Anteriormente: Passamos os primeiros dias com meu sobrinho, que está em casa por causa da quarentena. Meu marido continua na Europa, sem previsão de volta. O último dia passa normalmente até que decido ir pegar um segundo copo d'água e vejo, na escuridão, meu sobrinho de 18 anos recém-completados se masturbando no sofá onde dorme.
Ele não me viu, eu o vi no escuro com a pouca luz que a lua fornecia. Pude ver como ele se masturbava e gozava, jorrando porra no peito e na barriga tanquinho dele.
Vi como ele se limpou com uma peça de roupa que tinha na mão, a mesma que usou pra se masturbar. Depois, com muito cuidado, voltei pro meu quarto.
Na cama, comecei a procurar vídeos íntimos que tinha com meu marido pra poder me satisfazer sozinha.
Mais uma noite termino gozando, deixando molhados os lençóis, minha calcinha fio-dental e meus dedos.
Começa o quinto dia. Levanto na correria, me visto e vou tomar café. A mesa está posta e o café está esquentando. Meu sobrinho, obviamente, ouviu que eu já ia levantar e colocou pra esquentar.
Ele já tinha terminado os exercícios e estava com a roupa e a toalha no ombro, pronto pra ir pro banheiro do meu quarto tomar o banho de sempre depois do treino.
Cumprimento ele meio sem graça, pensando que estava um bagaço, sem pentear o cabelo nem me maquiar.
Enquanto ele vai tomar banho, vou direto pro sofá ver se encontro a peça de roupa que ele usou pra se masturbar. Não acho nada. O café está esfriando na mesa, e eu me arrisco a entrar no quarto onde ele guardava as coisas.
Tinha a desculpa de que é minha casa e preciso pegar outras coisas, mas se ele não me visse, melhor. Vasculho rápido a mochila dele e, num bolso, encontro uma calcinha fio-dental minúscula, manchada, com restos de porra dele.
Achei nojento. Mas a curiosidade tinha me levado até ali.
Nisso, ouço o som de uma notificação. O celular do meu sobrinho estava carregando no quarto.
Espio pra ver e era um WhatsApp de uma tal de Paula.
A mensagem parcial dizia: "Adorei que você usou minha Calcinha fio dental pra aliviar a tensão..."
Depois vinha o resto do texto, mas foi a única coisa que consegui ler sem invadir a privacidade das mensagens dele.
Deixei tudo guardado e fui pra mesa, coloquei o café no micro-ondas, quando percebi que tava entrando atrasada de novo no meu trampo virtual.
Peguei alguma coisa pra comer, corri pro escritório, liguei o computador, enquanto esperava o café esquentar.
Procurei minhas coisas, meu celular, e o micro-ondas apitou avisando que o café tava pronto.
Comecei a trabalhar, meu chefe perguntou se tinha caído a luz de novo, com aquele tom de deboche. Mas não passou de uma piada.
Enquanto fazia meu serviço, fiquei mexendo nas minhas redes sociais, no celular. Fui procurar meu sobrinho, ver as fotos dele, ver as amigas dele.
Encontrei uma tal de "Pauli", nas fotos dela tem um monte de likes e reações do meu sobrinho. Ele não comenta, mas claramente faz questão de mostrar que gosta do que vê.
Essa Pauli é uma mina de 25 anos, muito velha pro meu sobrinho. É modelo, ou pelo menos parece ser, porque em todas as fotos tá posando. É perfeita, tem umas pernas enormes, uns peitos empinados maiores que os meus, uma cintura fina. A bunda é proporcional ao corpo, não é nada demais, mas ela sabe como valorizar nas poses.
A putinha arruma desculpa nos TikToks dela pra mostrar a raba, tá cheio de comentários. No Instagram, aparece sempre rindo enquanto mostra os peitos ou as pernas.
A sem-vergonha pede permuta ou vende publi por ter tantos seguidores.
Olhei minhas redes e vi que só tenho um punhado de parentes e amigos me seguindo, alguns corações nas fotos do meu namorado ou das minhas viagens, mas claramente não me destaco.
Meu sobrinho, por outro lado, tem milhares de seguidores, tá cheio de mina reagindo e comentando em todas as fotos dele, onde aparece fazendo exercício ou posando também.
