Na Minha Família 2 Final!!

Como contei pra vocês, na minha família somos 7 pessoas e a gente adora fazer jogos pra passar o tempo e esquecer um pouco dos problemas do dia a dia. Minha família é formada por 2 homens — meu pai e eu — e 5 mulheres: minha mãe Susana e minhas irmãs Karla, Karen, Diana e Deysi.

Mãe: Dona Susana é minha mãe, uma mulher madura de 40 anos, bem alta, quase 1,75m de altura, com quadris largos mas cintura fina, cabelo curto e reto, pernas longas e grossas, braços finos, pele clara, peitos médios e uma bunda enorme, olhos grandes, pés grandes, lábios pequenos, voz um pouco rouca e mãos grandes também, assim como os pés. Tem um temperamento forte, mas um senso de humor bem perverso, pra chamar de algum jeito.

Karla: é a irmã mais velha, ela é meio gordinha, pele branca e peitos enormes. Os mamilos são roxos e contrastam com a pele branca quase transparente dela. O rosto é redondo e os olhos são grandes, o que faz dela uma mulher muito gostosa pra todos os homens. Ela tem uma língua bem comprida, que quase alcança o queixo. Adora jogar vôlei, e mesmo sendo um pouco gordinha, é bem firme e tem uma bunda grande igual a da mãe.

Karen: é a irmã seguinte, tem 23 anos e é totalmente doida. Literalmente, não tem vergonha de nada e faz de tudo. Ela é bem magrinha, sem peitos e sem bunda, totalmente reta. Também tem olhos grandes e voz rouca igual a da mãe. Tem cabelo comprido e a cintura bem fina. É de altura média, nem muito alta nem muito baixa. A maior qualidade dela é que nunca diz não pra nada e aguenta tudo.

Diana: é uma verdadeira puta, apesar de ter só 21 anos. Ela tem pele morena e a bunda dela é enorme, e nunca se depila — sempre tem pelos saindo da calcinha. Mede 1,70m, quase tão alta quanto minha mãe, mas apesar de ter um jeito muito sério, nos desafios ela se transforma e quase sempre ganha. Adora dançar e tem o cabelo comprido, quase Até a bunda. Ela é a favorita da mamãe, mas me irrita a voz chata dela, que às vezes fica insuportável, além de nunca parar de falar ou gritar.

Deysi: é a irmãzinha mais nova, literalmente tem 1,50m e acabou de fazer 19 anos, mas igual à mamãe, tem umas tetas enormes e bicos rosados. Papai chama ela de "minha porquinha". Eu gosto dela pelo rabão que tem e, apesar das pernas curtas, ela sempre sabe se ajeitar de quatro pra você meter gostoso e aguenta bem. Normalmente usa shorts curtos e apertados que ficam muito nela, também usa cabelo curto, o que a faz parecer ainda mais nova do que é. E, igual à mamãe, sempre ganha o desafio de sentar na pica.

Os jogos em família, como eu disse, são bem simples: papai define as regras e os castigos, e mamãe dá os prêmios e participa deles. E eu, junto com minhas 4 irmãs, obedecemos.

No sábado passado, jogamos "adivinha o que você está comendo". O jogo consistia em minhas irmãs e minha mãe taparem o rosto com a fronha do travesseiro, mas antes papai fez um buraco em todas as fronhas pra elas poderem respirar. Depois, ele e eu tiramos toda a roupa das 5 mulheres da casa, que ficaram completamente nuas e só com as fronhas na cara, sem poder ver o que acontecia ao redor.

Depois, papai pediu pra elas engatinharem pela sala toda. Pareciam umas cachorras obedecendo ao dono. Eu sentei no sofá e fiquei olhando pra todas as bundas. O rabão da mamãe se destacava, assim como o rabão da pequena Deysi, e também os pelos na bunda que a Diana tinha. Aí papai as colocou no sofá, eu tive que me levantar, e elas ficaram de quatro, inclinadas no sofá. Como o sofá era grande, as 5 couberam muito bem, uma do lado da outra. Estavam maravilhosos aqueles 5 rabos enfileirados, como se esperassem pra serem comidos.

