Faz tempo que guardo isso comigo e sinto que preciso contar pra alguém, mas ao mesmo tempo quero que ninguém saiba, então vou fazer isso aqui.
Já tive muitas histórias envolvendo sexo, mas agora vou contar a que começou tudo. A vez que perdi a virgindade da forma mais surpreendente, assustadora, satisfatória e proibida da minha vida.
Fiz sexo com a minha mãe. Vou tentar não entediar vocês com detalhes.
Faz uns 9 anos, meu pai, que é um cara muito ocupado, estava viajando pra vários lugares do mundo a trabalho. Eu tinha 17 anos na época, e a mulher que esteve ao meu lado o tempo todo foi minha mãe, que estava quase chegando aos 40. Eu era um viciado em masturbação e pornô, tanto que poderia usar várias atrizes pornô como exemplo pra descrever as mulheres dos meus desejos proibidos. E de tanto ver, já estava cansado da mesma coisa, queria transar com uma mulher de verdade. Essa foi a motivação que me levou a ficar com uma garota loira de olhos verdes, que tinha o corpo que eu gostava. Magrinha, mas com curvas gostosas pra apertar na hora do sexo. Mas, como já sabem, alguém me passou na frente.
A questão é que, com tantas viagens que meu pai fazia de país em país, a atenção que ele dava pra minha mãe era pouca, e eu via isso no rosto dela. Quero acreditar que o boato de que meu pai tinha uma amante era verdade, porque não vejo outra razão pra que, um ano antes do acontecido, minha mãe começasse a ficar gostosa e aparentar menos idade do que tem. Antes ela parecia ter quase 50, mas naquela época, e até hoje, ela aparenta uns 35 anos. Agora ela parece uma mulher linda que cuida de si mesma, e vendo que eu já tinha 17 anos, ela podia se permitir fazer coisas que não fazia desde que me teve. Só que tinha um problema: o corpo que ela tem agora é igual ao da minha quase-namorada. Magrinha e recheada, parecida com a Kitten Latenight, mas menos morena e com um rosto diferente. Os olhos dela são um pouco... chinitos, uma boca linda que combinava perfeitamente com seu sorriso adolescente, cabelo liso preto e o que mais me matava nela eram as pernas. Vocês precisam ver por si mesmos, é como se tivessem sido esculpidas pelos próprios anjos. São perfeitas, coxas grossas e firmes, pés perfeitos mesmo usando salto ou não.
Sabendo que agora era a vez dela e vendo que eu já tinha idade para ficar sozinho em casa, ela começou a sair muito à noite com as amigas. Até agora não comi nenhuma delas, mas acho que não vai rolar porque eu as vejo muito pouco. Isso durou quase um ano inteiro e tenho certeza que ela ficou com uns três amantes que nunca vi, mas eles existiram. Porque depois das festas ela começou a ficar mais alegre, animada e sua simpatia, que nunca sumiu, só ficou dez vezes mais atraente. Além disso, minha mãe é daquelas mulheres que, quando criam intimidade com um homem, começam a acariciar, tocar ou brincar com o cabelo dele. Imagina eu naquele momento de mudança de personalidade da minha mãe naquela época. Eu, que sempre fui seu "melhor amigo" desde o distanciamento do meu pai, comecei a ser tratado como aquele ombro amigo para chorar que ela não tinha há anos. E bem, quando ela estava feliz ou eu dava um presente, ela fazia tudo isso que falei de tocar e acariciar, mas a vantagem que eu tinha é que ela me beijava. Simples assim, quando ela me ensinou a cozinhar, ela chegou por trás, pegou meus ombros e disse: "esse é meu homenzão" e me deu um beijão na bochecha direita. E que beijos, meu Deus. Quando faltavam dois ou três dias para descobrirmos que viajaríamos com meu pai a trabalho (onde tudo aconteceu), eu já tinha certeza do que estava sentindo. Eu me apaixonei pela minha mãe e me sentia um lixo por causa disso. Aquelas noites longas em que minha mãe chegava tarde da noite, bêbada e falando coisas aleatórias, me testavam para manter minha moral e não me aproveitar dela. Eu não conseguia, ela estava emocionalmente frágil. Foi difícil porque a Às vezes eu tinha que tirar a roupa dela e colocar o pijama, deitá-la ou, no pior dos casos, esperar que ela melhorasse depois de vomitar no banheiro. Sempre havia oportunidades para enfiar nela em qualquer lugar, mas me mantive firme, a respeitei e a deixei tranquila dormindo, enquanto me acabava na punheta no meu quarto.
