Irmãs: fio dental e calcinhas VII

Esclarecimento: esta história não é de minha autoria, foi escrita há muitos anos por outro usuário do Poringa chamado Nick Bendt, mas como ele não está mais no P! e suas histórias foram apagadas, quis reenviá-las para que essa excelente história não se perca. Desde já, aproveitem.
Esclarecimento 2: todos os personagens representados nesta história SÃO MAIORES DE IDADE.
Capítulo XI: Sair do círculo vicioso é foda pra caralhoDepois que Agustina saiu do banheiro, já satisfeita depois do orgasmo, se vestiu e Martín entrou pra tomar banho. Depois disso, os dois jantaram com a mãe. Terminando de comer, a mãe foi dormir. Agustina foi pra cama dela se deitar, e Martín ficou na sala vendo TV até o sono bater.

Já de noite, Florencia tinha ficado pra jantar na casa da amiga, e depois disso voltou pra casa dela. Por sorte, as amigas não perceberam que ela tava sem calcinha por baixo daquela legging justa... mal chegou em casa, foi pro quarto dela, onde encontrou a irmã descansando na cama.

Florcha cumprimentou ela de passagem, enquanto abria a gaveta procurando roupa pra ir tomar banho. Lembrou da peça que deu pro irmãozinho antes de sair.

— Ah, então, cê sabe o que aconteceu com minha calcinha? — Perguntou pra Agustina.
— ...Sim.. tá na máquina de lavar.
— Ok. Que... cê viu ele?
— Ver o quê?
— Não se faz. Nosso irmão... cê viu ele batendo uma?
— Sim...
— Kkk, já imaginava. Cê pediu pra ver? Ou ele pediu pra você?
— Eu pedi pra ele... kkk, é que eu tava entediada!
— Como foi? Me conta!
— Ah...
— Fala, vaca! Foi bom?
— ...Tipo... digamos que sim.
— Não saio daqui até você me contar!!! Como ele fez? Tava dura? Saiu muito leite?
— Calmaaaa aí! Bom... não é que ele tenha batido uma...
— Como assim... o que cê quer dizer?
— Sim.. tipo... eu que bati uma pra ele.

Florcha arregalou os olhos olhando pra ela.

— QUE?!
— Isso...
— Peraí!! Como assim você bateu uma pra ele?!?!
— Olha... a gente veio pra cá, e no começo ele começou a se masturbar... e me disse que gostava dos meus peitos... nisso, ele percebeu que meus bicos tavam marcando na camiseta!.. ele insistiu muito... e me perguntou se podia acariciar um pouquinho... eu falei que sim, mas só um pouquinho.

Florencia olhava atenta pra irmã enquanto ela explicava o que tinha rolado.

— Bom.. e com ele acariciando um peito meu... me deixou com muito tesão, Flor!.. ainda por cima, ele tava com o pau duro De frente e de pertinho! Aí ele me pediu pra fazer uma punheta… e eu fiz! Não consegui resistir!
— Sério???
— Sim… ele tem uma rola tão linda que eu tive que tocar…
— E o que mais rolou??!!??
— Enquanto eu batia uma pra ele, ele ficava apalpando meu peito, e aí eu já tava super excitada, imagina… e ele pediu pra eu mostrar os peitos.
— E você mostrou????????
— Sim…
— Ahhh tá bom!!!! Mostrou os peitos!?!!??
— Sim… levantei a camiseta e mostrei… e ele continuou acariciando! Bom, no final bati uma rápida pra ele, até ele gozar na sua calcinha… encheu ela de porra! Provei e tava uma delícia, mano!

Florencia não acreditava no que a irmã tava contando. Tava adorando ouvir tudo o que elas tinham feito.

— Você é louca! Isso tudo aconteceu mesmo?
— Haha sim, bobinha… nem sabe a punheta que eu bati no banheiro! Molhei toda a minha buceta…
— Imagino… e como é bater uma pra ele? É bom?
— Muito gostoso! Adorei… ele tava tão durinho, coitado!
— Aaah… eu também quero aprender a bater uma punheta! — Disse Florcha com voz de menina mimada.

Agustina ficou olhando pra ela.

— O quê?... Quer que eu te ensine? — Perguntou Agustina.
— Siiim.... me ensina, por favor!
— Sério que quer aprender? Você não é muito novinha pra isso ainda? — Disse Agustina brincando com a irmã.
— Haha, sua putinha!!! Vai, mana! Me ensina a bater uma punheta, sim? — Disse Florcha sorrindo e fazendo cara de boazinha.
— Tááá bom. Mas espera. Como é que eu vou te ensinar?

Florencia ficou olhando pra irmã, que ia ensinar ela a bater uma punheta num cara.

Agustina tirou o lençol de cima dela e sentou na cama, de frente pra irmã. Tava de sutiã e fio dental. Mandou a Florcha sentar do lado dela.

Florencia aceitou e sentou na cama ao lado da irmã semi-nua.

A mais velha começou a explicar:

— Não é tão difícil. Você pega ele assim com a mão…

Agustina mostrou o jeito típico de fazer. mano, quando pega uma pica, fechando ela entre os dedos.

— Assim que você tiver ela toda na mão, você mexe pra cima e pra baixo. — Explicou Agus enquanto fazia o movimento da punheta com a mão.

— Mas apertando? Ou suave? — Perguntou Flor.

— Mais ou menos! Nem apertando forte nem muito suave…

— Ok.

— Tenta fazer você.

Florencia tentou imitar a posição da mão e mexer igual a irmã. Os primeiros movimentos foram meio desengonçados. A irmã colocou a mão dela por cima e fez o movimento como se estivesse batendo uma punheta, ensinando.

