Anteriormente: Meu sobrinho, que tá em casa por causa da quarentena enquanto meu marido tá preso na Europa, me ajuda a fazer meus exercícios físicos direitinho.
Depois de sentir as mãos dele no meu corpo pra me guiar e me fazer suar, a gente vai tomar banho, cada um na sua vez, primeiro ele.
Vejo ele batendo uma enquanto toma banho porque deixou a porta entreaberta do único banheiro disponível em casa, o do meu quarto.
Aí é minha vez de tomar banho, dessa vez eu me masturbo pensando em tudo que vi do meu sobrinho, na pica iluminada pela lua da noite anterior, na silhueta borrada da pica que dava pra ver atrás do box embaçado pelo vapor da água quente caindo no corpo dele.
Termino batendo uma sem desculpas, pensando só no corpo do meu sobrinho adolescente, nos braços musculosos dele, nos peitorais, nos abdominais, imaginando como seria ver aquela pica sem filtro.
Explodo de prazer, minhas pernas fraquejam, desabo no chão do chuveiro, tentando me recompor fisicamente.
Tô apoiada na parede enquanto a água do chuveiro cai na minha cara e no meu corpo, tiro meus dedos da minha buceta e vejo a água começar a limpar todos os meus pecados líquidos.
Ouço um barulho, alguma coisa cai no meu quarto. Foco o olhar além do box, limpo o embaçado, vejo a porta entreaberta do banheiro.
Me levanto e fecho o chuveiro, abro o box, pego a toalha e amarro ela sobre meus peitos sem me secar nada do corpo.
Chego perto da porta e vejo se meu sobrinho tá no meu quarto. Não tem ninguém.
A porta do meu quarto também tá entreaberta. Lembro muito bem de ter fechado ela quando fui tomar banho, já tinha na mente me masturbar como uma pervertida sem nada me atrapalhar.
Será que a porta abriu sozinha? Olho o que poderia ter caído no meu quarto.
Do lado da porta do banheiro tinha um móvel pros equipamentos de áudio e televisão, também cabiam livros e porta-retratos.
Um desses porta-retratos tá diferente.
Quando me aproximo... Vejo que a foto tá torta, parece que o porta-retrato caiu.
Meu sobrinho adolescente não parece ser muito esperto, era melhor ter deixado o quadro no chão, fingindo que caiu sozinho, ou por causa da gravidade.
Agora eu sei que ele esteve no meu quarto, algo caiu e ele tentou colocar de volta no lugar.
Minha pergunta é: será que ele só entrou, viu que eu tava no banheiro e saiu disparado pra fora, derrubando o móvel na saída?
Ou será que ele ficou observando desde o primeiro minuto, até eu terminar, e aí a falta de jeito do corpo grande e adolescente fez ele esbarrar no móvel quando foi embora?
Seria ele tão pervertido a ponto de ficar olhando a tia tomando banho? E mais ainda, olhar ela se masturbando?
Deixei a porta do meu quarto entreaberta, não mexi nela, precisava pensar bem no próximo passo: será que eu confrontava meu sobrinho? E se ele me viu quando eu fiz a mesma coisa enquanto ele tomava banho? Eu ficaria exposta.
Ele tem tudo a ganhar se tudo vier à tona, é um adolescente, talvez ainda seja virgem. É normal querer ver mulheres peladas, e nesse caso, a tia dele. Só tá olhando. É pervertido, mas não tanto quanto eu.
Eu sou muito mais velha, tenho marido, sou uma mulher feita e direita. Seria uma vergonha se descobrissem que eu fiquei olhando meu sobrinho enquanto ele se masturbava.
Enquanto me visto, vou traçando alternativas, penteio o cabelo me olhando no espelho, esperando que alguma ideia caia do céu de como encarar meu sobrinho, se falo algo ou não.
Finalmente chega a hora do jantar, ele é quem cozinha e me avisa que já tá pronto e servido na mesa.
Saio e tenho dificuldade de olhar nos olhos dele, tento desviar o olhar, ligo a TV tentando achar algo que me dê um assunto pra puxar conversa.
Quase não trocamos palavra naquela janta, ele levanta a mesa e lava a louça como toda noite. Dou boa noite e vou dormir.
