Como virei um cuck

Este relato que vou contar é 100% real. Minha esposa tem 27 e eu 32. Aconteceu nessas férias, quando a gente decidiu ir pra um hotel numa área de praia bem longe, onde ninguém nos conhecesse, pra fazer umas safadezas. Tipo, ela usar dois biquínis minúsculos que comprei pra ela, com um triângulo pequenininho atrás e na frente só tapando a bucetinha. Me excita ver ela assim, mas ao mesmo tempo tenho vergonha de alguém conhecido ver, por isso fomos pra longe. Chegando lá, fomos pra praia com ela de biquíni. No começo, deu vergonha porque todos os homens olhavam pra ela como se fossem devorar. Depois de um tempo, fomos ficando mais à vontade, ainda mais com umas cervejas. Até que, com uns roços e brincadeiras, a gente se esquentou e decidiu mudar a rotina: ir transar longe da praia, num lugar cheio de mato onde ninguém visse a gente. E foi assim. Chegamos na tal zona especial e isolada. Sem mais delongas, afastei o biquíni dela e, de uma só vez, enfiei meu pau e comecei a foder ela. Umas três minutos depois, sinto uma pancada forte na cabeça e apago. Quando acordei, não sei quanto tempo passou, já estava amarrado numa árvore. Tinham quatro caras, de aparência sinistra, pareciam caçadores. Todos pelados, com as ferramentas na mão, dizendo: "Olha que bucetinha mais gostosa. Vamos arrebentar ela de pica, já que faz meses que não comemos ninguém." Minha impotência estava no talo: amarrado, sem poder fazer nada, sabendo que era verdade que com aqueles paus de mais de 20 centímetros, grossos pra caralho, iam arrebentar a bucetinha da minha mulher, que só tinha sido minha. Ela gritava e resistia, mas não adiantava: eram quatro caras fortes. Um tapou a boca dela, outro tirou a parte de cima do biquíni, e o outro a parte de baixo. O que ficou livre começou a passar a mão na bucetinha dela, recém-depilada. Só dizia: "Uff, que gostosa" e começou a chupar ela. Até que falou: "Já tá na hora dessa foxy saber o que é uma pica de verdade." Colocaram ela de frente pra mim, abriram as pernas dela. Ele encostou o pauzão na entrada, que resistia àquela cabeça, mas com um empurrão, abriu. Passo e penetro ela. O grito foi enorme, mas foi abafado pela rola de outro na boca. Já via o vai e vem e o suspiro do cara dizendo: "Uff, bucetinha mais apertadinha". E ele me diz: "Cuck, vai ver a rabuda da tua mulher com a buceta toda arrebentada". E as estocadas aumentaram até que ele enfiou todo aquele ferro na buceta dela. Entre o que dava pra ouvir, ela dizia: "Meu amor, me perdoa, ahhh, tá doendo, vai devagar, por favor, você tem ela muito grande". Enquanto outro cara esfregava os peitos dela, apertava eles, outro enfiava 2 dedos no cu dela, depois 3, até que meteram uma rola no cu dela, ela quase desmaiou. Já estavam fodendo cu e buceta ao mesmo tempo, e eles falando um monte de coisa. Colocaram ela de quatro e os 2 penetraram forte. Eles colocaram ela numa posição onde eu via bem como as bolas do cara batiam no clitóris dela, ou seja, ele enterrava toda aquela vara até o fundo. Foi tanta angústia que não conseguia olhar, e eles me obrigaram a olhar. Tiravam as 2 rolas e me diziam: "Olha como a gente deixou esses buracos". A buceta dela tava vermelha, inchada, e quando tiravam a rola, ficava aberta, igual o cu. E assim os 4 comeram ela por meia hora até que encheram os 2 buracos de porra. Ela ficou largada, sem forças, escorrendo sêmen. Eles se vestiram e foram embora, mas antes me disseram: "Cuck, tua mulherzinha tava muito gostosa". Ela, como conseguiu, se levantou e me soltou. Choramos os 2. Ela me pediu perdão, e eu disse: "Meu amor, não se preocupa, não foi culpa tua" (não podia fazer mais nada). Limpei a porra como pude, coloquei o biquíni nela e fomos abraçados. Mas ao andar, notei como parte da buceta saía pra fora de tão inchada que tava, mas eu disse: "Amor, não se preocupa". Fomos pro quarto, tomamos banho e deitamos. Não conseguíamos dormir, só pensando no que aconteceu, e mais ainda por uma pequena ereção que tive ao ver aquela buceta inchada. E confesso que teve um momento que me excitei vendo eles comendo ela. Ela também me diz: "Meu amor, desculpa, mas quando a dor passou, eu tive 2 orgasmos". Daí começou um... diálogo e o desejo de que outro cara comesse ela, coisa que não demorou pra acontecer. No dia seguinte, planejamos ir ao massagista pra esquentar o clima e ele comer ela. E foi assim: no outro dia, ela vestiu uma legging de lycra com um tanguinha, chegamos e pedimos que o massagista fosse um homem. Ele começou e, uns 15 minutos depois, falei pra ele baixar a legging pra massagear direito, já que comigo ali ele tava meio travado. Ele baixou a legging, viu o tanguinha e, ao tocar aquela bunda empinada cheia de lubrificante, teve uma ereção enorme. Fiz sinal pra ele baixar o tanguinha, e ele entendeu que era pra foder. Quando tocou a buceta com os dedos, ela soltou um gemido e abriu as pernas, deixando a vista aquela xota aberta pros caras. Ele não hesitou em me olhar, e eu fiz sinal pra ele fazer o que quisesse, que ela era dele naquele momento. Ele tirou o pau, igualmente grande, e quando ia penetrar ela, eu parei e falei: "Amigo, chama um colega seu, quero que os dois comam ela." Ele saiu rápido e voltou com o parceiro, e não perderam tempo. Os dois penetraram, e os gemidos dela ecoavam nos meus ouvidos. Coloquei a cabeça dela no meu colo pra passar a mão no corpo todo com carinho enquanto eles metiam forte, até que os dois gozaram, mas dessa vez foi na cara e nos peitos. Eles lavaram ela e fomos embora. Ainda tínhamos três dias, e num desses dias ela dormiu com dois cozinheiros que também estavam de olho nela. No dia seguinte, me entregaram ela dizendo: "Amigo, sua mulher é uma verdadeira gostosa, valeu." E foi assim que passei minhas férias de corno. Agora ela não esconde nada de mim e diz pra eu não me preocupar, que sem minha aprovação ela não fode com ninguém. E foi assim que virei corno.

0 comentários - Como virei um cuck