Férias em Família 3

Amanece mais um dia dessas férias, e a Sandra já prepara o café da manhã na cozinha, pelada esperando os filhos acordarem. O Christian deitado no sofá onde dormiu a noite toda, olha o corpo perfeito nu da mãe dele, e começa a bater uma por baixo do cobertor, olha pra aquela bunda linda parada na frente da pia e lembra como enfiou o pau na noite anterior, naquele buraquinho da mãe dele. O moleque levanta do sofá com o pau na mão e chega por trás quietinho, cola no corpo pelado da mãe sentindo aquela raba dura na ponta do pinto. A mãe, ao sentir algo duro nas nádegas, morde os lábios, fazia anos que não se sentia tão tesuda o dia inteiro pedindo sexo, ser comida, se sentir uma puta numa palavra. Ela vira de frente pro corpo nu do filho e agarra aquele tronco duro, acariciando ele. Aparece na cozinha a Daniela com a calcinha fio dental rosa de renda e sem camisa, só os peitos de fora balançando a cada passo, aquelas tetinhas durinhas. Ela chega perto e vê a mãe masturbando devagar o pau do irmão, prepara um chimarrão enquanto assiste sexo ao vivo como nunca imaginou. Ela se aproxima e começa a tocar a pele nua do corpo da Sandra, vai direto naqueles bicos duros e grandinhos, aperta bem forte e estica eles. A mãe solta um gemido de prazer na hora certa, a filha mais nova desce a mão até chegar naquela buceta quente, sente aquela pele tão macia, sem nenhum pelo, aqueles lábios molhados já do próprio suco e tesão. A Daniela com os dedos abre os lábios da buceta da mãe e enfia um dedo bem fundo. - Uff, meu amor - diz a Sandra mordendo a boca. A pequena comia a mãe com os dedos enquanto a mãe punhetava o filho. A Daniela molhava a calcinha minúscula já de tanto tesão, aquela buceta pedia pau aos gritos. O Christian, sem esperar nada, se ajeita melhor e com a boca chega no peito da Daniela, passa a língua sobre o mamilo marronzinho da irmãzinha e sente ele ir ficando durinho na sua boca. boca, morde de leve, aperta com a boca sem morder, dani arqueia o corpo e enfia mais um dedo dentro do corpo quente da mãe, bem na hora que aparece vero, a irmã mais velha dos três, já completamente nua desde que saiu do quarto, tratando a nudez da família como a coisa mais natural do mundo. Ela vê a mãe e os irmãos se apalpando, e Christian já não aguentou mais e soltou o esperma na mão da mãe, tanto gozo morno e grosso saiu daquela pica grande que encheu a mão da mãe. Daniela sentou na cadeira, abriu as pernas e enfiou o próprio dedo na buceta molhada, meteu e tirou várias vezes, enfiando um pouquinho mais a cada vez. Sandra, vendo aquilo, quis ajudar a filhinha e começou a massagear aquele clitóris ainda virgem, apertou de leve, a pequena gemia cada vez mais rápido e soltou um jato da bucetinha ainda fechada, gozou e desabou da cadeira. Vero, parada na frente deles, só olhava, e a boceta dela escorria suco entre os lábios. Vero e Daniela vão tomar um banho juntas enquanto a mãe e o filhinho preparam um chimarrão. Já meio-dia, a família, depois de comer algo rápido, se prepara para ir à praia passar a tarde toda, quando de repente a campainha toca. Christian levanta da mesa completamente nu, e a pica dele balança pra lá e pra cá com o movimento de andar. As mulheres olham aquela pica grande pendurada entre as pernas dele. O garoto olha pela fresta e grita assustado, volta correndo pra mesa: — É o tio, mãe. — Não, hoje ele não tinha que vir, era só amanhã — diz Sandra pros filhos. — Vamos nos vestir todo mundo rápido. E a família corre cada um pra por alguma roupa. Sandra, vestida com um roupão, sai pra recebê-lo. Abre a porta e, parados na frente dela, estão o irmão Alejandro, a mulher dele, Romina, e a filha deles, Mariela. Christian sai já vestido com o short de banho e vê toda a família do tio na sala. Cumprimenta Alejandro, o irmão da mãe, depois se aproxima de Romina, sua... Tia, ela te olhou de cima a baixo, apreciando cada parte do corpo. É uma mulher de uns 40 anos, cabelo preto comprido e meio ondulado, não muito alta, com uns peitões enormes que, só de