Amanhece o sexto dia. Acordo e tá tudo calmo demais.
Olho pro jardim e meu sobrinho não tá lá, olho pro sofá e ele tá dormindo.
O cobertor dele tá no chão. Ele tá de barriga pra cima, vestido. Só por um shortinho pequeno que não é justo no corpo.
Me aproximo pra ver se ele tá bem, chamo ele pelo nome baixinho pra confirmar se tá acordado ou dormindo. Ele não responde.
Tô a um metro de onde ele dorme e continuo chamando ele bem devagar.
Olho enquanto o peito dele, definido, os abdominais marcados, dá pra ver um certo reflexo de um líquido seco. Parece que naquela noite ele também teve sua sessão de punheta.
Como todo jovem da idade dele, tava com toda a potência pra aguentar várias punhetas num dia só. Tava aproveitando.
No umbigo dele parece que ficou um pouco do sêmen, tem tipo uma gota, isso não secou.
Com a desculpa de acordar ele, toco nos abdominais marcados dele, e um dos meus dedos vai direto pro umbigo.
Tá úmido, tá líquido, é sêmen.
Quando levanto o dedo, um fio de sêmen se solta, ligando aquele umbigo ao meu dedo.
Olhando pro rosto dele, me certificando que ele dorme, levo o dedo ao nariz, depois à minha boca.
Meus olhos descem pelo corpo todo dele e param no shortinho minúsculo dele, que é curto mas folgado.
Me ajoelho pra poder falar com ele mais de perto e tentar acordá-lo.
Na minha nova posição, consigo ver mais fundo o que tem entre o tecido do short e a pele dele.
Parece que não é suficiente o que vejo, e meu sobrinho não acorda. Então vou e toco ele na coxa, nos quadríceps duros dele. Nesse movimento, meus dedos brincam com o short dele, levantando um pouco.
Aí na escuridão vejo uma coisa, vejo um volume de carne. Não consigo distinguir o que tô vendo, se são os testículos dele ou alguma parte do pau ou a cabeça, só sei que é um pedaço de carne, e grande.
Nisso meu sobrinho se mexe e eu tento tirar a mão, mas já é tarde pra tirar completamente, minha mão fica nos quadríceps dele.
Finjo que é normal, aperto mais forte enquanto ele me olha. Falo carinhosamente que é hora de acordar, que não seja dorminhoco. Como uma tia carinhosa com o sobrinho.
Me recomponho, já de pé, falo que eu faria o Café da manhã, aproveita pra lavar o rosto e escovar os dentes.
Meu sobrinho me pede desculpa por ter dormido demais. Diz que a sessão dupla de exercícios de ontem deixou ele exausto. Que faria só à tarde comigo, se eu não me importasse, pra não se cansar e ainda tomar banho uma vez só no dia.
O dia passa e chega a hora da academia.
Fazemos as rotinas como meu sobrinho manda, de vez em quando as mãos dele vão pras minhas pernas, quadril, costas, braços, ombros pra me indicar como fazer.
Num momento chega a hora dos abdominais, então ele segura minhas pernas enquanto eu faço. As mãos fortes dele nos meus tornozelos me dão um arrepio indescritível.
Na minha cabeça, eu pensava em usar um minishort e não aquela legging, que por mais que valorizasse minhas pernas e minha bunda, não deixava meu sobrinho me olhar do jeito que ele queria.
Chega a vez dele, agora eu seguro os tornozelos dele, e como preciso de mais força, apoio meus joelhos nos pés dele.
Meu corpo se apoia nas pernas dele, nos joelhos abertos. Meus peitos roçam esses joelhos a cada subida e descida dos abdominais dele.
Tento me concentrar olhando pro rosto dele, mas os olhos dele vão pros meus peitos. Ele me olha disfarçadamente.
Eu, por minha vez, começo a baixar o olhar até o short de exercício dele. Não é tão curto quanto o que ele usa pra dormir, mas também é folgado.
Infelizmente, só consigo ver a cueca dele, uma samba canção cinza que contrasta com o fluorescente da roupa de academia. O que dá pra perceber é o tamanho do volume, é bem considerável, não sei se é assim de verdade ou por causa da excitação de ver meus peitos ou do roçar deles nas pernas dele.