— Viu? Assim. E se você fizer direito, com certeza em pouco tempo vai sair toda a porra.

Agustina continuava explicando pra irmã.

— Se você bater a punheta muito rápido, ele vai gozar na hora. Se for mais devagar, ele dura mais.

— Você como fez? Rápido ou devagar? — Perguntou Florcha.

— No Martín? — Perguntou Agustina.

— É.

— No começo devagar… depois que mostrei os peitos, bati mais rápido.

Florencia prestava atenção nas explicações e agora tentava sozinha fazer o movimento da punheta com a mão.

Agustina aproveitava pra falar mais coisas:

— E quando você desce com a mão, desce até ver a cabecinha gorda que eles têm… que seria a glande. Você puxa a pele pra baixo e depois sobe de novo, entendeu?

— Mais ou menos.

— Ah, e mais uma coisa. Passa saliva na mão pra deslizar melhor.

— Tipo quando a gente se toca no clitóris?

— Isso! É fácil.

— E como é a sensação quando você toca? — Perguntou Florencia.

— Quentinho… e bem durinho! É gostoso sentir como ele cresce quando tá na sua mão.

Florcha ficou com muita vontade de bater uma punheta naquele momento e sentir as coisas que a irmã mais velha tava falando.

— Então… aprendeu ou não? — Perguntou Agustina.

— Acho que sim…

— Quer que eu explique de novo?

— Não, tá de boa.

— Pra aprender direito tem que botar em prática!

— É… pena que eu não tenho namorado.

Agustina ficou pensando, até que teve uma ideia.

— Você não tem namorado… mas… temos um pau à nossa inteira disposição… — disse Agustina, sorrindo pra ela.

Florencia olhou pra ela.

— Chamo o cara? — perguntou Florencia.
— Fala, vamos ver se você é boa aluna… — respondeu Agustina.

As duas riram.

— Mamãe já tá dormindo? — perguntou Florencia de novo.
— Tá.

Florcha se levantou e saiu do quarto. Andou até a sala, onde o irmão dela tava vendo TV. Interrompeu ele falando da porta da sala:

— Ei, irmãozinho!

Martín, sentado no sofá, virou pra ver ela.

— Flor! O que foi?
— Dá pra vir um pouquinho no nosso quarto? A gente precisa de você pra uma coisa!

Imediatamente Florencia foi embora e voltou pro quarto. O menino ficou pensando pra que eles precisavam dele. Esperava que não fosse pra fazer alguma tarefa, ou algo assim. Desligou a TV, levantou do sofá e foi pro quarto das irmãs. A porta tava aberta. Entrou.

A primeira coisa que viu foram as duas irmãs em pé esperando ele na beira da cama. Florcha tava de camiseta e leggings, enquanto Agustina tava de fio dental e sutiã… o fio dental era rosa choque, e o sutiã branco. Aquele fio dental já tinha sido cheio de porra dias atrás.

— Fecha a porta direito. — ordenou Florcha.

O menino fechou. Assim que a porta já tava fechada, Martín chegou perto delas.

— Pra que vocês precisam de mim?

Florencia imediatamente se abaixou na frente do irmão e pegou a calça dele. Começou a puxar pra baixo, enquanto o menino olhava atônito.

— Deixa eu fazer uma punheta em você, irmãozinho? É que quero aprender como faz. — disse Florcha, já abaixando a cueca dele, agachada na frente dele.

Martín não disse nada. Foi pego de surpresa!! Puxa, que surpresa boa! A irmã dele baixou tudo até os tornozelos, e viu o pau dele ainda meio mole. Logo foi endurecendo naturalmente. Fixou os olhos em Agustina, que estava paradinha ao lado da Florcha. Olhou pras tetonas dela cobertas pelo corpinho... que ele já tinha apalpado naquela tarde! O pau dele ficou durasso enquanto a Florcha via ele parar na frente da cara dela. Que gostosas as duas.

— Que pinto lindo! Posso? — perguntou a Florcha, olhando pro irmão de baixo, agachada, quase pegando no pau dele.

Martim balançou a cabeça dizendo que sim. Engoliu seco. Ainda não conseguia acreditar no que tava rolando. Só ficou calado, sem perguntar nada.

— Fica quieto que a mamãe tá dormindo — falou a Florcha.

Florencia colocou a mãozinha em volta do pau duro do irmão e agarrou ele inteiro. A primeira sensação foi maravilhosa, sentiu ele tremendo de duro e quente.

Enquanto Agustina olhava, a Florcha começou a mexer a mão. Começou a bater uma punheta pro irmão.

— Maninho, me fala se eu tô te machucando ou se te incomoda alguma coisa, tá? É a primeira vez que eu bato uma punheta — disse Florencia, com o pau na mão.

Martim concordou, já claramente excitado.

Bem devagar, ela mexia a pele do pau como a irmã mais velha tinha ensinado. Em segundos, puxou o prepúcio todo pra trás, deixando a glande já gordinha e excitada do garoto à mostra.

— Assim, Agus? — perguntou Florencia.
— Isso! Põe cuspe na mão pra fazer melhor pra ele — respondeu Agustina.

Florcha obedeceu e cuspiu na mão, pra voltar a pegar no pau do irmão mais novo.

Passou a mão nele pela primeira vez, sentindo a diferença enorme, como a mãozinha deslizava no tronco duro do garoto.

Tava gostando muito de puxar a pele pra trás e ver a cabecinha vermelha, inchadinha e babada... continuava masturbando o irmão, devagar, descendo e subindo a mão cheia de cuspe no pau.