Depois papai disse: "Agora quero que vocês comecem a enfiar os dedos na buceta. A primeira que ficar molhada ganha uma. Boa metida de pau, enquanto eu e meu pai pegamos umas cadeiras e sentamos de frente pra elas pra ver qual das 5 se molhava primeiro, então as 5 já começaram a se tocar, todos os dedos sumiam entre as bundas delas e todas começaram a gemer, as 5 mulheres da casa estavam de quatro na nossa frente e se masturbavam que nem umas loucas.

A Karen enfiava 2 dedos e depois 3, até vi ela enfiar 4 enquanto gemia e falava "ai que gostoso, ai que gostoso, coçou minha buceta, gosto, papi, gosto de ser puta, vem meter o pau em mim, por favor, papi, vem me dar pica".

Meu pai olhava pra ela e pro resto das filhas dele se enfiando os dedos, aí ele levantou e antes de ir atrás da Karen me disse: "Você vai me ajudar, filho, quero que você meta em todas e em quem você quiser, quantas vezes quiser, elas têm que aguentar."

A primeira que escolhi foi a porquinha da Deysi, fiquei atrás dela e segurei na cintura dela. "Ô, buceta, já me molhei toda, já me molhei toda, minha bundinha", ela gritava enquanto eu me ajeitava pra comer ela, e conforme meu pau ia entrando nela, ela já tava tendo um orgasmo. Só soube pelo grito que ela soltou quando teve meu pau inteiro até o fundo: "Mamãe, mamãe, meteram o pau todo em mim, mamãe, meteram ele todo", ela dizia enquanto eu tava enfiando fundo.

Enquanto isso, papai ajeitava a garota da Karen, a putinha abria a própria bunda sozinha pra ser penetrada. Lembro que papai passou a mão por toda a buceta dela enquanto falava: "Adivinha quem vai te comer, puta?" "Sim, papi, sou puta e você vai me comer, vai me comer por puta e gostosa", e antes que ela continuasse, meu pai enfiou o pau inteiro na bocetinha rosada e molhada dela. "Sim, buceta, é você que tá me comendo, já senti seu pauzão duro, papi, seu pauzão duro, gostoso e largo, já senti ele todo." Papai metia com força na garota da Karen, que aguentava como uma campeã aquelas investidas do senhor. "Vou te meter com força, Karenzinha, até você encher, sua puta. si pussy, me arrebenta, me arrebenta, pra isso que eu sirvo pussy, pra você arrebentar meu cu, sou sua putinha, pussy, sou sua putinha.

A mãe, que tava do lado da Karen, começou a se esquentar mais do que já tava ao ouvir o choque das carnes da filha com as carnes do marido, que estavam do lado dela. E começou a gemer pra caralho enquanto se batia na bunda sozinha, e meus outros irmãos começaram a fazer o mesmo, gemiam como putas no cio e se batiam no rabo, todas em uníssono, gemiam e escorriam, mexendo as bundas em círculos como se procurassem uma rola pra mamar, e depois se batiam de novo pra se castigar sozinhas.

Papai me ordenou: "Me ajuda com essas putas, filho, olha como elas ficaram, olha só a coitada da sua mãe, como já tá com o cu todo aberto." Obedeci meu pai e tirei a rola da Deysi de entre as bundas dela, era um prazer ver a rachinha dela toda inchada pelas fortes enfiadas que ele tinha dado.

E depois fui pro cu da dona Susana, minha mãe. Quando vi, fiquei totalmente hipnotizado, ela sozinha continuava enfiando a mão entre as nádegas, enfiava até 4 dedos. Eu também passei minha mão entre as nádegas dela, e a porca molhou toda a minha mão, então dei pra ela chupar meus dedos com os próprios sucos dela. A dona chupava minha mão inteira de um jeito bem perverso.

Fiquei muito excitado e enfiei minha cara entre as nádegas dela. Lembro que com minha língua limpava a rachinha da minha mãe, que me dizia: "Assim, filho, chupa tudo, chupa tudo assim, assim, bebe." Com minha cara enfiada na bunda da minha mãe, bebi todos os líquidos dela.