Dito tudo isso, chegou o dia em que meu pai quis fazer uma viagem de trabalho, mas agora queria levar nós dois com ele, com a desculpa de que eu não ficasse de férias de verão em casa e para que minha mãe parasse de encher o saco dizendo que ele nunca está em casa. Para onde viajamos? Para o Rio de Janeiro, Brasil. O sentimento na época foi estranho, porque era verão no lugar mais quente do mundo e eu veria minha mãe por uma semana inteira com roupas leves e shorts ou saias curtas, agora que ela está mais confiante e está toda uma mamacita. Mas, ao mesmo tempo, isso era justamente o problema. Pensei que as brasileiras poderiam ajudar a não ficar olhando para ela, mas funcionou pela metade e, quando já estávamos prestes a voltar para casa, definitivamente não funcionou.
Viajamos para o Rio e ficamos em um hotel bonito e de qualidade. Meus pais ficaram em um quarto de casal e eu fiquei em outro que ficava em frente ao deles. Esse primeiro e segundo dia não tiveram muita graça, então vamos para o terceiro dia, onde a coisa começou. Meu pai acordou bem cedo para sair para trabalhar e, a julgar pelo segundo dia, não voltaria até bem tarde da noite. Então, minha mãe sugeriu irmos à praia perto do hotel para relaxarmos e esquecer tudo. Aceitei com uma vontade imensa porque veria aquele corpão de minha mãe de biquíni, mas, ao mesmo tempo, a culpa me atacava. Isso acontecia muito comigo, na verdade. Fomos à praia, bebemos cerveja em público como é costume naquele país, mas minha mãe bebeu mais do que eu e fica mais alegre e divertida quando bebe muita cerveja. De repente, paramos de beber e de conversar, ela tirou o vestido laranja que estava usando, pegou minha mão e me levou para a água. Nós... a gente riu muito e eu adorei ver minha mãe tão feliz. Uma hora depois voltamos pro hotel, subimos pros nossos quartos pra tomar banho e minha mãe me diz: “Por que você não entra aqui comigo? Vem”. Pra não estragar o clima alegre, eu obedeci e entrei no quarto dela. Perguntei: “Quem toma banho primeiro?”, e ela me pediu pra ajudar com algumas coisas pra ela poder se banhar, porque estava tonta depois de duas cervejas. Aí, entramos no banheiro chique dela, abri o chuveiro pra esquentar a água e ela começou a me abraçar e beijar minhas bochechas de tão contente que estava. Afastei ela um pouco pra pedir que passasse o vestido e entrasse no banho. Ela tirou, me deu e pediu ajuda pra desabotoar o sutiã. Deu a desculpa de que me viu pelado muitas vezes desde que nasci e que era minha vez de ver ela nua. Eu, com medo e desejo, me aproximei dela pra desabotoar. Quando consegui, ela com a mão direita agarrou minha cabeça, virou o rosto pro lado enquanto puxava minha cabeça pra frente pra me dar um beijo estranhamente longo e apaixonado na bochecha direita e sussurrou: “meu homemzão”. Não aguentei mais e naquele momento só sentia desejo. Olhei pra ela depois do beijo, ela continuava me encarando e eu a beijei nos lábios macios, com um pouco de batom vermelho. A melhor parte é que ela correspondeu, então, com confiança, abri um pouco a boca pra continuar beijando-a devagar e apaixonadamente e ela fez o mesmo. Com isso e sentindo o cheiro natural da pele dela, meu pau doendo no shorts de tão duro que estava, sentindo a pele macia da cintura dela e as respirações pesadas cada vez que ela me beijava, só me deixaram mais excitado e já no terceiro beijo abri a boca de novo e enfiei minha língua na boca dela. Isso pareceu acordá-la da fantasia, porque ela me parou, colocou a mão direita na minha boca e disse: “Não, isso não”. Instintivamente perguntei: “Por que não?”, ao que ela respondeu de maneira óbvia: “Porque sou sua mãe. Como uma mãe beijaria assim o seu filho?". Eu sabia que perderia a oportunidade depois daquele comentário, então tentei a sorte e, desejando que a embriaguez dela ainda estivesse presente, disse: "É que, com uma mamãe gostosa como você, quem não ficaria?". A embriaguez da minha mãe, minha sorte ou seja lá o que aquela frase tenha feito na mente dela, funcionou. Ela agarrou minha cabeça novamente e começou a me beijar apaixonadamente e mais rápido, como se estivesse desesperada por sexo, não importando o custo. Eu me senti abençoado e horrível ao mesmo tempo, porque finalmente iria transar, mas seria com minha mãe excitada, que soltava pequenos gemidos, ainda de biquíni, no chuveiro do banheiro do quarto dela, em um hotel no Rio de Janeiro.
