Quando a calentura aperta (11)

O verão se foi e eu esperava ansiosa que o Miguel começasse a faculdade. Os dias não passavam, minha vontade de prazer os fazia eternos. Eu continuava tendo contato com ele. Apesar de ele estar com a mesma vontade que eu, era difícil, porque as primeiras semanas para um universitário são complicadas: se acostumar com horários, aulas, república, etc.
Uma tarde, já em outubro, estávamos trocando mensagens pelo WhatsApp. Em uma delas, ele disse que estava louco para me ver de novo, e eu respondi que estava na mesma. Ele disse que gostaria que, quando nos encontrássemos, fizéssemos um jogo. Perguntei qual era. Ele explicou que queria que, no nosso encontro, eu fizesse tudo o que ele mandasse, mas sem nada estranho, e que se algo me incomodasse, eu não fizesse. Naquele momento, me sentir dominada por um moleque me deu um tesão do caralho. Respondi que sim, que gostaria de experimentar. Terminou prometendo que daria um jeito de a gente se ver logo.
E foi o que aconteceu. Uma semana depois, ele me escreveu, disse que na sexta de manhã podíamos nos encontrar, mas que tinha que ser na minha casa. Respondi que não tinha problema.
Nem preciso dizer que os dias até a sexta foram um suplício para mim. Acho que me deixa mais puta o antes de ser infiel do que o ato em si. Saber que em certo dia você vai transar com alguém que não é seu marido me enlouquece, a ponto de eu ter me masturbado 2 ou 3 vezes por dia só de pensar.
Na tarde anterior, ele me escreveu e combinamos um horário depois que eu deixasse meus filhos na escola. Ele pediu que eu usasse um vestido longo sem nada por baixo.
E assim fiz. Depois de voltar da escola, me troquei e coloquei um vestido longo de noite sem nada por baixo.
Quando ele chegou, entramos e fomos para a sala. Sentamos e, depois de nos beijarmos um pouco e trocarmos uns carinhos, ele começou a dar ordens.
A primeira foi que eu tirasse o vestido e ficasse na frente dele. nua. Tirei tudo na frente dele, fiquei sem nada. Ele me olhava, enquanto se tocava por cima da calça, só me olhava.
Levantou e ficou na minha frente, "agora fica de joelhos", ele ordenou. Eu obedeci e ele mandou eu olhar pra ele, e eu olhei. "Você gosta de ficar assim pra mim, foxy?" Ouvir aquilo me excitava pra caralho, sentia minha respiração acelerada e minha buceta ficando molhada e quente. Sim, respondi. "Você quer minha pica?" Sim, eu quero, falei sem parar de olhar pra ele.
Ele mandou eu ir tirando devagar. Abri a calça dele e puxei pra baixo, o pau dele apareceu em toda sua glória. Dava pra ver que ele também tava muito excitado, porque tava duríssimo. "Muito bem, começa a chupar, puta", e eu fiz isso, me dediquei a ela. Sentir aquela carne quente na minha boca, enquanto me sentia usada por um moleque de 18 anos, tava me deixando louca.
Ele ordenou que eu não parasse de olhar pra ele enquanto chupava. Ele tirou minhas mãos e, segurando minha cabeça, começou a ditar o ritmo do boquete, cada vez movendo minha cabeça com mais força. A pica dele batia na minha garganta, os engasgos vinham e as lágrimas escorriam, mas eu não queria parar. De repente, ele parou e ficou imóvel, senti o gozo dele sair. Por eu estar naquela posição, não consegui tirar, e ele encheu minha boca de porra, senti descendo pela minha garganta. Depois de deixar um tempo pra eu cuspir todo o sêmen, ele tirou e, fechando minha boca, mandou eu engolir. Eu obedeci claramente.
Depois que ele se levantou, subiu a calça e mandou eu me vestir. Aquilo me deixou confusa, mas minha excitação fazia com que eu não recusasse nenhuma ordem. Coloquei o vestido de novo. Ele perguntou se a gente podia tomar um café. Fiquei meio sem reação, porque achei que ia ficar com o tesão que tava na hora. Enquanto a gente tomava, ele perguntou se eu tinha gostado do meu café da manhã. Eu disse que sim, mas que esperava que tivesse mais. Ele falou pra eu ficar tranquila, que não A gente tinha terminado.
Depois de tomar o café, ele mandou eu trocar de roupa e vestir o biquíni que eu tava usando na primeira vez que a gente transou. Subi pro meu quarto e coloquei ele. Quando desci, ele tava completamente pelado, sentado no sofá. O pau dele, mesmo mole, tinha um tamanho bom. De novo, ele mandou eu ficar parada na frente dele. Enquanto eu tava de pé na frente dele, ele começou a se masturbar me olhando. Porra, tava difícil pra caralho não poder me tocar ou tocar nele. Aquilo me excitava pra cacete.