Terminamos e chega o momento crítico, o do banho.
"Começo eu?" diz meu sobrinho, sorrindo pra mim.
Acho que não foi de duplo sentido, mas minha mente pervertida transforma tudo em algo sexual.
Ele vai tomar banho, a porta do meu quarto não fecha totalmente, ouço a água abrir.
Mando dezenas de mensagens pro meu marido, mas o som da água do chuveiro me perfura. os ouvidos.
Não aguento mais a curiosidade e, depois de alguns minutos lutando com minha consciência, ela perde e eu levanto e vou pro meu quarto.
Ando na ponta dos pés, e de longe já vejo que a porta do banheiro está entreaberta.
Quando chego lá, vejo meu sobrinho se masturbando de novo, mas dessa vez a porta do box não está totalmente fechada. Então, em certos movimentos, consigo ver os braços dele com mais clareza, também as pernas, e espero um movimento certo pra poder ver algo a mais.
Percebo que ele começa a se aproximar da parte aberta do box enquanto se masturba com mais entusiasmo.
Meus olhos se arregalam como nunca, tentando capturar tudo, no instante em que estou prestes a ver aquela pica adolescente, meu celular toca, quebrando o momento.
Notificações do meu marido nas minhas mensagens, e de nervoso, o celular cai no chão.
"Tia, você tá aí?" diz meu sobrinho do banheiro, fechando o box completamente.
Ela tinha me descoberto, eu tava morta. Sinto a pressão baixar. Tudo ia se foder por não saber controlar minha perversão.
Do outro lado da porta, digo que sim, que tava tudo bem, mas que vim ver se ele tinha terminado de tomar banho porque precisava usar o banheiro, já que no outro não tinha papel.
Essa desculpa foi a mais idiota que me ocorreu, mas a única que veio na mente.
Meu sobrinho fala pra eu entrar, que ele não ia ver nada, ia virar de costas.
Entro no banheiro com o celular na mão. Minhas pernas tremem. Tô no mesmo banheiro com meu sobrinho tomando banho a um metro de distância.
Sento no vaso, abaixo a legging e a calcinha fio-dental até os tornozelos. Tento fazer xixi pra justificar que tava ali.
Tão perto que dava pra ver a silhueta nua do meu sobrinho com mais clareza. Ele tava de costas, então dava pra notar bem a bunda redonda e musculosa que ele tinha. Dava até pra ver quase cada nádega, o começo de uma e da outra.
Termino de fazer um pouco de xixi e levanto pro bidê, pra me lavar um pouco e aliviar o tesão.
Ali, abro a água morna e começo a... Limpar minha bunda e minha pussy.
Meu sobrinho continua tomando banho. Eu sigo me lavando e passando os dedos entre os lábios da buceta.
Olhando o corpo do meu sobrinho e imaginando o que tem na frente, meus dedos ficam tentados a abrir os lábios e se enfiar lá dentro.
Tô me masturbando na desculpa da higiene do bidê, a um metro do meu sobrinho. Ele não vira, continua de costas pra mim.
Ele fala como a água tá gostosa, como os músculos tão doloridos do exercício. Me pergunta se eu gosto do que a gente faz.
"Adoro o que a gente faz" eu falo quase ronronando.
Passa uns longos 60 segundos em silêncio, só a água caindo no corpo do meu sobrinho e a água do bidê disfarçando o barulho do chafurdar dos meus dedos na minha pussy molhada.
Quando sinto que tô passando do tempo, decido dar um fim no momento sem ter gozado.
Com um pouco de papel me seco, vejo minha calcinha fio-dental molhada nos meus tornozelos, decido tirar ela junto com a legging.
A calcinha fio-dental azul molhada eu deixo em cima da tampa do vaso e, enquanto vou saindo de costas, falo pro meu sobrinho que já terminei.
"Deixei minha calcinha em cima da tampa do vaso, espero que não te incomode, agora quando eu tomar banho lavo ela."
Fecho a porta do banheiro, mas não totalmente, fica um pouco aberta. Agora com o telefone no silêncio, me preparo pra observar.
Timidamente meu sobrinho se aproxima do box, abre, olha pra fora, quase me vê, tenho que me esconder um pouco enquanto o coração explode.
