Finalmente a família está na casa que alugaram por três meses de verão. Sandra abre a porta, atrás Verônica chega com algumas bolsas junto com Daniela, mais atrás Christian com o resto da bagagem. Dão uma olhada na casa e acham bonita... Espaçosa pra passar o verão juntos. Sandra, a mãe, vai pros quartos e escolhe o maior, atrás Vero. Mas pra surpresa, só tinha dois quartos e um sofá grande na sala. E eu onde durmo? – diz Christian ao não ver mais camas nem outro quarto. Nisso, Daniela correndo escolhe a cama junto com Verônica, deixando o pequeno sem outra opção a não ser aquele sofá. Haha, Sandra cai na risada ao ver a habilidade das irmãs. Vamos fazer uma coisa – diz a mãe –, essa noite Chris dorme no sofá, depois cada noite uma de vocês dorme na sala, assim ninguém se dá melhor que o outro. Muito bem – concordam as meninas da casa. A tarde chegava e elas se preparam pra ir pra praia e aproveitar o primeiro dia. Sandra prepara o mate pra levar pra praia, enquanto Chris ia pro banheiro antes de sair. Passa na frente da porta das meninas e consegue ver como Daniela está colocando o sutiã do biquíni preto, e Vero já está vestida com seu biquíni azul. Olha pra elas e o pau sobe na hora só de ver elas assim vestidas. Vero vira a cabeça e sorri pra ele – vai, moleque, vai no banheiro bater uma e vamos antes que fique tarde – diz ela sorrindo. A tarde na praia passa do jeito mais gostoso, conversando, tomando mate, entrando na água, e já esfria a tarde e a família decide voltar pra casa. Descansam antes de jantar, um por um toma um banho. Entra Sandra, a mãe, pra tomar banho enquanto os filhos veem TV na sala. Sai a mãe do banheiro pronta, com o cabelo molhado, vestindo só uma pequena fio dental de biquíni rosa e uma regata marcando aqueles bicos duros, dava pra ver de longe que não usava sutiã. O moleque olha ela de cima a baixo, o pau dele endurece num segundo. Verônica levanta e vai pro banheiro, era a vez dela. Sai também vestida. num short bem enfiado no cu dela e o corpete da bikini, depois a vez da Daniela, e a mesma coisa, ela coloca uma tanga mas dava pra ver que não era de bikini, e sim que essa tanga rosa era de renda e todo mundo olhou pra ela, e uma camiseta que não cobria nada, metade do peito dela aparecia por baixo. Depois que o mais novo tomou banho, sentaram pra jantar, aí conversaram um pouco sobre televisão e foram todos dormir. É uma da manhã e a Sandra levanta pra pegar água na cozinha, o Christian sentado no sofá jogando play. — Ai love, o que cê tá fazendo acordado ainda? — To jogando um pouco, mãe, não consigo dormir nesse sofá, é desconfortável — responde o filho. Enquanto a mãe servia o copo d'água, sente atrás dela um corpo quente nas costas e um pedaço duro entre as nádegas, olha por cima do ombro e era o filho pequeno apoiando a pica dura nela. A Sandra morde os lábios, fazia muito tempo que não sentia um pau nas nádegas, no corpo quente de tesão, e empina a bunda dando passagem pra se apoiar mais no filho. Ele sente a respiração ofegante da mãe e envolve o corpo dela com os braços, pega um peito nu sentindo aquele mamilo pequeno na palma da mão, com a luz da geladeira aberta olha pra mãe vestida só com aquela fio dental de bikini ainda, sem camiseta e só pele nua e os peitos de fora, livres. A mãe pega a mão do filho e tira dos peitos, dando por encerrada toda aquela encostada de pica. Olha pra ele, beija a bochecha e volta pro quarto. O Christian tira a pica do short e bate uma punheta gostosa sem ninguém incomodar. Nisso, — vem dormir com a mamãe — fala a Sandra pro filho pequeno. O moleque caminha com a pica pra fora do short em direção ao quarto da mãe, ela já deitada apaga a luz. O