Meu relacionamento com a Nancy, minha namorada, era bom e muito quente. A gente transava em qualquer lugar: no transporte, no cinema, até do lado da mãe dela enquanto ela dormia. Ela sempre me surpreendia com alguma proposta. Como contei no relato anterior, a Nancy me deixou dormir com a prima dela enquanto ela nos assistia. Por causa disso, ela pediu um pequeno favor: queria sair com um cara que tava afim dela, o nome era Carlos. Eu aceitei, já que de certa forma tava em dívida com ela. A Nancy me apresentou como primo dela pra não levantar suspeitas sobre a gente morar junto. O quarto onde a gente vivia era pequeno, só dois cômodos: uma cozinha e um quarto com um beliche e uma cama. Isso era pra não levantar suspeitas com a família dela, já que eu me passava por amigo, e de vez em quando eles vinham visitar.
O relacionamento dela com o Carlos era só de amigos, porque eles nem tinham chegado a se beijar. Uma noite de chuva, a Nancy recebeu uma ligação. Era o Carlos pedindo abrigo, já que por causa da chuva forte ele não conseguia chegar em casa. Depois de a Nancy implorar muito, eu aceitei, pensando que não ia rolar nada comigo ali. O Carlos entrou, e a gente ficou lá: Celso (eu), Carlos (o pretendente) e Nancy (minha namorada), conversando como simples amigos. Depois de uma longa conversa, fomos dormir: eu na cama, Nancy na parte de baixo do beliche e Carlos na parte de cima.
O som do teclado dos celulares dos dois não me deixava dormir. Parece que estavam conversando algo particular que não queriam que eu soubesse. De repente, chegou uma mensagem pra mim. Era a Nancy, que me contou que tava conversando com o Carlos e me mandou um print da seguinte conversa:
Carlos: Oi, gostosa, não quero dormir sozinho. Vem aqui, por favor.
Nancy: Como assim? Meu primo tá aqui.
Carlos: Ele já dormiu. Só quero te abraçar e te dar um beijo. Você me atrai pra caralho.
Ao ler as mensagens, respondi o seguinte:
Celso: Cê sabe que ele quer te levar pra cama, né?
Nancy: Sei, sim. A verdade é que eu gosto dele. Sabe que te amo, mas se você me deixar subir, eu... prometo que agora eu me seguro e vai ser só uns beijos e ele não vai mais ver ela,
Celso: ok, pode subir.
Eu sabia que era errado, mas tinha uma garota que eu gostava e depois disso podia pedir o mesmo favor sem remorso. Nancy se levantou da cama, na escuridão eu vi que ela só subia de calcinha fio dental e pensei: não pode ser, ela vai fazer de novo, sabia que não seriam só beijos.
Na hora comecei a ouvir o som dos beijos, a cama começou a mexer, e baixinho Nancy começou a gemer, mas não me incomodava, pelo contrário, queria ver eles. Me excitava saber que do lado estavam comendo minha namorada. Ouvi umas palmadas e cada vez ficava mais excitado imaginando o que aquele cara fazia. Depois de um tempo, vi Nancy descer e deitar na cama dela, ela estava satisfeita, mas a curiosidade me matava, queria ver ela no ato com outro.
De manhã, quando o namorado dela já tinha ido embora, Nancy me contou o que rolou:
Nancy: subi só de calcinha mesmo porque queria esfregar meu corpo nu no dele. Na hora nos beijamos e senti ele pelado com o pau bem duro. Montei nele para esfregar na minha buceta enquanto nos beijávamos apaixonadamente. Depois foi ao contrário, ele se esfregava em cima de mim, queria meter mas não deixei, só ficou esfregando por cima da minha calcinha e me apalpando igual um louco, até que gozou. Peguei a calcinha, me limpei com ela e deixei de lembrança, foi isso.
Quando ela me contou isso, meu pau ficou duríssimo, minha respiração pesada, tava louco de tesão.
Nancy: te excita saber que eu tava com outro?
Celso: não posso negar, é chato, mas preferia ter te visto no ato.
Nancy: vou realizar sua fantasia, já tenho o candidato.
Ao ouvir isso, não me segurei, tirei a roupa e fiz amor como um louco, os dois aproveitamos ao máximo. Quando terminei, percebi que era sério. Tinha um garoto recém-chegado na faculdade com quem eu tinha conversado, chamado David, era meio tímido e inocente, e pelo que Conversava com Nancy, ela era virgem. Nancy queria ser a primeira na vida dele, então preparou tudo pro encontro. Convenceu o garoto a vê-lo num sábado às 4. Eu ia ficar escondido na cozinha, onde fizemos um buraco pra eu ver o que eles faziam. Chegou a hora, eu me escondi sem falar nada. Nancy tava com um vestidinho amarelo curtíssimo e colado que deixaria qualquer homem louco. A bunda e os peitos dela marcavam tudo, parecia uma puta. David chegou e ela mandou ele entrar:
Nancy: Oi, pequeno, como cê tá?