Quando o pau dele já tava pronto pra atacar de novo, ele mandou eu tirar o biquíni e deitar no sofá com as pernas bem abertas. Quando eu deitei, ele falou pra eu começar a me tocar, e eu fiz isso. "Quero que você se toque até gozar", sem dizer mais nada e enquanto ele batia uma bem devagar, eu comecei minha punheta. Não demorou muitos minutos pra eu gozar. Quando terminei de aproveitar aquele orgasmo,

ele pediu pra eu segurar minhas pernas e levantá-las. Ele colocou uma camisinha, se posicionou no sofá e, sem cerimônia nenhuma, me meteu de uma vez. Igual da primeira vez, foi algo bestial, um ritmo forte sem parar. Enquanto continuava me comendo gostoso, ele não parava de repetir o quanto eu era uma puta e uma gostosa. Isso fez com que eu gozasse bem rápido. De repente, ele tirou o pau e mandou eu tirar a camisinha. Eu tirei, e ele pediu pra eu bater uma pra ele. O leite dele espirrou tudo no meu peito e na minha barriga.

Depois de gozar, ele mandou eu, sem me limpar, ir lá e vestir o vestido de novo. Eu, feito uma bobinha, fiz isso. Quando desci, ele ainda tava pelado, mas com o pau mole. Normal, depois de ter gozado duas vezes. Eu não esperava mais nada, claro. Sentei do lado dele e perguntei como é que ele tinha gozado tão rápido dessa vez, já que na primeira ele tinha durado mais de uma hora. Ele respondeu rindo que na primeira vez ele tinha transado com uma mina na noite anterior, por isso aguentava mais, e que desde que começou a transar comigo não tinha comido nenhuma outra garota, então Segundo ele, tava com os ovos cheios.
Do nada, me perguntou se já tinham me fodido o cu, eu falei que não. Mas falei que já tinha me masturbado pelo meu ânus. Ele disse que queria me foder. Eu, claro, depois de tanto tempo querendo experimentar, falei que sim, mas que ele tomasse cuidado. Ele mandou eu tirar o vestido de novo. E de novo fiquei pelada na frente dele. Mas dessa vez, a porra seca dele enfeitava todo o meu torso. Ele mandou eu ficar de quatro, encostada no encosto do sofá. Ele se ajeitou atrás de mim e eu senti a língua dele brincando com meu buraquinho.
De repente, meu cu começou a esquentar ao sentir a língua dele brincando ali. Minha bunda não parava de salivar. Ele enfiou um dedo, que entrou suave, fazendo eu soltar um gemido de prazer. Depois de um tempinho brincando, tirou o dedo e continuou lambendo, aí tentou com dois. No começo resistiu um pouco, mas depois entravam e saíam bem. Repetiu a operação e conseguiu enfiar três dedos de uma vez. Depois que conseguiu, ficou um bom tempo enfiando e tirando.
E pra mim, cada vez dava mais prazer. Ouvi ele cuspir no próprio pau e notei ele batendo uma pra lubrificar bem. Apontou a cabeça dele pro meu cu e foi enfiando devagar. Quando doía, ele tirava, cuspia de novo e enfiava de volta. Depois de algumas repetições, entrava e saía sem problema. Ele foi aumentando o ritmo até voltar ao que já me tinha acostumado. Não sei como descrever, era um prazer novo, nem melhor nem pior do que quando te fodem a buceta, era diferente. O que eu achava era que era só prazer, mas de repente percebi que tava vindo um orgasmo. Não era igual ao vaginal, era como uma explosão dentro de mim, como se meu corpo por dentro quisesse se virar.
De repente, senti a sensação maravilhosa de gozar pelo cu. Eu gritava e gemia enquanto gozava, e ele de repente começou a gemer mais forte. Quando eu gozei, meu esfíncter se contraiu e isso fez ele gozar também. Eu tava gozando ao mesmo tempo. que o Migue encheu minha buceta de porra. Depois de deixar o pau dele dentro de mim e sentir aquelas pequenas sacudidas enquanto ele jorra até a última gota de leite. Voltei a mim, como se tivesse tido uma viagem astral.
Ele me disse que não aguentava mais, algo natural depois das gozadas que ele tinha dado.
Falei pra gente tomar banho junto, e assim fizemos enquanto nos comíamos de beijo.
Depois do banho, ele se vestiu e a gente se despediu, até a próxima.
Já que da próxima vez, ele seria meu brinquedo.

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