garoto tira o short completamente e se deita pelado junto com a mãe, mas só olha pra cima com medo dela falar alguma coisa brava. Já entra o sol pela janela do quarto e o pequeno acorda e sente uma mão quente. agarrando o pau duro dele. Olha pro lado e a mãe dele ainda tá dormindo, ele olha pra ela e consegue ver os peitos dela nus, aquele mamilo marrom lindo e a mão da mãe dele envolvendo o tronco duro dele, duro como pedra. A porta abre de repente e entra a Vero, já acordada, com um chimarrão na mão. A imagem que ela vê é a mãe dela com os peitos de fora e na mão dela o pau duro do irmão, completamente pelado. Ela se aproxima da cama sem dizer nada, só olhando e se esquentando por dentro ao ver aquela pose tão excitante. Dá um beijo no Christian, que não saía da cama, olhando a irmã andar no quarto, só vestida com uma tanga preta e um sutiã combinando. Ele olhava aqueles peitos balançando enquanto ela andava. A filha chega perto da mãe e acorda ela com um beijo e um "bom dia". A Sandra abre os olhos e, sem entender nada, se vê segurando o pau duro do filho pequeno e a filha parada na frente da cama de lingerie. Ela solta a mão e, sem dizer nada, pega o chimarrão e toma. A filha sai do quarto e a Sandra levanta pra ir no banheiro. O Christian aproveita que ficou sozinho e se masturba, lembrando da palma morna da mãe envolvendo o mastro duro dele. Goza em cinco segundos, sabendo que era por causa da puta tesão desses dias. O moleque levanta, vai no banheiro e lava o pau cheio de porra. Anda até a sala de café e já estavam tomando chimarrão: a mãe dele, que ainda estava sem sutiã, com os peitos de fora, a Vero de lingerie e a mais nova, Daniela, com uma tanga rosa igual à da noite anterior e um sutiã branco. O Christian não consegue tirar os olhos dos peitos brancos e grandes da mãe dele, com o pau duro na cara. A Vero olha pra ele e fala: "Moleque, vai ficar assim o dia inteiro?" e solta uma gargalhada, seguida pela mãe e pela Daniela, que não entendia nada, levanta e olha a bermuda do irmão, vê aquele volume enorme ereto e também começa a rir. O menino, envergonhado, abaixa a cabeça e, num ato de coragem, levanta e tira completamente o short, deixando aquele mastro duro livre na vista da mãe e das irmãs. "Agora riam com isso. Ganas" fala algo bravo com ele.
Levanta nu da cadeira com o pau pulando a cada movimento. Vero, a mais velha, abaixa a mão até a virilha e passa o dedo na sua rachinha já molhada.
— Ah, então é assim agora? Quem quer andar pelado? Tá bom, se é isso que vocês querem... — fala Daniela, e tira o sutiã branco, deixando à vista uns peitinhos lindos, pequenos mas bem durinhos.
Sandra e Vero só olham pasmas. Aí Vero imita as duas mulheres e tira o sutiã, mostrando uns peitões grandes e redondos, com uns bicos bem grandinhos.
Christian não acreditava no que via: três mulheres gostosas de peitos de fora, só pra ele olhar. O pau dele dava pulos de tão duro que tava, queria que a porra dele espirrasse pela sala toda, bater uma sem se importar com nada, mas não tinha coragem.
As mulheres começam a arrumar tudo pra ir pra praia, as três semi nuas. Pareciam mais à vontade e mais felizes do que antes da viagem, como se tivessem se unido mais como família.
O menino brincava no PlayStation quando a Dani chega perto pra ver que jogo ele tava jogando. Conversam, e a Dani pede pra ele ensinar a jogar. O garoto não parava de olhar como os biquinhos rosados da irmã ficavam duros. Christian se acomoda no sofá, e a irmã dele senta no encosto do sofá, com a calcinha fio dental toda enfiada entre as nádegas, e reclama que o sofá é duro — motivo pelo qual Christian também não tinha conseguido dormir naquela noite.