Claramente, a diferença de geração é nítida entre esses moleques de 18 anos e uma coroa como eu, de 35.
Mesmo assim, essa Pauli já tá velha pra ficar Fazendo a tal de girl.
E como é que meu sobrinho tem a tanga dela? Será que eles ficaram juntos? Meu sobrinho chegou faz pouco em Buenos Aires, acabou de fazer 18 anos. Essa Paula é uma pervertida.
Chega a hora do almoço, quase não falo com meu sobrinho, passei a manhã toda remoendo raiva por causa dessa tal Paula, como pode não ter um pingo de moral, um pouco de recato, ela não perceber que meu sobrinho ainda é muito novinho.
De tarde, finalmente consigo falar com meu marido, digo o quanto sinto falta dele, que quero que a gente pare de brigar. Ele fala a mesma coisa, confirma que não tem novidades e que vai ficar até fechar o negócio na Europa, peço pra ele se cuidar.
Digo que ontem à noite me masturbei vendo nossos vídeos, ele fala que a gente precisa gravar outros porque já cansou de usar os mesmos na Europa.
Proponho fazer uma videochamada quente.
Visto o melhor conjunto de lingerie.
Coloco uma música ambiente, só pra justificar uma dança sensual.
Mostro meu corpo todo, como fica nesse conjunto de lingerie cara e fina, faço uma dança que exibe meus quadris, meus peitos, minhas pernas.
Meu marido começa a mostrar como se toca me olhando.
Eu rio e fico com vergonha do que a gente faz, mas é o que precisa ser feito pra manter a chama da paixão acesa nesses tempos.
Na câmera, ele começa a me mostrar o pau dele, aquele pau que por mais de 15 anos vem me dando prazer. Um pau bom de 18 cm, grosso, uns 5 cm. Sinto falta dele dentro de mim.
Tiro a lingerie, mostro meus peitos durinhos, mostro minha bunda, abro ela pra ele se deliciar.
Dou um tapa na bunda bem sonoro.
"Tia, cê tá bem?" escuto atrás da porta.
A cara do meu marido se transforma e ele começa a rir, eu morro de vergonha e começo a gaguejar tentando pensar numa desculpa. Quero abaixar o volume da música e acabo aumentando mais, depois desligo como dá e falo pro meu sobrinho, falando pra porta, que tava tudo bem, que tinha matado uma... mosca...
Tava toda vermelha, meu marido tava morrendo de rir e falou que isso cortou o tesão, mas foi bom.
A gente se despediu e deixou pra outra hora.
Uns minutos depois, chega um vídeo do meu marido, mostrando eu dando a bunda, pelada encostada na porta, falando pro meu sobrinho que tinha matado uma mosca.
Eu ri sozinha, pelo menos tava tudo certo com meu marido.
Depois de um tempo, decidi encarar minha vergonha e sair pra fazer um exercício.
Vesti uma legging e uma regata pra ficar mais confortável.
Saí pro jardim, porque meu sobrinho tava na sala vendo TV.
Tô fazendo minhas rotinas, tentando imaginar que tô modelando meu corpo.
Tava fazendo umas flexões de braço quando ouço de fundo:
"Tia, cê tá fazendo errado."
Era meu sobrinho me observando. Ele fala educadamente que eu devia mudar o jeito de fazer o exercício pra não me machucar.
Ele fica do meu lado e me mostra como fazer. Não falo muito, só sorrio educadamente e tento imitar.
Ele pede permissão pra me tocar, sem dizer nada, só balanço a cabeça.
Ele pega na minha cintura pra posicionar minha bunda um pouco mais pra cima. Os dedos grossos e quentes dele tocam minha pele. Claramente, ele tem minha bunda a uns 50 centímetros dos olhos dele.
Passa a mão nas minhas costas pra corrigir minha postura, falando que não devo forçar a coluna.
Ele diz que depois de cada exercício tem que alongar um pouco.
Me faz ficar de pé, e me usa pra esticar os braços, me apoio nos ombros dele pra alongar.
Ele me recomenda as rotinas, e eu só obedeço. Faço agachamentos de costas pra ele, não é algo que eu tenha procurado, ele tá atrás olhando e dando as instruções.
