Minha família adotiva

Meu nome não importa no momento, só posso dizer que sou adotado por uma mulher que aos 20 anos era linda, mas aos atuais 40 ela é o dobro, como um vinho que envelhece e melhora o sabor, e ela não é exceção, mas calma que já vamos chegar nisso. Minha mãe adotiva se chama Ha-eun, sim, minha mãe é coreana, junto com minha tia chamada Seo-yun, ambas sendo gêmeas com corpos gostosos, nenhuma conseguiu encontrar um homem decente, não porque não pudesse, o problema foi que os que se interessavam por elas só faziam isso pelo dinheiro da família, e sim, minha família tem tanto dinheiro que se eu quisesse poderia comprar qualquer banco e ainda sobraria pra comprar mais dois bancos. Enfim, nenhuma das duas encontrou o amor, e como meus avós queriam netos, minha mãe decidiu me adotar. Um casal de baixa renda queria me entregar pra ela, só que o problema seria pela minha cor, já que sou negro com todas as letras. Meus avós, mesmo tendo se negado no início, no momento em que me conheceram me amaram, claro que eu era o mimado, mas não estragado. Sofri um pouco de bullying, graças à minha mãe me dando conselhos, eu superei. Quando me formei, fui pra melhor universidade, claro que quando falava com minha família todo fim de semana. Meus avós faleceram quando eu tinha 19 anos, deixando o império da família pra minha mãe e minha tia. Aos 22 me formei com honras. Quando voltei pra casa, me diverti pra caralho aprendendo sobre os negócios da família, mas principalmente me deliciando com minha mãe e minha tia. As pessoas veem as duas como as mulheres mais perfeitas de toda a Coreia, mas a portas fechadas são mulheres que gostam de ficar à vontade em todos os sentidos, já que quando voltam do trabalho, na sala da casa tiram a roupa até ficarem de lingerie ou nuas, dependendo do que elas querem. Isso não as incomoda porque nosso chalé tem só empregadas, que são amigas de longa data das duas, já que elas são as filhas dos mordomos e empregadas que serviram meus avós, sendo todas elas a terceira geração que servem a família, por isso há confiança, também me junto na nudez delas e, se as empregadas quiserem, também podem ficar nuas. É tanta a confiança que todos tomamos banho juntos e fazemos pijamadas no quarto grande, um quarto tão grande que a cama é de 2m x 2m, onde todos dormimos em vez de ir para nossos quartos. Agora aqui começa o bom: no meu aniversário de 23 anos, elas, além de me darem uma festa privada, me deram permissão de foder todas elas sem ressentimentos nem ciúmes. Caso eu me apaixone por alguma, os papéis de casamento já estão prontos. Fiquei sem fala diante disso, eu não sabia se me sentia com sorte ou com azar, já que elas não sabem que eu vi as orgias lésbicas que fazem no chalé entre todas elas, as quais têm um aguante que duram 3 horas antes de gozarem. O que me aguarda o futuro, se é que eu sobreviva a isso, vocês verão na atualidade desta série. Nota para os leitores: não terei horário definido para as atualizações da série. Quanto mais visitas cada atualização tiver, a frequência de novos capítulos aumentará. Esta série será curta, estimo não mais de 10 capítulos. Deixarei uma imagem da mãe e da tia do protagonista.

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