa. Quando entrei no meu quarto, ou melhor, no deles, encontrei minha mulher bem abraçada ao peitão do Héctor, ela com um sorriso enorme e ele, completamente nu, mostrando o pauzão dele que, mesmo mole, parecia ameaçador e cabeçudo. Parei um tempo para olhar os dois e pareciam muito felizes, até formavam um belo casal. Ele, enorme, com um corpo bem definido e um rosto bem másculo, e ela, tão gostosa, ali deitada com os peitos lindos descansando sobre a humanidade do Héctor. Me senti o maior corno do mundo, mas me fazia feliz ver o sorriso que minha esposa tinha depois de uma boa transa, muito melhor que as minhas, suponho. Entrei no chuveiro bem devagar para não acordá-los. Quando saí, o Héctor já estava acordado e me olhava com uma cara de deboche. "Já vai trabalhar, corno?" ele disse. Não respondi e comecei a me vestir porque estava ficando tarde. Nesse momento, a Carolina acordou e deu um beijo de bom dia no Héctor. Eu definitivamente não a reconhecia mais; ela era uma esposa dedicada, claro, até ontem. Falei tudo isso com um tom de desespero, sob o olhar debochado do Héctor. Ela respondeu que ontem tinha descoberto a felicidade e que não pensava em largar aquilo por nada que eu dissesse. Explicou que ela e o Héctor eram só amigos, até ela ouvir o que o Héctor me disse quando ela saiu. Pensei que era o jeito do Héctor de dizer o que queria, já que ele curtia situações de risco. Ela, sem saber qual seria minha reação, levou a cerveja pro Héctor, e ele fez questão de me fazer acreditar que eles já tinham feito aquilo antes, só pra ver o que ela diria. Ele me falou: "Mario, tô te contando isso tudo pra você entender que o de ontem foi um acaso que me levou a encontrar a melhor coisa que já vi na vida. Quero ficar com o Héctor e espero que você entenda." Diante dessas palavras, só consegui dizer, desesperado e quase chorando: "Tá bom, fica com ele, mas por favor não vai embora." O Héctor soltou uma gargalhada enorme, ela olhou pra ele com muito carinho e tocou o rosto dele, sorrindo. Ele ria e ria, eu e a Caro ficamos olhando ele rir por um tempão. Depois, quando ele se acalmou, disse: "Quero ver até onde isso vai!!" "Meu amor—falou pra Caro—tô com muita fome, me disseram que seu marido faz uns ovos mexidos bem bons" e riu de novo. Me recusei, dizendo que tinha que ir trabalhar. Ela falou que já era muito tarde e que não iam me deixar entrar, que era melhor ela ligar e dizer que eu tava doente. "Além disso—completou—faz tempo que você me deve um café da manhã, por que não fazer dois?" E os dois caíram na gargalhada, que calaram com um beijo longo. Esperei eles terminarem o beijo apaixonado ali parado, eles pararam e me olharam como quem diz "tá esperando o quê?" E eu só consegui falar: "Os dois com cebola?" Eles disseram que sim e voltaram pro que estavam fazendo. Enquanto tava na cozinha preparando o café, me sentia o maior corno do mundo, não acreditava no que tinha falado pra minha mulher e que ela tava aceitando isso na minha própria casa, mas era tudo pra ter ela ali. Além disso, sabia que não podia competir com o Héctor em nada, ele sabia tudo que ela queria e era um puta homem. Quando voltei com o café, a Caro tava com aquela pica dura e latejando nas mãos dele, tão dura como se não tivesse broxado em anos, como se tivesse esquecido que ontem já tinha... Tive uma carga de trabalho monumental. Lembrei quando a Caro me pedia um pedacinho extra de manhã e meu aparelhinho agora (diante da comparação absurda) não respondia. Ela me olhou como se estivesse pensando a mesma coisa, e soltou um grito de alegria. Deixei o café da manhã na mesinha de cabeceira. Ela me mandou sair, que o Héctor não gostava que eu ficasse olhando eles, o Héctor disse que não se importava, que ele ia dar a porção matinal dela mesmo assim, ela gritou de novo de empolgação e se jogou nos braços dele e por um momento se esqueceram de mim. Começaram a se beijar longamente e depois ele começou a apalpar os peitos dela, amassando como se fossem bolas, ele pegava os biquinhos e beliscava, e ela gritava e gemia de prazer. Começou a passar a mão na bucetinha dela já bem molhada e a meter um e dois dedos ritmadamente enquanto chupava os peitos dela, o Héctor foi descendo até chegar na boceta dela, ela se tremia toda de prazer e de vez em quando me dava uma olhada e falava entre os dentes: "Tá vendo, filho da puta, o que você tinha que fazer, agora outro tá fazendo na sua própria cama". O Héctor ainda tinha o pau duro e pronto pra penetrar, ele se movia pelo corpo da minha mulher com uma habilidade incrível, num instante já tinha o pauzão na cara da Caro e dava tapas na cara dela com ele, ela ria e tentava pegar aquela pica com a boca mas era grossa demais, então se ajudou com uma das mãos e engoliu com dificuldade até quase a metade, ele se movia ritmadamente e de vez em quando tirava pra dar mais tapas na cara e no pescoço dela, ela ria às gargalhadas e pegava a pica de novo pra engolir. Ficaram assim um tempão até que minha mulher falou: "Mete logo, não aguento mais!!" aí o Héctor, bem obediente, penetrou ela sem pensar duas vezes e de um jeito que até eu senti dor, ela se arrepiou e gritou bem alto: o Héctor se movia ritmadamente e isso fazia minha linda mulherzinha gozar, ele levantava ela, virava, colocava de quatro, perninhas pro alto ombro e tudo isso com um balanço rítmico do portento de homem que eu tinha na minha cama fazendo minha mulher feliz. Depois de todo esse espetáculo digno de filme pornô que estavam me proporcionando, ele se posicionou fora da cama, gozou litros, num momento virou e me respingou uma boa parte do esperma dele, uma parte caiu na minha boca, eu provei, tinha um gosto acre, salgado, mas excitante. Minha mulher ficou banhada de porra e disse pro Heitor irem tomar banho, no chuveiro, imagino que deu mais uma rola nela porque ela gritava pra caralho, eu aproveitei e bati uma punheta até gozar, quase meia hora depois o Heitor gozou lá dentro do chuveiro. Assim se passaram uns dias, Heitor visitava minha mulher quase todo dia, estivesse eu lá ou não, isso não importava, às vezes Heitor não tava de bom humor e não deixava eu ver eles, às vezes eu até ajudava a colocar travesseiros em posições difíceis, e às vezes quando tava muito de bom humor me deixava tocar na Caro ou fazer massagem nos pés dele, eu sempre batendo uma vendo eles ou ouvindo. Não é que eu curtisse a situação, mas não tinha outra saída. Um dia Caro me disse toda animada: "Adivinha? Heitor vai mudar de apartamento" Não acreditei, já que ela devia estar triste, quando vi as malas do Heitor dentro de casa, agora ia ter ele na minha casa, não acha incrível? Já entendeu, Lucia, por que não posso me mudar.
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