Sou mãe de um universitário, e é normal meu filho se reunir com os amigos e colegas da faculdade em casa. Um dia, quando cheguei do trabalho, encontrei a casa cheia dos meninos que já estavam de saída. Como sempre, me cumprimentavam com um beijo na bochecha e um abraço, mas naquela tarde o Mark me cumprimentou de um jeito diferente…
Ele me abraçou forte contra o peito dele e, enquanto me beijava a bochecha, desceu a mão mais abaixo da minha cintura até tocar, por cima do meu vestido, a borda da minha calcinha…
Fiquei surpresa, mas ao mesmo tempo pensei que tinha sido sem querer, porque ele parecia desconcertado com o que aconteceu, então não dei importância…
Os dias passaram e eu percebia que o Mark visitava meu filho com mais frequência, com qualquer desculpa, mas no fim eu não parava pra pensar nesses detalhes por muito tempo. Um dia ele chegou e meu filho não estava, inventou a desculpa de que o carro tinha batido, então meu marido o atendeu, emprestando umas ferramentas pro carro que supostamente tinha ficado acidentado bem perto dali…
Chegaram as férias e meu filho saiu da cidade por um bom tempo, seguido pelo meu marido, que se ausentava de casa vários dias por semana por causa do trabalho, então eu passava muito tempo sozinha em casa…
Um dia, eu ia sair de casa pra passar um tempo com minhas amigas e, fechando a porta, encontrei o Mark que passava em frente à casa. Ele parou o carro e desceu pra me cumprimentar… Me perguntou pra onde eu ia e eu disse que ia tomar um café com minhas amigas. Ele se ofereceu pra me levar e eu aceitei…
No caminho pro café, conversamos sobre os estudos e um pouco de tudo, mas o Mark não parava de me olhar, a ponto de eu ter que falar pra ele tomar cuidado ao dirigir. Mas ele, sem nenhuma timidez, me disse: “Não consigo parar de olhar pra senhora. A senhora é muito gostosa e eu adoro”…
As palavras dele me fizeram corar, e ele pôde ver minha surpresa com aquela confissão da parte dele…
“Não leve a mal, dona Eva, mas é a verdade”…
Chegando no café, agradeci a ele Me levar pra casa e por ser tão cavalheiro…
Passei a tarde sem perceber, e já tinha anoitecido, a conversa com minhas amigas continuava e como ninguém me esperava em casa, não me apressei… Chegando às oito da noite, começamos a ir embora uma a uma, e eu fiquei no ponto esperando um táxi pra voltar pra casa. Aí, do nada, apareceu o amigo do meu filho e se ofereceu pra me levar. Falei pra ele não se preocupar, que logo passaria um táxi e que a rota dele não era a minha. Ele respondeu: "Não se preocupa, vou visitar minha namorada, que é vizinha do lugar onde vocês moram." Com a insistência dele e vendo que era difícil pegar um táxi naquela hora pra zona onde moro, aceitei o pedido…
Eu estava carregando várias sacolas e, quando chegamos na porta de casa, ele estacionou e desligou o carro. Falei que não precisava, que eu conseguia sozinha, mas ele, todo cavalheiro, me ajudou com as sacolas enquanto eu abria a porta… Entrei, coloquei a bolsa em cima da mesa da sala e me virei pra pegar as sacolas que o Mark estava carregando, quando trombei com o peito forte dele. Ele tinha largado as sacolas em cima do móvel e tinha vindo atrás de mim sem nada nas mãos, como se pressentisse o que ia rolar…
Meu peito contra o peito forte daquele moleque de apenas 20 anos, alto, branco, cabelo castanho claro, olhos bem pretos e uns lábios carnudos e rosados. O rosto dele mostrava aquela sombra de barba grossa recém-feita. O perfume másculo dele e as mãos grandes me seguraram firme pelas costas. A respiração ofegante dele fez a minha começar a acelerar muito rápido, e senti aquele gostoso choque entre as pernas que te grita que você é mulher…
Mesmo eu tentando me soltar rápido, ele continuava me segurando firme e, ao contrário de me soltar, foi me aproximando devagar do rosto dele até que os lábios dele pousaram nos meus, e eu deixei ele me dar um beijo muito sensual. Ele se afastou um pouco do meu rosto pra ver minha reação… Como eu não tentei me soltar, ele me beijou de novo e eu correspondi aquele beijo divinamente molhado e sensual…
