Catalina (que de agora em diante vamos chamar de Cati) é uma loira meio alta, talvez 1,75. Uma bunda mediana, nem grande nem pequena, mas firme, e um belo par de peitos, olhinhos castanhos e de óculos.
Conheci a gostosa por amigos em comum, e mesmo tendo 5 anos de diferença, pra ter 20 anos ela é uma mina bem madura.Bom, quando a gente se conheceu, bateu uma química na hora, mas mais como amigos do que outra coisa. Apesar de a gente se dar bem, não se via com tanta frequência porque ela tava namorando.
Uns poucos meses depois que nos conhecemos, ela briga com o namorado e a gente começa a conversar mais, nada sério, só coisas da vida e umas merdas assim.
Uma noite a gente combinou de fazer algo e acabou transando. Mas também fazia pouco tempo que ela tinha terminado com o namorado, então ela não queria nada sério.
Por coincidência, todas as vezes que a gente se via, era de noite, quando um dos dois, ou os dois, saía pra farra separado e voltava com vontade de fazer alguma coisa, aí mandava mensagem pro outro.
Sempre era uma foda tranquila, trocar uma ideia, quem sabe tomar umas, e depois dormir ou cada um ir pra sua casa.
Bom, indo pra história.
Eu tinha combinado de encontrar meus amigos, a gente ia tomar umas, e depois eu voltava pra minha casa.
Por volta das 4:30, a Cati me manda
Cati: Gordo, o que cê tá fazendo?
Eu: Fala Cati, aqui de boa tomando uma, e tu?
Cati: Tô me sentindo super desconfortável, cê vem me pegar na balada e a gente vai pro teu apê?
Eu não sabia se ela tava falando isso pra transar ou se realmente tava desconfortável com alguma coisa que tinha rolado.
Eu: Beleza, sim sim, termino o que a gente tá bebendo e vou te buscar.
Terminamos de tomar tudo, me preparei e fui embora.
Quando cheguei lá fora, a Cati tava esperando enquanto fumava um cigarro, dava pra ver que ela tava bem bebida. Tava vestindo uma calça jeans azul escura que destacava a bunda dela, e um top preto.
Eu: Qual foi?
Cati: vamos pro teu apê que te conto no caminho.
Ligo o carro e, no caminho, ela começa a me contar.
Cati: Mano, tinha uma mina que literalmente não parava de me olhar e passar a mão na minha bunda, tipo, a gente com as gurias se mexia e ela sempre dava um jeito de ficar atrás de mim.
Eu: e por que você não falou com o segurança?
Cati: Não, é que...
E aí fica por um momento.
Cati: Acontece que não sei por que, mano, mas me deixou com muito tesão, mas não queria transar com aquele cara, queria transar com você, seu gordo.
Eu: Ah é?
Cati: Sim, tô muito tesuda e muito bebada também *e começou a rir*
Ainda tínhamos 20 minutos de viagem até meu apê.
Cati: Vem pra cá, mano, vou te chupar um pouco e depois a gente continua, quer?
Eu: e por que você não chupa minha buceta enquanto eu dirijo?
Cati: não, mano, é mó perigoso, já tô vendo que a gente bate, hahaha
Eu: Beleza então deixa pra lá, quando a gente chegar te como todinha.
Cati: você vai me comer? *perguntou com um tom de voz bem de putinha*
Eu: E aí, cê tá toda gostosa e eu vim te buscar pra isso mesmo.
Cati: Quer saber o que eu fiz ontem?
Eu: Então, tô ouvindo.
Cati: Não tinha ninguém em casa, e eu tava meio entediada, aí me deu na telha de me tocar, e acabei enfiando 2 dedos na bunda.
A essa altura, tava mó tesão, queria chegar o mais rápido possível no apê.
Cati: E sabe o quê? Acho que quero que você me faça a Booty.
Eu: Sua filha da puta gostosa, como você me excita
Cati: Vamos ver se você tá com tesão
e começa a soltar meu cinto e o botão da calça.
Cati: Uh, boludo, tu pau tá durasso, tá maior que o normal? Kkkk
Eu: Tá do mesmo jeito, hahaha
Cati: Não sei se tudo isso vai caber na minha bucetinha apertada.
Eu: e olha, eu não tô nem aí, mas hoje eu arrebento essa sua buceta de qualquer jeito.
Cati: Tá bom, mas com cuidado, bebê, porque você vai me deixar sem conseguir andar.
Eu: Mas se tu é mais piranha kkkkk.
Chegamos no apartamento e, subindo pelo elevador, já começamos a nos beijar e a nos apalpar.