— Tá gostando, gato? — perguntou Agustina, enquanto olhava.
— Siiim.
— Depois da punheta que eu bati pra você essa tarde, ainda tem gozo nesses ovinhos? — perguntou Agustina.
— ...Sim. Agus... — respondeu Martín, com a voz baixa, excitadíssimo com as perguntas da irmã mais velha, que ainda por cima estava de fio dental.
— Beleza Flor, agora tira a porra dele do jeito que te ensinei. — disse Agustina.

E o que dizer da Florencia, que enquanto batia uma pra aquela bela piroca dura, percebia como a buceta começava a ficar molhada.

Florencia sabia que se batesse rápido, como a irmã tinha ensinado, ele ia gozar. Aumentou a velocidade, mais rápido. Enquanto fazia a punheta agora mais acelerada, olhava pro irmão tentando ver se ele tava gostando. Entendeu pela cara de tesão que o garoto tinha que sim. Tava indo bem.

Martín sentiu que ia explodir.
— Ahhhhhhh… vou gozar, Flor.

Florencia continuou batendo pra ele bem rápido, subindo e descendo a mão inexperiente pelo tronco do garoto, cobrindo e descobrindo a cabecinha da piroca, toda melada de baba.

Instantaneamente, sentiu a piroca do irmão dar uma leve mudada e ficar tensa, Martín começou a suspirar e resfolegar, e na hora saiu o primeiro jato de porra.
— AHHhhhhhhhhhhh……… mmmmmmmmmhhhhhh — gemeu Martín baixinho, enquanto Florcha espremia a piroca dele.

Assim que sentiu o líquido quente sair e se espalhar na mãozinha, Florcha parou a punheta. Agustina viu:
— Continua, burra! Não para!! Bate rápido assim pra tirar toda a porra dele!

Florencia obedeceu e voltou a bater uma bem rápido, enquanto os outros jatos de porra quente saíam da piroca do irmão. Tava ordenhando ele.

Parte da porra caiu no chão, e outra parte ficou na mão da Florcha, com a qual ela tava batendo a punheta.

Assim que parou de sair porra, Florencia olhou pro irmão… ele tava muito satisfeito, dava pra ver na cara. Se sentiu super bem por ter feito a primeira punheta e ter sido tão boa! Além do garoto ter adorado, ela gostou muito mais. Já sentia a calcinha molhada pela buceta virgem.

Ela se levantou, enquanto olhava pro esperma quentinho do irmão dela na mão inteira. Mostrou pra Agustina.

– Quero! Me dá? – Perguntou Agustina, sorrindo pra ela.

– Kkkkk.

Florcha riu, enquanto aproximava um dos dedos cheios de porra grossa da irmã. Agustina se inclinou um pouco e meteu o dedo de Florencia na boca, chupando todo o gozo que tinha. Tirou o dedo apertando com os lábios e engoliu a porra.

– Prova! Vai, tá morno já! – Disse Agustina pra irmã.

Florencia fez o mesmo, enfiando um dedo inteiro na boca, lambuzado de porra morna recém-tirada do irmão mais novo. Provou o sêmen e tentou engolir. Conseguiu… embora não tenha sentido um gosto específico.

Agustina pediu de novo pra irmã, que aproximou a mão, enquanto a mais velha metia outro dedo de Florcha na boca, passando a língua e engolindo porra.

Martín ficou olhando pra elas, babando depois de gozar, com o pau pendurado já mole e cheio de porra e saliva. Deus! Era tão lindo ver as irmãs chupando os dedos e engolindo o gozo dele!

– Muito bom pra primeira punheta, irmãzinha. – Disse Agustina pra Florcha, que sorria.

Florencia ficou com os dedinhos limpos, mas não a palma da mão, que estava coberta de porra já fria e agora grudenta.

– Que bagunça no chão! – Falou Florcha, olhando a porra que tinha caído.

Agustina já tinha tido uns namoradinhos, mas nenhum soltava tanta porra assim. Ela se surpreendia toda vez que via o irmãozinho jorrando tanto gozo, ainda mais depois de ter batido uma pra ele horas antes. Isso a excitava pra caralho.

– Bom… vou pegar algo pra limpar essa zona… – Disse Florencia enquanto saía do quarto, abrindo a porta com cuidado pra não fazer barulho e não acordar a mãe.

A mina foi até o tanque pegar um pano, molhou na torneira e voltou pro quarto.

Se ajoelhou no chão e foi passando o pano úmido pelo piso, limpando os restos de sêmen que tinha caído. Depois de deixar ele brilhando, ela se levantou e olhou pro irmão. Baixou o olhar até a rola, e se inclinou pra ele.

— Quer que eu limpe? — perguntou Florencia pro irmãozinho.

Martín não entendeu. Florencia começou a passar o paninho na rola do garoto, limpando toda a baba e o sêmen que tava grudado.

— Valeu — disse Martín.

— De nada!

Já com a rola limpinha, Florencia puxou a cueca e a calça do irmão de volta.

— Bom… vou tomar banho agora… — disse Florencia, pegando a roupa limpa que ia vestir com a mão que não tinha sêmen.

Martín suspirou, extremamente satisfeito, e deu tchau pro Agus antes de ir dormir. Olhou pela última vez pra tanga dele, e se mandou pro quarto descansar. Agustina também foi pra cama.

Assim que Florencia entrou no banheiro, lavou a mão cheia de porra do irmão, se despiu e entrou no chuveiro. Na banheira já quentinha debaixo da água, pegou o sabonete e passou pelo corpo todo, dando uma atenção especial na buceta. Ensaboou bem a ppk e a raba, se esfregando com o sabonete. Claro que ter batido uma pro irmão tinha deixado ela com muito tesão. Largou o sabonete de lado e procurou o buraquinho da raba, ainda em pé, levando uma mão pra trás. Achou e se massageou o cu com um dedinho. Depois, se deitou na banheira e ficou se esfregando no clitóris, tentando gozar, até chegar no orgasmo.