Dizem que as primeiras vezes no sexo, sejam boas ou ruins, são sempre memoráveis. E eu prometo a vocês que minha primeira vez naquela tarde com minha mãe no banheiro nunca será esquecida. Ela começou a tirar minha roupa enquanto me beijava e tocava meu peito com seus seios nus, um pouco caídos, mas grandes. Ela tirou meu short e minha cueca, e foi quando meu pênis se desdobrou diante dela. Não posso dizer se o tenho grande ou não, porque minha mãe, sem comentários, começou a lamber e beijá-lo. Naquela vez, aprendi muitas coisas que não entendia sobre sexo. Uma delas foi por que tanto alvoroço com beijos de língua, e a outra foi por que os homens gostam tanto que chupem seu pênis – eu achava de mau gosto. Agora sei por que os homens gostam tanto dessa sensação: porque a mulher, tão à vontade saboreando aquele pedaço que levam à boca uma vez a cada mil anos, o desfruta como se fosse a última vez, então passam a língua nele, o beijam e, no caso da minha mãe, ela o levou completamente à boca e começou a chupar. Ela estava gostando tanto, e eu também, especialmente sua língua que eu sentia na parte de trás do meu pênis. É uma daquelas sensações que só acontecem naqueles momentos. O problema é que eu era novo na questão do sexo, então estava a ponto de gozar na boca dela, mas ela parou no momento certo. Por isso digo que tenho certeza... que ela tinha ficado com 3 homens em suas saídas noturnas, porque era toda uma especialista em sexo que sabia que não duraria mais de 15 minutos com ela. Então ela parou de me chupar, apertou meu pau para evitar que eu gozasse, me beijou de novo apaixonadamente e de relance percebi que o chuveiro ainda estava aberto. Contei a ela e ela pegou minha mão e me levou correndo para o chuveiro. Obviamente nos queimamos porque eu tinha deixado a água na temperatura alta, rimos disso e imediatamente fui para seus peitos grandes e macios e comecei a chupá-los desesperadamente. Tirei sua calcinha de biquíni cheia de areia e enquanto passava minha boca e língua em sua barriga suave e deliciosa, ela empurrou minha cabeça em direção à sua buceta curiosamente depilada. Definitivamente ela tinha ficado com outros caras antes de mim. Ela se posicionou num canto do box, levantou sua perna esquerda perfeita para que eu enfiasse minha cabeça na sua virilha, eu segurei aquela perna e cavalheirescamente a coloquei sobre meu ombro direito para que ela não se esforçasse demais. Tinha que provar aquelas pernas suaves de deusa, então as beijei, lambi e aproveitei como um sonho realizado. E numa tentativa desesperada da minha mamãe de querer que eu coma seu pau, ela pegou minha cabeça de novo e levou até sua buceta. Passei minha língua de baixo para cima por toda ela, enquanto sentia sua umidade, um cheiro forte de mulher excitada que me afastou um pouco da primeira vez e, com isso, temi que não gostasse do gosto. Eu amei, e ela também gostou daquela primeira lambida, porque enquanto passava minha língua ouvi sua mão direita bater na parede como se quisesse agarrá-la, seu corpo tremendo um pouco e com um gemido tão real que me deixou ainda mais excitado e a violei com minha língua. Fiquei lambendo por quase 2 minutos e minha vontade de gozar diminuiu, mas seus gemidos estavam cada vez mais altos. Ela me parou com a mão, me levantou, virou de costas com ela olhando para a parede e me disse aquela frase que me deixou louco, que ainda me perseguiu e foi ela que confirmou que queria mais. "Anda logo e mete!" E eu, no impulso, enfiei meu pau com força na buceta dela por trás, soltando o gemido que mais gostei de toda nossa aventura. Simplesmente a cabeça dela olhou pro chão e com os olhos quase fechados soltou um "AAAH!". Um gemido forte, agudo, sem preparo, sem ar, nem respirações, foi um grito de dor e prazer máximo que ecoou por todo o banheiro. Mas parece que doeu mais do que ela curtiu, porque, mesmo sem gritar comigo ou me bater, ela virou pra trás pra me empurrar um pouco o peito, sem tirar meu pau da vagina dela. Parece que não é uma boa ideia entrar com toda a força dentro de uma mulher. Nós sentimos como se abre lá dentro, mas são elas que recebem nosso membro, então é lógico que dói na primeira entrada. Interpretando isso na minha mente, peguei romanticamente a mão dela que empurrava meu peito, em sinal de desculpas. Ela me respondeu com um olhar de dor e excitação inegável, então tirei e meti meu pau com mais cuidado e isso fez ela gostar mais. A cada movimento mais rápido, os gritos dela aumentavam e em um desses momentos ela me soltou um elogio: "Ah! Parece uma pedra dura e grossa! Ah... AAAH!!!" Com isso, a sensação de culpa desapareceu completamente, abracei ela por trás, agarrei e apertei os peitos dela como nos vídeos pornô, beijei seu rosto, pescoço, ombros e costas, mas já completamente molhados pelo chuveiro, antes de me mover mais rápido para ouvi-la gritar, parei um pouco para descansar (algo que não esperava que acontecesse) e porque estava prestes a gozar. Que bom que fiz isso, porque lembrei que não podia enchê-la de porra, por mais que quisesse. Parei lentamente e fiz meus movimentos mais devagar, mas ela não queria parar e, como um último presente espetacular daquele momento inesquecível, ela me deu a tarefa mais difícil porque, mesmo abraçando-a e vendo seu rosto excitado por trás, com minha cabeça em seu ombro direito, ela começou a mover sensual e ritmicamente a bunda, meu pau lá dentro.
