A noite passou sem mais nada, continuamos bebendo como se nada tivesse acontecido, embora o gosto de porra na boca não fosse embora por mais cerveja que eu tomasse. E a paranóia e a agonia na minha cabeça eram enormes. Passaram três semanas, o assunto não foi tocado de novo, nem por mensagem nem nada. E surge um encontro no aniversário do Carlos, outro amigo. Eu tava solteiro, então fui cedo pra ajudar ele a arrumar o apê e ver no que mais podia ocupar a cabeça, porque não parava de pensar em pica. Os primeiros a chegar foram o Juan e a mulher, depois foi chegando mais gente, mais tarde chegam o Gaston e a mulher dele. E no final tinha mais gente do que o esperado. O Carlos me fala que vai ter que ir comprar mais cerveja, aí eu me ofereço pra ir sem problema, e ele se vira e grita pro Juan: - Juan, você que veio de carro, vai com ele - e me aponta - comprar cerveja. - Sem drama, responde o Juan rapidinho e pede pra namorada ficar. Eu pensei: que azar, logo pro Juan ele pede. Quase quando a gente tava saindo, aparece o Gaston dizendo: - Eu vou junto se não tiver problema. Eu já tava vendo a merda chegando, negona. Mas me fazendo de besta respondi: - Não precisa, sem problema, vamos só comprar cerveza. Ignorando, ele sai com a gente do apê e a gente pega o elevador. A gente tava no 14º andar. Entramos em silêncio e quando a gente tava descendo, o Juan comenta: - Que louco seria fazer algo aqui, e olha de canto pro Gaston e depois pra mim, que tava no meio deles. O Gaston me apalpa a bunda e, mesmo eu tirando a mão dele na hora, ele completa: - É, muito louco. Dessa vez é o Juan que me apalpa a bunda, e eu tento tirar a mão pesada dele inutilmente, e o Gaston aperta pra parar o elevador, e o Juan fala pra ele: - Não para, manda pro segundo subsolo que é mais tranquilo, ninguém vai a essa hora. - Não exagerem, comentei eu... - Não acontece nada, me interrompe o Juan e continua, ajoelha um pouco. - Quer que eu chupe seu pau aqui... e agora? Sua namorada tá lá em cima! Mas eu não parava de... fazendo pressão no meu ombro pra eu me ajoelhar, quando eu faço isso, ele abaixa o zíper da calça e tira a pica já dura e enfia na minha boca até o fundo, apertando minha nuca e martelando minha cabeça na pica :- uff que gostosa, a putinha da mãe! Comenta enquanto puxa minha cabeça pra trás Dessa vez é o Gaston que me pega pela nuca e coloca a pica dele na minha boca e começa a foder minha boca sem muita pressa. Chegamos no segundo subsolo, saímos do elevador, o Juan senta e se acomoda na escada, me pega pelo braço e depois pela nuca e eu fico em posição de L chupando a pica dele. Daqui a pouco sinto o Gaston acariciando minha bunda e apalpando toda a raba, ele abaixa minha calça e cueca de uma vez. Eu saio um pouco pra trás e comento :- segura a bunda não... Não termino a frase, o Juan já tinha arrastado minha cabeça e enfiado a pica de novo e fala :- calma, você relaxa e aproveita Sinto o Gaston salivar nos dedos e enfiar no meu cu, primeiro um, depois dois até chegar em três. Tava bem violento enquanto ele ia falando :- você gosta disso né putinha, você adora. Eu saio um pouco pra trás de novo e falo :- já foi sério não me fode... Enquanto ele não parava de enfiar e tirar os três dedos do meu cu com cara de prazer olhando minha cara e caretas de dor. O Juan me pega pela cabeça e afunda na pica de novo e o Gaston comenta :- Você que tá solteiro, certeza que na carteira tem camisinha né? Enquanto vai pegar minha calça que já tinha tirado, procura a carteira e lá estava, a camisinha Volta pro meu cu, sinto ele colocar a camisinha que era lubrificada e começa a enfiar a cabeça devagarinho e pra cada Não que eu falava ele falava Sim. Até que entrou toda. Começou bombando devagar até dilatar bem o cu e enquanto ia aumentando o ritmo comentava :- uff que gostoso e apertadinho que isso tá, como aperta minha pica entre os gemidos dele e os meus Depois de um bom tempo aumentando o ritmo e diminuindo, sinto que fica durona pra caralho Pau dentro do meu cu e goza. Enquanto eu continuava chupando como podia, o pau de Juan Gastão sai pra trás, Juan se levanta e eu fico de cócoras e ele começa a foder minha cabeça por um bom tempo, mesmo apressado, e enche minha boca de porra. E sem tirar o pau de dentro, ele fala: — Engole tudo, que não posso nem sujar a cueca. E continuou bombando minha cabeça por um bom tempo até deixar bem limpinho. Quando terminou, Juan guarda o pau e se ajeita pra ficar arrumado. Eu, que estava me levantando, sou parado pelo Gastão, que diz: — Peraí, pra onde cê vai que falta a minha. Olho pro pau meio duro e ainda com a camisinha. Ele tira a camisinha e escorre toda a porra no pau e, antes que eu possa falar qualquer coisa, enfia na minha boca com a ordem: — Limpa bem, vadia. E assim eu faço. Visto a calça de novo e saímos como se nada tivesse acontecido pra comprar a cerveja. E eu pensando: não só tinha chupado eles, agora tinham me desvirginado o cu e tomado a porra num porão, e eu não podia nem negar. Entre a sacanagem, a excitação e a obrigação de obedecer. Continua...
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