De um pulo, Daniela levanta e senta no colo do irmão. Ele só fica parado, sem entender, já que tava com o pau duro igual a um mastro e a irmã sentada bem em cima daquele pedaço de carne dura. A menina mais nova da família sente aquele pau do mesmo jeito que tinha sentido no carro, naquela viagem pra praia. As mulheres na cozinha olham a cena sem dizer nada, mas Daniela sente a buceta molhar inteira, pedindo pra enfiarem um pau até o talo — coisa que ela nunca tinha sentido aos 18 anos, ainda era virgem, mas sentia a necessidade de ser penetrada por completo, por mais que aquilo... O pau do irmão mais novo dela. Daniela abre mais as pernas pra dar espaço pra esse pedaço de carne se acomodar melhor, fica bem na frente da buceta dela, já bem molhada por cima da calcinha fio dental. Christian sente a cabeça do pau pulsar, cheia de porra. Sandra se aproxima com um copo de suco pra ver de perto o que rolava entre os filhos, senta na frente deles noutro sofá e vê a ponta do pau saindo de entre as pernas de Daniela e a mancha molhada na calcinha rosa da filha. A mãe já sente o tesão e leva as mãos a um mamilo, apertando ele pra dar aquele prazer nos peitos nus, estica do jeito que sabe que gosta e aperta mais, uma mistura de dor e prazer pra ela mesma. Queria puxar a calcinha de lado e meter dois dedos até o fundo, mas sabia que não podia na frente dos filhos. Vero, da cozinha, apressa todo mundo pra ir pra praia aproveitar o sol. Dani levanta do colo do irmão sentindo a buceta toda soltar o suquinho dela por dentro. A família se troca e passa o dia na praia. Voltam quase no anoitecer e de novo a rotina do banho pra tirar a areia do corpo. A primeira a sair do chuveiro é Daniela, já sem sutiã, com aqueles peitinhos brancos à mostra pra todo mundo. Sandra vem atrás, mostrando aqueles peitões enormes e uma mini jeans. Depois é a vez da Verônica, imitando a mãe com uma mini de tecido solto. Elas preparam o jantar enquanto o único homem da família toma um banho gostoso. Christian já sai completamente nu, com o pau mole balançando. Sandra, que entendia de paus, não acreditava no tamanho do que o filho tinha, um pau grande que caía pro lado da perna. Ela, que manjava de medidas, viu que o que pendia do filho era um pau lindo, grande e grosso. Jantaram pizza e cerveja, os quatro conversando e rindo enquanto Christian olhava cada par de peitos. O pau dele queria encher de porra cada peito que via, cada detalhe, cada mamilo, cada auréola, tamanho, cor, tudo queria gravar pra bater uma. Gostosa punheta quando todas forem dormir. Depois do jantar, o pequeno prepara o sofá pra virar cama dele e liga a televisão. Ao acender a tela, ele não sabia que aquele cabo tinha os canais adultos liberados, então a primeira imagem foi uma loira engolindo uma piroca enorme de um negão. As três mulheres, da cozinha, olharam em uníssono pra tela da TV, e a mãe foi a primeira a sentar e começar a ver aquele filme pornô na tela. A Verônica se juntou a ela e exclamou o tamanho do membro que a loira tava engolindo. O Christian pegou a piroca dele e puxou a pele pra baixo, liberando toda a cabecinha pra fora. A Daniela se juntou a eles, trazendo umas latas de cerveja pra cada um. Ela senta do lado do irmão, as outras ficam no outro sofá, de lado, todos de frente pra TV. As cenas de sexo na televisão esquentavam o clima. Quando aparece uma mulher gostosa de quatro, e a mãe diz que nessa posição a mulher sente a piroca toda dentro, os meninos olham pra ela, já que nunca tinham ouvido uma palavra de sexo da boca da mãe. — Sério, mãe? — fala a Daniela, que nunca tinha tido nada de sexo até agora. — Sim, meu amor, porque você se abre toda pra ser macetada por trás — comenta a Sandra. — Olha, vem, encosta no sofá, meu amor — pede a mãe pra Daniela. Ela obedece, levanta e coloca as mãos no encosto do sofá e os joelhos em cima dele, deixando toda a bundinha empinada. — Vem, Chris, coloca atrás da sua irmã — e a Sandra posiciona o filho. — Pega ela na cintura e encosta teu pau bem aqui — fala a mãe, colocando o dedo bem em cima da calcinha fio dental da filha mais nova. O menino obedece sem dizer nada, segura a piroca tão dura e empinada, encostando a ponta do pedaço no tecido molhado da calcinha, bem onde marcava os lábios daquela buceta que pedia pra ser penetrada. — Agora mexe de trás pra frente, dando umas metidas fortes, coração — vai dizendo a mãe. E assim ficam vários minutos trepando, mas vestidos. As tetas nuas da Daniela pulavam pra cima e pra baixo. cada empurrão dessa pica, a Vero via como os irmãos dela estavam comendo, parada na frente deles, não aguenta o tesão, desce a mão direita e enfia dentro da calcinha, passando o dedo entre os lábios da buceta, sente ela melada de lubrificação, tira o dedo e leva até a boca, sentindo o próprio gosto. Outra posição é a mulher sentada em cima do homem, diz a mãe, e pede pro Christian deitar de barriga pra cima no sofá, o moleque obedece. A Sandra senta em cima do pequeno, pega a pica dura e encaixa na entrada da buceta, só a fina teia da calcinha impedindo de meter a pica dura do filho, e se move pra frente e pra trás, esfregando todo o comprimento do membro duro igual pedra. A Sandra não consegue evitar de se excitar, pega a mão do filho e leva até o peito direito, o moleque começa a apertar, coloca o mamilo entre os dedos e aperta forte, e um gemido escapa da boca da mãe. Nisso, a Verônica fala:
— Posso experimentar, mãe?