Uns segundos depois me arrisco de novo, minha calcinha já não tá mais na tampa do vaso.
O box tá totalmente fechado, dessa vez não consigo ver mais que a silhueta dele, mas ele tem minha calcinha na mão. Olha, cheira, e se masturba com ela.
Ver isso me deixa com tesão, só vestida com a legging e a camiseta de exercício, eu apalpo meus peitos e enfio uma mão dentro da legging até alcançar minha vulva que ferve.
Enquanto meu sobrinho explode de porra nos azulejos, eu explodo de fluxo nos meus dedos e na minha legging. esportiva.
Vejo ele exausto, tremendo no banheiro, eu também tô sentada no tapete tremendo.
Do jeito que dá, saio quase engatinhando de lá, até a sala, onde desmaio praticamente no sofá onde meu sobrinho dorme.
Uns minutos depois, meu sobrinho sai já banhado, penteado e perfumado e me fala:
"tia, o banheiro é todo seu agora"
Quando entro no quarto, a culpa me invade por tudo que fiz. Tô pervertendo meu sobrinho. Sendo infiel ao meu marido. E o pior de tudo é que é família. Até uns anos atrás, era um moleque que pedia pra eu comprar bala quando a gente ia visitar minha irmã.
Fico paralisada olhando pro nada, quando percebo que o porta-retrato que caiu ontem era de uma foto de noivos com meu marido. A foto tinha deslocado com o tombo. Foi tipo um sinal de sanidade.
Arrumei ela e fechei a porta do meu quarto, fechei bem a porta do banheiro e vi minha calcinha fio-dental molhada, mas arrumada quase do mesmo jeito que deixei em cima da tampa do vaso. A parede não tinha manchas de porra, meu sobrinho cuidou de limpar tudo.
Entrei no chuveiro enquanto chorava em silêncio por tudo que tava fazendo.
Jurei pra mim mesma que não faria mais nada, aliás, falaria naquela mesma noite com minha irmã pra dar um jeito de ele ir pra casa dele ou pra outro lugar. Falaria com meu marido e apoiaria ele em tudo que faz, ele tá arriscando a vida por nós e eu só pensando em pica, e ainda por cima na do meu sobrinho.
Ficava me chamando de idiota, me sentia culpada por tudo.
Enquanto tô pensando nas palavras que vou dizer pra minha irmã, sinto baterem na porta do banheiro.
"tia? quero entrar no banheiro, no outro não tem papel" escuto do outro lado.
"pode entrar, sobrinho" falo quase sem pensar.
"tia, aqui tá sua calcinha em cima da tampa do vaso, onde posso deixar?" pergunta meu sobrinho.
"me alcança ela, sobrinho, lavo aqui enquanto tomo banho" falo tremendo.
Sei que do ponto de vista dele dava pra ver claramente meus peitos e minha buceta, tão perto. Mesmo assim, me apro a abrir a porta do box, tapando os peitos com um braço.
Ele me alcança a fio dental e eu olho nos olhos dele por trás do vidro.
Ouço ele abaixar o zíper da calça, puxar a calça e a cueca até os tornozelos e começar a mijar.
Ele está de costas, eu olhando. Limpo a condensação do vidro, vejo ele clarinho, e daquele ângulo consigo ver a ponta daquele pau adolescente soltando urina.
É uma cabeça grande, larga. Não está ereto, meio mole, por causa da gozada que ele deu minutos atrás.
É a primeira vez que consigo ver algo com nitidez. A bunda dele é perfeita, musculosa, com pernas fortes. Um rabo suave, mas masculino. Muito pouco pelo nas pernas.
Pra ele, de costas a 45 graus, eu conseguir ver a cabeça do pau, é porque deve ser grande, muito maior que o do meu marido. Mesmo mole.
Se tivesse alguém olhando, veria meu sobrinho mijando com a rouba nos tornozelos, e eu colada no vidro, nua, com os peitos encostando no vidro tentando ver mais.
Ele termina de mijar, eu viro na hora e finjo que estou lavando o cabelo. Ele me agradece por deixar ele entrar no banheiro.
Fico puta comigo mesma, porque bastou meu sobrinho entrar pra eu esquecer tudo que prometi não fazer.
