Assim sendo, a gente tinha deixado o capítulo anterior naquela conversa telefônica entre eu e a Carmen, e a cidade inteira já tinha descoberto que eu vivia com dois homens. Um branco e outro preto. O Ramón, de repente, tinha mudado muito a atitude dele. Tava triste e calado. Já o Henrique, sei lá o que davam pra ele na Guarda Civil, que cada dia tava mais ansioso e mais carinhoso comigo. Assim que podia, começava a pegar nas minhas tetas e beijar meu pescoço que nem um louco. Parecia um polvo. Isso me deixava com um tesão danado e, no fim, sempre que eu tava com a buceta pronta, ele me comia até se aliviar comigo, coisa que era um dia sim e outro não.
Mas com meu neguinho as coisas não iam bem.
— Aconteceu alguma coisa, Ramón?
— Sim. Ele conseguiu confessar de uma vez.
— O que foi, amor? Falei, segurando a mão dele.
— É que minha mulher foi embora com outro e deixou as crianças abandonadas...
Era exatamente o que eu queria ouvir. Maldita vagabunda. Se eu já sabia... Aquela preta era mais puta que galinha. Bem feito pro Ramón, por ter se apaixonado por aquela biscate. Tinha que ser muito porca pra largar duas crianças abandonadas.
— Ohhh! Que horror, Ramón! Falei, fingindo. Só precisei me fazer de sonsa...
— E as crianças?
— Tão com meus pais, esperando eu poder sair daqui e cuidar delas. Meus sogros moram no Senegal.
Ele foi pegar a carteira e me mostrou uma foto. Nela tava a nojenta da mulher dele com dois pequenos loiros que nem querubins. Chamavam Érica, igual a mãe (aquela aberração), e Ramón, igual o pai.
— Ohhh... coitadinhos. Escuta... mas... eles não são pretinhos.
— É que são adotados... É que... eu não sirvo pra ter filhos. Sou estéril...
— Pois, filho... parece mentira, com a pica que você tem... não se preocupa que tudo se resolve. Quando acabar a quarentena, você vai buscar eles e vocês vêm pra cá...
Eu não tinha percebido que, com aquela frase, tinha selado meu destino final...
— Sério??? A gente pode vir??? Na empresa que eu... Trabalho tão procurando gente pra essa área... Ela tinha feito uma merda danada. Sem pensar duas vezes, o Ramão ligou pros filhos pra contar. Além disso, não precisavam esperar pelo curso, já que com a pandemia iam dar aprovação geral. Depois ligou pro chefe dele, que disse...
— Porra, Ramão. Ainda bem que achei um cara que queira pegar a área de Levante-Andaluzia... nem aumentando o salário ninguém quer. Assim que a quarentena acabar, você se muda.
Não sei como ele fez, mas em cinco minutos já tinha me contado tudo: aumentaram o salário dele, ele se livrou daquela puta e ia se mudar pra cá... tava todo exultante de alegria. Só faltava tocar o tambor pra comemorar...
— Me beija, Karen...
Já sabia o que ele queria...
— Vem cá, coração... que te amo muito. Vamos comemorar — falei, puxando o pauzão dele pra fora da calça.
Como sempre, um baita pau preto brotou da cueca dele, me encarando na cara feito uma cobra.
Comecei a chupar o meu negão. Ele ficou todo duro e reto. Me agarrava nas pernas pretas dele como podia, só pra enfiar mais centímetros do pau na minha boca. Ele gemia sem parar e parecia leve e feliz.
— Adoro teu rabo — falei, brincando com uma gotinha de líquido seminal no meu queixo...
— Uhhh... já tão saindo negrinhos por aí, coração? Vou engolir todos os seus negrinhos hoje. Você vai me dar muitos??
— Sim. Mas meus negrinhos não servem pra nada...
— Tanto faz, amor. Eu quero eles...
Fazia tipo uma semana que o Ramão não tava me dando negrinhos, e aliviado dos problemas dele, aquele homem ia descarregar todo o esperma acumulado em mim.
— Olha... — tirei o sutiã e mostrei meus peitos, subindo e descendo o pau dele com as mãos.
— São bonitos, hein??
— Sim, Karen. E você é muito gostosa...
Peguei o pauzão dele entre meus peitos e comecei a subir e descer, fazendo um siririca de peito. Nunca tinha feito isso com um homem.
