Me chamo Alberto e tenho 52 anos, minha esposa Silvia tem 48 e temos um filho, Mario, de 23. Quero contar as experiências que tive com minha mulher desde que a conheci até hoje. Conheci a Silvia há 30 anos, estávamos na faculdade, eu terminando Economia e ela começando Pedagogia. A que hoje é minha esposa era uma mulher morena de cabelo comprido, esbelta e tem 1,70m — às vezes de salto ela me passa, eu tenho 1,78m. Na época da faculdade, ela era muito admirada entre os colegas pela beleza e simpatia. Nunca fui uma pessoa ciumenta, mas reconheço que às vezes tanta olhada me dava um pouco de nervosismo. Silvia me dizia: "Não se preocupa, você é meu amor e só tenho olhos pra você." Tivemos um namoro de três anos, até que finalmente decidimos dar o passo e casar no religioso. Tudo correu normalmente, na aparência, e quatro anos depois chegou nosso filho Mario. Como se costuma fazer hoje, casamos jovens. Silvia sempre foi uma mulher fogosa, apaixonada na cama, pra ser sincero, uma puta na cama e uma senhora durante o dia. Hoje é diretora numa escola em Madri, e sempre gostou de se vestir elegante com seus saltos, conjuntos de blusa, jaqueta e saia — uma mulher perfeita que fazia desviar o olhar. Os anos foram passando até que, há dois anos, fazendo uma mudança porque estávamos trocando de casa, encontrei num armário uma caixa que abri. Lá dentro, dois cadernos grandes que no começo não dei muita importância, mas ao abrir tive a sensação de ser uma espécie de diário da minha mulher. Ao começar a ler, vi que ela estava se referindo aos tempos da faculdade, quando me conheceu. O primeiro capítulo se chamava:A UNIVERSIDADEMe sentei confortavelmente e comecei a ler:Entrar na universidade foi uma mudança total, gente nova, experiências novas. Conheci o Alberto, um cara maravilhoso, muito carinhoso, educado e com um olhar que me encanta. Comecei a sair com ele e me sinto super à vontade na companhia dele. É verdade que sempre tive atração por caras, até pelos professores. Talvez por causa da minha altura, meu cabelo moreno, meus olhos pretos, meu peito bem desenvolvido. E lembro de um dia na aula, tinha um professor de Matemática, um homem de uns 42 anos, cabelo preto e grisalho, olhos castanhos, super atraente. Os movimentos dele na sala me hipnotizavam, ele era gostoso pra caralho no geral, o nome dele era Mario.
As aulas dele no geral me pareciam legais, mas tinha uma sensação que tomava conta do meu corpo toda vez que eu via ele. Eu já tava saindo com o Alberto, mas ver aquele homem me dava uns arrepios gostosos.
Eu sentava na última fileira e um dia lembro que, ouvindo ele, minha mão direita desceu automaticamente pra minha entreperna. Eu tava usando uma saia larga com botões na frente e lembro de desabotoar um deles, meus dedos chegarem na minha calcinha e sentir que ela tava toda molhada. Eu tava excitada na aula, e ainda sentia meus bicos duros. Ainda bem que a roupa disfarçava um pouco e não dava pra notar.
Eu tava toda arrepiada, olhando pros lados pra ver se nenhum dos meus colegas tava me vendo, a excitação só aumentava. Puxei a calcinha de lado e a ponta dos meus dedos chegou no meu clitóris durinho, todo excitado, olhando pro Mario. Eu queria ele, e naquela hora eu seria dele sem pensar duas vezes.
Abri mais minhas pernas e aumentei o ritmo dos meus dedos, comecei a sentir uma convulsão que me fez tremer e, mordendo os lábios, tive um orgasmo que me fez fechar os olhos.
Depois que as aulas acabaram, fui até a cafeteria pra matar o tempo enquanto esperava o Alberto, pra gente voltar pra casa junto, como a gente fazia quase sempre.