Depois peguei ela pelo cabelo pra penetrar ela com tudo. Mamãe começou a pedir pra eu meter logo: "Mete logo, filho, enfia tua rola em mim, enfia, filho, vamos, enfia, eu preciso, preciso dela toda dentro", dizia a puta da mamãe, "preciso dela toda até dentro, bem lá dentro, enfia, bebê."

Papai ouviu e gritou: "Já te ouvi, sua puta Susana, e depois você diz que é porque suas filhas são tão vadias? Se puxaram a você, a mãe delas, todas enlouquecem quando querem rola. Sim, sou puta, sou uma puta. vadia sou dona vadia a come pinto dizia minha mãe e me implorava por favor filhinho me dá do teu pinto me dá muito pinto tô com fome no meu cu de comer pinto me dá pelo Booty por favor filho, enquanto dizia isso eu segurei ela forte pelo cabelo e meti inteiro de uma só vez e comecei a esbofetear a bunda dela com toda minha força, as nádegas da minha mãe ecoavam na sala e os gritos da Karen acompanhavam aquele barulho, depois a Karen gritou vou gozar papai vou gozar, aí papai tirou o pinto e deixou ela largada no chão toda cansada pela trepada violenta que tinha dado

depois foi buscar a Karla ver Karlotinha sua vez filhinha preciso de uma bunda grande que aguente tudo, papai mandou ela cruzar os tornozelos e colocar o rosto no chão e depois pediu pra ela levantar a bunda o máximo que pudesse, aquela vista fazia as nádegas da Karen parecerem imensas ainda maiores que as da minha mãe,

meu pai cuspiu no ânus da Karen enquanto dizia quero que você aguente tudo filhinha, lembra que você é a mais velha, Karen só disse sim buceta eu aguento tudo e depois disso papai começou a furar o cu da minha irmã,

Karen gritava buceta buceta buceta é bem grossa buceta é bem grossa, teu pinto, parece que arde a bucetinha de cu arde muito, ao ouvir os gritos da Karla meu pinto ficou duro como nunca e montei na mamãe como se fosse uma égua querendo partir ela ao meio,

depois a Karla começou a chorar, já papai já papai já doeu a bucetinha de cu já papai já não aguento papai já, mas não parava de se empinar sozinha e mexer a bunda até meu pai gozar nas nádegas dela e a Karla disse papai já cuspiu seu gozo papai cuspiu tudo no meu cu

meu pai se movia mais devagar enquanto dizia ai filha que bundão gostoso você tem não acredito que aguentou tudo minha princesa aguenta sim igual sua mamãe

a Karla soluçava com o cu cheio de gozo e totalmente arrombado pelo pai, mas agora faltava a Diana ela não tinha comido Pau, então papai mandou ver. Fez ela sentar no pau dele. Diana mordeu os lábios ao sentir entrando. "Mexe como quando você rebola no baile, filhinha", disse meu pai rindo, e Diana obedeceu, começou a cavalgar sozinha. Meu pai nunca imaginou que Diana se mexesse tão gostosa e não aguentou aquelas sentadas da puta da minha irmã.

Meu pai gozou na hora. Diana desceu do pau do papai, tirou a máscara do rosto e me encarou. "Agora é sua vez, me dá o pau, irmão", ela dizia isso enquanto abria as pernas de uma vez, totalmente.

Vi todos os pelinhos da buceta dela molhados e a cara de súplica e depravação, como se implorasse pra eu comer ela. Aí larguei minha mãe, que já tava exausta e bem comida, e fui pra cima da Diana. Comi ela com violência enquanto ela abria a boca e chupava os próprios dedos. Eu fechava os olhos pra sentir mais a rachinha dela, que apertava meu pau, e os pelinhos dela batiam na minha pélvis.

Depois ela disse: "Me dá de quatro, igual à mamãe". E Diana me ofereceu o cu, abrindo as nádegas, e começou a chupar meu pau. A puta da minha irmã sumiu com ele completamente, e depois começou a enfiar sozinha, igual fez com o papai. Ela tirou toda a minha porra, e mesmo eu avisando que ia gozar, ela não parou de se mexer até espremer toda a minha gozada com o cu dela, enquanto gritava: "Tô gozando, papaiii! Tô gozandooo!!"

FIM!

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