A tensão que tava era inacreditável. Chegamos na porta do apê, e continuamos nos pegando e nos apalpando.
Cati: Abre a porta, caralho.
Eu: Não até você se ajoelhar e chupar minha pica
Cati: AÍ FORA?
Eu: Sim, sim, mas mesmo assim não tem ninguém.
Cati: se alguém aparece pra sair e não tem Booty
Eu: Tu chupa, haha
Ele se ajoelha e, bem rápido, tira minha pica da calça e começa a chupar ela.
Eu sabia que ela não gostava de se ajoelhar pra chupar minha pica, mas fiz de propósito.
Eu: Que bom que tu chupa, putinha, dá pra ver que tu tá com tesão
Cati *Me olha e faz um fuck you pra mim*
Entramos no apê.
Eu: Que tesão você me deixa, putinha
Ela começou a tirar tudo, ficando só de sutiã e fio dental preto.
Cati: Vem deitar aqui que eu chupo ela mais um pouquinho.
Deitei na cama e deixei a puta da Cati fazer o trabalho dela. Com aquela boquinha espetacular que ela tinha, me enchia de saliva a pica e depois chupava ela toda. Por último e pra finalizar, passava a pontinha da língua na cabeça da pica enquanto me olhava fixamente.
Eu: PUTA QUE PARIU, SUA FILHA DA PUTA, FICA DE QUATRO
Ela fica de quatro e eu encosto a ponta da minha rola na buceta dela.
Cati: Me dá com força, e vai devagarzinho tocando na minha bunda.
Eu: O que você disser
Segurei ela pelos quadris e comecei a meter bem forte, como ela não conseguia gemer muito alto, começou a morder o travesseiro.
Não era a primeira vez que eu comia a Cati, mas era a primeira vez que a gente tava transando bem gostoso.
Meu pau entrava e saía inteiro da buceta da Cati, aí comecei a dar tapas na bunda dela com uma mão, ela encostou a cabeça no travesseiro, já não se apoiava mais com as mãozinhas na cama, tinha a bunda toda à mostra, pra eu poder dar mais tapas.
Cati: dá uma maneirada, seu idiota, você vai me matar, já não aguento mais.
Eu: Ainda falta o bum, não esqueci, bebê.
Cati: Vamo fazer assim, eu chupo sua pica e você chupa minha buceta e vai enfiando uns dedos devagar.
Eu: Tá bom, mas você vai ter que chupar ela toda pra mim.
Cati: quando foi que eu não chupei ela toda?
Eu: chupa aí, vai
Nós nos ajeitamos tipo pra um 69, ela começou a chupar minha rola de novo e eu fui passando a mão na bunda dela. Dava pra sentir a pele dela arrepiando quando meus dedos deslizavam pela bunda dela, ainda mais quando enfiei um dedo bem devagar e senti o corpo inteiro dela tremer.
Depois de um tempo assim, quando já consegui enfiar 3 dedos de uma vez naquela bunda apertada
Eu: tá pronta pra rabeta?
Cati: Tá bom, mas devagar, de verdade.
Eu: sim sim, você me fala se quer mais forte ou mais devagar.
Cati: beleza.
Ela se ajoelha de novo de quatro, encosto minha pica na bunda dela e começo a meter. Pra minha surpresa, ela se mexia, e bem rápido, chegou uma hora que a bunda dela conseguiu engolir minha pica toda.
Cati: Me dá forte.
e com as mãozinhas dela, ela abriu as nádegas, aí comecei a meter forte.
Meu pau entrava e saía da buceta dela inteira e a filha da puta não parava de gemer.
Segurei as mãos dela e prendi nas costas enquanto metia nela.
Eu: Cê gosta de putaria? Cê gosta assim? Meu pau inteiro no seu rabo.
Cati: Adoro isso, goza em mim, por favor.
Continuei comendo ela por mais um tempinho.
Cati: Gozei, seu idiota, goza em mim que não aguento mais.
Então, devagarinho, tirei ela da bunda.
Eu: Você vai me fazer gozar.
Cati: Quer que eu chupe sua buceta?
Eu: Como você quiser, senão posso bater uma punheta com suas nádegas e gozar nas suas costas.
Cati: Ah sim, fala sério, nunca fiz isso.
Ela se deitou reta de bruços, e enfiei meu pau entre as nádegas dela.
Acho que não durei mais de 40 segundos, e um mar de porra saiu do meu pau e foi parar nas costas dela e nos lençóis.
Eu: E você gosta de mim?