Enquanto eu tava tomando um refri, vi o Mario, o professor, passando. Cumprimentei ele, no começo ele não me reconheceu, mas quando falei que era do primeiro ano de Matemática, ele lembrou melhor quem eu era.
Lembro daquele olhar, eu precisava ter uma conversa mais longa com aquele homem, ver ele me fazia tremer por dentro e sentia meus pelos se arrepiarem.
Não sei como, mas criei coragem pra falar pra ele que tinha umas dúvidas pequenas sobre um assunto que ele explicou na aula. Ele disse que não teria problema em me explicar de novo, mas que eu teria que esperar até o dia seguinte, porque naquele momento ele tava numa reunião, e falou:
Pois se não se importa, amanhã à uma, depois da aula, passa na sala dos professores de matemática que vou estar lá e tiro suas dúvidas num instante.
Pensar naquele encontro me deixava ainda mais nervosa, lembro de estar com o Alberto, mas meu pensamento estava no Mario, meu professor, um homem quase 24 anos mais velho que eu. À noite, na minha cama, meus dedos procuravam meus peitos, meus mamilos, minha buceta. Fechava os olhos e pensava naquele homem que tinha invadido meus pensamentos. Lembro de ouvir meus pais transando naquela noite, ouvia minha mãe gemer e me imaginava sendo eu sentindo a pica do Mario.
Não consegui evitar me levantar. O quarto dos meus pais era ao lado e, pela fresta da porta que eles não tinham fechado direito, pude ver meu pai com a minha mãe de quatro, com as mãos apoiadas nas costas dela. Vi um pedaço grosso de carne aparecendo e desaparecendo por trás dela, na bunda larga dela, enquanto ela gemia e os peitos balançavam com os empurrões do meu pai, que metia forte e seco.
Aquela imagem fez meus dedos deslizarem por cima da calça. Quando toquei minha boceta, ela já estava toda molhada. Com um dedo, abri meus lábios e comecei a me esfregar, procurando meu clitóris. Abri as pernas pra facilitar a entrada dos dedos. Comecei com um e, no final, já eram dois fodendo minha buceta, enquanto com a outra mão eu já tinha levantado a camiseta do pijama e apertava meus mamilos, que estavam durinhos.
Observei meu pai saindo de dentro da minha mãe e se deitando de barriga pra cima, e ela pegou na pica do meu pai. Fiquei impressionada com o tamanho, era grande, de uma grossura considerável, e minha mãe começou a chupar com muito frenesi enquanto massageava as bolas dele.
Em poucos instantes, vi meu pai arquear os quadris, e um gemido escapou da garganta dele. Um jato de porra jorrou do pau que me deu a vida, caindo sobre os peitos grandes da minha mãe, que com os dedos recolheu e levou à boca pra saborear.
Gozei pra caralho ouvindo meus pais e imaginando que era eu quem recebia aquele jato de porra.
No dia seguinte, Alberto veio me buscar como fazia toda manhã pra ir junto pra faculdade. Quando entrei no carro, ele disse:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você tá realmente uma gostosa".
Ele me deu um beijo na boca e arrancou. Eu tava com uma blusa branca, uma saia curta e justa, e falei pra ele:
-Vem, senta rápido que a gente vai se atrasarDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
A manhã passou sem eu tirar os olhos do relógio, com meus nervos cada vez mais à flor da pele, e quando deu uma da tarde, exatamente como ele tinha dito, fui até o escritório dele. Ele estava sentado corrigindo umas provas, me ofereceu uma cadeira e disse:
-Então me conta essas dúvidas que você tem, vamos ver se consigo te ajudar.Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Comecei a explicar as dúvidas da lição que tínhamos dado no dia anterior. Em um certo momento, me inclinei sobre a mesa e o decote que eu tinha ficou à vista dele, meus peitos balançavam na inclinação e pude ver o olhar fixo dele em mim. A situação começou a me excitar, mesmo ele tentando manter a compostura.
Num dado momento, eu me levantei e fiquei do lado dele pra tentar explicar melhor uma dúvida que eu tinha. Ele tava sentado e o ombro dele roçava na minha coxa. Eu sentia vontade de sentar no colo dele quando ele se virou e, fixando o olhar em mim, começou a falar, explicando as dúvidas. Eu tava totalmente perturbada, ouvia mas não escutava. A gente cruzou os olhares e eu percebi a mão dele apoiada na minha coxa.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O que que cê tá fazendo?- foi a primeira coisa que me veio à cabeça pra falar, tava confusa embora desejasse que aquele momento chegasse.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você é uma mulher inteligente, gostosa, jovem, e eu sou uma pessoa que poderia ser seu pai, mas desde que você entrou, você está me embriagando de desejo. Sou sincero e é assim que te falo, me desculpe se minhas palavras estão te ofendendo, mas estou dizendo o que sinto neste momento. Desculpa, não sei o que está acontecendo comigo.
Sem pensar, peguei a mão dela e levei de volta pra coxa. Pela minha saia, sentia o calor da mão dela apoiada. Me inclinei e juntei meus lábios suavemente nos dela, eram quentes. Eu separava e juntava até que num momento ficou mais intenso.
Abri os lábios e senti a língua dele procurando a minha, roçando nos meus dentes, na minha língua. Uma onda de tesão me percorreu, senti que ficava molhada, meus bicos do peito endureceram. Peguei ele pelo pescoço e puxei pra perto, o beijo virou algo apaixonado, cheio de desejo. Ele me segurou pela cintura e me puxou pra ele, me sentou no colo dele, começou a desabotoar minha blusa. Meus peitos ficaram expostos diante do olhar dele, só cobertos pelo meu sutiã de renda preta. Os lábios dele se aproximaram dos meus peitos enquanto tirava o sutiã, até que, no fim, meus bicos duros, com auréola grande e rosada, ficaram expostos pra ele.
Com a ponta da língua, ele apalpou bem de leve, com mordiscadas suaves. Aquilo era demais — ver aquele homem maduro diante da flor da juventude em que eu estava fez meus fluidos começarem a escorrer da minha entreperna, molhando as coxas. Meu corpo inteiro pulsava.
Enquanto isso, com a mão dela abrindo minhas pernas e os dedos acariciando a parte interna das minhas coxas, eu sentia o calor das mãos grandes, mas ao mesmo tempo suaves e delicadas, subindo em direção à minha calcinha. Ela alternava beijos nos meus mamilos com beijos na minha boca, e cada vez mais eu me sentia tomada pelo desejo e pela paixão. Ela abriu minha calcinha com os dedos e eu senti a ponta do dedo médio abrir meus lábios da buceta e chegar ao meu clitóris, que já estava durinho como um grão de bico. Ela esfregou suavemente em círculos, e meu corpo inteiro tremia em espasmos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sobe na mesa e senta".Ela me disse.
Sentei na mesa do escritório dele depois de tirar o que tinha, minha saia estava levantada, ele tirou a calcinha e eu fiquei totalmente exposta na frente da cara dele. Minha buceta não parava de escorrer sucos, parecia lava de vulcão em erupção constante. Ele se abaixou e passou a língua inteira ao longo da minha fenda, desde o cu até o clitóris, aumentando o ritmo. Eu segurava a cabeça dele pra ele continuar mais e mais, que não parasse.
Num instante percebi que ele tava me comendo com a língua enquanto com o dedo de uma mão esfregava meu clitóris e com dois dedos da outra me penetrava a buceta primeiro com um e depois enfiou o outro, eu massageava meus peitos meus bicos tavam bem duros, eu gemia sem parar.
Ela se separou de mim e, ao descer a cueca, apareceu na minha frente uma pica, dura, grossa, com as veias inchadas de desejo. Peguei ela com meus dedos com suavidade, era grande, mimoseei, acariciei até que meus dedos começaram a massagear ela de cima pra baixo, sentia ela pulsar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quero que você me foda. Não aguento mais, por favor!— eu falei pra ela.
Ele tirou um preservativo e fui desenrolando até a base do pau dele, ficou justinho como uma segunda pele, por causa da ereção forte que ele tava.
Ela abriu minhas pernas o máximo que pôs e, colocando a ponta na entrada da minha buceta, começou a lamber e mordiscar meus peitos, lambia meus mamilos, mordiscava eles, quando comecei a sentir o pau dela se abrindo dentro de mim, ela fazia com calma, parando pra minhas paredes se ajustarem ao tamanho do pau dela até que senti as bolas dela batendo em mim.
Parou naquele momento e nossas salivas se misturaram com paixão, babamos, nossas línguas se procuravam, quando começou a aumentar o ritmo, sentia o pau dele inchando dentro de mim, tirava ele inteiro e voltava a me penetrar com força, a respiração dele ficava ofegante, me deixava louca.
Ouvi um barulho, de uma porta, tava tão extasiada que nem percebi que alguém tinha entrado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Entra e tranca a porta.— disse Mario
Fiquei paralisada, a princípio.
Entrou um colega seu, professor de Língua.
-Mmm, que deliciosa essa putinha gostosa— disse o colega dele, que já devia ter passado dos 50, com um aspecto cheinho e barriga saliente.
Comecei a pensar que aquilo foi premeditado, e mesmo que eu estivesse procurando, caí nas garras dos professores.
Luis, que era o nome do outro professor, começou a me beijar enquanto Mario continuava me metendo com força. Fui direto pro volume dele, abaixei o zíper e tirei o pau dele pra fora. Não era tão grosso quanto o do Mario, nem quanto o do meu pai, mas era bem gostoso. Tinha um pelo pubiano branco em volta. Comecei a chupar ele, já tava em êxtase, me sentindo sendo comida pela boca e pela buceta. Queria mais.
Trocaram de posição e naquele momento o Luís me penetrou com força, de forma selvagem, dava pra ver que ele tava muito excitado. Minha boca recebeu a piroca do Mario, tirei a camisinha dele, e a gente gemia os três como se fôssemos um só.
Acabaram me levantando e me sentaram na cadeira, um de cada lado colocaram a pica na minha boca, eu tava saboreando e lambendo com frenesi as duas picas, enquanto eu me esfregava a buceta, era uma enxurrada de fluidos e eu desejava receber a porra dos dois.
Senti os paus deles pulsando e os dois corpos tremendo de prazer, até que um mar de porra invadiu minha boca enquanto os dois homens gemiam sem parar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você é maravilhosa e espero que suas dúvidas tenham sido resolvidas– Mario me disse
Banhada na porra dos dois caras, sorri pra eles, terminei de me vestir de novo e fui embora.
Chegando em casa, entrei no quarto lembrando do que tinha vivido, me sentia culpada pelo Alberto, a quem amava demais, mas por outro lado sentia que estava me tornando uma ninfomaníaca louca por sexo, que queria experimentar todas as posições. Me masturbava na aula, no banheiro, as sensações eram indescritíveis e ali começou uma corrida desenfreada de sexo.ulto à vista do Alberto, mas que ela precisava continuamente.
Ler aquilo me deixou bem incrédulo, era o lado oculto da minha mulher que eu desconhecia, mas ao mesmo tempo senti uma ereção forte que fez minha mão descer até minha virilha e me excitar lendo aquelas aventuras de posse e desejo às quais ela foi submetida.
As aulas dele no geral me pareciam legais, mas tinha uma sensação que tomava conta do meu corpo toda vez que eu via ele. Eu já tava saindo com o Alberto, mas ver aquele homem me dava uns arrepios gostosos.
Eu sentava na última fileira e um dia lembro que, ouvindo ele, minha mão direita desceu automaticamente pra minha entreperna. Eu tava usando uma saia larga com botões na frente e lembro de desabotoar um deles, meus dedos chegarem na minha calcinha e sentir que ela tava toda molhada. Eu tava excitada na aula, e ainda sentia meus bicos duros. Ainda bem que a roupa disfarçava um pouco e não dava pra notar.
