Não conseguimos nos ver no dia seguinte, mas conversamos pelo Face o dia inteiro e a noite toda. A gente tinha umas conversas longas e eu já tava apaixonada pelo meu turro. Ele me contou sobre as tatuagens dele, o significado de algumas tretas em que tinha se metido e coisas da vida dele. Só de ler, eu já tava com a buceta em chamas. Me dava um tesão danado um turrinho assim, bem tranquilo, largado, tatuado e gostoso na cama. Não via a hora de ele me comer de novo, esse turro tinha que ser meu, custasse o que custasse. Ele me chamou pra tomar café no dia seguinte, eu tinha colégio, mas que merda que me importava? Me arrumei bem gostosa e matei aula pra ver o Kevin. Nem me preocupei em disfarçar em casa, minha mãe tava na dela, nem ligava, então saí de casa mais ou menos no horário do colégio, mas vestida pra deixar o Kevin louco. Tirei um tempinho pra escolher qual fio dental usar, e como ele tinha gostado tanto da vermelha, voltei com uma vermelha bem pequenininha, minúscula, que eu sabia que ia enlouquecer ele. Saí de casa e, como eu imaginava, minha mãe nem percebeu ou nem se importou que eu tava mais pra putaria do que pra ir pro colégio. Amo isso na minha mãe, tão gostosa quanto a filha. Esperei ele a umas quadras da minha casa, na avenida, principalmente pra não sujar meu jeans justíssimo de cintura alta na lama da rua de casa. Kevin chegou na hora, dava pra ver que ele tava interessado nessa mina. Apareceu com o carro rebaixado da outra vez, mas com a música bem mais suave. Tudo esportivo, sempre meu rocho, com o casaco (que tava na moda) do Depo Merlo. "Oi, meu amor", ele disse e me comeu a boca num beijão. Eu tava com a buceta um vulcão.
Beijei ele um pouco assim que entrei no carro, e Kevin agarrou minha bunda com força, apertou com vontade, e dava pra sentir o tesão dos dois. Ele me levou pra tomar café no MC do centro. Eu, sempre putinha, sentei em cima dele e ficava brincando, tocando nele, me fazendo de mais novinha, e isso deixava ele louco. Num momento em que eu tava no meu jogo, aparecia um pouquinho o fio dental. Vermelha da tanga e o Kevin tinha os olhos cravados ali, sabia que ele tava na minha mão. Mas meu turrinho também ficou esperto e do shopping fomos passear pelo centro de mãos dadas, olhamos vitrines, ele me comprou um sorvete e uma tiara minúscula pro cabelo. Voltamos pro carro e arrancamos pra marginal da rodovia. Eu já conhecia porque várias vezes tinha transado ali com algum cara, mas sempre de noite. Mas o Kevin sabia mais dos cantos, dos lugares secretos, digamos assim, então depois de umas curvas estacionou num lugar bem afastado da vista geral. Tão confortáveis que estávamos que aproveitando o espaço do 18 fomos pro banco de trás.
Começamos a beijar com aquela vontade acumulada pra caralho e o Kevin começou a me tocar e acariciar os peitos por baixo da minha regatinha pequena. Eu tava toda dura e apertava ele com a mão direita. Mais quentes ficávamos e mais beijávamos, eu mordia o lábio dele, ele apertava minha bunda e começou a passar a mão por cima da calça jeans na minha buceta que naquela hora tava no ponto. Quanto mais ele dedilhava minha xereca, mais eu cortava os beijos pra gemer de prazer, comecei a gemer no ouvido dele e o Kevin tava com a pica explodindo naquele moletom esportivo que deixava ele tão gostoso divino. Eu abaixei o moletom dele e me deparei com o pau dele duro, parado e cabeçudo, sem cueca. Me deixou louca ver ele assim, bem pauzudo e pronto pra me enfiar, comecei a passar a linguinha no pau dele, dei uns beijos e comecei a chupar. Tava duríssimo, gigante, e minha boquinha engasgava com tanta pica. O Kevin tava com os olhos virados e eu, toda uma puta, continuei chupando como se nada, nem ligava de estar no carro em plena luz do dia na marginal.