David: Bem.
Nancy: Tá gostando do que vê?
David: Tá, cê tá muito gostosa.
Nancy: Me vesti assim pra você.
Ela sentou ele numa cadeira e sentou no colo dele, dando um beijo apaixonado. Pegou a mão dele e levou até a bunda dela.
Nancy: Tudo isso é seu, então aproveita.
Nancy ajoelhou e puxou o pau dele. Surpresa: era enorme e duro. A cara de Nancy foi de surpresa total, medo e tesão ao ver aquilo tudo, mas sem hesitar começou a chupar. David não tava afim de nada, tava muito nervoso, dava pra ver a inexperiência. Nancy levantou e, num puxão, tirou o vestido sozinha e deitou na cama.
Nancy: Sua vez, agora é você que me beija.
David entendeu, mesmo tremendo, tirou a calcinha fio dental dela e fez um oral gostoso que minha namorada adorava. Não demorou muito, Nancy ficou de quatro pra receber aquele pauzão. David não hesitou e foi enfiando devagar. Nancy mordia um travesseiro pra não gritar. De repente, David se transformou: aquele garoto inocente começou a meter com força, dava tapas na bunda, puxava o cabelo, era um animal.
Nancy: Assim, gostoso, me dá!
David: Que bunda gostosa você tem, ninguém nunca me deixou tão excitado. Mas não me chama de garoto. Você disse que era minha, agora me chama de senhor David.
Nancy: Sim, senhor David, o que o meu dono mandar.
David: Agora monta você.
Nancy subiu sem rodeios. Aquele jovem inocente agora tava dominando ela. Ela começou a fazer aqueles movimentos gostosos em círculo, e o garoto não aguentou e gozou. jatos, parecia que tinha acabado, mas os dois ficaram deitados se beijando, David teve outra ereção e começou a foder Nancy de novo
David: não te bastou, puta?
Nancy: não, senhor, quero mais
David: quem te fode mais gostoso?
Nancy: o senhor
Parece que esse papel de submissa, ter aquela pica enorme entre as pernas, desvirginar um jovem e eu estar vendo tudo isso a enchiam de prazer, a cara dela era de felicidade total, e seus gritos de prazer eram os mais fortes que já tinha ouvido, ela encheu de porra mais uma vez e terminaram, se despediram, na hora eu, super excitado, me aproximei, mas Nancy me rejeitou, aquele jovem a fez gozar por completo.
Essa foi minha última história com Nancy, depois, por diferentes circunstâncias, nos separamos e, embora tenhamos nos escrito de vez em quando, estou há 10 anos sem vê-la.
O relacionamento dela com o Carlos era só de amigos, porque eles nem tinham chegado a se beijar. Uma noite de chuva, a Nancy recebeu uma ligação. Era o Carlos pedindo abrigo, já que por causa da chuva forte ele não conseguia chegar em casa. Depois de a Nancy implorar muito, eu aceitei, pensando que não ia rolar nada comigo ali. O Carlos entrou, e a gente ficou lá: Celso (eu), Carlos (o pretendente) e Nancy (minha namorada), conversando como simples amigos. Depois de uma longa conversa, fomos dormir: eu na cama, Nancy na parte de baixo do beliche e Carlos na parte de cima.
O som do teclado dos celulares dos dois não me deixava dormir. Parece que estavam conversando algo particular que não queriam que eu soubesse. De repente, chegou uma mensagem pra mim. Era a Nancy, que me contou que tava conversando com o Carlos e me mandou um print da seguinte conversa:
Carlos: Oi, gostosa, não quero dormir sozinho. Vem aqui, por favor.
Nancy: Como assim? Meu primo tá aqui.
Carlos: Ele já dormiu. Só quero te abraçar e te dar um beijo. Você me atrai pra caralho.
Ao ler as mensagens, respondi o seguinte:
Celso: Cê sabe que ele quer te levar pra cama, né?
Nancy: Sei, sim. A verdade é que eu gosto dele. Sabe que te amo, mas se você me deixar subir, eu... prometo que agora eu me seguro e vai ser só uns beijos e ele não vai mais ver ela,
Celso: ok, pode subir.
Eu sabia que era errado, mas tinha uma garota que eu gostava e depois disso podia pedir o mesmo favor sem remorso. Nancy se levantou da cama, na escuridão eu vi que ela só subia de calcinha fio dental e pensei: não pode ser, ela vai fazer de novo, sabia que não seriam só beijos.