Cati: Ah, seu arrombado, tá doendo um pouquinho minha buceta, mas do jeito que você me comeu, adorei.
Conheci a gostosa por amigos em comum, e mesmo tendo 5 anos de diferença, pra ter 20 anos ela é uma mina bem madura.Bom, quando a gente se conheceu, bateu uma química na hora, mas mais como amigos do que outra coisa. Apesar de a gente se dar bem, não se via com tanta frequência porque ela tava namorando.
Uns poucos meses depois que nos conhecemos, ela briga com o namorado e a gente começa a conversar mais, nada sério, só coisas da vida e umas merdas assim.
Uma noite a gente combinou de fazer algo e acabou transando. Mas também fazia pouco tempo que ela tinha terminado com o namorado, então ela não queria nada sério.
Por coincidência, todas as vezes que a gente se via, era de noite, quando um dos dois, ou os dois, saía pra farra separado e voltava com vontade de fazer alguma coisa, aí mandava mensagem pro outro.
Sempre era uma foda tranquila, trocar uma ideia, quem sabe tomar umas, e depois dormir ou cada um ir pra sua casa.
Bom, indo pra história.
Eu tinha combinado de encontrar meus amigos, a gente ia tomar umas, e depois eu voltava pra minha casa.
Por volta das 4:30, a Cati me manda
Cati: Gordo, o que cê tá fazendo?
Eu: Fala Cati, aqui de boa tomando uma, e tu?
Cati: Tô me sentindo super desconfortável, cê vem me pegar na balada e a gente vai pro teu apê?
Eu não sabia se ela tava falando isso pra transar ou se realmente tava desconfortável com alguma coisa que tinha rolado.
Eu: Beleza, sim sim, termino o que a gente tá bebendo e vou te buscar.
Terminamos de tomar tudo, me preparei e fui embora.
Quando cheguei lá fora, a Cati tava esperando enquanto fumava um cigarro, dava pra ver que ela tava bem bebida. Tava vestindo uma calça jeans azul escura que destacava a bunda dela, e um top preto.
Eu: Qual foi?
Cati: vamos pro teu apê que te conto no caminho.
Ligo o carro e, no caminho, ela começa a me contar.
Cati: Mano, tinha uma mina que literalmente não parava de me olhar e passar a mão na minha bunda, tipo, a gente com as gurias se mexia e ela sempre dava um jeito de ficar atrás de mim.
Eu: e por que você não falou com o segurança?
Cati: Não, é que...
E aí fica por um momento.
Cati: Acontece que não sei por que, mano, mas me deixou com muito tesão, mas não queria transar com aquele cara, queria transar com você, seu gordo.
Eu: Ah é?
Cati: Sim, tô muito tesuda e muito bebada também *e começou a rir*
Ainda tínhamos 20 minutos de viagem até meu apê.
Cati: Vem pra cá, mano, vou te chupar um pouco e depois a gente continua, quer?
Eu: e por que você não chupa minha buceta enquanto eu dirijo?
Cati: não, mano, é mó perigoso, já tô vendo que a gente bate, hahaha
Eu: Beleza então deixa pra lá, quando a gente chegar te como todinha.
Cati: você vai me comer? *perguntou com um tom de voz bem de putinha*
Eu: E aí, cê tá toda gostosa e eu vim te buscar pra isso mesmo.
Cati: Quer saber o que eu fiz ontem?
Eu: Então, tô ouvindo.
Cati: Não tinha ninguém em casa, e eu tava meio entediada, aí me deu na telha de me tocar, e acabei enfiando 2 dedos na bunda.
A essa altura, tava mó tesão, queria chegar o mais rápido possível no apê.
Cati: E sabe o quê? Acho que quero que você me faça a Booty.
Eu: Sua filha da puta gostosa, como você me excita
Cati: Vamos ver se você tá com tesão
e começa a soltar meu cinto e o botão da calça.
Cati: Uh, boludo, tu pau tá durasso, tá maior que o normal? Kkkk
Eu: Tá do mesmo jeito, hahaha
Cati: Não sei se tudo isso vai caber na minha bucetinha apertada.
Eu: e olha, eu não tô nem aí, mas hoje eu arrebento essa sua buceta de qualquer jeito.
Cati: Tá bom, mas com cuidado, bebê, porque você vai me deixar sem conseguir andar.
Eu: Mas se tu é mais piranha kkkkk.
Chegamos no apartamento e, subindo pelo elevador, já começamos a nos beijar e a nos apalpar.
A tensão que tava era inacreditável. Chegamos na porta do apê, e continuamos nos pegando e nos apalpando.