Nossas línguas se acariciavam e era muito gostoso, as mãos dele começaram a descer pelas minhas costas e ele agarrou minhas nádegas, me apertando mais contra o corpo dele. A respiração dele estava super acelerada e meu coração queria pular do peito… Ele continuava me beijando, a língua dele percorria meu pescoço e agora descia pelo meu peito, que as mãos dele tratavam de desnudar. Ele puxou um dos meus seios para fora do sutiã e lambeu e chupou divinamente, isso me fazia gemer de prazer… Ele tirou minha blusa e o sutiã, deixando metade do meu corpo nua. Me carregou nos braços e me colocou em cima da mesa de jantar, abriu minhas pernas e começou a meter as mãos, acariciando minha buceta por cima da calcinha, percebendo o quanto ela estava molhada de tesão… Eu tentava tirar a camisa dele, mas ele não parava quieto e eu não conseguia terminar…
Ele pegou uma cadeira e sentou na minha frente, me segurou pela cintura e me puxou para a borda da mesa, abriu minhas pernas bem largas e, virando minha calcinha de lado, começou a lamber minha buceta molhada com tanta safadeza que eu achei que ia gozar na hora…
Ele foi tirando minha calcinha devagar até deixar minha buceta nua, molhada dos meus fluidos…
Me carregou nos braços e subiu as escadas que levavam aos quartos; entrando no meu quarto, me deitou na cama e começou a se despir lentamente, deixando ver o corpo forte e cheio de músculos. Abriu a calça e foi abaixando ela aos poucos, ficando só de cueca, que deixava ver um volume enorme… Eu estava muito excitada, o espetáculo era realmente erótico. Ele me perguntou se eu queria tirar a cueca dele, e eu respondi que sim. Ele subiu na cama de pé, e eu bem debaixo dele, levantei os braços e comecei a puxar a cueca, liberando o imenso e grosso pau que queria me foder e me possuir como uma besta…
Ele desceu da cama e me puxou, me obrigando a ajoelhar na frente dele. ele colocando o pau na minha boca começou a me foder divinamente ali, o pinto dele era muito suculento, escorria os sucos lubrificantes na minha boca que queria mais… entrava e saía, quase sentia que tava me afogando mas não queria que parasse…
De novo me carregou e me deitou de costas na cama e abrindo minhas pernas se colocou em cima de mim e me penetrou devagarzinho e aos poucos pra eu sentir cada milímetro do pau dele dentro da minha buceta molhada, que se dilatava a cada estocada que ele me dava… Quando já tava completamente dentro de mim e eu podia sentir as bolas dele roçando minha bunda, ele me abraçou e me beijando docemente me dizia o quanto tinha sonhado com aquele momento, que eu deixava ele excitado desde o momento que me conheceu,
As palavras dele, os movimentos do quadril, o erótico e luxurioso do momento fizeram eu gozar de um jeito gostosamente barulhento, gritei, gemi e me contorcia de prazer, abracei ele com minhas pernas e apertei minha bacia na pélvis dele fazendo ele gozar dentro de mim enchendo minha buceta com o esperma quente dele… Eu pensava que ali acabava tudo, mas não foi assim, o amigo do meu filho só tava começando a festa, sem me dar tempo de me recuperar daquele orgasmo incrível que ele me deu, me virou e começou a tentar me penetrar o cu, lutou um pouco com ele mas, ele não cedia então me coloquei de quatro e ele começou a lamber minha bunda enfiando a língua e lambendo os sucos dele, meu cu respondeu àquelas lambidas que ele dava se deixando umedecer e facilitando a penetração que não demorou a acontecer, dessa vez me penetrou de uma só vez pra aliviar a dor que essa prática causa e quando tava dentro parou um pouco brincando com os dedos no meu clitóris, pra deixar meu cu se dilatar com o pau enorme dele dentro de mim…
Mark é muito alto e forte e fez questão de mostrar isso sem sair do meu cu me carregou e ele sentou me obrigando a sentar no pau dele que tava cravado no meu cu, agora eu cavalgava ele, eu fui aumentando os movimentos, e também fui alternando a penetração entre a buceta e o cu, enquanto beijava ele e brincava com minha língua na boca dele… Senti quando ele estava prestes a gozar e enfiei o pau dele no meu cu e, enquanto o beijava e me mexia com força pra ele gozar gloriosamente, eu me tocava no clitóris, o que fez com que nós dois gozássemos ao mesmo tempo num delicioso orgasmo… Minha buceta e meu cu estavam cheios do leite dele e eu me sentia divinamente bem… Assim começou minha amizade com o amigo do meu filho, até hoje, depois de muitos anos, continuamos nos vendo nas férias pra relembrar os velhos tempos e criar novas histórias…
