Minha timidez e minha responsabilidade guiaram minha juventude, até que minhas tias, minha mãe, minha prima e outras garotas me fizeram despertar, mas as circunstâncias me abriram os horizontes.
http://www.poringa.net/posts/relatos/4109020/Mi-timidez-y-las-mujeres-de-mi-familia-46.htmlQuando cheguei na cidade, o serviço de jantar já tinha terminado. Minha mãe, ao me ver, tirou o avental e disse pra Julia que ia subir pra casa, já não precisava mais de ajuda. Acenei pros garçons, mandei um beijo no ar pra Julia e pra Lisa.
Enquanto eu tirava minhas roupas e colocava de volta no armário, minha mãe tomou banho. O cheiro de comida e café grudava nela, principalmente no cabelo.
Quando ela voltou enrolada numa toalha, eu já tinha juntado as duas camas. Clara fechou a porta atrás de si, abriu a toalha e deixou cair no chão. A figura pequena, mas cheia de sensualidade, de Clara abriu os braços pra mim. Quando me abraçou, seu cheiro me envolveu, era como estar em casa de novo. Ela me empurrou pra cama e me beijou até quase me deixar sem fôlego, enquanto tirava — ou melhor, arrancava — minha roupa. Quando me deixou completamente nu, beijou meu corpo inteiro: peito, pescoço, barriga, pernas, tudo. Deixou o melhor pro final. Ajoelhou entre minhas pernas, abriu elas de vez e, segurando meu pau com as duas mãos, lambeu até engolir a cabeça, saboreou e enfiou o resto até quase engasgar. Quando eu tava duro igual uma estaca, ela subiu em cima de mim. Achei que ia meter na buceta dela, mas subiu até minha cara e disse:
— Olha, Manu, o que te prometi. Aqui tá minha buceta, faz o que quiser.
Num reflexo, comecei a lamber. Com a buceta aberta, percorri ela toda enquanto minha mãe se deixava cair com os joelhos ao lado da minha cabeça. Tava comendo a porta onde nasci, e tava uma delícia. Com as mãos, segurei as nádegas dela e apertei contra minha boca. Minha mãe apertava os peitos pequenos, esticava os bicos, gemendo e mexendo o quadril freneticamente. Ela quis mudar de posição, os joelhos tavam doendo, mas eu não deixei. Fiz ela gozar na minha boca. O clitóris não aguentava tanta excitação, mas eu segurava ela pela cintura e ela não conseguia se levantar. Ela gozou na minha boca. explosão de prazer, encheu minha boca, imagino que fosse dos sucos dela, talvez até a bexiga tenha soltado também, não me importei, mas quando soltei ela, o rosto dela estava molhado e os lençóis também, ela estava toda desmontada do meu lado, com uma perna em cima de mim, sem forças nem pra se deitar direito.
- Mmm, obrigada Manu, fazia tempo que esperava por algo assim, tinha medo mas desejava muito, você me fez gozar várias vezes seguidas, não achava que fosse possível e muito menos comigo, queria poder te explicar as milhares de sensações que você me fez sentir, meu corpo inteiro vibrava e eu não conseguia fugir das suas mãos e da sua boca.
- Quando você me mandou a foto na outra noite, me deu uma vontade louca de te foder, mas também quis te dar um momento de prazer extremo, mesmo sem saber como conseguir.
- Pois você conseguiu muito bem, filho, me deu exatamente o que eu precisava e com a determinação que você tinha, eu voei pelo céu.
Finalmente ela conseguiu tirar a perna de cima de mim, estava destruída, se deitou do meu lado, passou o braço no meu peito e encostou o rosto no meu pescoço…
- Me conta Manu, como está a Ana?
- Ana está muito bem, só que o médico recomendou que ela não faça esforços.
- E… ela não faz?
- Ela me disse que não, que não faz esforço nenhum.
- Aaah, tá bom Manu, acredito em você, e como ela está fisicamente?
- Muito bem, bem gorda mas bem, o corpo dela mudou bastante.
- Ah! Você viu as tetas que ela tem?