Minha bunda não era igual a da Pauli, mas era a que eu tinha à mão e, afinal, não tava tão ruim assim.
Termino os exercícios super suada, claramente os conselhos dele me ajudaram a fazer do jeito certo.
As gotas de suor caíam... Entre meus peitos, notei porque de vez em quando via os olhos do meu sobrinho escapando. Aquelas gotas sexy que toda mina sabe que esquenta o decote.
Caminhamos juntos pra casa, enquanto tomamos água. Agradeço ele. Falo que vou tomar banho, ele pede pra tomar depois, porque também tá suado.
Digo pra ele tomar primeiro, eu demoraria mais, como toda mulher.
Então vejo ele ir pro banheiro com as coisas dele, eu espero na sala.
Meu celular tá quase sem bateria, então vou pegar o carregador no meu quarto. Ao entrar, vejo que a porta do banheiro tá entreaberta, meu sobrinho não tinha fechado direito.
Precisava passar perto dali pra chegar no carregador do celular. Passo sem olhar, rápido, pego o carregador e saio.
Quando tô passando pela porta do banheiro, paro.
Uma força parece que me possui, porque não consigo me mexer, então só viro a cabeça, dirigindo meu olhar pro interior do banheiro.
A gente tinha um box de vidro, então só a condensação cobria o que se via do outro lado.
Tem vapor no banheiro, tem condensação no box. Tem um sobrinho tomando banho, se duchando. Vejo a silhueta dele, dá pra notar o porte, as costas largas, os braços fortes, umas pernas definidas.
Dá pra ver de lado o relevo da bunda dele e, de vez em quando, o relevo do pau dele balançando.
Ele se enxágua bastante pelo corpo todo, passa shampoo e lava bem o cabelo, exibindo os braços musculosos.
Parece ter terminado, então tô quase indo embora quando vejo ele levar a mão pras bolas e pro pau. Ele tá se lavando, e de repente começa a se lavar demais, começa a se masturbar.
Se apoia na parede do banheiro enquanto a água do chuveiro bate nas costas dele. Com a outra mão, ele tá cumprindo a missão de gozar.
Em poucos minutos, o semen jovem do meu sobrinho explode na parede.
Dá pra ouvir o som gutural de quem gozou, como um leão.
É hora de me mandar. Saio dando passos pequenos pra não fazer barulho. Barulho.
Já na sala com meu celular carregando, não consigo tirar as imagens recentes da cabeça, quando meu sobrinho aparece radiante.
"É minha vez", falo sorrindo pro meu sobrinho.
Mal abro o chuveiro, meus dedos começam a tocar meus mamilos e vão direto pra minha buceta.
Me toco de um jeito perverso, já não penso no meu marido, nem no pau dele, nem nas lembranças de quando éramos namorados. Agora é só a imagem do pau borrado do meu sobrinho, aquele pau que eu não conheço, que só consegui ver numa noite de lua, atrás da condensação do box.
Tô enfiando os dedos freneticamente, não passei sabão, não passei shampoo, é só a água caindo em mim e minhas mãos brincando dentro de mim.
Vem como um loop a imagem do corpo escultural do meu sobrinho encostado na parede, me viro pra ver onde ele se apoiou e onde poderia ter caído sêmen.
Parece que limpei quase tudo, mas tem algumas gotas que ele não percebeu.
Ali estão umas gotas brancas, que chamam a atenção nos azulejos azuis.
Enquanto tenho dois dedos entrando e saindo da minha buceta, uso a outra mão pra pegar o sêmen do meu sobrinho.
Enquanto pego e levo até a boca, meus dedos começam a tremer. O tesão tá me matando.
Coloco na boca, sinto o gosto salgado da porra adolescente do meu sobrinho. Fecho os olhos enquanto saboreio, e tenho um orgasmo como nunca antes, minhas pernas tremem e não consigo ficar de pé. Meus joelhos dobram e me deixo cair no chão, enquanto solto um gemido abafado de prazer.
Tô sentada encostada na parede enquanto a água do chuveiro cai no meu rosto e no meu corpo. Tiro meus dedos da minha buceta e vejo a água começar a limpar todos os meus pecados, pra ninguém ver ou sentir nada.
Tô ofegante, meu peito sobe e desce, ainda tremo, tô sem forças.