Como se estivesse dançando, movendo a cintura pra cima e pra baixo, nós dois curtimos muito porque ela falava: “Ai, amor, que delícia!” sentindo meu pau nas paredes da sua buceta, já que as pernas dela estavam juntas, e eu também porque esse movimento era o que mais me excitava nos vídeos pornô e eu estava vivendo aquilo. Quando percebi, meus olhos viraram, olhei pra bunda de mulherão dela subindo e descendo como se quisesse arrancar meu membro e só fiquei mais excitado. Tirei rápido meu pau e comecei a meter minha língua na sua buceta pra não atrasar o orgasmo dela. Não tava adiantando, então enfiei um dedo e aí voltou a paixão. Fui o mais rápido que pude pra ela curtir enquanto eu me recuperava e, já pronto pro final, enfiei o pau de novo e foi ainda mais rápido pra ela terminar antes de mim. Foi difícil, mas não impossível. Ela gritou alto de prazer até que soltou: “Ah Ah Ah tô gozando o o o. AAAAAAHHHHHHH!” e ela arqueou as costas como se tivesse levado um soco na barriga, começou a ter espasmos, soltava uns gemidos abafados e a bunda se mexia com meu pau dentro. Eu continuei metendo até que aquele último movimento de bunda me matou e tirei meu pau rápido dali pra jorrar minha porra nas costas dela. O curioso é que quando tirei meu pau, saíram umas gotas de “água” da vagina dela e aprendi que aquele era o “sêmen” das mulheres. Aproximei meu pau da bunda dela enquanto ainda jorrava porra pra cima, caindo nas costas, e ela ia soltando os últimos gemidos de prazer e exaustão, mas ainda tremia. Pensei que tinha feito algo errado porque parecia que machuquei ela ou algo assim, porque até caiu de joelhos no chão e as pernas pareciam não responder. Fiquei preocupado e cheguei perto pra saber se ela estava bem e ela me abraçou no chão. Sentei do lado dela pra continuar abraçando, como se estivesse me agradecendo. Falei brincando que iam reclamar da gente por gastar tanta água no chuveiro, ela riu, mas Ela me disse para deixar correr um pouco mais para que tudo ficasse limpinho. Sim, tudo isso eu aprendi naquela tarde, sobre como o chuveiro é o melhor lugar para transar sem ninguém descobrir, que penetração por trás é definitivamente minha posição favorita por causa daquele movimento, e que depois de tantas emoções intensas e perversidades, quando acaba e os dois ficam satisfeitos, é algo muito bonito de lembrar. Minha mãe me deu uns últimos beijos, mas esses eram mais ternos, e me abraçou. Ficamos ali deitados um bom tempo, com ela esclarecendo que ninguém podia saber disso, e eu só olhava para ela e dizia que mulher incrível ela era. Depois fechamos o chuveiro de uma vez, nos levantamos, e eu saí do banheiro para ela tomar banho. Pedi um último daqueles beijos gostosos e disse: "Te amo, mãe. Obrigado." E ela respondeu: "Eu também, meu amor." Fechei a porta do banheiro, me sequei com uma toalha e sentei nu na cama dela.
Desde então, comecei a ver minha mãe de um jeito muito diferente. Não como uma vadia viciada em sexo ou uma imoral incestuosa, mas sim como uma mulher de verdade. Uma que também sente, tem sonhos, dá amor, trabalha até tarde em casa e, claro, precisa de atenção sexual que meu pai não estava dando, mas que eu acabei de dar. Talvez não seja certo um filho de 17 anos transar com sua mãe biológica de quase 40 quando o marido não está, mas a verdade é que não me importei. Aquela mulher dá muito de si como mãe e recebe pouco, então tê-la feito sentir as emoções mais fortes até vê-la cair de exaustão foi como se eu tivesse feito um enorme favor para a mulher que me deu tudo.
Ainda há coisas que me pareceram estranhas, como minha mãe me chamar para o quarto dela justo quando íamos tomar banho. Será que ela planejou tudo? Por isso nunca gritou comigo, me tratou tão bem ou nunca sentiu culpa? Não sei, simplesmente aconteceu tudo tão bem que até parece estranho. No entanto, tenho certeza de que a deixei muito satisfeita naquela tarde, porque não— foi a última vez que a gente transou. Mas isso talvez eu conte depois.
Já tive muitas histórias envolvendo sexo, mas agora vou contar a que começou tudo. A vez que perdi a virgindade da forma mais surpreendente, assustadora, satisfatória e proibida da minha vida.
Fiz sexo com a minha mãe. Vou tentar não entediar vocês com detalhes.
Faz uns 9 anos, meu pai, que é um cara muito ocupado, estava viajando pra vários lugares do mundo a trabalho. Eu tinha 17 anos na época, e a mulher que esteve ao meu lado o tempo todo foi minha mãe, que estava quase chegando aos 40. Eu era um viciado em masturbação e pornô, tanto que poderia usar várias atrizes pornô como exemplo pra descrever as mulheres dos meus desejos proibidos. E de tanto ver, já estava cansado da mesma coisa, queria transar com uma mulher de verdade. Essa foi a motivação que me levou a ficar com uma garota loira de olhos verdes, que tinha o corpo que eu gostava. Magrinha, mas com curvas gostosas pra apertar na hora do sexo. Mas, como já sabem, alguém me passou na frente.
A questão é que, com tantas viagens que meu pai fazia de país em país, a atenção que ele dava pra minha mãe era pouca, e eu via isso no rosto dela. Quero acreditar que o boato de que meu pai tinha uma amante era verdade, porque não vejo outra razão pra que, um ano antes do acontecido, minha mãe começasse a ficar gostosa e aparentar menos idade do que tem. Antes ela parecia ter quase 50, mas naquela época, e até hoje, ela aparenta uns 35 anos. Agora ela parece uma mulher linda que cuida de si mesma, e vendo que eu já tinha 17 anos, ela podia se permitir fazer coisas que não fazia desde que me teve. Só que tinha um problema: o corpo que ela tem agora é igual ao da minha quase-namorada. Magrinha e recheada, parecida com a Kitten Latenight, mas menos morena e com um rosto diferente. Os olhos dela são um pouco... chinitos, uma boca linda que combinava perfeitamente com seu sorriso adolescente, cabelo liso preto e o que mais me matava nela eram as pernas. Vocês precisam ver por si mesmos, é como se tivessem sido esculpidas pelos próprios anjos. São perfeitas, coxas grossas e firmes, pés perfeitos mesmo usando salto ou não.
Sabendo que agora era a vez dela e vendo que eu já tinha idade para ficar sozinho em casa, ela começou a sair muito à noite com as amigas. Até agora não comi nenhuma delas, mas acho que não vai rolar porque eu as vejo muito pouco. Isso durou quase um ano inteiro e tenho certeza que ela ficou com uns três amantes que nunca vi, mas eles existiram. Porque depois das festas ela começou a ficar mais alegre, animada e sua simpatia, que nunca sumiu, só ficou dez vezes mais atraente. Além disso, minha mãe é daquelas mulheres que, quando criam intimidade com um homem, começam a acariciar, tocar ou brincar com o cabelo dele. Imagina eu naquele momento de mudança de personalidade da minha mãe naquela época. Eu, que sempre fui seu "melhor amigo" desde o distanciamento do meu pai, comecei a ser tratado como aquele ombro amigo para chorar que ela não tinha há anos. E bem, quando ela estava feliz ou eu dava um presente, ela fazia tudo isso que falei de tocar e acariciar, mas a vantagem que eu tinha é que ela me beijava. Simples assim, quando ela me ensinou a cozinhar, ela chegou por trás, pegou meus ombros e disse: "esse é meu homenzão" e me deu um beijão na bochecha direita. E que beijos, meu Deus. Quando faltavam dois ou três dias para descobrirmos que viajaríamos com meu pai a trabalho (onde tudo aconteceu), eu já tinha certeza do que estava sentindo. Eu me apaixonei pela minha mãe e me sentia um lixo por causa disso. Aquelas noites longas em que minha mãe chegava tarde da noite, bêbada e falando coisas aleatórias, me testavam para manter minha moral e não me aproveitar dela. Eu não conseguia, ela estava emocionalmente frágil. Foi difícil porque a Às vezes eu tinha que tirar a roupa dela e colocar o pijama, deitá-la ou, no pior dos casos, esperar que ela melhorasse depois de vomitar no banheiro. Sempre havia oportunidades para enfiar nela em qualquer lugar, mas me mantive firme, a respeitei e a deixei tranquila dormindo, enquanto me acabava na punheta no meu quarto.