Tinha horas que parecia mentira um pau de 19 centímetros sumir entre meus peitões duros e fortes pra depois se ver de novo. Sim... ele ainda estava ali e o Ramón gemendo de gosto. Percebi como minha buceta destilava sua essência molhando minha calcinha, mas não estava pra prazeres pessoais, e sim pra fazer o Ramón se sentir um homem de verdade. No final, ele gozou sem jeito, enchendo meu pescoço de porra. — Ohhh... Karen... como você mandou bem... — É a primeira vez que faço assim com meus peitos. — Pois mandou muito bem... — Olha... como me deixou toda cheia dos seus pretinhos, love. Que lindos. Me dá um beijinho. Ele me beijou com loucura e me abraçou com tanta força que nem ligou de sujar o peito com a própria porra. Quando nos limpamos, sentamos pra ver TV e uma luz acendeu na minha cabeça. — Ramón!! Você gostaria de aprender flamenco com uma amiga? — Ohhh, sim. Tô tão entediado... Liguei pra Carmen e contei. Ela disse que queria vê-lo às 9 da manhã em ponto na casa dela e que as aulas iam ser "de graça". Mandei uma foto do Ramón pra ela ver quem era. Carmen exclamou... — Uhhh... que negão... não vou deixar nem o rabo... No dia seguinte, Ramón apareceu na casa da Carmen. Eu e o Enrique ficamos sozinhos em casa. — O Ramón vai aprender flamenco com a Carmen???.. — Sim. Assim ele fica entretido e não fica remoendo o problema da família dele. — Mas você sabe o quanto essa mulher deve estar carente? Ela vai devorar ele... — Ohhh... Que coisas você diz...! — Essa aí deve ter mais fome que um jacaré no deserto... mas se faz 9 anos que não sente um pau... — Não diga isso. Homens só pensam na mesma coisa... Era verdade. A Carmen era conhecida porque todos os homens da cidade tinham tentado cortejá-la, achando que a castidade dela desde a morte do marido a tornava presa fácil. Além disso, era gostosa e recebia uma pensão gorda de viúva e de órfão pelo filho Carlitos. Dizia que até o Carlitos crescer, ele seria o marido dela. Também não era pra tanto, mas ela era assim... Ding-Dong!!!. — Oi!!!. Você deve ser o Ramón. O amigo. da Karen. Disse Carmen vestida de sevillana.
—Sim, sou eu...
—Ohhh... mas que negrinho mais gato a Karen me mandou. Senta aqui, amorrr...
—Xuxu, mas que marssa esse flamenco me dá. Disse Carmen mexendo as mãos como se tivesse castanholas...
Carmen colocou a mão nas próprias pernas, olhando pro volume dele.
—Vem cá, coração, que vamos começar a primeira aula...
Carmen tirou do vestido uns peitões enormes que brotaram já durinhos como pedra.
—Chupa eles, negrinho. Não se acanhe... disse pegando a cabeça de Ramón e enfiando no meio dos peitos, quase sufocando ele.
—Senhora, eu vim pra aula de flamenco! — exclamou Ramón.
—Primeiro, o primeiro... amor. Vou te dar as primeiras aulas de graça.
Carmen era gostosa. Era daquele tipo de milf com bastante curva, igual a mim. Só que a pele dela era mais morena. Era a típica beleza andaluza, cabelo preto e cacheado. Bem cigana.
—Vem cá, negrão... que vou ver o que você tem entre as pernas. Hoje tô muito puta...
Ramón levantou e ela baixou a calça dele. A pica de Ramón já tava dura, presa na cueca.
—Ohhh... que tamanho que tem meu negrinho...! Não se preocupa que não vou te expulsar dessa dança...
Carmen criou coragem, respirou fundo e fechou os olhos enquanto puxava a cueca dele. Quando abriu os olhos, viu a pica preta de Ramón dura igual a uma tábua.
—Uffff... e tudo isso é pra mim, amorzinho?. A Karen já tinha me falado como os dois gorilas dela eram bem dotados...
—O que a Karen te disse?
—Nada, amorrr.... que eu te desse aulas de dança. Mas não se preocupa que vamos dançar juntos...
Carmen tava no cio, como o Enrique dizia. Começou a chupar a pica de Ramón até as bolas, algo que era impossível pra mim.
—Mmmmm... quero pica!!!. 9 anos sem provar nenhuma desde que meu marido morreu, Ramonsinho. E agora cai isso do céu... Que gostosa que é. Quero rola!!!.
Ela subia e descia com vontade e força, esfregando a pica de Ramón no rosto inteiro enquanto Acariciava a buceta por baixo da roupa folgada dele.
—Quanto tempo, meu neguinho. Me dá mais pau. Quero rola o dia inteiro. Sem parar, love... Que gosto bom que tem.
Ela tirou a roupa correndo e se colocou de quatro no sofá.
—Mete forte, neguinho. Enche minha buceta com seu pau. Que vontade que tô.
Ramón introduziu a ponta do pênis com cuidado.
—Vai, não se acanha... enfia até o fundo. Se soubesse a quantidade de coisas que enfiei nesses 9 anos, não ficava com esse frescor. Me dá rola. Me dá rola...
Ramón fazia o que podia, mas nada era suficiente pra aquela mulher cheia de desejo.
—Mais, quero mais. Vou gozar, neguinho... tô gozandooo...!
Carmen gozou, mas ainda queria mais.
—Vem, love... Ela se deitou no sofá abrindo as pernas.
—Vai, o que tá esperando? Me fode assim agora que você tá morrendo de vontade, safadinho... Que negão o céu me mandou, pelo amor de Deus!!! Me dá mais...
Ela tava inquieta e ansiosa.
—Vou gozar de novo... love.... Bufff... já vem.... mais forte. Agoraaa...! Tô indo...