— Vem, filha, senta igual eu fiz.
A Verônica já tinha comido três vezes com um namorado que teve uns meses atrás, mas não durou o que ela esperava. Então a garota se posiciona igual a mãe mandou, mas ao sentir a pica na buceta, já deu vontade de gozar. Arqueia o corpo semi-nu e todo mundo vê a calcinha dela molhar de uma vez. A garota gozou assim, de uma só vez, respira ofegante e se joga contra o corpo do irmão, colocando os peitos nus no peito dele. A Sandra pega a mão dela e ajuda a levantar. Pede pro Christian se levantar e é ela quem deita dessa vez, de barriga pra cima, e abre as pernas o máximo que pode, a calcinha dela quase deixa a buceta toda de fora.
— Vem, amor, se coloca entre as pernas da mãe.
O filho se acomoda entre as pernas dela e a mãe abraça ele e pede pra ele se mover devagar. A Sandra levanta as pernas até os ombros do pequeno e eles voltam a se mexer. A Sandra queria pica dentro da buceta e, sem pensar, pega a calcinha e puxa pro lado, liberando a buceta toda. depilada, os lábios dela se abrem, o suco escorre pela perna e ela sente a cabecinha daquela cock quente entrando no corpo quente dela, dá um grito de prazer e acorda de novo daquele transe de excitação. — Mamãe, ele meteu em você — diz Daniela, observando tudo bem de perto, dava pra ver a ponta desaparecendo dentro da pussy aberta da mãe dela. Sandra não conseguia acreditar no que aconteceu, mas o tesão falou mais alto, e sentir aquela cock gorda do filho fez ela tremer de prazer, e olha que só entrou um pedacinho. Christian, ao ouvir as palavras da irmã, pulou pra fora da mãe e sentou, olhando aquela pussy escorrendo um líquido transparente. Sandra se levanta, olha pros filhos e só fala: — Aprenderam? Assim são algumas posições. — Vamos dormir, já é tarde, sim? — E os filhos se olham e obedecem, as meninas vão pro quarto, Christian prepara o sofá e a mãe vai pro banheiro.
Levanta nu da cadeira com o pau pulando a cada movimento. Vero, a mais velha, abaixa a mão até a virilha e passa o dedo na sua rachinha já molhada.
— Ah, então é assim agora? Quem quer andar pelado? Tá bom, se é isso que vocês querem... — fala Daniela, e tira o sutiã branco, deixando à vista uns peitinhos lindos, pequenos mas bem durinhos.
Sandra e Vero só olham pasmas. Aí Vero imita as duas mulheres e tira o sutiã, mostrando uns peitões grandes e redondos, com uns bicos bem grandinhos.
Christian não acreditava no que via: três mulheres gostosas de peitos de fora, só pra ele olhar. O pau dele dava pulos de tão duro que tava, queria que a porra dele espirrasse pela sala toda, bater uma sem se importar com nada, mas não tinha coragem.
As mulheres começam a arrumar tudo pra ir pra praia, as três semi nuas. Pareciam mais à vontade e mais felizes do que antes da viagem, como se tivessem se unido mais como família.
O menino brincava no PlayStation quando a Dani chega perto pra ver que jogo ele tava jogando. Conversam, e a Dani pede pra ele ensinar a jogar. O garoto não parava de olhar como os biquinhos rosados da irmã ficavam duros. Christian se acomoda no sofá, e a irmã dele senta no encosto do sofá, com a calcinha fio dental toda enfiada entre as nádegas, e reclama que o sofá é duro — motivo pelo qual Christian também não tinha conseguido dormir naquela noite.
De um pulo, Daniela levanta e senta no colo do irmão. Ele só fica parado, sem entender, já que tava com o pau duro igual a um mastro e a irmã sentada bem em cima daquele pedaço de carne dura. A menina mais nova da família sente aquele pau do mesmo jeito que tinha sentido no carro, naquela viagem pra praia. As mulheres na cozinha olham a cena sem dizer nada, mas Daniela sente a buceta molhar inteira, pedindo pra enfiarem um pau até o talo — coisa que ela nunca tinha sentido aos 18 anos, ainda era virgem, mas sentia a necessidade de ser penetrada por completo, por mais que aquilo... O pau do irmão mais novo dela. Daniela abre mais as pernas pra dar espaço pra esse pedaço de carne se acomodar melhor, fica bem na frente da buceta dela, já bem molhada por cima da calcinha fio dental. Christian sente a cabeça do pau pulsar, cheia de porra. Sandra se aproxima com um copo de suco pra ver de perto o que rolava entre os filhos, senta na frente deles noutro sofá e vê a ponta do pau saindo de entre as pernas de Daniela e a mancha molhada na calcinha rosa da filha. A mãe já sente o tesão e leva as mãos a um mamilo, apertando ele pra dar aquele prazer nos peitos nus, estica do jeito que sabe que gosta e aperta mais, uma mistura de dor e prazer pra ela mesma. Queria puxar a calcinha de lado e meter dois dedos até o fundo, mas sabia que não podia na frente dos filhos. Vero, da cozinha, apressa todo mundo pra ir pra praia aproveitar o sol. Dani levanta do colo do irmão sentindo a buceta toda soltar o suquinho dela por dentro. A família se troca e passa o dia na praia. Voltam quase no anoitecer e de novo a rotina do banho pra tirar a areia do corpo. A primeira a sair do chuveiro é Daniela, já sem sutiã, com aqueles peitinhos brancos à mostra pra todo mundo. Sandra vem atrás, mostrando aqueles peitões enormes e uma mini jeans. Depois é a vez da Verônica, imitando a mãe com uma mini de tecido solto. Elas preparam o jantar enquanto o único homem da família toma um banho gostoso. Christian já sai completamente nu, com o pau mole balançando. Sandra, que entendia de paus, não acreditava no tamanho do que o filho tinha, um pau grande que caía pro lado da perna. Ela, que manjava de medidas, viu que o que pendia do filho era um pau lindo, grande e grosso. Jantaram pizza e cerveja, os quatro conversando e rindo enquanto Christian olhava cada par de peitos. O pau dele queria encher de porra cada peito que via, cada detalhe, cada mamilo, cada auréola, tamanho, cor, tudo queria gravar pra bater uma. Gostosa punheta quando todas forem dormir. Depois do jantar, o pequeno prepara o sofá pra virar cama dele e liga a televisão. Ao acender a tela, ele não sabia que aquele cabo tinha os canais adultos liberados, então a primeira imagem foi uma loira engolindo uma piroca enorme de um negão. As três mulheres, da cozinha, olharam em uníssono pra tela da TV, e a mãe foi a primeira a sentar e começar a ver aquele filme pornô na tela. A Verônica se juntou a ela e exclamou o tamanho do membro que a loira tava engolindo. O Christian pegou a piroca dele e puxou a pele pra baixo, liberando toda a cabecinha pra fora. A Daniela se juntou a eles, trazendo umas latas de cerveja pra cada um. Ela senta do lado do irmão, as outras ficam no outro sofá, de lado, todos de frente pra TV. As cenas de sexo na televisão esquentavam o clima. Quando aparece uma mulher gostosa de quatro, e a mãe diz que nessa posição a mulher sente a piroca toda dentro, os