Saiu do banho, se secou, se vestiu e foi direto pro quarto dormir. Tava muito cansada. Vestiu uma tanga branca, que outra vez o Martín tinha enchido de porra quente.

Entrou no quarto, enquanto se deitava na cama, no escuro. Agustina ouviu ela se deitar, na escuridão do quarto, já as duas deitadas nas camas:

— Você se tocou? — perguntou Agustina.

— Como você sabe? — respondeu Florcha.

— Imaginei que você tava excitada depois de fazer aquela punheta pra ele. masturbação. Não quero nem imaginar como você se molhou… Comigo aconteceu a mesma coisa.
-É… fiquei muito punheteira esses dias, mano…
-Jajajaja. Eu também! Tô mais punheteira do que nunca…

As duas riram, na escuridão do quarto.

-Pensar que as calcinhas fio dental que a gente tá usando agora estavam cheias do gozo dele… -Disse Florcha.
-E ele passou a rola inteira nelas! -Respondeu Agustina.
-Deus! Bom… chega, vou ficar com tesão de novo!
-Jajaja. Que putinhas que a gente é, mano.
-Muito porcas.

Elas riram de novo. Daí a pouco, dormiram.

Martín também dormiu sozinho no quarto dele.

Aquele domingo tinha começado muito chato, mas terminou do melhor jeito.

:::

As coisas tinham tomado seu rumo, aos poucos. Martín nunca imaginou tudo o que estava rolando. Meses antes, dividir coisas com as irmãs era um saco. Quando ainda via elas como irmãs, quando não despertavam nenhum sentimento quente nem nada do tipo. Brigava com elas toda hora. Agora tudo era diferente. As irmãs dele agora eram as duas garotas mais lindas e gostosas do planeta. E moravam com ele. Não teve tempo de pensar, nem perceber quando tudo mudou tão de repente. A vida em família sempre foi normal, as irmãs nunca despertaram nele nenhum tipo de atração, nem nada.

Mas naquele dia frio de inverno, quando pela primeira vez ele mexeu na roupa das irmãs no banheiro, vendo as calcinhas molhadas ali, e sentindo o cheiro de buceta… tudo começou a mudar claramente. Esse foi o passo que mudou tudo. Ele não batia mais punheta pensando nas coleguinhas da escola. Começou a ficar com tesão pela calcinha das irmãs, batendo punheta com elas. E aí começou a ver as irmãs de outro jeito. Elas começaram a dar tesão nele, as calcinhas fio dental delas, ele começou a reparar mais nos corpos delas… e já foi gostando delas como se fossem garotas normais, até chegar no ponto atual, onde o que mais dá tesão nele são as duas. com o adicional de saber que eram suas irmãs, algo muito proibido, que o excitava ainda mais.

Durante vários anos, seus amigos o zoavam sempre que podiam por causa de suas irmãs mais velhas. Elas eram o sonho de todos os garotos do bairro. Sempre repetiam como elas eram gostosas, que suas irmãs eram as minas mais lindas da cidade, que a Agustina tinha peitões, que a Florencia tinha uma raba enorme e perfeita, etc. Até alguns amigos do Martín, quando iam na casa dele, ficavam o tempo todo de olho pra ver se alguma das minas aparecia pela casa.

O garoto se cansou de ouvir dos amigos frases como "tua irmã tem uma raba do caralho", "suas irmãs arrasam o chão", "não é possível que sejam tão gostosas", "que vontade de comer suas irmãs".

Martín sempre tentava não dar bola, não entendia por que falavam tanto aquilo, e isso o irritava pra caralho. Agora ele entendia. Percebeu o quanto suas irmãs eram gostosas.

De algum jeito que nem ele mesmo acreditava, tinha chegado ao ponto de ver os peitos da Agustina, de apalpar eles, de comer as duas com a roupa no corpo, e de receber uma punheta de cada uma. Sem contar que elas mesmas davam pra ele as calcinhas e fio-dentais molhados, tirados na hora, pra ele bater uma e encher de porra.

Ele tinha esquecido de tudo. As minas da escola, as professoras, o pornô na internet, tudo. A única razão pela qual vivia era ir pra escola, fazer lição de casa, estudar, e fazer umas safadezas com as irmãs. Ficava quase o tempo todo com o pau duro. Tinha passado de bater umas punhetas entediantes vendo pornô, pra fazer de tudo com as irmãs, em pouco tempo. Foi uma mudança da porra.

Seu grande desejo, naquela idade, era deixar de ser virgem. Muitos dos colegas já se gabavam e mostravam peito por já terem comido alguém.

Tudo que tinha acontecido era muito bom… e tudo que ele tinha visto: as calcinhas, os peitos, as rabas de fio-dental… mas ele queria muito mais. O que ele mais queria, o que mais o deixava com tesão, era que algum dia pudesse ver a buceta de alguma das irmãs dele. Só de pensar… já ficava dura que nem um mastro. Imaginar ver a parte mais proibida e gostosa do corpo de uma mina, e ainda por cima das próprias irmãs, duplamente proibido… isso deixava ele louco. Ele se imaginava um dia metendo o pau quente dele na buceta molhada e delicada de alguma das irmãs… e pensava que aquilo seria supremo. Nem ideal, nem super, nem perfeito. Seria supremo.

Mas faltava muito pra uma coisa dessas acontecer, e claro, no fundo ele sabia que aquilo nunca ia rolar.