Assim que terminar o banho, vou me vestir e falar com minha irmã pra ele ir embora da minha casa.
Depois de sentir as mãos dele no meu corpo pra me guiar e me fazer suar, a gente vai tomar banho, cada um na sua vez, primeiro ele.
Vejo ele batendo uma enquanto toma banho porque deixou a porta entreaberta do único banheiro disponível em casa, o do meu quarto.
Aí é minha vez de tomar banho, dessa vez eu me masturbo pensando em tudo que vi do meu sobrinho, na pica iluminada pela lua da noite anterior, na silhueta borrada da pica que dava pra ver atrás do box embaçado pelo vapor da água quente caindo no corpo dele.
Termino batendo uma sem desculpas, pensando só no corpo do meu sobrinho adolescente, nos braços musculosos dele, nos peitorais, nos abdominais, imaginando como seria ver aquela pica sem filtro.
Explodo de prazer, minhas pernas fraquejam, desabo no chão do chuveiro, tentando me recompor fisicamente.
Tô apoiada na parede enquanto a água do chuveiro cai na minha cara e no meu corpo, tiro meus dedos da minha buceta e vejo a água começar a limpar todos os meus pecados líquidos.
Ouço um barulho, alguma coisa cai no meu quarto. Foco o olhar além do box, limpo o embaçado, vejo a porta entreaberta do banheiro.
Me levanto e fecho o chuveiro, abro o box, pego a toalha e amarro ela sobre meus peitos sem me secar nada do corpo.
Chego perto da porta e vejo se meu sobrinho tá no meu quarto. Não tem ninguém.
A porta do meu quarto também tá entreaberta. Lembro muito bem de ter fechado ela quando fui tomar banho, já tinha na mente me masturbar como uma pervertida sem nada me atrapalhar.
Será que a porta abriu sozinha? Olho o que poderia ter caído no meu quarto.
Do lado da porta do banheiro tinha um móvel pros equipamentos de áudio e televisão, também cabiam livros e porta-retratos.
Um desses porta-retratos tá diferente.
Quando me aproximo... Vejo que a foto tá torta, parece que o porta-retrato caiu.
Meu sobrinho adolescente não parece ser muito esperto, era melhor ter deixado o quadro no chão, fingindo que caiu sozinho, ou por causa da gravidade.
Agora eu sei que ele esteve no meu quarto, algo caiu e ele tentou colocar de volta no lugar.
Minha pergunta é: será que ele só entrou, viu que eu tava no banheiro e saiu disparado pra fora, derrubando o móvel na saída?
Ou será que ele ficou observando desde o primeiro minuto, até eu terminar, e aí a falta de jeito do corpo grande e adolescente fez ele esbarrar no móvel quando foi embora?
Seria ele tão pervertido a ponto de ficar olhando a tia tomando banho? E mais ainda, olhar ela se masturbando?
Deixei a porta do meu quarto entreaberta, não mexi nela, precisava pensar bem no próximo passo: será que eu confrontava meu sobrinho? E se ele me viu quando eu fiz a mesma coisa enquanto ele tomava banho? Eu ficaria exposta.
Ele tem tudo a ganhar se tudo vier à tona, é um adolescente, talvez ainda seja virgem. É normal querer ver mulheres peladas, e nesse caso, a tia dele. Só tá olhando. É pervertido, mas não tanto quanto eu.
Eu sou muito mais velha, tenho marido, sou uma mulher feita e direita. Seria uma vergonha se descobrissem que eu fiquei olhando meu sobrinho enquanto ele se masturbava.
Enquanto me visto, vou traçando alternativas, penteio o cabelo me olhando no espelho, esperando que alguma ideia caia do céu de como encarar meu sobrinho, se falo algo ou não.
Finalmente chega a hora do jantar, ele é quem cozinha e me avisa que já tá pronto e servido na mesa.
Saio e tenho dificuldade de olhar nos olhos dele, tento desviar o olhar, ligo a TV tentando achar algo que me dê um assunto pra puxar conversa.
Quase não trocamos palavra naquela janta, ele levanta a mesa e lava a louça como toda noite. Dou boa noite e vou dormir.
Amanhece o sexto dia. Acordo e tá tudo calmo demais.
