O sábado chegou e nos encontramos os 3 na praia combinada. Quando cheguei, Ana e Vicky estavam de bruços tomando sol. A vista daquelas duas bundas perfeitas me deixou besta. As espanholas que vi não tinham rabetão daquele jeito nem de longe. Me senti meio desconfortável com a atenção que a Ana tava me dando. A Vicky parecia de mal humor. Sugeri irmos pro mar pra mudar o clima. A Ana levantou na hora, minha prima preferiu ficar. Na água a Ana não perdia tempo. Ficava jogando água em mim e me tocando com qualquer desculpa. Eu era meio tímido, mas não era bobo e aproveitei a situação. Y- Quer fazer um mergulho? A- Como assim? Y- Você sobe nas minhas pernas, eu te seguro e você salta daqui. Onde a gente tava, a água batia no meu umbigo, que era na altura dos peitos da Ana. Ela era uma morena de cabelo castanho com reflexos e uns peitos tipo toranja que lutavam pra sair do biquíni pequeno que segurava eles. Cintura definida e quadril e bunda generosos, tudo num 1,60 de altura. Uma baixinha de rabão, né. Levantei ela de frente pras minhas pernas, podendo admirar bem os peitos dela. Depois virei ela, segurando pela cintura. A bunda enorme dela ficava na altura dos meus olhos. Ela ria e percebia meus olhares. Deu um salto maneiro e voltou à tona levantando o peito. A firmeza daqueles globos me deixou duro. Fiquei paralisado olhando nos olhos dela, o que ela interpretou pra dar o próximo passo. Chegou perto e, me encarando com um sorriso safado, falou: A- Quase escapou uma das meninas! Y- Epa! Nem percebi! A- E agora? Ela puxou a calcinha do biquíni pra me mostrar um peito. Quase caí duro. Y- Caralho... A- Haha, gostou do que viu? Y- E se eu gostar? A- O que tiver que acontecer... Y- Ah é? A- Quer vir hoje à noite lá em casa? Vou ficar sozinha... Y- Então é melhor eu fazer companhia! A- Ah, obrigada! Que cavalheiro! Senti um pé na minha ereção que não baixava. A- Acho que vou ter boa companhia! O resto da tarde foi tenso, porque a Vicky não melhorou o humor. Decidi ir embora cedo. Se despediram de mim como se despedem de qualquer chato, exceto pela Ana, que me fez um gesto provocador, mexendo os lábios num mudo "essa noite" que consegui entender. Apareci na porta da casa dela 10 minutos depois do horário que ela tinha me dito. Era uma casa muito bonita numa área não muito longe da casa da minha prima. Ela me fez entrar na hora. Tava vestida com um vestido curto de algodão preto que destacava as curvas dela. A- Achei que você ia me deixar na mão! Y- Não! Por quê? A- Por causa da Vik, ela tá com ciúme! Y- Nãao... Você acha? A- Sim. Avisei ela que você vinha aqui. Ela ficou puta da vida! Y- Mmm... É que a gente era melhor amigo há anos, ela não deve querer me dividir. A- Não culpo ela... Ela chegou perto e, dizer que me beijou seria pouco. Ela me violentou com a boca. Me levou pela mão até um sofá enorme na sala. Subiu em cima de mim e continuou me beijando furiosamente. Puxou minha camiseta e passou a mão no meu torso. Eu apertava a bunda dela por baixo do vestido. Ela baixou a parte de cima, deixando os peitos de fora. A- Agora dá pra ver melhor, cê gostou? Y- Adorei! Peguei eles nas minhas mãos e dei várias lambidas nos bicos grossos que coroavam aquelas redondezas. A- Ahhh... Como você é rápido! Quase ri, ela se jogava em cima de mim e o rápido era eu. Ela se levantou e tirou o vestido de costas, me dando uma visão daquele rabão de fio dental, se virou, ajoelhou no chão e foi direto abrir minha calça. A- Vamos ver o que você tem pra mim! Puxou meu pau já duro pra fora e esfregou ele no rosto todo. A- Do jeito que eu gosto! Grosso e comprido! Começou a me fazer um boquete de puta de primeira. Subia e descia a cabeça, usava a língua, me masturbava o tronco, lambia as bolas. Me dava prazer sentir ela e ver ela chupar daquele jeito. Dois minutos depois, montou em cima e, puxando o fio dental pro lado, enfiou mais da metade de uma vez. Eu só consegui agarrar a bunda dela. Ela cavalgava devagar e ia até o fundo. Colocava os peitos dela na minha boca de novo. A- Ai, sim, me dá sua boca também! O ritmo foi acelerando sem que eu percebesse. Se não mudasse de posição, gozava na hora. Levantei ela sem tirar a pica e virei os papéis. Ela ficou deitada no sofá com as pernas pro ar. Agarrei elas e meti uma bruta foda. A- Ah, ah, ah! Tá me partindo! Bate duro! Meti sem pena por uns minutos, até sentir a vontade de gozar. Y- Vou gozaaaaar! A- Joga tudo dentro de mim! Ela agarrou os peitos e abriu a boca. Me aproximei pra dar nela. Caiu tudo nos peitos dela, na cara e na boca. Era uma gata no cio e a porra tinha deixado ela mais excitada. Desci pra chupar a buceta, enfiei dois dedos. A- Aahhh siiiim! Chupa, gostoso! Violou o clitóris dela com minha boca praticamente, enquanto bombeava com minha mão dentro dela os fluidos que faziam um barulho de chafurdada. A- Aaai... Aaaai... Aaaaaai! Ela gozou encharcando minha mão e minha cara. A- Ahhhh... Você é um gênio! Haha Você foi... Mor-tal! Conversamos besteiras enquanto nos vestíamos. Ela disse que eu tinha que ir, que os pais dela já estavam chegando. A- Vamos ver quando a gente repete, gostoso! Y- Sim! Até mais! Fui pra casa satisfeito, mas não muito animado. Tinha algo me incomodando e eu não entendia o quê. Agradeço pontos e comentários!
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