Dito tudo isso, chegou o dia em que meu pai quis fazer uma viagem de trabalho, mas agora queria levar nós dois com ele, com a desculpa de que eu não ficasse de férias de verão em casa e para que minha mãe parasse de encher o saco dizendo que ele nunca está em casa. Para onde viajamos? Para o Rio de Janeiro, Brasil. O sentimento na época foi estranho, porque era verão no lugar mais quente do mundo e eu veria minha mãe por uma semana inteira com roupas leves e shorts ou saias curtas, agora que ela está mais confiante e está toda uma mamacita. Mas, ao mesmo tempo, isso era justamente o problema. Pensei que as brasileiras poderiam ajudar a não ficar olhando para ela, mas funcionou pela metade e, quando já estávamos prestes a voltar para casa, definitivamente não funcionou.
Viajamos para o Rio e ficamos em um hotel bonito e de qualidade. Meus pais ficaram em um quarto de casal e eu fiquei em outro que ficava em frente ao deles. Esse primeiro e segundo dia não tiveram muita graça, então vamos para o terceiro dia, onde a coisa começou. Meu pai acordou bem cedo para sair para trabalhar e, a julgar pelo segundo dia, não voltaria até bem tarde da noite. Então, minha mãe sugeriu irmos à praia perto do hotel para relaxarmos e esquecer tudo. Aceitei com uma vontade imensa porque veria aquele corpão de minha mãe de biquíni, mas, ao mesmo tempo, a culpa me atacava. Isso acontecia muito comigo, na verdade. Fomos à praia, bebemos cerveja em público como é costume naquele país, mas minha mãe bebeu mais do que eu e fica mais alegre e divertida quando bebe muita cerveja. De repente, paramos de beber e de conversar, ela tirou o vestido laranja que estava usando, pegou minha mão e me levou para a água. Nós... a gente riu muito e eu adorei ver minha mãe tão feliz. Uma hora depois voltamos pro hotel, subimos pros nossos quartos pra tomar banho e minha mãe me diz: “Por que você não entra aqui comigo? Vem”. Pra não estragar o clima alegre, eu obedeci e entrei no quarto dela. Perguntei: “Quem toma banho primeiro?”, e ela me pediu pra ajudar com algumas coisas pra ela poder se banhar, porque estava tonta depois de duas cervejas. Aí, entramos no banheiro chique dela, abri o chuveiro pra esquentar a água e ela começou a me abraçar e beijar minhas bochechas de tão contente que estava. Afastei ela um pouco pra pedir que passasse o vestido e entrasse no banho. Ela tirou, me deu e pediu ajuda pra desabotoar o sutiã. Deu a desculpa de que me viu pelado muitas vezes desde que nasci e que era minha vez de ver ela nua. Eu, com medo e desejo, me aproximei dela pra desabotoar. Quando consegui, ela com a mão direita agarrou minha cabeça, virou o rosto pro lado enquanto puxava minha cabeça pra frente pra me dar um beijo estranhamente longo e apaixonado na bochecha direita e sussurrou: “meu homemzão”. Não aguentei mais e naquele momento só sentia desejo. Olhei pra ela depois do beijo, ela continuava me encarando e eu a beijei nos lábios macios, com um pouco de batom vermelho. A melhor parte é que ela correspondeu, então, com confiança, abri um pouco a boca pra continuar beijando-a devagar e apaixonadamente e ela fez o mesmo. Com isso e sentindo o cheiro natural da pele dela, meu pau doendo no shorts de tão duro que estava, sentindo a pele macia da cintura dela e as respirações pesadas cada vez que ela me beijava, só me deixaram mais excitado e já no terceiro beijo abri a boca de novo e enfiei minha língua na boca dela. Isso pareceu acordá-la da fantasia, porque ela me parou, colocou a mão direita na minha boca e disse: “Não, isso não”. Instintivamente perguntei: “Por que não?”, ao que ela respondeu de maneira óbvia: “Porque sou sua mãe. Como uma mãe beijaria assim o seu filho?". Eu sabia que perderia a oportunidade depois daquele comentário, então tentei a sorte e, desejando que a embriaguez dela ainda estivesse presente, disse: "É que, com uma mamãe gostosa como você, quem não ficaria?". A embriaguez da minha mãe, minha sorte ou seja lá o que aquela frase tenha feito na mente dela, funcionou. Ela agarrou minha cabeça novamente e começou a me beijar apaixonadamente e mais rápido, como se estivesse desesperada por sexo, não importando o custo. Eu me senti abençoado e horrível ao mesmo tempo, porque finalmente iria transar, mas seria com minha mãe excitada, que soltava pequenos gemidos, ainda de biquíni, no chuveiro do banheiro do quarto dela, em um hotel no Rio de Janeiro.