Conto extasiada quando sinto algo cair no meu quarto.
Foco o olhar além do box, limpando a condensação, e consigo ver que a porta está entreaberta.
Ele não me viu, eu o vi no escuro com a pouca luz que a lua fornecia. Pude ver como ele se masturbava e gozava, jorrando porra no peito e na barriga tanquinho dele.
Vi como ele se limpou com uma peça de roupa que tinha na mão, a mesma que usou pra se masturbar. Depois, com muito cuidado, voltei pro meu quarto.
Na cama, comecei a procurar vídeos íntimos que tinha com meu marido pra poder me satisfazer sozinha.
Mais uma noite termino gozando, deixando molhados os lençóis, minha calcinha fio-dental e meus dedos.
Começa o quinto dia. Levanto na correria, me visto e vou tomar café. A mesa está posta e o café está esquentando. Meu sobrinho, obviamente, ouviu que eu já ia levantar e colocou pra esquentar.
Ele já tinha terminado os exercícios e estava com a roupa e a toalha no ombro, pronto pra ir pro banheiro do meu quarto tomar o banho de sempre depois do treino.
Cumprimento ele meio sem graça, pensando que estava um bagaço, sem pentear o cabelo nem me maquiar.
Enquanto ele vai tomar banho, vou direto pro sofá ver se encontro a peça de roupa que ele usou pra se masturbar. Não acho nada. O café está esfriando na mesa, e eu me arrisco a entrar no quarto onde ele guardava as coisas.
Tinha a desculpa de que é minha casa e preciso pegar outras coisas, mas se ele não me visse, melhor. Vasculho rápido a mochila dele e, num bolso, encontro uma calcinha fio-dental minúscula, manchada, com restos de porra dele.
Achei nojento. Mas a curiosidade tinha me levado até ali.
Nisso, ouço o som de uma notificação. O celular do meu sobrinho estava carregando no quarto.
Espio pra ver e era um WhatsApp de uma tal de Paula.
A mensagem parcial dizia: "Adorei que você usou minha Calcinha fio dental pra aliviar a tensão..."
Depois vinha o resto do texto, mas foi a única coisa que consegui ler sem invadir a privacidade das mensagens dele.
Deixei tudo guardado e fui pra mesa, coloquei o café no micro-ondas, quando percebi que tava entrando atrasada de novo no meu trampo virtual.
Peguei alguma coisa pra comer, corri pro escritório, liguei o computador, enquanto esperava o café esquentar.
Procurei minhas coisas, meu celular, e o micro-ondas apitou avisando que o café tava pronto.
Comecei a trabalhar, meu chefe perguntou se tinha caído a luz de novo, com aquele tom de deboche. Mas não passou de uma piada.
Enquanto fazia meu serviço, fiquei mexendo nas minhas redes sociais, no celular. Fui procurar meu sobrinho, ver as fotos dele, ver as amigas dele.
Encontrei uma tal de "Pauli", nas fotos dela tem um monte de likes e reações do meu sobrinho. Ele não comenta, mas claramente faz questão de mostrar que gosta do que vê.
Essa Pauli é uma mina de 25 anos, muito velha pro meu sobrinho. É modelo, ou pelo menos parece ser, porque em todas as fotos tá posando. É perfeita, tem umas pernas enormes, uns peitos empinados maiores que os meus, uma cintura fina. A bunda é proporcional ao corpo, não é nada demais, mas ela sabe como valorizar nas poses.
A putinha arruma desculpa nos TikToks dela pra mostrar a raba, tá cheio de comentários. No Instagram, aparece sempre rindo enquanto mostra os peitos ou as pernas.
A sem-vergonha pede permuta ou vende publi por ter tantos seguidores.
Olhei minhas redes e vi que só tenho um punhado de parentes e amigos me seguindo, alguns corações nas fotos do meu namorado ou das minhas viagens, mas claramente não me destaco.
Meu sobrinho, por outro lado, tem milhares de seguidores, tá cheio de mina reagindo e comentando em todas as fotos dele, onde aparece fazendo exercício ou posando também.
Claramente, a diferença de geração é nítida entre esses moleques de 18 anos e uma coroa como eu, de 35.
Mesmo assim, essa Pauli já tá velha pra ficar Fazendo a tal de girl.
