Festa nos 18 do primo: Minha namorada peituda

   Boa noite, galera linda. Desculpa a demora pra quem tava esperando ansioso pela continuação do relato anterior; mas por questões pessoais (nada sexual, então não tem relevância xD) fiquei ausente um tempo. Mas tô de volta, e recarregado com um relato de uma dinâmica diferente, então espero que seja do agrado e excite vocês!

Pra quem vai me ler pela primeira vez, vou contar que esse relato é a continuação de uma pequena saga de relatos sobre minha mina peituda e meu tesão já bem marcado de ver ela dar ou ser desejada por outro; então se quiserem entender melhor ou pra que o tesão pegue mais forte, recomendo antes de ler esse relato, os anteriores, que deixo os links abaixo:



http://www.poringa.net/posts/relatos/3825420/Mi-novia-tetona-y-una-fantasia-recurrente.html



http://www.poringa.net/posts/relatos/3967529/Mi-novia-tetona-su-hermano-y-su-primo.html



http://www.poringa.net/posts/relatos/4074673/Mi-novia-y-la-pija-de-su-hermano-Preludio.html

 
  
Sem mais enrolação, vamos direto ao que interessa:
  
Como a gente sabe bem daquela noite MEMORÁVEL na casa do meu cunhado, e da bebedeira cósmica que fez minha ''ainda'' e que eu achava, santinha namorada peituda, mostrar aqueles atributos enormes, com o golpe final do primo dela gozando nos peitos dela enquanto ela dormia; não conseguia tirar isso da cabeça de jeito nenhum, e, sem brincadeira, não me deixava dormir, trabalhar, ver TV, nem nada; tinha que bater uma toda vez que pensava nisso, e era praticamente o tempo todo.

Claro que o tesão tava superando minha própria dignidade, e agora eu tava morrendo de vontade de ver o Marcos ou o primo dele comendo a Paula; mas não queria que fosse tão na cara. Tipo, pelo que ela disse do irmão dela, o filho da puta ainda manda mensagem pra ver se ela morde a isca, e a Paula ainda bate uma pensando naquele pauzão, ou seja, chance do que eu queria acontecer não faltava, o problema é que eu não queria aquele confronto cara a cara de falar com ela; toda aquela situação super estranha e desconfortável me deixava com medo; então pensei que, além de evitar o papo, podia armar uma armadilha pra ver até que ponto minha namorada era fiel e até que ponto era puta, assim alimentando muito mais o tesão que tava corroendo meu ser, e botando todo aquele tabu pra fora, que mesmo me dando umas punhetas maravilhosas; sabia que com isso podiam vir outras muito melhores no futuro, até sexo a três; e principalmente isso, a parada do tabu e do tesão, o fato de pensar que ela, tão puritana, é capaz de quebrar essa monotonia de namorada certinha, e se deixar levar pelos instintos animais, já tava me levando a níveis máximos de tesão. Então comecei o plano.


  
A ideia de querer deixar ela seguir o fluxo surgiu quando, uma semana depois de tudo (que ainda não era só a conversa, mas a exibição dos peitos dela ainda tava fresca), chegou uma mensagem inesperada de alguém que, claro, ainda não tinha ido embora de Buenos Aires porque ainda faltava o prato principal da estadia dele, e com isso me refiro ao primo Nicolás, que ficava até o fim do mês pra comemorar a festa de 18 anos dele. A mensagem foi:Festa nos 18 do primo: Minha namorada peituda