Pelo lado das minas, elas tinham sensações meio diferentes, mas no geral parecidas. A Florencia tava dando os primeiros passos no sexo, conhecendo os prazeres, o próprio prazer ela já tinha descoberto fazia tempo, mas agora começava a praticar com caras, o que nunca imaginou na vida, era que ia ser com o irmãozinho mais novo. Ela tinha visto um pau pela primeira vez, tinha feito a primeira punheta, e tudo tinha sido uma delícia. Embora até aquele momento, nenhum cara tinha botado um dedo nela. Sem dúvida que foi um divisor de águas ter pego o irmão dela, naquela tarde-noite, no banheiro, batendo uma punheta com a calcinha molhada na mão. Até aquele momento, a vida sexual dela era sempre a mesma coisa: ela se tocava no clitóris na cama ou no banheiro, imaginando transar com algum gato do bairro, nada mais.

Depois de pegar o irmão ‘com a mão na massa’, na hora ela ficou puta, naturalmente, mas com o passar dos dias, o moleque convenceu ela, e ela se convenceu de que não era tão ruim assim. E até começou a gostar. Quando soube que o irmão cheirava as calcinhas dela e batia uma punheta com elas, no fundo isso excitava ela. Já todo dia ficava mais molhada pensando no que o irmãozinho ia fazer depois com as calcinhas úmidas e cheias de lubrificação vaginal.

Acabou resultando em toda aquela situação com a outra irmã dela, por um descuido, tendo contar tudo para ela. Por sorte, Agustina levou numa boa. E a partir daí, foi dando passos que nunca imaginaria dar com eles.

Dar as calcinhas recém-usadas para o irmão encher de porra já era algo que nunca imaginou fazer, claro. Se mostrar de lingerie para ele gostava, ver como o garoto ficava excitado olhando para ela a fazia se sentir muito bem. Embora nunca vá admitir, sentiu ciúmes quando Agustina contou que tinha batido uma para o Martín, enquanto ele apalpava um peito dela. Ficou com inveja, e quis aprender a bater uma para um cara. Não conseguia descrever o tesão que foi tocar na pica do garoto, e punhetar ele até tirar toda a porra dos ovos dele. Em pouco tempo, tinha feito todas essas coisas com um cara pela primeira vez, e era o irmão dela. Até tinha provado e engolido o sêmen dele. Há poucos meses, achava que tudo isso era uma putaria nojenta.

Agora, toda vez que veste uma calcinha, não consegue evitar ficar com tesão ao pensar que o irmãozinho tinha lambuzado ela de porra quente, de esperma gostoso… e que tinha passado ela naquela pica dura toda… pensar nessas coisas a deixava molhada e excitada. Às vezes pensava nisso e não acreditava como uma garota estudiosa e decente como ela tinha se tornado tão puta e safada, tendo que se tocar no clitóris todo dia para aliviar o tesão que toda essa situação tão morbosa causava nela.

Pelo lado da mais velha, Agustina, desde cedo já se masturbava com frequência. Depois vieram os namorados, só alguns, mas já tinha bastante experiência com sexo, depois de transar várias vezes, embora não muitas, com os namorados dela.

Com tudo o que começou a ensinar sobre sexo para os irmãos, logo percebeu que fazer essas coisas com eles gerava um tesão especial nela. Por ser tão proibido, por ser tão malvisto pela sociedade, por ser tão obscuro… sentia na situação algo muito prazeroso.

O irmãozinho dela, por apoiá-la Sobre a roupa, mostrar a pica ou pegar na teta dela, deixava ela muito mais molhada do que o namorado. Fazia um tempão que ela não ficava tantos dias tão tesuda, talvez desde a adolescência. Molhar as calcinhas fio-dental do jeito que tava molhando, fazia anos que não acontecia. Ela tinha descoberto uma sensação nova, brincar com os irmãos em coisas proibidas, era uma delícia que matava de prazer.

Ela adorava quando o irmão pedia a calcinha fio-dental dela, ficava toda molhada pra ele, nem quando transava com o namorado ficava tão lubrificada. E pra piorar, com o Javier, o namorado dela, a coisa não tava tão boa. Ela gostava dele, mas na hora de transar, não encaixava direito. A Agustina nunca ficava satisfeita depois de transar com o namorado. Ele gozava rápido e dormia, enquanto ela ficava cheia de tesão. Às vezes nem isso, ela transava por obrigação e quase não ficava molhada.

Agora ela percebia que com o irmão e com a Florcha, a situação era completamente diferente. Sentir a buceta bem melada era algo que ela queria sentir todo dia. E com a situação com o Martín e a irmã dela, isso era possível.

Mas tinha uma coisa que as duas sentiam igual. As duas sabiam que tinham passado dos limites, que uma garota não devia fazer essas coisas com o irmão, que não era ético, que era imoral. Uma coisa que seria impossível de explicar pra uma mulher decente.

Fazer todas essas putarias com o irmão mais novo tinha revolucionado elas sexualmente, tavam mais punheteiras do que nunca, mas o lado racional pedia juízo, e ter feito essas coisas era quase inadmissível, mas elas não conseguiam se segurar.

A Agustina já tinha dito pro garoto que era a única punheta que ela ia bater na vida dele, só dessa vez. A Florencia fez só pra aprender a bater punheta num cara, ela também tinha certeza que uma coisa dessas não podia se repetir, por mais que tivesse adorado.

:::

Já amanhecia a segunda-feira de manhã, isso significava que era hora de voltar pra Obrigações bem cedo. O calorzinho já tava pegando e deixava tudo mais suave.

Martim e Florença foram pra escola, Agustina pra faculdade, e a mãe pro trabalho.

Depois que a manhã passou e os moleques chegaram em casa no meio-dia, Martim almoçou e se jogou pra tirar uma soneca. Tava muito cansado por algum motivo. Florença foi pro inglês, e lá pelo meio da tarde, Agustina chegou em casa, depois de um dia puxado na faculdade.

A irmã mais velha lanchou alguma coisa, trocando mensagem com o namorado, cada vez ele falava menos com ela. Bateu uma vontade de mijar, e ela foi pro banheiro. Desabotoou a calça jeans, e puxou ela pra baixo junto com a fio dental até os muslos. Sentou na privada e começou a sair mijo da buceta dela.

Enquanto isso, Martim acordou da soneca. Saiu pelo corredor bocejando, percebendo que também tava com vontade de mijar. Foi até a porta do banheiro, que tava entreaberta, viu que a luz do banheiro tava apagada, então entrou. Abriu a porta e entrou. Só aí que percebeu que a irmã dele tava lá!!!!

— Que que cê tá fazendo, cara?!? Sai!!!! — Gritou Agustina assim que viu ele.
— Desculpa!… não sabia que cê tava aí.
— Bate na porta antes de entrar, seu bobinho.
— Tá, mas como a luz tava apagada, pensei que não tinha ninguém… não é pra tanto assim, irmãzinha…

Martim continuava parado do lado dela, sentada na privada mijando.

— Não é pra tanto?? Vai me ver pelada!
— Se não tô vendo nada!

O moleque olhou pras pernas dela, ela tinha a calça jeans puxada até os muslos, e dava pra ver uma coisa rosa ali, era a fio dental. Mal dava pra ver um pedacinho dos muslos, porque a camiseta que a Agus tava usando não deixava ver nada mais pra baixo.

Ele ouvia o jato de mijo da irmã e o garoto ficou um pouco excitado. Por algum motivo, achou muito hot ver a irmã mijando.

— Tá, então, sai! — Repetiu Agustina.
— Por quê? Não vai me deixar ver?
— Tô mijando, seu idiota!
— Haha, eu sei! Gosto de te ver assim!
— Não seja porco.
— Olha como fica Agus me deixou.
Agustina olhou pro volume dele e viu que tava durinho, como de outras vezes.

Martín foi além, excitado pela situação, e porque não tinha ninguém em casa, baixou o short e a cueca, puxando a rola já dura pra fora, mostrando ela inteira pra irmã.

Agustina terminou de mijar, ainda sentada no vaso, agora olhando pra rola do irmãozinho.

— O que cê tá fazendo?
— Cê faz uma punheta pra mim? — perguntou o menino, oferecendo a rola.
— Ei! O que eu te falei ontem?
— Mas…
— Nada de "mas", irmãozinho, deixei bem claro que aquela punheta foi a única que eu ia fazer, foi coisa de um dia. Cê não acha que eu vou te bater punheta todo dia, né…
— Ufaaa. Quero que cê me bate uma punhetinha…

Agustina pegou um pedaço de papel higiênico e enfiou entre as pernas, passando na buceta, se limpando.

O menino adoraria ter visto alguma coisa, mas era impossível. Só ficava mais excitado vendo uma mina gostosa mijando a poucos metros dele.

A mina ainda sentada, subiu a calcinha fio-dental assim, pra não mostrar nada pro irmão. Pra subir a calça jeans, teve que se levantar, e nessa hora Martín aproveitou pra ver a calcinha fio-dental e um pouco da raba.

Agustina deu descarga, e antes de subir a calça, o irmão perguntou:

— Espera!! Não sobe a calça não, cê me deixa ver sua calcinha fio-dental um minuto, Agus?
— …Tá… mas só um pouquinho, hein!
— Valeu! Cê é mó gostosa!

Agustina ficou de frente pro irmão, mostrando a calcinha fio-dental rosa choque, com a calça jeans nos joelhos. Olhava pra rola dura do irmão sem piscar.

Martín se tocou na rola com dois dedos só, vendo a calcinha fio-dental da irmã mais velha no banheiro. Ficava linda naqueles coxões gordos e finos. Que deusa que ela era.

— … Já foi? — perguntou a mina.
— Deu muita vontade de cheirar sua calcinha fio-dental!
— Tá, quando eu tomar banho eu te dou.
— Cê não deixa agora não?

Martín ficou louco de tesão, enquanto da cabeça da rola escorria o líquido viscoso, umedecendo o prepúcio dele.

- Agora? - perguntou a irmã dele.
- ..Sim... deixa eu cheirar sua buceta, irmãzinha... por favor.

A Agustina já começava a sentir os lábios de baixo pulsando.

- Você gosta tanto assim do cheiro da minha buceta?
- Siiiiim.
- Bom, pra você ver que sou boa com você, e que não fique reclamando... cheira ela.

Martín imediatamente se ajoelhou no chão, se ajoelhando diante da irmã. Aproximou o rosto da buceta e começou a sentir o cheiro vindo de debaixo daquela tanga. Logo percebeu, como sempre.

A adolescente tinha acabado de mijar, e estavam cheirando a buceta dela.

A garota continuava em pé, olhando o irmãozinho cheirar a buceta dela de perto. Não conseguiu evitar ficar excitada. O corpo dela foi esquentando, sentindo aquele calorzinho típico no corpo todo. Se sentir tão safada a deixava a mil.

Martín tinha uma tentação enorme de esticar a língua e dar uma boa lambida na tanga, na região da buceta. Mas se segurou.

- Bom, acho que já deu, né?
- Ok... muito obrigado, Agu! Sério.
- De nada... que irmãozinho pervertido que eu tenho!
- Kkkk.

O rapaz se levantou, com o pau bem duro, enquanto a irmã subia a calça jeans.