E como é que meu sobrinho tem a tanga dela? Será que eles ficaram juntos? Meu sobrinho chegou faz pouco em Buenos Aires, acabou de fazer 18 anos. Essa Paula é uma pervertida.
Chega a hora do almoço, quase não falo com meu sobrinho, passei a manhã toda remoendo raiva por causa dessa tal Paula, como pode não ter um pingo de moral, um pouco de recato, ela não perceber que meu sobrinho ainda é muito novinho.
De tarde, finalmente consigo falar com meu marido, digo o quanto sinto falta dele, que quero que a gente pare de brigar. Ele fala a mesma coisa, confirma que não tem novidades e que vai ficar até fechar o negócio na Europa, peço pra ele se cuidar.
Digo que ontem à noite me masturbei vendo nossos vídeos, ele fala que a gente precisa gravar outros porque já cansou de usar os mesmos na Europa.
Proponho fazer uma videochamada quente.
Visto o melhor conjunto de lingerie.
Coloco uma música ambiente, só pra justificar uma dança sensual.
Mostro meu corpo todo, como fica nesse conjunto de lingerie cara e fina, faço uma dança que exibe meus quadris, meus peitos, minhas pernas.
Meu marido começa a mostrar como se toca me olhando.
Eu rio e fico com vergonha do que a gente faz, mas é o que precisa ser feito pra manter a chama da paixão acesa nesses tempos.
Na câmera, ele começa a me mostrar o pau dele, aquele pau que por mais de 15 anos vem me dando prazer. Um pau bom de 18 cm, grosso, uns 5 cm. Sinto falta dele dentro de mim.
Tiro a lingerie, mostro meus peitos durinhos, mostro minha bunda, abro ela pra ele se deliciar.
Dou um tapa na bunda bem sonoro.
"Tia, cê tá bem?" escuto atrás da porta.
A cara do meu marido se transforma e ele começa a rir, eu morro de vergonha e começo a gaguejar tentando pensar numa desculpa. Quero abaixar o volume da música e acabo aumentando mais, depois desligo como dá e falo pro meu sobrinho, falando pra porta, que tava tudo bem, que tinha matado uma... mosca...
Tava toda vermelha, meu marido tava morrendo de rir e falou que isso cortou o tesão, mas foi bom.
A gente se despediu e deixou pra outra hora.
Uns minutos depois, chega um vídeo do meu marido, mostrando eu dando a bunda, pelada encostada na porta, falando pro meu sobrinho que tinha matado uma mosca.
Eu ri sozinha, pelo menos tava tudo certo com meu marido.
Depois de um tempo, decidi encarar minha vergonha e sair pra fazer um exercício.
Vesti uma legging e uma regata pra ficar mais confortável.
Saí pro jardim, porque meu sobrinho tava na sala vendo TV.
Tô fazendo minhas rotinas, tentando imaginar que tô modelando meu corpo.
Tava fazendo umas flexões de braço quando ouço de fundo:
"Tia, cê tá fazendo errado."
Era meu sobrinho me observando. Ele fala educadamente que eu devia mudar o jeito de fazer o exercício pra não me machucar.
Ele fica do meu lado e me mostra como fazer. Não falo muito, só sorrio educadamente e tento imitar.
Ele pede permissão pra me tocar, sem dizer nada, só balanço a cabeça.
Ele pega na minha cintura pra posicionar minha bunda um pouco mais pra cima. Os dedos grossos e quentes dele tocam minha pele. Claramente, ele tem minha bunda a uns 50 centímetros dos olhos dele.
Passa a mão nas minhas costas pra corrigir minha postura, falando que não devo forçar a coluna.
Ele diz que depois de cada exercício tem que alongar um pouco.
Me faz ficar de pé, e me usa pra esticar os braços, me apoio nos ombros dele pra alongar.
Ele me recomenda as rotinas, e eu só obedeço. Faço agachamentos de costas pra ele, não é algo que eu tenha procurado, ele tá atrás olhando e dando as instruções.
Minha bunda não era igual a da Pauli, mas era a que eu tinha à mão e, afinal, não tava tão ruim assim.
Termino os exercícios super suada, claramente os conselhos dele me ajudaram a fazer do jeito certo.