Ele me abraçou forte contra o peito dele e, enquanto me beijava a bochecha, desceu a mão mais abaixo da minha cintura até tocar, por cima do meu vestido, a borda da minha calcinha…
Fiquei surpresa, mas ao mesmo tempo pensei que tinha sido sem querer, porque ele parecia desconcertado com o que aconteceu, então não dei importância…
Os dias passaram e eu percebia que o Mark visitava meu filho com mais frequência, com qualquer desculpa, mas no fim eu não parava pra pensar nesses detalhes por muito tempo. Um dia ele chegou e meu filho não estava, inventou a desculpa de que o carro tinha batido, então meu marido o atendeu, emprestando umas ferramentas pro carro que supostamente tinha ficado acidentado bem perto dali…
Chegaram as férias e meu filho saiu da cidade por um bom tempo, seguido pelo meu marido, que se ausentava de casa vários dias por semana por causa do trabalho, então eu passava muito tempo sozinha em casa…
Um dia, eu ia sair de casa pra passar um tempo com minhas amigas e, fechando a porta, encontrei o Mark que passava em frente à casa. Ele parou o carro e desceu pra me cumprimentar… Me perguntou pra onde eu ia e eu disse que ia tomar um café com minhas amigas. Ele se ofereceu pra me levar e eu aceitei…
No caminho pro café, conversamos sobre os estudos e um pouco de tudo, mas o Mark não parava de me olhar, a ponto de eu ter que falar pra ele tomar cuidado ao dirigir. Mas ele, sem nenhuma timidez, me disse: “Não consigo parar de olhar pra senhora. A senhora é muito gostosa e eu adoro”…
As palavras dele me fizeram corar, e ele pôde ver minha surpresa com aquela confissão da parte dele…
“Não leve a mal, dona Eva, mas é a verdade”…
Chegando no café, agradeci a ele Me levar pra casa e por ser tão cavalheiro…
Passei a tarde sem perceber, e já tinha anoitecido, a conversa com minhas amigas continuava e como ninguém me esperava em casa, não me apressei… Chegando às oito da noite, começamos a ir embora uma a uma, e eu fiquei no ponto esperando um táxi pra voltar pra casa. Aí, do nada, apareceu o amigo do meu filho e se ofereceu pra me levar. Falei pra ele não se preocupar, que logo passaria um táxi e que a rota dele não era a minha. Ele respondeu: "Não se preocupa, vou visitar minha namorada, que é vizinha do lugar onde vocês moram." Com a insistência dele e vendo que era difícil pegar um táxi naquela hora pra zona onde moro, aceitei o pedido…
Eu estava carregando várias sacolas e, quando chegamos na porta de casa, ele estacionou e desligou o carro. Falei que não precisava, que eu conseguia sozinha, mas ele, todo cavalheiro, me ajudou com as sacolas enquanto eu abria a porta… Entrei, coloquei a bolsa em cima da mesa da sala e me virei pra pegar as sacolas que o Mark estava carregando, quando trombei com o peito forte dele. Ele tinha largado as sacolas em cima do móvel e tinha vindo atrás de mim sem nada nas mãos, como se pressentisse o que ia rolar…
Meu peito contra o peito forte daquele moleque de apenas 20 anos, alto, branco, cabelo castanho claro, olhos bem pretos e uns lábios carnudos e rosados. O rosto dele mostrava aquela sombra de barba grossa recém-feita. O perfume másculo dele e as mãos grandes me seguraram firme pelas costas. A respiração ofegante dele fez a minha começar a acelerar muito rápido, e senti aquele gostoso choque entre as pernas que te grita que você é mulher…
Mesmo eu tentando me soltar rápido, ele continuava me segurando firme e, ao contrário de me soltar, foi me aproximando devagar do rosto dele até que os lábios dele pousaram nos meus, e eu deixei ele me dar um beijo muito sensual. Ele se afastou um pouco do meu rosto pra ver minha reação… Como eu não tentei me soltar, ele me beijou de novo e eu correspondi aquele beijo divinamente molhado e sensual…