Olho pro jardim e meu sobrinho não tá lá, olho pro sofá e ele tá dormindo.
O cobertor dele tá no chão. Ele tá de barriga pra cima, vestido. Só por um shortinho pequeno que não é justo no corpo.
Me aproximo pra ver se ele tá bem, chamo ele pelo nome baixinho pra confirmar se tá acordado ou dormindo. Ele não responde.
Tô a um metro de onde ele dorme e continuo chamando ele bem devagar.
Olho enquanto o peito dele, definido, os abdominais marcados, dá pra ver um certo reflexo de um líquido seco. Parece que naquela noite ele também teve sua sessão de punheta.
Como todo jovem da idade dele, tava com toda a potência pra aguentar várias punhetas num dia só. Tava aproveitando.
No umbigo dele parece que ficou um pouco do sêmen, tem tipo uma gota, isso não secou.
Com a desculpa de acordar ele, toco nos abdominais marcados dele, e um dos meus dedos vai direto pro umbigo.
Tá úmido, tá líquido, é sêmen.
Quando levanto o dedo, um fio de sêmen se solta, ligando aquele umbigo ao meu dedo.
Olhando pro rosto dele, me certificando que ele dorme, levo o dedo ao nariz, depois à minha boca.
Meus olhos descem pelo corpo todo dele e param no shortinho minúsculo dele, que é curto mas folgado.
Me ajoelho pra poder falar com ele mais de perto e tentar acordá-lo.
Na minha nova posição, consigo ver mais fundo o que tem entre o tecido do short e a pele dele.
Parece que não é suficiente o que vejo, e meu sobrinho não acorda. Então vou e toco ele na coxa, nos quadríceps duros dele. Nesse movimento, meus dedos brincam com o short dele, levantando um pouco.
Aí na escuridão vejo uma coisa, vejo um volume de carne. Não consigo distinguir o que tô vendo, se são os testículos dele ou alguma parte do pau ou a cabeça, só sei que é um pedaço de carne, e grande.
Nisso meu sobrinho se mexe e eu tento tirar a mão, mas já é tarde pra tirar completamente, minha mão fica nos quadríceps dele.
Finjo que é normal, aperto mais forte enquanto ele me olha. Falo carinhosamente que é hora de acordar, que não seja dorminhoco. Como uma tia carinhosa com o sobrinho.
Me recomponho, já de pé, falo que eu faria o Café da manhã, aproveita pra lavar o rosto e escovar os dentes.
Meu sobrinho me pede desculpa por ter dormido demais. Diz que a sessão dupla de exercícios de ontem deixou ele exausto. Que faria só à tarde comigo, se eu não me importasse, pra não se cansar e ainda tomar banho uma vez só no dia.
O dia passa e chega a hora da academia.
Fazemos as rotinas como meu sobrinho manda, de vez em quando as mãos dele vão pras minhas pernas, quadril, costas, braços, ombros pra me indicar como fazer.
Num momento chega a hora dos abdominais, então ele segura minhas pernas enquanto eu faço. As mãos fortes dele nos meus tornozelos me dão um arrepio indescritível.
Na minha cabeça, eu pensava em usar um minishort e não aquela legging, que por mais que valorizasse minhas pernas e minha bunda, não deixava meu sobrinho me olhar do jeito que ele queria.
Chega a vez dele, agora eu seguro os tornozelos dele, e como preciso de mais força, apoio meus joelhos nos pés dele.
Meu corpo se apoia nas pernas dele, nos joelhos abertos. Meus peitos roçam esses joelhos a cada subida e descida dos abdominais dele.
Tento me concentrar olhando pro rosto dele, mas os olhos dele vão pros meus peitos. Ele me olha disfarçadamente.
Eu, por minha vez, começo a baixar o olhar até o short de exercício dele. Não é tão curto quanto o que ele usa pra dormir, mas também é folgado.
Infelizmente, só consigo ver a cueca dele, uma samba canção cinza que contrasta com o fluorescente da roupa de academia. O que dá pra perceber é o tamanho do volume, é bem considerável, não sei se é assim de verdade ou por causa da excitação de ver meus peitos ou do roçar deles nas pernas dele.
Terminamos e chega o momento crítico, o do banho.
"Começo eu?" diz meu sobrinho, sorrindo pra mim.
Acho que não foi de duplo sentido, mas minha mente pervertida transforma tudo em algo sexual.
Ele vai tomar banho, a porta do meu quarto não fecha totalmente, ouço a água abrir.
Mando dezenas de mensagens pro meu marido, mas o som da água do chuveiro me perfura. os ouvidos.
Não aguento mais a curiosidade e, depois de alguns minutos lutando com minha consciência, ela perde e eu levanto e vou pro meu quarto.
Ando na ponta dos pés, e de longe já vejo que a porta do banheiro está entreaberta.
Quando chego lá, vejo meu sobrinho se masturbando de novo, mas dessa vez a porta do box não está totalmente fechada. Então, em certos movimentos, consigo ver os braços dele com mais clareza, também as pernas, e espero um movimento certo pra poder ver algo a mais.
Percebo que ele começa a se aproximar da parte aberta do box enquanto se masturba com mais entusiasmo.
Meus olhos se arregalam como nunca, tentando capturar tudo, no instante em que estou prestes a ver aquela pica adolescente, meu celular toca, quebrando o momento.
Notificações do meu marido nas minhas mensagens, e de nervoso, o celular cai no chão.
"Tia, você tá aí?" diz meu sobrinho do banheiro, fechando o box completamente.
Ela tinha me descoberto, eu tava morta. Sinto a pressão baixar. Tudo ia se foder por não saber controlar minha perversão.
Do outro lado da porta, digo que sim, que tava tudo bem, mas que vim ver se ele tinha terminado de tomar banho porque precisava usar o banheiro, já que no outro não tinha papel.
Essa desculpa foi a mais idiota que me ocorreu, mas a única que veio na mente.
Meu sobrinho fala pra eu entrar, que ele não ia ver nada, ia virar de costas.
Entro no banheiro com o celular na mão. Minhas pernas tremem. Tô no mesmo banheiro com meu sobrinho tomando banho a um metro de distância.
Sento no vaso, abaixo a legging e a calcinha fio-dental até os tornozelos. Tento fazer xixi pra justificar que tava ali.
Tão perto que dava pra ver a silhueta nua do meu sobrinho com mais clareza. Ele tava de costas, então dava pra notar bem a bunda redonda e musculosa que ele tinha. Dava até pra ver quase cada nádega, o começo de uma e da outra.
Termino de fazer um pouco de xixi e levanto pro bidê, pra me lavar um pouco e aliviar o tesão.
Ali, abro a água morna e começo a... Limpar minha bunda e minha pussy.
Meu sobrinho continua tomando banho. Eu sigo me lavando e passando os dedos entre os lábios da buceta.
Olhando o corpo do meu sobrinho e imaginando o que tem na frente, meus dedos ficam tentados a abrir os lábios e se enfiar lá dentro.
Tô me masturbando na desculpa da higiene do bidê, a um metro do meu sobrinho. Ele não vira, continua de costas pra mim.
Ele fala como a água tá gostosa, como os músculos tão doloridos do exercício. Me pergunta se eu gosto do que a gente faz.
"Adoro o que a gente faz" eu falo quase ronronando.
Passa uns longos 60 segundos em silêncio, só a água caindo no corpo do meu sobrinho e a água do bidê disfarçando o barulho do chafurdar dos meus dedos na minha pussy molhada.
Quando sinto que tô passando do tempo, decido dar um fim no momento sem ter gozado.
Com um pouco de papel me seco, vejo minha calcinha fio-dental molhada nos meus tornozelos, decido tirar ela junto com a legging.
A calcinha fio-dental azul molhada eu deixo em cima da tampa do vaso e, enquanto vou saindo de costas, falo pro meu sobrinho que já terminei.
"Deixei minha calcinha em cima da tampa do vaso, espero que não te incomode, agora quando eu tomar banho lavo ela."
Fecho a porta do banheiro, mas não totalmente, fica um pouco aberta. Agora com o telefone no silêncio, me preparo pra observar.
Timidamente meu sobrinho se aproxima do box, abre, olha pra fora, quase me vê, tenho que me esconder um pouco enquanto o coração explode.
Uns segundos depois me arrisco de novo, minha calcinha já não tá mais na tampa do vaso.