meninos olham pra ela, já que nunca tinham ouvido uma palavra de sexo da boca da mãe. — Sério, mãe? — fala a Daniela, que nunca tinha tido nada de sexo até agora. — Sim, meu amor, porque você se abre toda pra ser macetada por trás — comenta a Sandra. — Olha, vem, encosta no sofá, meu amor — pede a mãe pra Daniela. Ela obedece, levanta e coloca as mãos no encosto do sofá e os joelhos em cima dele, deixando toda a bundinha empinada. — Vem, Chris, coloca atrás da sua irmã — e a Sandra posiciona o filho. — Pega ela na cintura e encosta teu pau bem aqui — fala a mãe, colocando o dedo bem em cima da calcinha fio dental da filha mais nova. O menino obedece sem dizer nada, segura a piroca tão dura e empinada, encostando a ponta do pedaço no tecido molhado da calcinha, bem onde marcava os lábios daquela buceta que pedia pra ser penetrada. — Agora mexe de trás pra frente, dando umas metidas fortes, coração — vai dizendo a mãe. E assim ficam vários minutos trepando, mas vestidos. As tetas nuas da Daniela pulavam pra cima e pra baixo. cada empurrão dessa pica, a Vero via como os irmãos dela estavam comendo, parada na frente deles, não aguenta o tesão, desce a mão direita e enfia dentro da calcinha, passando o dedo entre os lábios da buceta, sente ela melada de lubrificação, tira o dedo e leva até a boca, sentindo o próprio gosto. Outra posição é a mulher sentada em cima do homem, diz a mãe, e pede pro Christian deitar de barriga pra cima no sofá, o moleque obedece. A Sandra senta em cima do pequeno, pega a pica dura e encaixa na entrada da buceta, só a fina teia da calcinha impedindo de meter a pica dura do filho, e se move pra frente e pra trás, esfregando todo o comprimento do membro duro igual pedra. A Sandra não consegue evitar de se excitar, pega a mão do filho e leva até o peito direito, o moleque começa a apertar, coloca o mamilo entre os dedos e aperta forte, e um gemido escapa da boca da mãe. Nisso, a Verônica fala:
— Posso experimentar, mãe?
— Vem, filha, senta igual eu fiz.
A Verônica já tinha comido três vezes com um namorado que teve uns meses atrás, mas não durou o que ela esperava. Então a garota se posiciona igual a mãe mandou, mas ao sentir a pica na buceta, já deu vontade de gozar. Arqueia o corpo semi-nu e todo mundo vê a calcinha dela molhar de uma vez. A garota gozou assim, de uma só vez, respira ofegante e se joga contra o corpo do irmão, colocando os peitos nus no peito dele. A Sandra pega a mão dela e ajuda a levantar. Pede pro Christian se levantar e é ela quem deita dessa vez, de barriga pra cima, e abre as pernas o máximo que pode, a calcinha dela quase deixa a buceta toda de fora.
— Vem, amor, se coloca entre as pernas da mãe.
O filho se acomoda entre as pernas dela e a mãe abraça ele e pede pra ele se mover devagar. A Sandra levanta as pernas até os ombros do pequeno e eles voltam a se mexer. A Sandra queria pica dentro da buceta e, sem pensar, pega a calcinha e puxa pro lado, liberando a buceta toda. depilada, os lábios dela se abrem, o suco escorre pela perna e ela sente a cabecinha daquela cock quente entrando no corpo quente dela, dá um grito de prazer e acorda de novo daquele transe de excitação. — Mamãe, ele meteu em você — diz Daniela, observando tudo bem de perto, dava pra ver a ponta desaparecendo dentro da pussy aberta da mãe dela. Sandra não conseguia acreditar no que aconteceu, mas o tesão falou mais alto, e sentir aquela cock gorda do filho fez ela tremer de prazer, e olha que só entrou um pedacinho. Christian, ao ouvir as palavras da irmã, pulou pra fora da mãe e sentou, olhando aquela pussy escorrendo um líquido transparente. Sandra se levanta, olha pros filhos e só fala: — Aprenderam? Assim são algumas posições. — Vamos dormir, já é tarde, sim? — E os filhos se olham e obedecem, as meninas vão pro quarto, Christian prepara o sofá e a mãe vai pro banheiro.
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