Na hora comecei a ouvir o som dos beijos, a cama começou a mexer, e baixinho Nancy começou a gemer, mas não me incomodava, pelo contrário, queria ver eles. Me excitava saber que do lado estavam comendo minha namorada. Ouvi umas palmadas e cada vez ficava mais excitado imaginando o que aquele cara fazia. Depois de um tempo, vi Nancy descer e deitar na cama dela, ela estava satisfeita, mas a curiosidade me matava, queria ver ela no ato com outro.
De manhã, quando o namorado dela já tinha ido embora, Nancy me contou o que rolou:
Nancy: subi só de calcinha mesmo porque queria esfregar meu corpo nu no dele. Na hora nos beijamos e senti ele pelado com o pau bem duro. Montei nele para esfregar na minha buceta enquanto nos beijávamos apaixonadamente. Depois foi ao contrário, ele se esfregava em cima de mim, queria meter mas não deixei, só ficou esfregando por cima da minha calcinha e me apalpando igual um louco, até que gozou. Peguei a calcinha, me limpei com ela e deixei de lembrança, foi isso.
Quando ela me contou isso, meu pau ficou duríssimo, minha respiração pesada, tava louco de tesão.
Nancy: te excita saber que eu tava com outro?
Celso: não posso negar, é chato, mas preferia ter te visto no ato.
Nancy: vou realizar sua fantasia, já tenho o candidato.
Ao ouvir isso, não me segurei, tirei a roupa e fiz amor como um louco, os dois aproveitamos ao máximo. Quando terminei, percebi que era sério. Tinha um garoto recém-chegado na faculdade com quem eu tinha conversado, chamado David, era meio tímido e inocente, e pelo que Conversava com Nancy, ela era virgem. Nancy queria ser a primeira na vida dele, então preparou tudo pro encontro. Convenceu o garoto a vê-lo num sábado às 4. Eu ia ficar escondido na cozinha, onde fizemos um buraco pra eu ver o que eles faziam. Chegou a hora, eu me escondi sem falar nada. Nancy tava com um vestidinho amarelo curtíssimo e colado que deixaria qualquer homem louco. A bunda e os peitos dela marcavam tudo, parecia uma puta. David chegou e ela mandou ele entrar:
Nancy: Oi, pequeno, como cê tá?
David: Bem.
Nancy: Tá gostando do que vê?
David: Tá, cê tá muito gostosa.
Nancy: Me vesti assim pra você.
Ela sentou ele numa cadeira e sentou no colo dele, dando um beijo apaixonado. Pegou a mão dele e levou até a bunda dela.
Nancy: Tudo isso é seu, então aproveita.
Nancy ajoelhou e puxou o pau dele. Surpresa: era enorme e duro. A cara de Nancy foi de surpresa total, medo e tesão ao ver aquilo tudo, mas sem hesitar começou a chupar. David não tava afim de nada, tava muito nervoso, dava pra ver a inexperiência. Nancy levantou e, num puxão, tirou o vestido sozinha e deitou na cama.
Nancy: Sua vez, agora é você que me beija.
David entendeu, mesmo tremendo, tirou a calcinha fio dental dela e fez um oral gostoso que minha namorada adorava. Não demorou muito, Nancy ficou de quatro pra receber aquele pauzão. David não hesitou e foi enfiando devagar. Nancy mordia um travesseiro pra não gritar. De repente, David se transformou: aquele garoto inocente começou a meter com força, dava tapas na bunda, puxava o cabelo, era um animal.
Nancy: Assim, gostoso, me dá!
David: Que bunda gostosa você tem, ninguém nunca me deixou tão excitado. Mas não me chama de garoto. Você disse que era minha, agora me chama de senhor David.
Nancy: Sim, senhor David, o que o meu dono mandar.
David: Agora monta você.
Nancy subiu sem rodeios. Aquele jovem inocente agora tava dominando ela. Ela começou a fazer aqueles movimentos gostosos em círculo, e o garoto não aguentou e gozou. jatos, parecia que tinha acabado, mas os dois ficaram deitados se beijando, David teve outra ereção e começou a foder Nancy de novo
David: não te bastou, puta?
Nancy: não, senhor, quero mais
David: quem te fode mais gostoso?
Nancy: o senhor
Parece que esse papel de submissa, ter aquela pica enorme entre as pernas, desvirginar um jovem e eu estar vendo tudo isso a enchiam de prazer, a cara dela era de felicidade total, e seus gritos de prazer eram os mais fortes que já tinha ouvido, ela encheu de porra mais uma vez e terminaram, se despediram, na hora eu, super excitado, me aproximei, mas Nancy me rejeitou, aquele jovem a fez gozar por completo.
Essa foi minha última história com Nancy, depois, por diferentes circunstâncias, nos separamos e, embora tenhamos nos escrito de vez em quando, estou há 10 anos sem vê-la.
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