O box tá totalmente fechado, dessa vez não consigo ver mais que a silhueta dele, mas ele tem minha calcinha na mão. Olha, cheira, e se masturba com ela.
Ver isso me deixa com tesão, só vestida com a legging e a camiseta de exercício, eu apalpo meus peitos e enfio uma mão dentro da legging até alcançar minha vulva que ferve.
Enquanto meu sobrinho explode de porra nos azulejos, eu explodo de fluxo nos meus dedos e na minha legging. esportiva.
Vejo ele exausto, tremendo no banheiro, eu também tô sentada no tapete tremendo.
Do jeito que dá, saio quase engatinhando de lá, até a sala, onde desmaio praticamente no sofá onde meu sobrinho dorme.
Uns minutos depois, meu sobrinho sai já banhado, penteado e perfumado e me fala:
"tia, o banheiro é todo seu agora"
Quando entro no quarto, a culpa me invade por tudo que fiz. Tô pervertendo meu sobrinho. Sendo infiel ao meu marido. E o pior de tudo é que é família. Até uns anos atrás, era um moleque que pedia pra eu comprar bala quando a gente ia visitar minha irmã.
Fico paralisada olhando pro nada, quando percebo que o porta-retrato que caiu ontem era de uma foto de noivos com meu marido. A foto tinha deslocado com o tombo. Foi tipo um sinal de sanidade.
Arrumei ela e fechei a porta do meu quarto, fechei bem a porta do banheiro e vi minha calcinha fio-dental molhada, mas arrumada quase do mesmo jeito que deixei em cima da tampa do vaso. A parede não tinha manchas de porra, meu sobrinho cuidou de limpar tudo.
Entrei no chuveiro enquanto chorava em silêncio por tudo que tava fazendo.
Jurei pra mim mesma que não faria mais nada, aliás, falaria naquela mesma noite com minha irmã pra dar um jeito de ele ir pra casa dele ou pra outro lugar. Falaria com meu marido e apoiaria ele em tudo que faz, ele tá arriscando a vida por nós e eu só pensando em pica, e ainda por cima na do meu sobrinho.
Ficava me chamando de idiota, me sentia culpada por tudo.
Enquanto tô pensando nas palavras que vou dizer pra minha irmã, sinto baterem na porta do banheiro.
"tia? quero entrar no banheiro, no outro não tem papel" escuto do outro lado.
"pode entrar, sobrinho" falo quase sem pensar.
"tia, aqui tá sua calcinha em cima da tampa do vaso, onde posso deixar?" pergunta meu sobrinho.
"me alcança ela, sobrinho, lavo aqui enquanto tomo banho" falo tremendo.
Sei que do ponto de vista dele dava pra ver claramente meus peitos e minha buceta, tão perto. Mesmo assim, me apro a abrir a porta do box, tapando os peitos com um braço.
Ele me alcança a fio dental e eu olho nos olhos dele por trás do vidro.
Ouço ele abaixar o zíper da calça, puxar a calça e a cueca até os tornozelos e começar a mijar.
Ele está de costas, eu olhando. Limpo a condensação do vidro, vejo ele clarinho, e daquele ângulo consigo ver a ponta daquele pau adolescente soltando urina.
É uma cabeça grande, larga. Não está ereto, meio mole, por causa da gozada que ele deu minutos atrás.
É a primeira vez que consigo ver algo com nitidez. A bunda dele é perfeita, musculosa, com pernas fortes. Um rabo suave, mas masculino. Muito pouco pelo nas pernas.
Pra ele, de costas a 45 graus, eu conseguir ver a cabeça do pau, é porque deve ser grande, muito maior que o do meu marido. Mesmo mole.
Se tivesse alguém olhando, veria meu sobrinho mijando com a rouba nos tornozelos, e eu colada no vidro, nua, com os peitos encostando no vidro tentando ver mais.
Ele termina de mijar, eu viro na hora e finjo que estou lavando o cabelo. Ele me agradece por deixar ele entrar no banheiro.
Fico puta comigo mesma, porque bastou meu sobrinho entrar pra eu esquecer tudo que prometi não fazer.
Assim que terminar o banho, vou me vestir e falar com minha irmã pra ele ir embora da minha casa.
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