- Sim, percebi.
- Mas… ela te mostrou? Lembra daquele dia no provador?, verdade que não tem nada a ver?
- Naquele dia as suas eram bem maiores que as dela, mas agora ela ganha de você.
- Mas, como elas estão agora, devem ter crescido mais.
- Imagino que sim, elas estão assim e bem duras.
Com as mãos imitei o tamanho das tetas da minha tia, ela se sentou e colocou as tetas dela dentro das minhas mãos. Mãos, claramente eram menores.
- E duras? Elas são mais duras que as minhas?
Fechei as mãos sobre os peitos da minha mãe, já duvidava da dureza dos peitos dela e dos da Ana, mas da minha não duvidava, pois só de lembrar da cena das duas no provador já tinha deixado minha rola dura. Agora, sentindo o calor da pele dela e a aspereza dos mamilos nas palmas, a cabecinha pulsava no ritmo das batidas do meu coração.
Não aguentei tanta tensão, me abracei na Clara e sussurrei no ouvido dela…
- Clara, quero foder com você, agora mesmo.
- E quem tá te impedindo? Minha buceta é sua, você já sabe, junto comigo toda. Faz o que quiser.
Ela ficou deitada sobre as duas camas, com braços e pernas abertos, à minha disposição. Me aproximei, peguei ela pela cintura e virei de bruços, coloquei um travesseiro debaixo do quadril. As nádegas brancas dela ficaram levantadas, ela pressentiu o que eu queria e abriu as pernas. Fui beijando a parte interna das coxas, ela parecia que fugia de mim, mas não, só facilitava minha aproximação abrindo mais e mais. Beijei as nádegas, ela ergueu o quadril e eu pude ver, do púbis até as covinhas das nádegas, uma fenda cortante que dividia tudo em duas metades. Enfiei a boca entre os lábios dela, estavam tão abertos que o clitóris brilhava por si só. A entrada da vagina dela estava tão aberta que parecia um poço sem fundo. Quando subi de quatro sobre as costas dela, fui beijando a espinha, a pele se arrepiava. Minha rola ia roçando as coxas dela conforme eu subia. Me apoiei um pouco e desci a rola até o começo dos lábios dela, fui esfregando entre eles até a entrada da buceta. Empurrei e meti, ela arqueou ainda mais a cintura e a rola entrou até o saco. Tirei ela rodeada de fluidos esbranquiçados como espuma, e passei entre as nádegas. Me apoiei com os cotovelos no lençol, minhas mãos passaram por baixo do peito dela e se apossaram dos peitos pendurados naquele momento, os dedos… Rodearam os mamilos enquanto minha pica colava no buraco rugoso e moreno, Clara com as mãos segurou as próprias nádegas e as abriu ainda mais, e se virando pra mim sussurrou…
- Manu, lembra, eu toda sou tua, mete onde quiser e como quiser, sem medo.
Fechei meus braços sobre o corpinho de Clara segurando ele, a pica tava molhada com os sucos dela mas o cu não tava dilatado, fui pressionando devagar, minha mãe ia mexendo a bunda pra todo lado procurando o menor atrito, eu sentia o esfíncter abrir e fechar na ponta da cabecinha, esperei ela abrir e empurrei, Clara afundou a cara no lençol mas as mãos não soltaram as nádegas, ela relaxou o esfíncter de novo e eu empurrei de novo.
- Vamos Manu já já foi, empurra forte.
Minha mãe ainda me incentivava, quando na terceira tentativa a glande entrou, senti um arrepio descendo pelas costas de Clara e um gemido escapou da boca dela, quis sair mas…
- Nem pense nisso filho, já passou o pior, você tá me dando um tesão do caralho, quero essa pica toda dentro de mim, depois faz o que quiser.
Me adaptei aos movimentos do cu de Clara, quando apertava parava e quando afrouxava metia mais um pouco, soltei um peito e molhei os dedos com o fluxo que saía da buceta dela e espalhei pelo pedaço de pica que ainda tava fora, quando o esfíncter afrouxou de novo entrou inteiro sem eu empurrar, minha mãe se virou…
- Continua Manu, continua metendo o que quiser, pode meter toda se quiser.
- Clara, já meti toda, só queria ter a pica mais comprida pra te satisfazer.
- Você já me satisfaz com o que tem, é a pica mais maravilhosa e carinhosa que pode existir dentro de uma buceta, me preenche toda, por qualquer buraco que seja, agora continua, filho, continua me fodendo.
Clara se ajoelhou com a cabeça e os braços caídos no lençol, as pernas totalmente abertas, a bunda ajustada pra grossura do meu pau, o esfínter me acompanhava quando entrava e saía, sentia a maciez do intestino, era menos excitante que as dobras da buceta, mas por isso mesmo escolhi assim, pra poder ficar mais tempo dentro da Clara fodendo ela, enfiava e tirava devagar, minha mãe já não sofria, muito pelo contrário, tava gozando com as roçadas do meu pau lá dentro, se sentia protegida por mim e amada pelo meu pau, vi ela desconfortável e abraçando ela pela cintura me deixei cair de lado, as camas permitiam, ela ficou montada em mim com os braços pra trás, e começou a se mexer, subia e descia no meu membro até quase tirar ele inteiro, já se largava de uma vez, passei as mãos pra frente dela, uma foi pro peito esquerdo a outra pro clitóris, ela deixou a cabeça cair no meu ombro, nos beijamos de lado quando nossas bocas se encontravam, ela gozou de novo, percebi quando ficou tensa com a ponta do pau quase pra fora, ficou uns segundos elevada, pra cair de uma vez suspirando e enfiando o pau nas entranhas dela, os espasmos demoraram a passar e quando passou ela já não aguentava mais sentada, se deitou de bruços, não cheguei a tirar o pau e com ele aparecendo entre as nádegas dela gozei, fiz isso me apertando contra ela, enfiado até o fundo, não saí até meu pau me obrigar, quando olhei ela tinha o cu completamente seco, mas ela tava cheia do meu leite.
De manhã acordei antes da minha mãe, quando levantei pra ir no banheiro ela ainda tava na mesma posição, de bruços com as pernas abertas.
Continua.
http://www.poringa.net/posts/relatos/4109020/Mi-timidez-y-las-mujeres-de-mi-familia-46.htmlQuando cheguei na cidade, o serviço de jantar já tinha terminado. Minha mãe, ao me ver, tirou o avental e disse pra Julia que ia subir pra casa, já não precisava mais de ajuda. Acenei pros garçons, mandei um beijo no ar pra Julia e pra Lisa.
Enquanto eu tirava minhas roupas e colocava de volta no armário, minha mãe tomou banho. O cheiro de comida e café grudava nela, principalmente no cabelo.
Quando ela voltou enrolada numa toalha, eu já tinha juntado as duas camas. Clara fechou a porta atrás de si, abriu a toalha e deixou cair no chão. A figura pequena, mas cheia de sensualidade, de Clara abriu os braços pra mim. Quando me abraçou, seu cheiro me envolveu, era como estar em casa de novo. Ela me empurrou pra cama e me beijou até quase me deixar sem fôlego, enquanto tirava — ou melhor, arrancava — minha roupa. Quando me deixou completamente nu, beijou meu corpo inteiro: peito, pescoço, barriga, pernas, tudo. Deixou o melhor pro final. Ajoelhou entre minhas pernas, abriu elas de vez e, segurando meu pau com as duas mãos, lambeu até engolir a cabeça, saboreou e enfiou o resto até quase engasgar. Quando eu tava duro igual uma estaca, ela subiu em cima de mim. Achei que ia meter na buceta dela, mas subiu até minha cara e disse:
— Olha, Manu, o que te prometi. Aqui tá minha buceta, faz o que quiser.