De chupar ele, o Kevin passou a abaixar minha calça jeans apertada e se deparou com minha tanga fio dental encharcada dos meus fluidos, passou a mão suavemente na minha buceta e sentiu aquele mel que deixou ele doido. Ele abaixou minha tanga e eu sentei em cima da pica dele, toda dura. Sem Muita enrolação, acabei empalada no pau dele. Comecei a cavalgar enquanto nos beijávamos igual loucos. Eu apoiava meus peitos no peito do Kevin e minha buceta molhada era empalada pele com pele pelo pau duríssimo dele. Tive que parar de beijar ele pra poder gritar de prazer que tava sentindo. No meio dos meus gritos, meu macho falou no meu ouvido: "como me excita essa garota gritona que você é". Nem respondi, só comecei a gritar mais alto. Eu tinha ele enfeitiçado, pulava em cima do pau dele. Kevin apertava minha bunda e fazia o pau dele entrar mais forte na minha buceta molhadíssima. De vez em quando ouvia o barulho de algum caminhão passando e mais nos excitava saber que talvez viam como o carro balançava de tanto foder. Kevin tirou minha regata e começou a chupar meus peitos enquanto eu cavalgava ele, tinha os bicos duríssimos, bem empinados, e ele chupava, mordia. Eu gritava feito uma boa garota que enfeitiça seu macho e Kevin tava prestes a explodir. Tanto que, depois de um bom tempo, ele não aguentava mais, coitado. Tava com os olhos virados e sabia que a porra ia sair. Percebi e, toda uma garota, nem pensei em diminuir o ritmo, pelo contrário, comecei a pular mais forte em cima do pau dele, cavalgar e gritar igual uma safada até que, em poucos minutos, senti duas gozadas enormes dentro da minha xota ainda pegando fogo. Sim, eu, a garotinha, fiz o macho mais gato do bairro gozar sem deixar ele se controlar quase. Sem nem ter gozado forte ainda, apesar de todo o fluxo que o Kevin tinha em cima dele e no pobre carro dele.
Fazendo a putinha, falei: "eu quero continuar fodendo". Kevin, com o pau destruído e cheio do meu fluxo, me olhou de novo com tesão e disse: "tava pensando em te comer o dia inteiro, amor".
Literalmente fodemos pra caralho aquele dia, tanto que nem ligamos de não ter almoçado nada. Que merda importava comer? Queríamos só foder. Quando começou a ficar mais tarde (não conto a segunda foda porque foi (parecido com o primeiro) eu não queria que ele fosse embora, então com voz de menininha bem girl eu convidei ele pra minha casa. Kevin todo bandido bem doidão aceitou na hora e depois de ajeitarmos um pouco a roupa, partimos pra minha casa. Essa vai ser a próxima história, sei que vocês vão adorar.
Beijei ele um pouco assim que entrei no carro, e Kevin agarrou minha bunda com força, apertou com vontade, e dava pra sentir o tesão dos dois. Ele me levou pra tomar café no MC do centro. Eu, sempre putinha, sentei em cima dele e ficava brincando, tocando nele, me fazendo de mais novinha, e isso deixava ele louco. Num momento em que eu tava no meu jogo, aparecia um pouquinho o fio dental. Vermelha da tanga e o Kevin tinha os olhos cravados ali, sabia que ele tava na minha mão. Mas meu turrinho também ficou esperto e do shopping fomos passear pelo centro de mãos dadas, olhamos vitrines, ele me comprou um sorvete e uma tiara minúscula pro cabelo. Voltamos pro carro e arrancamos pra marginal da rodovia. Eu já conhecia porque várias vezes tinha transado ali com algum cara, mas sempre de noite. Mas o Kevin sabia mais dos cantos, dos lugares secretos, digamos assim, então depois de umas curvas estacionou num lugar bem afastado da vista geral. Tão confortáveis que estávamos que aproveitando o espaço do 18 fomos pro banco de trás.
Começamos a beijar com aquela vontade acumulada pra caralho e o Kevin começou a me tocar e acariciar os peitos por baixo da minha regatinha pequena. Eu tava toda dura e apertava ele com a mão direita. Mais quentes ficávamos e mais beijávamos, eu mordia o lábio dele, ele apertava minha bunda e começou a passar a mão por cima da calça jeans na minha buceta que naquela hora tava no ponto. Quanto mais ele dedilhava minha xereca, mais eu cortava os beijos pra gemer de prazer, comecei a gemer no ouvido dele e o Kevin tava com a pica explodindo naquele moletom esportivo que deixava ele tão gostoso divino. Eu abaixei o moletom dele e me deparei com o pau dele duro, parado e cabeçudo, sem cueca. Me deixou louca ver ele assim, bem pauzudo e pronto pra me enfiar, comecei a passar a linguinha no pau dele, dei uns beijos e comecei a chupar. Tava duríssimo, gigante, e minha boquinha engasgava com tanta pica. O Kevin tava com os olhos virados e eu, toda uma puta, continuei chupando como se nada, nem ligava de estar no carro em plena luz do dia na marginal.
De chupar ele, o Kevin passou a abaixar minha calça jeans apertada e se deparou com minha tanga fio dental encharcada dos meus fluidos, passou a mão suavemente na minha buceta e sentiu aquele mel que deixou ele doido. Ele abaixou minha tanga e eu sentei em cima da pica dele, toda dura. Sem Muita enrolação, acabei empalada no pau dele. Comecei a cavalgar enquanto nos beijávamos igual loucos. Eu apoiava meus peitos no peito do Kevin e minha buceta molhada era empalada pele com pele pelo pau duríssimo dele. Tive que parar de beijar ele pra poder gritar de prazer que tava sentindo. No meio dos meus gritos, meu macho falou no meu ouvido: "como me excita essa garota gritona que você é". Nem respondi, só comecei a gritar mais alto. Eu tinha ele enfeitiçado, pulava em cima do pau dele. Kevin apertava minha bunda e fazia o pau dele entrar mais forte na minha buceta molhadíssima. De vez em quando ouvia o barulho de algum caminhão passando e mais nos excitava saber que talvez viam como o carro balançava de tanto foder. Kevin tirou minha regata e começou a chupar meus peitos enquanto eu cavalgava ele, tinha os bicos duríssimos, bem empinados, e ele chupava, mordia. Eu gritava feito uma boa garota que enfeitiça seu macho e Kevin tava prestes a explodir. Tanto que, depois de um bom tempo, ele não aguentava mais, coitado. Tava com os olhos virados e sabia que a porra ia sair. Percebi e, toda uma garota, nem pensei em diminuir o ritmo, pelo contrário, comecei a pular mais forte em cima do pau dele, cavalgar e gritar igual uma safada até que, em poucos minutos, senti duas gozadas enormes dentro da minha xota ainda pegando fogo. Sim, eu, a garotinha, fiz o macho mais gato do bairro gozar sem deixar ele se controlar quase. Sem nem ter gozado forte ainda, apesar de todo o fluxo que o Kevin tinha em cima dele e no pobre carro dele.
Fazendo a putinha, falei: "eu quero continuar fodendo". Kevin, com o pau destruído e cheio do meu fluxo, me olhou de novo com tesão e disse: "tava pensando em te comer o dia inteiro, amor".
Literalmente fodemos pra caralho aquele dia, tanto que nem ligamos de não ter almoçado nada. Que merda importava comer? Queríamos só foder. Quando começou a ficar mais tarde (não conto a segunda foda porque foi (parecido com o primeiro) eu não queria que ele fosse embora, então com voz de menininha bem girl eu convidei ele pra minha casa. Kevin todo bandido bem doidão aceitou na hora e depois de ajeitarmos um pouco a roupa, partimos pra minha casa. Essa vai ser a próxima história, sei que vocês vão adorar.
6 comentários - Garcho o rocho no carro dele e me enche de porra