Nossas línguas se acariciavam e era muito gostoso, as mãos dele começaram a descer pelas minhas costas e ele agarrou minhas nádegas, me apertando mais contra o corpo dele. A respiração dele estava super acelerada e meu coração queria pular do peito… Ele continuava me beijando, a língua dele percorria meu pescoço e agora descia pelo meu peito, que as mãos dele tratavam de desnudar. Ele puxou um dos meus seios para fora do sutiã e lambeu e chupou divinamente, isso me fazia gemer de prazer… Ele tirou minha blusa e o sutiã, deixando metade do meu corpo nua. Me carregou nos braços e me colocou em cima da mesa de jantar, abriu minhas pernas e começou a meter as mãos, acariciando minha buceta por cima da calcinha, percebendo o quanto ela estava molhada de tesão… Eu tentava tirar a camisa dele, mas ele não parava quieto e eu não conseguia terminar…
Ele pegou uma cadeira e sentou na minha frente, me segurou pela cintura e me puxou para a borda da mesa, abriu minhas pernas bem largas e, virando minha calcinha de lado, começou a lamber minha buceta molhada com tanta safadeza que eu achei que ia gozar na hora…
Ele foi tirando minha calcinha devagar até deixar minha buceta nua, molhada dos meus fluidos…
Me carregou nos braços e subiu as escadas que levavam aos quartos; entrando no meu quarto, me deitou na cama e começou a se despir lentamente, deixando ver o corpo forte e cheio de músculos. Abriu a calça e foi abaixando ela aos poucos, ficando só de cueca, que deixava ver um volume enorme… Eu estava muito excitada, o espetáculo era realmente erótico. Ele me perguntou se eu queria tirar a cueca dele, e eu respondi que sim. Ele subiu na cama de pé, e eu bem debaixo dele, levantei os braços e comecei a puxar a cueca, liberando o imenso e grosso pau que queria me foder e me possuir como uma besta…
Ele desceu da cama e me puxou, me obrigando a ajoelhar na frente dele. ele colocando o pau na minha boca começou a me foder divinamente ali, o pinto dele era muito suculento, escorria os sucos lubrificantes na minha boca que queria mais… entrava e saía, quase sentia que tava me afogando mas não queria que parasse…
De novo me carregou e me deitou de costas na cama e abrindo minhas pernas se colocou em cima de mim e me penetrou devagarzinho e aos poucos pra eu sentir cada milímetro do pau dele dentro da minha buceta molhada, que se dilatava a cada estocada que ele me dava… Quando já tava completamente dentro de mim e eu podia sentir as bolas dele roçando minha bunda, ele me abraçou e me beijando docemente me dizia o quanto tinha sonhado com aquele momento, que eu deixava ele excitado desde o momento que me conheceu,
As palavras dele, os movimentos do quadril, o erótico e luxurioso do momento fizeram eu gozar de um jeito gostosamente barulhento, gritei, gemi e me contorcia de prazer, abracei ele com minhas pernas e apertei minha bacia na pélvis dele fazendo ele gozar dentro de mim enchendo minha buceta com o esperma quente dele… Eu pensava que ali acabava tudo, mas não foi assim, o amigo do meu filho só tava começando a festa, sem me dar tempo de me recuperar daquele orgasmo incrível que ele me deu, me virou e começou a tentar me penetrar o cu, lutou um pouco com ele mas, ele não cedia então me coloquei de quatro e ele começou a lamber minha bunda enfiando a língua e lambendo os sucos dele, meu cu respondeu àquelas lambidas que ele dava se deixando umedecer e facilitando a penetração que não demorou a acontecer, dessa vez me penetrou de uma só vez pra aliviar a dor que essa prática causa e quando tava dentro parou um pouco brincando com os dedos no meu clitóris, pra deixar meu cu se dilatar com o pau enorme dele dentro de mim…
Mark é muito alto e forte e fez questão de mostrar isso sem sair do meu cu me carregou e ele sentou me obrigando a sentar no pau dele que tava cravado no meu cu, agora eu cavalgava ele, eu fui aumentando os movimentos, e também fui alternando a penetração entre a buceta e o cu, enquanto beijava ele e brincava com minha língua na boca dele… Senti quando ele estava prestes a gozar e enfiei o pau dele no meu cu e, enquanto o beijava e me mexia com força pra ele gozar gloriosamente, eu me tocava no clitóris, o que fez com que nós dois gozássemos ao mesmo tempo num delicioso orgasmo… Minha buceta e meu cu estavam cheios do leite dele e eu me sentia divinamente bem… Assim começou minha amizade com o amigo do meu filho, até hoje, depois de muitos anos, continuamos nos vendo nas férias pra relembrar os velhos tempos e criar novas histórias…
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