- Você vai bater uma? - perguntou Agustina ao irmão, enquanto olhava aquele pau bem gordinho e inchado.
- Não... vou me segurar até a noite... quando você me der a tanga! Você promete que vai me dar?
- Kkk, sim, bobinho. Tenho que ler uns apontamentos da faculdade, depois disso vou tomar banho, que tenho que sair com uma amiga.
- Valeu!
- Kkk... de nada.

Martín enfiou como pôde o pau duro dentro da cueca, subiu o short, e ficou uma coisa enorme, Agustina ria dele. Os dois saíram do banheiro.

Martín ficou na cozinha comendo um lanche, enquanto Agustina pegou os apontamentos e foi pro quarto dela, se deitou na cama pra ler. De novo o irmão dela tinha feito ela ficar molhadinha. Já sentia a bucetinha meio viscosa. Tentou se concentrar na leitura.

Pouco depois, Florencia chegou em casa, da aula de inglês. Cumprimentou o irmão com um beijo na bochecha, estava meio suada, fazia muito calor. Dava pra ver o rosto e o cabelo meio úmidos de suor.

Foi até o quarto, onde encontrou Agustina lendo. Florcha tirou a camiseta, suspirando depois de ter andado tantas quadras com o sol forte. Tirou a calça jeans preta que estava usando, e vestiu uma legging curta que ela adorava, esportiva, que ia até as coxas, bem fresquinha. Na parte de cima, ficou só de sutiã. Estava com calor.

Abriu a pasta da escola, procurou as folhas de matemática, e ia começar a revisar todos os temas, porque a prova final era no dia seguinte mesmo.

Começou a revisar tudo o que tinha estudado com o irmão nos dias anteriores. Ficou um tempão sentada na cama dela, enquanto lia.

Um tempinho depois, a garota mudou de posição pra ficar mais confortável. Se ajoelhou na borda lateral da cama, quase ficando de quatro, inclinada pra frente, lendo as anotações. Apoiou os braços na cama, enquanto assim ajoelhada quase de quatro, a raba dela ficava meio empinada. Agustina conseguia ver claramente a bunda da irmã da cama dela, um pouco mais e quase tava pedindo pra ser comida do jeito que tava ajoelhada na borda da cama, inclinada pra frente lendo, e com o rabo empinado. Tava muito confortável assim.

Ficou assim, e depois de alguns minutos, chamou o irmão, pra entender algo que tinha escapado dos exercícios.

— Martiiiiiiiiiiiiiiiiim!!!!! — Gritou Florcha chamando ele.
— QUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE???????? — Respondeu o garoto da cozinha.
— Vem aqui um minuto.

Martín se levantou e andou até o quarto das irmãs. Entrou e encontrou Agustina deitada lendo as anotações, e Florcha De sutiã e legging, ajoelhada na cama quase de quatro.

— O que foi, Flor?
— Me ajuda com esse exercício… esqueci como resolvia!!!!

Martín sentou do lado de Florencia, que continuou na mesma posição. Olhou o exercício e ensinou de novo como fazia, enquanto explicava, de vez em quando olhava disfarçadamente os peitos dela, vendo o sutiã branco que ela usava.

— Valeu, maninho, você é um gênio!
— De nada.

O garoto terminou de explicar e a mina entendeu. Pegou um lápis e começou a fazer os exercícios pra praticar. Enquanto isso, o moleque ficava olhando a raba da irmã, sem falar nada. Também as costas completamente nuas. A única coisa que tinha nas costas era a tira do sutiã.

Martín, um tempinho depois, se levantou, enquanto Florencia continuava fazendo os exercícios. O garoto olhou a bunda dela de perto, coberta por aquela legging preta apertada, como marcava toda a rabuda gostosa era incrível.

O moleque já tava com o pau duro desde uma hora atrás, com o que rolou com Agustina no banheiro, depois de cheirar a buceta dela.

Ver a raba da Florencia assim, quase de quatro, deixou ele duro na hora.

Martín se colocou atrás da Flor, com o pacote apontando direto pro cu da irmã.

Assim, duro e empinado do jeito que tava, chegou mais perto dela e encostou a pica toda na raba dela.

— Esse exercício deve ser o mais difícil… como é difícil pra mim! — disse Florencia, sentindo a pica do irmão contra a bunda dela, enquanto pensava em como resolver o problema de matemática.

Martín não falou nada… ficou encostando ela toda. Logo começou a meter nela com a roupa, se movendo pra trás e pra frente devagar, dando empurrões com a pica prestes a explodir dentro do short e da cueca, apertando contra a rabuda gostosa na legging da Flor.

Agustina tava vendo tudo da cama dela, que ficava a poucos metros, só um espaço separando as duas camas. Olhava atenta como O irmãozinho dela parado atrás da Florencia, tava comendo ela de quatro na beira da cama, enquanto ela fazia exercício de matemática. Ela largou os apontamentos da faculdade de lado e ficou só olhando o Martín encostando a pica na bunda da irmãzinha dele. Começou a molhar a calcinha fio dental.

A Florencia sentia o irmão atrás pressionando ela, mas não tava dando muita bola naquele momento, queria se concentrar nos exercícios.

O Martín ficou muito tarado, e com a passividade da irmã, colocou as duas mãos nas cadeiras da mina. Pegou o elástico da legging e puxou um pouquinho pra baixo, conseguindo ver a tira da calcinha fio dental branca que a Florencia tava usando. Adorou, e ficou ainda mais excitado.

Como via que a Florencia não falava nada, começou a descer a legging com as duas mãos, até que puxou até as coxas, deixando à mostra toda a bunda da irmã, pelada, com a calcinha fio dental branca enfiada entre as nádegas, cobrindo muito pouco.