Num reflexo, comecei a lamber. Com a buceta aberta, percorri ela toda enquanto minha mãe se deixava cair com os joelhos ao lado da minha cabeça. Tava comendo a porta onde nasci, e tava uma delícia. Com as mãos, segurei as nádegas dela e apertei contra minha boca. Minha mãe apertava os peitos pequenos, esticava os bicos, gemendo e mexendo o quadril freneticamente. Ela quis mudar de posição, os joelhos tavam doendo, mas eu não deixei. Fiz ela gozar na minha boca. O clitóris não aguentava tanta excitação, mas eu segurava ela pela cintura e ela não conseguia se levantar. Ela gozou na minha boca. explosão de prazer, encheu minha boca, imagino que fosse dos sucos dela, talvez até a bexiga tenha soltado também, não me importei, mas quando soltei ela, o rosto dela estava molhado e os lençóis também, ela estava toda desmontada do meu lado, com uma perna em cima de mim, sem forças nem pra se deitar direito.
- Mmm, obrigada Manu, fazia tempo que esperava por algo assim, tinha medo mas desejava muito, você me fez gozar várias vezes seguidas, não achava que fosse possível e muito menos comigo, queria poder te explicar as milhares de sensações que você me fez sentir, meu corpo inteiro vibrava e eu não conseguia fugir das suas mãos e da sua boca.
- Quando você me mandou a foto na outra noite, me deu uma vontade louca de te foder, mas também quis te dar um momento de prazer extremo, mesmo sem saber como conseguir.
- Pois você conseguiu muito bem, filho, me deu exatamente o que eu precisava e com a determinação que você tinha, eu voei pelo céu.
Finalmente ela conseguiu tirar a perna de cima de mim, estava destruída, se deitou do meu lado, passou o braço no meu peito e encostou o rosto no meu pescoço…
- Me conta Manu, como está a Ana?
- Ana está muito bem, só que o médico recomendou que ela não faça esforços.
- E… ela não faz?
- Ela me disse que não, que não faz esforço nenhum.
- Aaah, tá bom Manu, acredito em você, e como ela está fisicamente?
- Muito bem, bem gorda mas bem, o corpo dela mudou bastante.
- Ah! Você viu as tetas que ela tem?
- Sim, percebi.
- Mas… ela te mostrou? Lembra daquele dia no provador?, verdade que não tem nada a ver?
- Naquele dia as suas eram bem maiores que as dela, mas agora ela ganha de você.
- Mas, como elas estão agora, devem ter crescido mais.
- Imagino que sim, elas estão assim e bem duras.
Com as mãos imitei o tamanho das tetas da minha tia, ela se sentou e colocou as tetas dela dentro das minhas mãos. Mãos, claramente eram menores.
- E duras? Elas são mais duras que as minhas?
Fechei as mãos sobre os peitos da minha mãe, já duvidava da dureza dos peitos dela e dos da Ana, mas da minha não duvidava, pois só de lembrar da cena das duas no provador já tinha deixado minha rola dura. Agora, sentindo o calor da pele dela e a aspereza dos mamilos nas palmas, a cabecinha pulsava no ritmo das batidas do meu coração.
Não aguentei tanta tensão, me abracei na Clara e sussurrei no ouvido dela…
- Clara, quero foder com você, agora mesmo.
- E quem tá te impedindo? Minha buceta é sua, você já sabe, junto comigo toda. Faz o que quiser.
Ela ficou deitada sobre as duas camas, com braços e pernas abertos, à minha disposição. Me aproximei, peguei ela pela cintura e virei de bruços, coloquei um travesseiro debaixo do quadril. As nádegas brancas dela ficaram levantadas, ela pressentiu o que eu queria e abriu as pernas. Fui beijando a parte interna das coxas, ela parecia que fugia de mim, mas não, só facilitava minha aproximação abrindo mais e mais. Beijei as nádegas, ela ergueu o quadril e eu pude ver, do púbis até as covinhas das nádegas, uma fenda cortante que dividia tudo em duas metades. Enfiei a boca entre os lábios dela, estavam tão abertos que o clitóris brilhava por si só. A entrada da vagina dela estava tão aberta que parecia um poço sem fundo. Quando subi de quatro sobre as costas dela, fui beijando a espinha, a pele se arrepiava. Minha rola ia roçando as coxas dela conforme eu subia. Me apoiei um pouco e desci a rola até o começo dos lábios dela, fui esfregando entre eles até a entrada da buceta. Empurrei e meti, ela arqueou ainda mais a cintura e a rola entrou até o saco. Tirei ela rodeada de fluidos esbranquiçados como espuma, e passei entre as nádegas. Me apoiei com os cotovelos no lençol, minhas mãos passaram por baixo do peito dela e se apossaram dos peitos pendurados naquele momento, os dedos… Rodearam os mamilos enquanto minha pica colava no buraco rugoso e moreno, Clara com as mãos segurou as próprias nádegas e as abriu ainda mais, e se virando pra mim sussurrou…
- Manu, lembra, eu toda sou tua, mete onde quiser e como quiser, sem medo.