Carmen se levantou de novo e quis outra posição depois de gozar pela segunda vez.
—Vem cá... que agora você vai saber o que é uma mulher, Ramonzito... Quero te foder em todas as posições.
Ela sentou Ramón no sofá e começou a montar nele.
—Assim, assim... Disse colocando os peitos na cara dele.
—Chupa mais, chupa mais... engole tudo. Que são pra você...!!!
Carmen se mexia subindo e descendo o quadril como uma louca.
—Que falta que fez durante tanto tempo... Ahhh!!!!... Não sei como aguentei sem isso...
Ramón tava completamente atordoado. Sem saber o que fazer. Tudo parecia pouco pra aquela mulher.
—E você? Não vai gozar? Não tô te agradando?? Assim que gozar, depois mais, love... Que pau você tem. E como tá duro meu neguinho...!!
—Sim, sim... já vou, Carmen... disse Ramón timidamente.
Ela começou a mexer tanto o quadril que as nádegas subiam e desciam se deformando por completo. Ofegava sem parar.
—Mais, mais... love... mais!!!. Quero mais!!!. Carmen uivava cravando as unhas fucsias no lombo de Ramón. —Vou gozar, Carmen...!!!! —Goza, neguinho, mas lembra que depois quero mais, amor... não me deixa assim, quero mais pau antes de você ir. Se quiser, pode até ficar pra dormir. —Ohhhh... tô gozando....!!!! —Me dá leite, neguinho. Quero muito leite!!. Carmen não parava de subir e descer enquanto Ramón gozava. Fez isso até o pau dele cair em franca decadência e sair da buceta dela, escorrendo esperma e fluido. —Me beija, Ramón. Me beija. Preciso de muito carinho sempre depois. Ramón beijou Carmen, que precisava de cada vez mais beijos. —Não para!!. Me come de beijos...!!. Que foda, Virgem da Macarena!!!. Isso sim é uma fodassa das boas. E a vontade que eu tava... —Você gostou???. —Sim, Carmen. —Mas depois mais, amor!!. Descansa um pouquinho. Quer uma limonada?. —Não, não precisa... —Como meu garoto é bom...!. Tava com o Enrique vendo TV e recebi uma mensagem do Ramón. —Mas essa mulher tá doida pra dar... Quase me matou. Eu vim aqui pra dar flamenco... —Não se preocupa, o que acontece é que ela anda muito carente desde que o marido morreu. Mas é uma ótima mulher. Você vai conhecê-la. Dá aulas de flamenco e Filosofia na escola. —Porra!!, Karen. E tão carente... Carmen entrou na sala. Lá estava Ramón meio pelado com o pau dele no ar, meio duro. —E aí, me conta, neguinho?. Disse Carmen colocando a mão na perna dele. Ramón explicou tudo. E porque tava ali, e ela abriu os olhos como pires e as orelhas como antenas, ouvindo com atenção. Umas lágrimas tímidas brotaram dos olhos dela. —Ohhh... não chora, Carmen...!!. —Ayyy... meu neguinho. Começamos transando e terminamos envoltos em lágrimas...!. É que desde que meu marido morreu, ando muito sensível. Se não fosse pelo meu Carlitos...!!!. Uhhh!!!, Carlitos!!!. Que ele tá quase chegando... e eu e você aqui como Deus nos trouxe ao mundo!!. Corre!!. Se veste, amor. Outro dia te dou outra aula... Carmen vestiu o traje de flamenca e vestiu Ramón de cordobês. Bem na hora que Carlitos entrava pela porta, Ramón ajustava seu chapéu de dançarino. -Oi!! mamãe!!!!. Ramón, num gesto reflexo, pegou a calcinha da mãe do menino que tinha ido parar num abajur e enfiou no bolso do paletó. -Quem é esse senhor, mamãe?. -Olha, Ramón. Este é meu filho Carlitos. Esse senhor se chama Ramón e vai vir dar aulas de flamenco com sua mãe, coração. Ela disse piscando o olho pra Ramón. Carlitos era aquele típico filho mimado pela mãe. Ia bem vestido com roupa de marca, alto e gato, além de tirar notas muito boas. -E... quantos anos você tem, bonitão?. Perguntou Ramón. -Catorze, senhor. -Ahhh, olha que garoto bacana...! E tem namorada?. -Não, nem precisa. Interrompeu a mãe. -Ahhh, tá bom... disse Ramón. -Fica pra jantar, senhor Ramón!. Disse o garoto. -É. Fica, negri... Não, senhor Ramón. -Bom, se a mãe e o filho insistem... Ramón se sentiu seguro com o garoto por perto. Ramón e Carmen se pelaram pra trocar de roupa. Carmen fez isso na maior pressa pra entrar no quarto de Ramón. Passando a mão na virilha dele, disse... -Hummm... se você ficar pra dormir, vou chupar bem esse pau, negrinho...! Já viu que eu engulo ele inteiro..., amor!!. Carmen preparou frango assado e serviu umas torradas com caviar iraniano que tinha guardado pra ocasião. -Meu Carlitos já tá tão crescidinho. Acho que já é hora de arrumar um namorado, