Entre parentes é mais gostoso

Essa história começou há 2 meses. Minha família tem uma empresa e eu e minha prima começamos um projeto, que exigia horas extras de reuniões e planejamento. Nessas reuniões, ela sempre fazia piadas sobre o próprio corpo, dizendo que se sentia feia (sendo que não é, ela tem quase 40 anos e é muito gostosa). Enfim. Um dia ela repetiu isso e eu deixei entender que eu dava pra ela, aí o clima ficou estranho e eu me senti muito envergonhado, e ela também, mas não consegui evitar. Ficou por isso. Alguns dias depois, nos encontramos de novo e, do nada, ela começou a me contar que o marido não dava atenção suficiente pra ela e que ela se sentia mal. Que ele tava na dele e ela sempre ficava em último lugar. De novo, tudo ficou muito estranho. Porque durante todo aquele tempo, eu imaginava ela pelada e ficava de pau duro só de pensar em como ela transava, e tava descobrindo que o cara não "cuidava dela como ela merecia". Isso me deixou com o dobro de tesão. Não consegui me segurar e me aproximei dela. Agarrei a bunda dela e apertei ela com força contra mim, falei que ia ajudar ela a passar por esse momento ruim. Ela ficou vermelha. E disse "me come". Sem hesitar, comecei a tirar a roupa dela, enquanto ela esfregava meu pau por cima da calça. Enquanto eu beijava os peitos dela, ela mordia os lábios e eu fui descendo até chegar na buceta dela, que já tava molhada. Chupei ela inteira, enquanto ela se tapava pra não gritar. Eu tava louco, sentia que meu pau ia explodir. Já era uma loucura. Mas ficou ainda mais quando ela, que sempre foi meio tímida, agarrou meu pau e começou a me bater uma, primeiro devagar e depois mais intenso, senti que ia gozar, mas segurei porque depois disso sempre vem o melhor. Sem tirar os óculos, não deixei, ela ficou de frente pro meu pau e começou a lamber, me olhando como quem diz "eu também sei ser assim se quiser". Eu tava totalmente excitado. Olhava ela enfiar o pau na boca e tirar pra Ficar me lambendo os lábios, ou continuar batendo punheta. Minha pica tava cheia da saliva dela, eu tava em outro planeta. Num momento, não aguentei mais. Só se ouviu: "Posso botar?" Ela me respondeu quase sussurrando: "Sim, bota em mim." Sem pensar mais, inclinei ela contra uma mesa e enfiei a pica na buceta molhada dela. Via como entrava e saía da buceta dela, ela se segurava pra não gritar, mas a respiração dela ficava cada vez mais ofegante. E eu tava cada vez mais tesudo. E mais ainda vendo como a bunda dela pedia pra eu meter a pica. Depois, deitei ela na mesa, comi a buceta dela de novo e meti de novo. Cada vez mais forte. Aí ela não aguentou e começou a gritar, já não importava mais nada. A excitação me dominava, mas eu não queria gozar, queria continuar. Ela se soltou e começou a entrar no jogo. Se ajeitava pra eu meter e me dizia como gostava, no final a gente já tinha intimidade. Os peitos dela estavam lindos, os bicos explodindo e minha pica também. Falei: "Não aguento mais, quero gozar." Ela respondeu: "Dentro não, por favor, goza nos meus peitos." Tirei a pica e apontei pros peitos dela, mas saiu pra todo lado. Os óculos dela, a testa, os lábios e os peitos ficaram cheios de porra. Eu não podia acreditar, tinha comido minha prima. No final, entendi aquele ditado que entre parentes é mais quente.

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