  
Depois dessa mensagem e de pensar muito, minha cabeça acabou girando 180°, e minha ideia era muito perigosa, porque não só podia envolver o Marcos e o primo, mas também sair do controle e incluir mais alguém; mas o plano era excelente e valia o risco. Foi aí que inventei pra Paulita que o Nicolás ia fazer um fim de semana na casa do Marcos, uma festa à fantasia pros 18 anos dele, e nós dois estávamos convidados. Ela achou estranho que "o punheteiro" do primo só quisesse fazer uma festa à fantasia pros 18, estando em Buenos Aires. Eu falei pra ela não comentar isso com o Marcos porque inventei que ia ser surpresa, e que o primo podia ler as mensagens dela, blá blá blá, qualquer besteira pra ela não ferrar meu plano; e deu certo, a Paula ficou quieta. No dia da festa, sugeri que ela se vestisse de colegial sexy, que aproveitasse a fantasia que uma vez comprei pras nossas putarias, e eu ia de professor. Ela não gostou muito da ideia por dois motivos: um porque aquele vestido eu tinha comprado anos atrás, quando ela era mais magra e tinha menos de 120 de peito, então agora os peitos quase transbordavam do decote, o que só de contar já me deixou de pau duro; e dois, por causa disso e de ser tão provocante, ela tinha medo de que tudo pudesse dar merda igual da última vez, que quase saiu do controle. Eu falei pra ela relaxar, tentar não beber tanto, que a última vez tinha sido culpa do álcool, e bom, como ela não tinha outra fantasia também, meio que aceitou sem vontade. Qual era a ideia? Bom, aqui vai o plano: A ideia era que um pouco antes de sair, eu tentasse comer a Paula com preliminares e tudo, e quando ela estivesse com tesão, antes de meter, eu recebesse uma mensagem de um amigo, e dissesse que justamente tava faltando um jogador pra final de um torneio de futebol e eu era praticamente obrigado a ir, deixando ela ir sozinha, com tesão e sem ser comida. Fudida, vestida de colegialinha gostosa pra uma festa de 18 anos cheia de homem só atrás de puta, incluindo exclusivamente o irmão que sempre comeu ela, e o primo que quer meter nela. Eu já tinha combinado com um amigo pra me mandar uma mensagem desse tipo, pra quem eu tinha dito que não queria ir na casa dos meus sogros (pra não ficar de corno manso), se ele me ajudasse a dar esse migué pra eu poder vazar. Sem mais, foi assim que tudo rolou:
*Sábado 21h*

—Ah, dá logo, boludo, que a gente vai se atrasar! —dizia a Pau enquanto eu afundava a cabeça entre os peitos dela e, com uma mão, massageava os lábios da pussy por cima da calcinha fio dental. Ela também tava curtindo.
—Nhãm —comecei a chupar os mamilos dela—, quem se importa com a hora numa festa à fantasia? —e, ao começar a tirar a parte de cima dela e chupar os peitos, já enfiava dois dedos na pussy que começava a ficar molhada. Ela me punhetava por cima da calça e semicerrava os olhos enquanto gemia. Comecei a beijar o pescoço dela, e fui deitando ela cada vez mais no sofá, dedando já com uma mão, e com a outra apalpando os peitos. Fui descendo com a boca pelo peito e barriga até chegar na pussy e lamber o clitóris dela de um jeito épico enquanto enfiava dois dedos, ela não segurava os gritos e pedia mais. Nisso, chegou uma mensagem no meu celular, e Pau falou: "Vê quem é", e eu respondi pra ela esperar, e, tirando a cock dura pra fora da calça, já comecei a roçar na pussy dela. A Paulita tava doida, e eu comecei a brincar, esfregando a cabeça da cock nos lábios dela, entrava um pouquinho, tirava, chupava os peitos. Tava no clímax, pronta pra fuder, dava pra ver que a Pauli tava com vontade; parecia que toda aquela história de se vestir de lingerie num sábado à noite tinha ativado ela pra caralho. Num dado momento, eu tava por cima dela com a cock dura roçando no púbis, ela pegou firme e, com intenção de enfiar na pussy, do pior jeito possível, eu levantei de repente e gritei de alegria: "Ah, a puta mãe, é MINHA chance!" A Paula não tinha percebido que, enquanto a gente brincava, eu tinha pego o celular pra ver a mensagem. Deixei ela deitada, com os peitos babados transbordando do sutiã, a calcinha fio dental de lado, a pussy molhada e o batom todo borrado na boca, enquanto ela me olhava estranhada eu digitando que nem um louco. Uma resposta. ''O que foi, amor?'' Ela disse, cheia de surpresa.