Dizem que as primeiras vezes no sexo, sejam boas ou ruins, são sempre memoráveis. E eu prometo a vocês que minha primeira vez naquela tarde com minha mãe no banheiro nunca será esquecida. Ela começou a tirar minha roupa enquanto me beijava e tocava meu peito com seus seios nus, um pouco caídos, mas grandes. Ela tirou meu short e minha cueca, e foi quando meu pênis se desdobrou diante dela. Não posso dizer se o tenho grande ou não, porque minha mãe, sem comentários, começou a lamber e beijá-lo. Naquela vez, aprendi muitas coisas que não entendia sobre sexo. Uma delas foi por que tanto alvoroço com beijos de língua, e a outra foi por que os homens gostam tanto que chupem seu pênis – eu achava de mau gosto. Agora sei por que os homens gostam tanto dessa sensação: porque a mulher, tão à vontade saboreando aquele pedaço que levam à boca uma vez a cada mil anos, o desfruta como se fosse a última vez, então passam a língua nele, o beijam e, no caso da minha mãe, ela o levou completamente à boca e começou a chupar. Ela estava gostando tanto, e eu também, especialmente sua língua que eu sentia na parte de trás do meu pênis. É uma daquelas sensações que só acontecem naqueles momentos. O problema é que eu era novo na questão do sexo, então estava a ponto de gozar na boca dela, mas ela parou no momento certo. Por isso digo que tenho certeza... que ela tinha ficado com 3 homens em suas saídas noturnas, porque era toda uma especialista em sexo que sabia que não duraria mais de 15 minutos com ela. Então ela parou de me chupar, apertou meu pau para evitar que eu gozasse, me beijou de novo apaixonadamente e de relance percebi que o chuveiro ainda estava aberto. Contei a ela e ela pegou minha mão e me levou correndo para o chuveiro. Obviamente nos queimamos porque eu tinha deixado a água na temperatura alta, rimos disso e imediatamente fui para seus peitos grandes e macios e comecei a chupá-los desesperadamente. Tirei sua calcinha de biquíni cheia de areia e enquanto passava minha boca e língua em sua barriga suave e deliciosa, ela empurrou minha cabeça em direção à sua buceta curiosamente depilada. Definitivamente ela tinha ficado com outros caras antes de mim. Ela se posicionou num canto do box, levantou sua perna esquerda perfeita para que eu enfiasse minha cabeça na sua virilha, eu segurei aquela perna e cavalheirescamente a coloquei sobre meu ombro direito para que ela não se esforçasse demais. Tinha que provar aquelas pernas suaves de deusa, então as beijei, lambi e aproveitei como um sonho realizado. E numa tentativa desesperada da minha mamãe de querer que eu coma seu pau, ela pegou minha cabeça de novo e levou até sua buceta. Passei minha língua de baixo para cima por toda ela, enquanto sentia sua umidade, um cheiro forte de mulher excitada que me afastou um pouco da primeira vez e, com isso, temi que não gostasse do gosto. Eu amei, e ela também gostou daquela primeira lambida, porque enquanto passava minha língua ouvi sua mão direita bater na parede como se quisesse agarrá-la, seu corpo tremendo um pouco e com um gemido tão real que me deixou ainda mais excitado e a violei com minha língua. Fiquei lambendo por quase 2 minutos e minha vontade de gozar diminuiu, mas seus gemidos estavam cada vez mais altos. Ela me parou com a mão, me levantou, virou de costas com ela olhando para a parede e me disse aquela frase que me deixou louco, que ainda me perseguiu e foi ela que confirmou que queria mais. "Anda logo e mete!" E eu, no impulso, enfiei meu pau com força na buceta dela por trás, soltando o gemido que mais gostei de toda nossa aventura. Simplesmente a cabeça dela olhou pro chão e com os olhos quase fechados soltou um "AAAH!". Um gemido forte, agudo, sem preparo, sem ar, nem respirações, foi um grito de dor e prazer máximo que ecoou por todo o banheiro. Mas parece que doeu mais do que ela curtiu, porque, mesmo sem gritar comigo ou me bater, ela virou pra trás pra me empurrar um pouco o peito, sem tirar meu pau da vagina dela. Parece que não é uma boa ideia entrar com toda a força dentro de uma mulher. Nós sentimos como se abre lá dentro, mas são elas que recebem nosso membro, então é lógico que dói na primeira entrada. Interpretando isso na minha mente, peguei romanticamente a mão dela que empurrava meu peito, em sinal de desculpas. Ela me respondeu com um olhar de dor e excitação inegável, então tirei e meti meu pau com mais cuidado e isso fez ela gostar mais. A cada movimento mais rápido, os gritos dela aumentavam e em um desses momentos ela me soltou um elogio: "Ah! Parece uma pedra dura e grossa! Ah... AAAH!!!" Com isso, a sensação de culpa desapareceu completamente, abracei ela por trás, agarrei e apertei os peitos dela como nos vídeos pornô, beijei seu rosto, pescoço, ombros e costas, mas já completamente molhados pelo chuveiro, antes de me mover mais rápido para ouvi-la gritar, parei um pouco para descansar (algo que não esperava que acontecesse) e porque estava prestes a gozar. Que bom que fiz isso, porque lembrei que não podia enchê-la de porra, por mais que quisesse. Parei lentamente e fiz meus movimentos mais devagar, mas ela não queria parar e, como um último presente espetacular daquele momento inesquecível, ela me deu a tarefa mais difícil porque, mesmo abraçando-a e vendo seu rosto excitado por trás, com minha cabeça em seu ombro direito, ela começou a mover sensual e ritmicamente a bunda, meu pau lá dentro.