olhar, já calculei uns 120 de peito. Vestia uma regata justa e meio decotada, e uma legging cinza que marcava uma buceta linda. O pau dele já queria ganhar vida. Depois, cumprimentou a prima Mariela, que é um ano mais nova que ele, meio baixinha, mas com quase os mesmos peitos da mãe Romina, só que com mais bunda, dava pra ver de longe. Aí saíram do quarto as irmãs dele, Vero e Daniela, mas vestidas — fazia dias que não as via assim com roupa. Verônica com sua saia jeans curta e camiseta amarrada acima do umbigo, Daniela com a clássica legging até a coxa e um top preto. Cumprimentaram cada membro da família da mãe com um beijo. Passaram a tarde conversando, lembrando das vezes que se viram antes, e tomaram chimarrão no jardim dos fundos da casa. Chegou a noite e a dúvida de como dormir todo mundo. Mamãe e as meninas no quartão, Alejandro e a mulher Romina no outro quarto, Mariela também vai dormir com os pais, e o garoto da família parece que vai pegar o sofá da sala de novo. Sandra se deitou pelada na cama, e do lado Daniela com os peitos livres e uma calcinha fio dental rosa de renda. Verônica imitou a mãe e dormiu completamente peladinha, as três na mesma cama. No outro quarto, Alejandro ficou só de cueca boxer pra dormir, e Romina só de fio dental preta, bem enfiada na bunda enorme dela, e do lado dela, com Romina no meio, Mariela dorme de fio dental vermelho e deixou a regatinha sem sutiã. De madrugada, ouviu barulho na cozinha. Sandra pegou um copo d'água na frente da geladeira. Christian, do sofá, olhava a figura da mãe pelada com a garrafa na boca. Levantou em silêncio e agarrou os peitos da mãe por trás. Sandra deixou o filho apalpar sem dizer nada, empinou a bunda procurando aquele pau duro, molhou os dedos com saliva e levou ao cu, lubrificando. Se abaixou mais contra ele. A geladeira, —mete no meu cu— pede pro filho pequeno dela. Christian pega o pau dele duro e encosta na entrada daquele cu molhado, e empurra forte, a cabecinha abre caminho naquele buraco apertado, e vai entrando mais e mais. Sandra geme e começa a mexer a cintura, querendo que aquela peça de carne entre mais fundo nela. O cu dói, mas ela pede mais pica, sente saindo e entrando, batendo na bunda dela, e isso a esquenta cada vez mais. Leva as mãos naquela buceta encharcada e mete dois dedos, se sente comida pelos dois buracos. Sandra mexe a bunda, deixando aquela pica abrir ela no meio, mas adora, goza sentindo a pica toda do filho dentro dela, e chega no orgasmo, se esporra nas pernas com aquele mel que jorra da buceta dela. —Enche o cu do teu filho de porra, quero tudo, me dá, me dá, me come. —Pedia a mãe pro pequeno, e Christian explodiu dentro daquele cu aberto. Os dois caíram exaustos depois daquela trepada. A mãe olha pro filho e dá um beijo na bochecha dele e fala, obrigada, meu amor. Assim cheia de porra, Sandra volta pro quarto dela, Christian volta a dormir. A noite avança e Christian sente o volume dele acordar, quer abrir os olhos mas o sono parece mais forte, mas sente algo quente na pica dele. Olha pra baixo, e vê a irmã dele, Daniela, passando a língua naquela pica já dura. Ele deixa, finge que tá dormindo, e Dani passa a língua por todo o comprimento da pica dele, chupa, saboreia, mete na boca, agarra pelo tronco com a mão, e faz uma punheta bem devagar. Christian já não aguenta mais e agarra o peito nu da irmã. —Shhh, não faz barulho, Chris, te incomoda se eu fizer uma punheta em você? —Diz Daniela no ouvido do irmão. E continua com a massagem na pica grossa do irmão. Ele passa a mão sobre a calcinha fio dental da irmã e sabe que ela tá muito molhada, passa o dedo por toda a marquinha que se forma pela umidade. A garota geme em silêncio, e não para o ato de acariciar aquele mastro duro. Christian puxa a tanga pro lado e sente no dedo a pele daquela buceta virgem, mas não enfia com medo de desvirgar a irmãzinha, só acaricia aqueles lábios inchados de prazer. Ela continua batendo uma pra aquela pica linda e grande, se abaixa mais e mete na boca, porra, isso durou um tempão