Eu tava toda arrepiada, olhando pros lados pra ver se nenhum dos meus colegas tava me vendo, a excitação só aumentava. Puxei a calcinha de lado e a ponta dos meus dedos chegou no meu clitóris durinho, todo excitado, olhando pro Mario. Eu queria ele, e naquela hora eu seria dele sem pensar duas vezes.
Abri mais minhas pernas e aumentei o ritmo dos meus dedos, comecei a sentir uma convulsão que me fez tremer e, mordendo os lábios, tive um orgasmo que me fez fechar os olhos.
Depois que as aulas acabaram, fui até a cafeteria pra matar o tempo enquanto esperava o Alberto, pra gente voltar pra casa junto, como a gente fazia quase sempre.
Enquanto eu tava tomando um refri, vi o Mario, o professor, passando. Cumprimentei ele, no começo ele não me reconheceu, mas quando falei que era do primeiro ano de Matemática, ele lembrou melhor quem eu era.
Lembro daquele olhar, eu precisava ter uma conversa mais longa com aquele homem, ver ele me fazia tremer por dentro e sentia meus pelos se arrepiarem.
Não sei como, mas criei coragem pra falar pra ele que tinha umas dúvidas pequenas sobre um assunto que ele explicou na aula. Ele disse que não teria problema em me explicar de novo, mas que eu teria que esperar até o dia seguinte, porque naquele momento ele tava numa reunião, e falou:
Pois se não se importa, amanhã à uma, depois da aula, passa na sala dos professores de matemática que vou estar lá e tiro suas dúvidas num instante.
Pensar naquele encontro me deixava ainda mais nervosa, lembro de estar com o Alberto, mas meu pensamento estava no Mario, meu professor, um homem quase 24 anos mais velho que eu. À noite, na minha cama, meus dedos procuravam meus peitos, meus mamilos, minha buceta. Fechava os olhos e pensava naquele homem que tinha invadido meus pensamentos. Lembro de ouvir meus pais transando naquela noite, ouvia minha mãe gemer e me imaginava sendo eu sentindo a pica do Mario.
Não consegui evitar me levantar. O quarto dos meus pais era ao lado e, pela fresta da porta que eles não tinham fechado direito, pude ver meu pai com a minha mãe de quatro, com as mãos apoiadas nas costas dela. Vi um pedaço grosso de carne aparecendo e desaparecendo por trás dela, na bunda larga dela, enquanto ela gemia e os peitos balançavam com os empurrões do meu pai, que metia forte e seco.
Aquela imagem fez meus dedos deslizarem por cima da calça. Quando toquei minha boceta, ela já estava toda molhada. Com um dedo, abri meus lábios e comecei a me esfregar, procurando meu clitóris. Abri as pernas pra facilitar a entrada dos dedos. Comecei com um e, no final, já eram dois fodendo minha buceta, enquanto com a outra mão eu já tinha levantado a camiseta do pijama e apertava meus mamilos, que estavam durinhos.
Observei meu pai saindo de dentro da minha mãe e se deitando de barriga pra cima, e ela pegou na pica do meu pai. Fiquei impressionada com o tamanho, era grande, de uma grossura considerável, e minha mãe começou a chupar com muito frenesi enquanto massageava as bolas dele.
Em poucos instantes, vi meu pai arquear os quadris, e um gemido escapou da garganta dele. Um jato de porra jorrou do pau que me deu a vida, caindo sobre os peitos grandes da minha mãe, que com os dedos recolheu e levou à boca pra saborear.
Gozei pra caralho ouvindo meus pais e imaginando que era eu quem recebia aquele jato de porra.
No dia seguinte, Alberto veio me buscar como fazia toda manhã pra ir junto pra faculdade. Quando entrei no carro, ele disse:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você tá realmente uma gostosa".