- Tu não sabe, Pau, o que eu tava esperando há tanto tempo finalmente vai rolar hoje, não acredito, ainda mais hoje à noite - falei, como se estivesse amaldiçoando a situação inoportuna.
- Mas o que foi, gordo? - ela insistia, ainda deitada, enquanto eu continuava trocando mensagens.
- Amor - falei com cara de cachorro molhado - não me mata, já tô te pedindo mil perdões de antemão; mas eu tenho que ir.
- O quê? Pra onde, idiota? - ela já falava brava com tanto mistério.
- Pro torneio do Reconquista! - falei com cara de feliz aniversário enquanto ela bufava e fazia a pior cara de cu olhando pro teto - amor... - falei me aproximando, sentado no chão na altura do rosto dela, que ainda tava no sofá - juro que vou compensar você; mas eles tavam sem o 9, e eu esperei o ano inteiro pra poder jogar a final. O Joaco me avisou que se o Santi faltasse, eu entraria no lugar; e foi isso! Não me odeia, te peço por favor; mas isso é muito mais importante pra mim do que os 18 do seu primo. Você pode ir sozinha - falei meio na cara dura pra ver o que ela dizia.
- O quê? Cê tá doido? Nem louca - ela falou, já se preparando pra se trocar.
- Não, amor - falei com tom de compromisso - é seu primo, seu irmão, a gente foi convidado, seria muito falta de educação se nenhum de nós dois fosse. Por favor, me apoia nessa, gorda! - e completei - Além disso, o jogo não dura nem 2 horas; assim que terminar, vou pra lá na hora, tomo um banho rápido no clube e vou fantasiado de jogador, você podia ser minha chuteira - falei bem besta e ela me olhou como se mudasse de atitude e respondeu:
- Tá bom... mas assim eu não vou vestida nem fodendo sozinha.
- Qual é, não se faz de santinha, como você vai então? - falei tentando convencer ela.
- Sei lá... Por que eu tenho que ir de puta? - ela falou, bem sensata.
- É uma festa de 18, amor. Tem que dar um tempero - falei querendo me achar o descolado.
- Cê quer que meu primo me coma? Assim vou deixar ele louco de tesão, ainda mais com tudo que rolou da outra vez.


  
Minha namorada parecia uma santa de verdade, parecia ter uma moral tão alta que batia de frente com meu jeito tarado de levar o relacionamento, e já tava me dando raiva não conseguir botar em prática o plano que eu tinha na minha mente doentia nem tirar ela do sério, mas isso só aumentava mais a minha tara se algo rolasse. "Vou me trocar", ela disse enquanto eu via ela levantar do sofá com os peitões gigantes balançando e quicando, e ainda se esfregando, com a buceta molhada, respondeu: "Não vou esquecer que você me deixou com tesão, otário. Da próxima vez que quiser foder, vai bater uma punheta." E foi pro quarto. Aquilo... aquilo me pegou. Algo tava dando certo, e mesmo sem ter levado a fantasia, ela vestiu uma saia de couro colada no corpo, uma regata superdecotada e umas botas altas estilo pirata. Fora isso, tava super provocante, e isso me deixou a mil. Eu já tava de shorts e coturno. Dei um beijo nela, pedi desculpas, falei pra ela me esperar e fui embora. Ela foi pro lado dela, deixando um rastro de perfume.

  
Eu tinha ido pra um bar e tava tremendo inteiro. Desliguei o celular pra evitar ligações ou mensagens da Paula assim que ela chegasse na festa e descobrisse tudo, é que... isso também me deixava super nervoso; primeiro de tudo porque, se nada saísse como eu queria, que desculpa eu ia dar? O que eu ia falar quando minha namorada percebesse, ao chegar na festa, que eu menti sobre as fantasias de casal? Ou o irmão e o primo, que quando a vissem chegar não iam entender nada, nem por que ela tinha ido, nem por que eu tinha mentido. Enfim, tava super nervoso, e também não sabia o que fazer depois. Ia entrar? Ia me esconder em algum canto pra espiar? Porque entrar pela porta da frente ia exigir culhão pra explicar por que menti pra todo mundo. Enfim, eu tava no balcão tomando cerveja e vendo TV, com os nervos à flor da pele, tipo, tinha planejado tudo, mas, estupidamente e quase que obviamente, não tinha planejado o que fazer depois. Quase uma hora depois, decidi voltar pra casa, e vi que o carro da Paula não tava na porta, ou seja, mesmo tendo chegado e descoberto tudo, ela não tinha voltado... isso era bom. Entrei em casa, e me deitei super nervoso com a pica dura imaginando qualquer coisa. Não sabia o que fazer, e decidi que "ir espiar" só dá certo em filme; então só esperei ela chegar toda arrombada, talvez? E me contar tudo, ou que chegassem mensagens no celular como uma espécie de relato minuto a minuto. Enfim, só decidi fazer o que a gente costuma fazer quando a cabeça tá a ponto de explodir... deitar e esperar passar. Foi assim que, depois de horas, eu dormia de vez em quando, e decidi ligar o celular pra ver se realmente tinha alguma coisa.