Como se estivesse dançando, movendo a cintura pra cima e pra baixo, nós dois curtimos muito porque ela falava: “Ai, amor, que delícia!” sentindo meu pau nas paredes da sua buceta, já que as pernas dela estavam juntas, e eu também porque esse movimento era o que mais me excitava nos vídeos pornô e eu estava vivendo aquilo. Quando percebi, meus olhos viraram, olhei pra bunda de mulherão dela subindo e descendo como se quisesse arrancar meu membro e só fiquei mais excitado. Tirei rápido meu pau e comecei a meter minha língua na sua buceta pra não atrasar o orgasmo dela. Não tava adiantando, então enfiei um dedo e aí voltou a paixão. Fui o mais rápido que pude pra ela curtir enquanto eu me recuperava e, já pronto pro final, enfiei o pau de novo e foi ainda mais rápido pra ela terminar antes de mim. Foi difícil, mas não impossível. Ela gritou alto de prazer até que soltou: “Ah Ah Ah tô gozando o o o. AAAAAAHHHHHHH!” e ela arqueou as costas como se tivesse levado um soco na barriga, começou a ter espasmos, soltava uns gemidos abafados e a bunda se mexia com meu pau dentro. Eu continuei metendo até que aquele último movimento de bunda me matou e tirei meu pau rápido dali pra jorrar minha porra nas costas dela. O curioso é que quando tirei meu pau, saíram umas gotas de “água” da vagina dela e aprendi que aquele era o “sêmen” das mulheres. Aproximei meu pau da bunda dela enquanto ainda jorrava porra pra cima, caindo nas costas, e ela ia soltando os últimos gemidos de prazer e exaustão, mas ainda tremia. Pensei que tinha feito algo errado porque parecia que machuquei ela ou algo assim, porque até caiu de joelhos no chão e as pernas pareciam não responder. Fiquei preocupado e cheguei perto pra saber se ela estava bem e ela me abraçou no chão. Sentei do lado dela pra continuar abraçando, como se estivesse me agradecendo. Falei brincando que iam reclamar da gente por gastar tanta água no chuveiro, ela riu, mas Ela me disse para deixar correr um pouco mais para que tudo ficasse limpinho. Sim, tudo isso eu aprendi naquela tarde, sobre como o chuveiro é o melhor lugar para transar sem ninguém descobrir, que penetração por trás é definitivamente minha posição favorita por causa daquele movimento, e que depois de tantas emoções intensas e perversidades, quando acaba e os dois ficam satisfeitos, é algo muito bonito de lembrar. Minha mãe me deu uns últimos beijos, mas esses eram mais ternos, e me abraçou. Ficamos ali deitados um bom tempo, com ela esclarecendo que ninguém podia saber disso, e eu só olhava para ela e dizia que mulher incrível ela era. Depois fechamos o chuveiro de uma vez, nos levantamos, e eu saí do banheiro para ela tomar banho. Pedi um último daqueles beijos gostosos e disse: "Te amo, mãe. Obrigado." E ela respondeu: "Eu também, meu amor." Fechei a porta do banheiro, me sequei com uma toalha e sentei nu na cama dela.
Desde então, comecei a ver minha mãe de um jeito muito diferente. Não como uma vadia viciada em sexo ou uma imoral incestuosa, mas sim como uma mulher de verdade. Uma que também sente, tem sonhos, dá amor, trabalha até tarde em casa e, claro, precisa de atenção sexual que meu pai não estava dando, mas que eu acabei de dar. Talvez não seja certo um filho de 17 anos transar com sua mãe biológica de quase 40 quando o marido não está, mas a verdade é que não me importei. Aquela mulher dá muito de si como mãe e recebe pouco, então tê-la feito sentir as emoções mais fortes até vê-la cair de exaustão foi como se eu tivesse feito um enorme favor para a mulher que me deu tudo.
Ainda há coisas que me pareceram estranhas, como minha mãe me chamar para o quarto dela justo quando íamos tomar banho. Será que ela planejou tudo? Por isso nunca gritou comigo, me tratou tão bem ou nunca sentiu culpa? Não sei, simplesmente aconteceu tudo tão bem que até parece estranho. No entanto, tenho certeza de que a deixei muito satisfeita naquela tarde, porque não— foi a última vez que a gente transou. Mas isso talvez eu conte depois.
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