com os lábios dela e de repente sente a boca explodir com aquele jorro forte de porra que encheu a boca dela. Ela engole tudo sem dizer nada, saboreia, puxa mais a pele e passa a língua juntando as gotinhas de sêmen que escorrem pelo pedaço todo, chupa como se fosse um sorvete, limpando tudo. Christian suspira pela porra gostosa na boca que deu pra irmã dele, Daniela. Ela aperta os peitos nus, se sentindo toda excitada, a buceta querendo ser aberta por uma pica grande, mas não, ajeitou a tanga toda molhada, deu um beijo na bochecha do irmão e foi dormir de novo. A noite segue e Christian não conseguia dormir depois daquele boquete maravilhoso que a irmãzinha deu nele. Escuta passos e a geladeira abrindo na cozinha, e parada na frente da porta está a tia dele, Romina, parada com toda a luz do refrigerador iluminando ela. Christian admirava aquele corpo semi-nu, só vestindo uma tanga preta, e os peitos de fora, os peitos dela do tamanho de 120, mais ou menos dava pra calcular do sofá. O moleque se faz de bobo e levanta em silêncio até a cozinha. Romina, assustada, quer se cobrir os peitos com as mãos e derruba a água que ia beber. — Ai, menino, me deu um susto danado, olha o que eu fiz agora — diz Romina e se abaixa pra pegar a garrafa do chão. Christian com o pau balançando se aproxima e coloca bem perto da cara da tia, com a desculpa de ajudar. Romina, surpresa, diz: — O que você tá fazendo pelado, menino? É assim que anda à noite? — Sim, tia, você me acordou e ainda reclama que vim ajudar — responde o pequeno. Romina, ainda abaixada, olha o tamanhão do pau do sobrinho e morde os lábios. — Tá bom, me ajuda, traz um pano, por favor — pede a tia pro garoto. Christian volta com o pano e dá pra tia, começa a limpar e os peitos nus balançam pra todo lado, e o pedaço que pendura no moleque começa a ganhar vida e fica duro rapidão, e o gostoso da casa aproveita e dá uma encostada na raba da tia, que ainda tava agachada. Uff, moleque, o que cê tá fazendo, olha que eu chamo sua mãe, fala a tia, mas sem sair do lugar, deixando o sobrinho esfregar a pica dura na bunda dela. Christian, sem pedir permissão, pega o peito da tia e aperta forte. — Ai, por favor, me deixa, tô falando sério, vou chamar sua mãe sim — repete a tia, e o moleque dá uma empurrada com a pica na bunda da Romina, e ela já não fala mais nada. Segura na bancada e se ajeita melhor pra ser penetrada pelo sobrinho novinho. O moleque fica atrás da tia e beija o pescoço dela devagarzinho, ela pega o cabelo preto e comprido dele e afasta pra dar mais espaço pros beijos. Romina sentia eletricidade na buceta já, ela mesma começa a se acariciar, aperta o mamilo marromzinho, estica ele, se sente muito gostosa como há muito tempo não se sentia. Num segundo, ela vira e se ajoelha na frente do sobrinho e engole a pica toda de uma vez dentro da boca. A pica comprida do Christian só se deixa chupar até quase a metade do tamanho. A tia gulosa dá uma ânsia, mas não tira a pica da boca, acaricia as bolas do moleque e continua mamando aquele pedaço gostoso. Ela mete e tira da boca, depois pega aquela peça e leva pros peitões, apoiando no mamilo marrom já duro e empinado. Esfrega entre os peitos, no mamilo, e Christian já não aguenta mais e solta aquele jorro grosso de líquido branco nos peitos da Romina. A tia passa o dedo na porra e leva à boca, saboreando. — Hum, que porra gostosa que meu sobrinho tem — fala no ouvido dele e vai pro quarto de novo. Christian não acreditava na sorte dele: a mãe dele chupou, a irmãzinha chupou, e agora a tia Romina tinha acabado de chupar. Relaxado, ele volta a dormir. Tirar no sofá. Amanhece e a família já vai se levantando um por um, e o dia tava pintando pra um dia lindo de praia. Verônica chama a mãe de lado na cozinha e pergunta como vão fazer agora pra poder andar peladas de novo em casa, com os tios agora invadindo o espaço. — Deixa comigo, filha, já tenho uma ideia na cabeça.

1 comentários - Férias em Família 3

mercv
Excelente lastima que nos dejas esperando mucho para ver tus posts