Ele me deu um beijo na boca e arrancou. Eu tava com uma blusa branca, uma saia curta e justa, e falei pra ele:
-Vem, senta rápido que a gente vai se atrasarDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
A manhã passou sem eu tirar os olhos do relógio, com meus nervos cada vez mais à flor da pele, e quando deu uma da tarde, exatamente como ele tinha dito, fui até o escritório dele. Ele estava sentado corrigindo umas provas, me ofereceu uma cadeira e disse:
-Então me conta essas dúvidas que você tem, vamos ver se consigo te ajudar.Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Comecei a explicar as dúvidas da lição que tínhamos dado no dia anterior. Em um certo momento, me inclinei sobre a mesa e o decote que eu tinha ficou à vista dele, meus peitos balançavam na inclinação e pude ver o olhar fixo dele em mim. A situação começou a me excitar, mesmo ele tentando manter a compostura.
Num dado momento, eu me levantei e fiquei do lado dele pra tentar explicar melhor uma dúvida que eu tinha. Ele tava sentado e o ombro dele roçava na minha coxa. Eu sentia vontade de sentar no colo dele quando ele se virou e, fixando o olhar em mim, começou a falar, explicando as dúvidas. Eu tava totalmente perturbada, ouvia mas não escutava. A gente cruzou os olhares e eu percebi a mão dele apoiada na minha coxa.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O que que cê tá fazendo?- foi a primeira coisa que me veio à cabeça pra falar, tava confusa embora desejasse que aquele momento chegasse.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você é uma mulher inteligente, gostosa, jovem, e eu sou uma pessoa que poderia ser seu pai, mas desde que você entrou, você está me embriagando de desejo. Sou sincero e é assim que te falo, me desculpe se minhas palavras estão te ofendendo, mas estou dizendo o que sinto neste momento. Desculpa, não sei o que está acontecendo comigo.
Sem pensar, peguei a mão dela e levei de volta pra coxa. Pela minha saia, sentia o calor da mão dela apoiada. Me inclinei e juntei meus lábios suavemente nos dela, eram quentes. Eu separava e juntava até que num momento ficou mais intenso.
Abri os lábios e senti a língua dele procurando a minha, roçando nos meus dentes, na minha língua. Uma onda de tesão me percorreu, senti que ficava molhada, meus bicos do peito endureceram. Peguei ele pelo pescoço e puxei pra perto, o beijo virou algo apaixonado, cheio de desejo. Ele me segurou pela cintura e me puxou pra ele, me sentou no colo dele, começou a desabotoar minha blusa. Meus peitos ficaram expostos diante do olhar dele, só cobertos pelo meu sutiã de renda preta. Os lábios dele se aproximaram dos meus peitos enquanto tirava o sutiã, até que, no fim, meus bicos duros, com auréola grande e rosada, ficaram expostos pra ele.
Com a ponta da língua, ele apalpou bem de leve, com mordiscadas suaves. Aquilo era demais — ver aquele homem maduro diante da flor da juventude em que eu estava fez meus fluidos começarem a escorrer da minha entreperna, molhando as coxas. Meu corpo inteiro pulsava.
Enquanto isso, com a mão dela abrindo minhas pernas e os dedos acariciando a parte interna das minhas coxas, eu sentia o calor das mãos grandes, mas ao mesmo tempo suaves e delicadas, subindo em direção à minha calcinha. Ela alternava beijos nos meus mamilos com beijos na minha boca, e cada vez mais eu me sentia tomada pelo desejo e pela paixão. Ela abriu minha calcinha com os dedos e eu senti a ponta do dedo médio abrir meus lábios da buceta e chegar ao meu clitóris, que já estava durinho como um grão de bico. Ela esfregou suavemente em círculos, e meu corpo inteiro tremia em espasmos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sobe na mesa e senta".Ela me disse.
Sentei na mesa do escritório dele depois de tirar o que tinha, minha saia estava levantada, ele tirou a calcinha e eu fiquei totalmente exposta na frente da cara dele. Minha buceta não parava de escorrer sucos, parecia lava de vulcão em erupção constante. Ele se abaixou e passou a língua inteira ao longo da minha fenda, desde o cu até o clitóris, aumentando o ritmo. Eu segurava a cabeça dele pra ele continuar mais e mais, que não parasse.