*Desculpa a interrupção, mas aqui vai uma pausa explicativa: Quero que saibam que, por mais empolgados que estejam pra ver os peitos da Paula, o que vem a seguir são modificações fictícias que incluem a atriz pornô americana Codi Vore interpretando a Paula. Mesmo assim, acho que vão curtir do mesmo jeito 😉, até porque os corpos delas são parecidos.

Como eu tava dizendo, quando liguei o celular, aconteceu o que eu já imaginava que podia rolar: não parava de chover mensagens atrasadas que tinham entrado enquanto ele ainda tava desligado. E aí, meu coração começou a bater forte, e o suor já começava a escorrer... A primeira era de se esperar... da Paula, quando eu ainda devia estar no bar:
amador


Depois, o mais picante e excitante que já tinha experimentado na minha vida sexual cinzenta. O que vocês vão ver a seguir é uma série de prints de mensagens do WhatsApp que eu nunca imaginei vivenciar, e agora reviravam meu estômago com espasmos frios que percorriam meu corpo todo... pensei que o que eu ia testemunhar nos próximos chats vindos de DOIS CONHECIDOS ia finalmente me transformar num cuck... minhas mãos suavam, minha cabeça fervia, e eu tinha a pica doendo de tanta excitação só de pensar no que podia ver nesses chats, que pelo visto continham imagens e vídeos.
Tudo o que encontrei foi isto:


peitao


festa


namorada


casal


trio


peitoes


incesto


pauzao


chifres


Festa nos 18 do primo: Minha namorada peitudaIsso era uma loucura, minha mente ainda não processava; mas meu pau ia na frente nessas questões, sempre, e não parava de gozar punheta vendo as fotos e os vídeos; o que eu tava vivendo, as sensações e o sentimento, nunca tinha vivido igual, e não me arrependia nem por um segundo do que acabava de criar... e claro que não podia faltar o Marcos, porque apesar de não ter sido um "trio", já que a ideia era o primo estrear sozinho, alguém quis ser, claro, o próximo na fila, ou melhor, o prato PRINCIPAL:

amador


peitao


festa


namorada


casal


trio
Claro que não dormi no resto da noite. Devia ter ficado cego de tanto bater punheta. Me sentia completamente realizado, embora me assustasse um pouco a reação que a Paula poderia ter depois de tudo isso, quer dizer; tomara que ela não reagisse de um jeito muito doido e quisesse me mandar pra puta que pariu por ser mentiroso e manipulador, já que no fim das contas tudo estava ficando muito mais interessante na relação.

Mas por sorte nada disso aconteceu, e no próximo relato, vocês vão saber minha reação e a da Paula na manhã seguinte. Então, por sorte, vai ter muito mais disso! Enfim, galera; o que mais posso contar? Acho que esse relato ficou mais visual sem precisar de tantas palavras... mas curti pra caramba, assim como espero que vocês também tenham curtido!
Pra fechar, preciso deixar claro que todo esse nó na história só deixa muitas portas abertas pra mais diversão! Então, espero poder ter mais regularidade nos contos e continuar com um que, como vocês podem ver nas últimas mensagens do Marcos, vai ter muita parada de swing e incesto!
Bom fim de semana! Qualquer coisa, me chamem! Um abraço grande!

5 comentários - Festa nos 18 do primo: Minha namorada peituda

Muy buena serie. tu fantasía loco es genial, anímate a hacerla yo ya la hice y es lo más, recorda que solo sos cornudo si ella te engaña si vos lo sabes y lo consentís no son cuernos, ya que no hay infidelidad.
yo empecé a escribir mi historia la misma se remonta a unos cuantos años atrás, le puse condimentos para hacer más atractivo el relato, pero el fondo es absolutamente real.
te dejo. los datos de mi primer post.

http://www.poringa.net/posts/relatos/4154354/Nueva-relacion-comence-con-el-morbo-de-exhibir-a-mi-novia.html
Gracias por el apoyo!! Voy a leer ése relato!!
Segui contando como sigue esto. Y que te dijo cuando llego y te vio, creo que nada lindo para vos. Ojo con jugar a ser cornudo consentido. Van puntitos
Seguí con la historia por favor!!! Quiero ver cómo el primo se sigue cogiendo a la tetona de Paula
Lastima que sea ficción, pero me gustaron los relatos.
Espero ver más