— Quem te deu permissão pra baixar minha legging? — Falou a Florcha.

O Martín não respondeu, continuou na dele. Já tava olhando a bunda dela só de calcinha fio dental, puta merda! Tava tão gordinha, aquela raba era tão grande que ele não acreditava. E assim quase de quatro, ajoelhada na cama com a bunda empinada. Olhou mais pra baixo, por onde o tecido sumia, e dava pra ver os lábios da buceta inchados na calcinha... notando levemente a racha no meio. Uff. O moleque achava que ia morrer.

A Florencia continuou na dela, fazendo o exercício, escrevendo com o lápis. Achava que o irmão só tava olhando a bunda dela como tinha feito tantas vezes.

O Martín não aguentou mais. Baixou devagar o short e a cueca, sem fazer barulho, ainda parado atrás da Florcha, com a bunda a poucos centímetros. Baixou tudo até os tornozelos, já com a pica no ar. Virou a cabeça e olhou pra trás, pra Agustina. Ela olhava e sorria. A Agustina também não aguentou mais, e desabotoou o jeans, sem tirar, e meteu a mão. Uma mão por dentro, acariciando o púbis por cima da calcinha fio dental.

O garoto segurou a pica dura com três dedos pela base, e se posicionou bem atrás da Florcha.

Apontou a pica direto pro cu da irmã. Aproximou ela, e roçou a cabecinha da pica na calcinha fio dental, no meio das nádegas.

Ela se arrepiou. Que gostosa que era! Ele puxou o prepúcio pra baixo, e passou a glande vermelha e molhada pela calcinha fio dental de novo, dessa vez foi gostoso. Se afastou, e notou que deixou um pouquinho de líquido pré-seminal na calcinha.

Florencia sentiu na hora que alguma coisa tava roçando a calcinha dela, sentiu o atrito na bunda, no meio das nádegas…

— O que você tá fazendo? — Perguntou Florcha, virando a cabeça pra trás.

Ela viu o irmão sem short, com uma mão na pica, descoberta, dura e ereta.

— Você ia me comer de verdade!!!!
— Não, idiota… só rocei um pouquinho na sua calcinha…
— Não acha que é demais??? Tá passando dos limites??
— Não tem nada, sua burra… não vou te comer!

Florencia suspirou, e voltou a se concentrar no exercício de matemática. Pegou o lápis de novo, e pensava arduamente em como resolver, tava decidida a terminar, a prova era importantíssima amanhã, tava jogando a vaga na universidade.

O irmão dela se aproximou de novo, segurando a pica, e enfiou a ponta no meio da bunda, entre as nádegas, por cima da calcinha fio dental. Florencia sentiu estranho, mas deixou. Naquele momento, começou a ficar excitada.

O garoto tirou a pica, e enfiou de novo ali, agora mais fundo, enterrando um pouco nas bandas da bunda, sujando toda a calcinha fio dental com a pica babada e quente.

Florcha continuava escrevendo na folha, pensando nas duas coisas, no exercício e na pica do irmão bem dura e quente na bunda dela. A buceta foi ficando molhada, encharcando a calcinha fio dental.

O garoto agora passava a pica por toda a calcinha fio dental, enchendo ela com aquele líquido viscoso que saía da cabecinha inchada. Com Os dedos dele desde a base do tronco, sacudiam ela pela racha da Booty. Passava direto pela pele dela, esfregando a cabecinha molhada nas bochechas da bunda.

Martín tava naqueles momentos de tesão supremo, tava com uma vontade danada de puxar a tanga dela pra baixo, e enfiar tudo de uma vez na pussy, e desvirgar ela. Bom, e ele também ia se desvirgar. Mas ele se segurava como podia… fazer aquilo podia trazer tantos problemas que assustava ele.

Agustina, da cama dela, olhava hipnotizada, já tinha enfiado a mãozinha direto na pussy, tava se tocando no clitóris vendo o irmão dela passar a cock na Booty da irmã dela!!!! Tava excitadíssima, batendo uma ali mesmo.

Florencia continuava escrevendo, enquanto já tava com a buceta cheia de lubrificação, molhando a tanga. O irmãozinho dela ia perceber.

Martín tocou a Booty dela com a mão, e enfiou uns dois dedos por baixo da tanga entre as nádegas, pegando a tanga cheia do líquido pré-seminal dele, tava disposto a puxar a tanga pra ver o buraco do cu e a pussy dela.

Florencia já sentia que o irmãozinho ia estuprar ela, assim que sentiu o irmão pegar na tanga, largou o lápis e virou a cabeça pra trás pra olhar ele.

— HEI, CHEGA!!! Tá se aproveitando de mim!!!

Continua…

8 comentários - Irmãs: fio dental e calcinhas VII

Lunip
El relato está genial, pero demoras mucho en subir los capítulos, este relato ya tiene todos los capítulos, ya lo leí 2 veces, esta es la tercera, podrías subir los capítulos más rápido por favor.
voy a hacerlo cada miércoles, si no te gusta nadie te obliga a leer, ni a seguirme ni a nada
Genial estos relatos, ya los leí varias veces y siempre me la deja bien dura.
Sabes si vas a poder subir el resto? Saludos dejo +10
gracias por los puntos. Sí, subo un capítulo cada miércoles
753415
Cuand tenia 10 años mi hermana d 14 le gustaba jugar al papa y la mama me hacia paar la pija enseñand su culo ella en 4 y yo hiba y le sobaba mi pija en s cnchitaa yo queria penetrarla pero ella n s dejaba solo q la rose cuand sentia q s vaciaba s hiba