Num instante percebi que ele tava me comendo com a língua enquanto com o dedo de uma mão esfregava meu clitóris e com dois dedos da outra me penetrava a buceta primeiro com um e depois enfiou o outro, eu massageava meus peitos meus bicos tavam bem duros, eu gemia sem parar.
Ela se separou de mim e, ao descer a cueca, apareceu na minha frente uma pica, dura, grossa, com as veias inchadas de desejo. Peguei ela com meus dedos com suavidade, era grande, mimoseei, acariciei até que meus dedos começaram a massagear ela de cima pra baixo, sentia ela pulsar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quero que você me foda. Não aguento mais, por favor!— eu falei pra ela.
Ele tirou um preservativo e fui desenrolando até a base do pau dele, ficou justinho como uma segunda pele, por causa da ereção forte que ele tava.
Ela abriu minhas pernas o máximo que pôs e, colocando a ponta na entrada da minha buceta, começou a lamber e mordiscar meus peitos, lambia meus mamilos, mordiscava eles, quando comecei a sentir o pau dela se abrindo dentro de mim, ela fazia com calma, parando pra minhas paredes se ajustarem ao tamanho do pau dela até que senti as bolas dela batendo em mim.
Parou naquele momento e nossas salivas se misturaram com paixão, babamos, nossas línguas se procuravam, quando começou a aumentar o ritmo, sentia o pau dele inchando dentro de mim, tirava ele inteiro e voltava a me penetrar com força, a respiração dele ficava ofegante, me deixava louca.
Ouvi um barulho, de uma porta, tava tão extasiada que nem percebi que alguém tinha entrado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Entra e tranca a porta.— disse Mario
Fiquei paralisada, a princípio.
Entrou um colega seu, professor de Língua.
-Mmm, que deliciosa essa putinha gostosa— disse o colega dele, que já devia ter passado dos 50, com um aspecto cheinho e barriga saliente.
Comecei a pensar que aquilo foi premeditado, e mesmo que eu estivesse procurando, caí nas garras dos professores.
Luis, que era o nome do outro professor, começou a me beijar enquanto Mario continuava me metendo com força. Fui direto pro volume dele, abaixei o zíper e tirei o pau dele pra fora. Não era tão grosso quanto o do Mario, nem quanto o do meu pai, mas era bem gostoso. Tinha um pelo pubiano branco em volta. Comecei a chupar ele, já tava em êxtase, me sentindo sendo comida pela boca e pela buceta. Queria mais.
Trocaram de posição e naquele momento o Luís me penetrou com força, de forma selvagem, dava pra ver que ele tava muito excitado. Minha boca recebeu a piroca do Mario, tirei a camisinha dele, e a gente gemia os três como se fôssemos um só.
Acabaram me levantando e me sentaram na cadeira, um de cada lado colocaram a pica na minha boca, eu tava saboreando e lambendo com frenesi as duas picas, enquanto eu me esfregava a buceta, era uma enxurrada de fluidos e eu desejava receber a porra dos dois.
Senti os paus deles pulsando e os dois corpos tremendo de prazer, até que um mar de porra invadiu minha boca enquanto os dois homens gemiam sem parar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você é maravilhosa e espero que suas dúvidas tenham sido resolvidas– Mario me disse
Banhada na porra dos dois caras, sorri pra eles, terminei de me vestir de novo e fui embora.
Chegando em casa, entrei no quarto lembrando do que tinha vivido, me sentia culpada pelo Alberto, a quem amava demais, mas por outro lado sentia que estava me tornando uma ninfomaníaca louca por sexo, que queria experimentar todas as posições. Me masturbava na aula, no banheiro, as sensações eram indescritíveis e ali começou uma corrida desenfreada de sexo.ulto à vista do Alberto, mas que ela precisava continuamente.
Ler aquilo me deixou bem incrédulo, era o lado oculto da minha mulher que eu desconhecia, mas ao mesmo tempo senti uma ereção forte que fez minha mão descer até minha virilha e me excitar lendo aquelas aventuras de posse e desejo às quais ela foi submetida.
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