Fechei meus braços sobre o corpinho de Clara segurando ele, a pica tava molhada com os sucos dela mas o cu não tava dilatado, fui pressionando devagar, minha mãe ia mexendo a bunda pra todo lado procurando o menor atrito, eu sentia o esfíncter abrir e fechar na ponta da cabecinha, esperei ela abrir e empurrei, Clara afundou a cara no lençol mas as mãos não soltaram as nádegas, ela relaxou o esfíncter de novo e eu empurrei de novo.
- Vamos Manu já já foi, empurra forte.
Minha mãe ainda me incentivava, quando na terceira tentativa a glande entrou, senti um arrepio descendo pelas costas de Clara e um gemido escapou da boca dela, quis sair mas…
- Nem pense nisso filho, já passou o pior, você tá me dando um tesão do caralho, quero essa pica toda dentro de mim, depois faz o que quiser.
Me adaptei aos movimentos do cu de Clara, quando apertava parava e quando afrouxava metia mais um pouco, soltei um peito e molhei os dedos com o fluxo que saía da buceta dela e espalhei pelo pedaço de pica que ainda tava fora, quando o esfíncter afrouxou de novo entrou inteiro sem eu empurrar, minha mãe se virou…
- Continua Manu, continua metendo o que quiser, pode meter toda se quiser.
- Clara, já meti toda, só queria ter a pica mais comprida pra te satisfazer.
- Você já me satisfaz com o que tem, é a pica mais maravilhosa e carinhosa que pode existir dentro de uma buceta, me preenche toda, por qualquer buraco que seja, agora continua, filho, continua me fodendo.
Clara se ajoelhou com a cabeça e os braços caídos no lençol, as pernas totalmente abertas, a bunda ajustada pra grossura do meu pau, o esfínter me acompanhava quando entrava e saía, sentia a maciez do intestino, era menos excitante que as dobras da buceta, mas por isso mesmo escolhi assim, pra poder ficar mais tempo dentro da Clara fodendo ela, enfiava e tirava devagar, minha mãe já não sofria, muito pelo contrário, tava gozando com as roçadas do meu pau lá dentro, se sentia protegida por mim e amada pelo meu pau, vi ela desconfortável e abraçando ela pela cintura me deixei cair de lado, as camas permitiam, ela ficou montada em mim com os braços pra trás, e começou a se mexer, subia e descia no meu membro até quase tirar ele inteiro, já se largava de uma vez, passei as mãos pra frente dela, uma foi pro peito esquerdo a outra pro clitóris, ela deixou a cabeça cair no meu ombro, nos beijamos de lado quando nossas bocas se encontravam, ela gozou de novo, percebi quando ficou tensa com a ponta do pau quase pra fora, ficou uns segundos elevada, pra cair de uma vez suspirando e enfiando o pau nas entranhas dela, os espasmos demoraram a passar e quando passou ela já não aguentava mais sentada, se deitou de bruços, não cheguei a tirar o pau e com ele aparecendo entre as nádegas dela gozei, fiz isso me apertando contra ela, enfiado até o fundo, não saí até meu pau me obrigar, quando olhei ela tinha o cu completamente seco, mas ela tava cheia do meu leite.
De manhã acordei antes da minha mãe, quando levantei pra ir no banheiro ela ainda tava na mesma posição, de bruços com as pernas abertas.
Continua.
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