As gotas de suor caíam... Entre meus peitos, notei porque de vez em quando via os olhos do meu sobrinho escapando. Aquelas gotas sexy que toda mina sabe que esquenta o decote.
Caminhamos juntos pra casa, enquanto tomamos água. Agradeço ele. Falo que vou tomar banho, ele pede pra tomar depois, porque também tá suado.
Digo pra ele tomar primeiro, eu demoraria mais, como toda mulher.
Então vejo ele ir pro banheiro com as coisas dele, eu espero na sala.
Meu celular tá quase sem bateria, então vou pegar o carregador no meu quarto. Ao entrar, vejo que a porta do banheiro tá entreaberta, meu sobrinho não tinha fechado direito.
Precisava passar perto dali pra chegar no carregador do celular. Passo sem olhar, rápido, pego o carregador e saio.
Quando tô passando pela porta do banheiro, paro.
Uma força parece que me possui, porque não consigo me mexer, então só viro a cabeça, dirigindo meu olhar pro interior do banheiro.
A gente tinha um box de vidro, então só a condensação cobria o que se via do outro lado.
Tem vapor no banheiro, tem condensação no box. Tem um sobrinho tomando banho, se duchando. Vejo a silhueta dele, dá pra notar o porte, as costas largas, os braços fortes, umas pernas definidas.
Dá pra ver de lado o relevo da bunda dele e, de vez em quando, o relevo do pau dele balançando.
Ele se enxágua bastante pelo corpo todo, passa shampoo e lava bem o cabelo, exibindo os braços musculosos.
Parece ter terminado, então tô quase indo embora quando vejo ele levar a mão pras bolas e pro pau. Ele tá se lavando, e de repente começa a se lavar demais, começa a se masturbar.
Se apoia na parede do banheiro enquanto a água do chuveiro bate nas costas dele. Com a outra mão, ele tá cumprindo a missão de gozar.
Em poucos minutos, o semen jovem do meu sobrinho explode na parede.
Dá pra ouvir o som gutural de quem gozou, como um leão.
É hora de me mandar. Saio dando passos pequenos pra não fazer barulho. Barulho.
Já na sala com meu celular carregando, não consigo tirar as imagens recentes da cabeça, quando meu sobrinho aparece radiante.
"É minha vez", falo sorrindo pro meu sobrinho.
Mal abro o chuveiro, meus dedos começam a tocar meus mamilos e vão direto pra minha buceta.
Me toco de um jeito perverso, já não penso no meu marido, nem no pau dele, nem nas lembranças de quando éramos namorados. Agora é só a imagem do pau borrado do meu sobrinho, aquele pau que eu não conheço, que só consegui ver numa noite de lua, atrás da condensação do box.
Tô enfiando os dedos freneticamente, não passei sabão, não passei shampoo, é só a água caindo em mim e minhas mãos brincando dentro de mim.
Vem como um loop a imagem do corpo escultural do meu sobrinho encostado na parede, me viro pra ver onde ele se apoiou e onde poderia ter caído sêmen.
Parece que limpei quase tudo, mas tem algumas gotas que ele não percebeu.
Ali estão umas gotas brancas, que chamam a atenção nos azulejos azuis.
Enquanto tenho dois dedos entrando e saindo da minha buceta, uso a outra mão pra pegar o sêmen do meu sobrinho.
Enquanto pego e levo até a boca, meus dedos começam a tremer. O tesão tá me matando.
Coloco na boca, sinto o gosto salgado da porra adolescente do meu sobrinho. Fecho os olhos enquanto saboreio, e tenho um orgasmo como nunca antes, minhas pernas tremem e não consigo ficar de pé. Meus joelhos dobram e me deixo cair no chão, enquanto solto um gemido abafado de prazer.
Tô sentada encostada na parede enquanto a água do chuveiro cai no meu rosto e no meu corpo. Tiro meus dedos da minha buceta e vejo a água começar a limpar todos os meus pecados, pra ninguém ver ou sentir nada.
Tô ofegante, meu peito sobe e desce, ainda tremo, tô sem forças.
Conto extasiada quando sinto algo cair no meu quarto.
Foco o olhar além do box, limpando a condensação, e consigo ver que a porta está entreaberta.
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