Cati: Abre a porta, caralho.
Eu: Não até você se ajoelhar e chupar minha pica
Cati: AÍ FORA?
Eu: Sim, sim, mas mesmo assim não tem ninguém.
Cati: se alguém aparece pra sair e não tem Booty
Eu: Tu chupa, haha
Ele se ajoelha e, bem rápido, tira minha pica da calça e começa a chupar ela.
Eu sabia que ela não gostava de se ajoelhar pra chupar minha pica, mas fiz de propósito.
Eu: Que bom que tu chupa, putinha, dá pra ver que tu tá com tesão
Cati *Me olha e faz um fuck you pra mim*
Entramos no apê.
Eu: Que tesão você me deixa, putinha
Ela começou a tirar tudo, ficando só de sutiã e fio dental preto.
Cati: Vem deitar aqui que eu chupo ela mais um pouquinho.
Deitei na cama e deixei a puta da Cati fazer o trabalho dela. Com aquela boquinha espetacular que ela tinha, me enchia de saliva a pica e depois chupava ela toda. Por último e pra finalizar, passava a pontinha da língua na cabeça da pica enquanto me olhava fixamente.
Eu: PUTA QUE PARIU, SUA FILHA DA PUTA, FICA DE QUATRO
Ela fica de quatro e eu encosto a ponta da minha rola na buceta dela.
Cati: Me dá com força, e vai devagarzinho tocando na minha bunda.
Eu: O que você disser
Segurei ela pelos quadris e comecei a meter bem forte, como ela não conseguia gemer muito alto, começou a morder o travesseiro.
Não era a primeira vez que eu comia a Cati, mas era a primeira vez que a gente tava transando bem gostoso.
Meu pau entrava e saía inteiro da buceta da Cati, aí comecei a dar tapas na bunda dela com uma mão, ela encostou a cabeça no travesseiro, já não se apoiava mais com as mãozinhas na cama, tinha a bunda toda à mostra, pra eu poder dar mais tapas.
Cati: dá uma maneirada, seu idiota, você vai me matar, já não aguento mais.
Eu: Ainda falta o bum, não esqueci, bebê.
Cati: Vamo fazer assim, eu chupo sua pica e você chupa minha buceta e vai enfiando uns dedos devagar.
Eu: Tá bom, mas você vai ter que chupar ela toda pra mim.
Cati: quando foi que eu não chupei ela toda?
Eu: chupa aí, vai
Nós nos ajeitamos tipo pra um 69, ela começou a chupar minha rola de novo e eu fui passando a mão na bunda dela. Dava pra sentir a pele dela arrepiando quando meus dedos deslizavam pela bunda dela, ainda mais quando enfiei um dedo bem devagar e senti o corpo inteiro dela tremer.
Depois de um tempo assim, quando já consegui enfiar 3 dedos de uma vez naquela bunda apertada
Eu: tá pronta pra rabeta?
Cati: Tá bom, mas devagar, de verdade.
Eu: sim sim, você me fala se quer mais forte ou mais devagar.
Cati: beleza.
Ela se ajoelha de novo de quatro, encosto minha pica na bunda dela e começo a meter. Pra minha surpresa, ela se mexia, e bem rápido, chegou uma hora que a bunda dela conseguiu engolir minha pica toda.
Cati: Me dá forte.
e com as mãozinhas dela, ela abriu as nádegas, aí comecei a meter forte.
Meu pau entrava e saía da buceta dela inteira e a filha da puta não parava de gemer.
Segurei as mãos dela e prendi nas costas enquanto metia nela.
Eu: Cê gosta de putaria? Cê gosta assim? Meu pau inteiro no seu rabo.
Cati: Adoro isso, goza em mim, por favor.
Continuei comendo ela por mais um tempinho.
Cati: Gozei, seu idiota, goza em mim que não aguento mais.
Então, devagarinho, tirei ela da bunda.
Eu: Você vai me fazer gozar.
Cati: Quer que eu chupe sua buceta?
Eu: Como você quiser, senão posso bater uma punheta com suas nádegas e gozar nas suas costas.
Cati: Ah sim, fala sério, nunca fiz isso.
Ela se deitou reta de bruços, e enfiei meu pau entre as nádegas dela.
Acho que não durei mais de 40 segundos, e um mar de porra saiu do meu pau e foi parar nas costas dela e nos lençóis.
Eu: E você gosta de mim?
Cati: Ah, seu arrombado, tá doendo um pouquinho minha buceta, mas do jeito que você me comeu, adorei.
2 comentários - Catalina, uma puta noturna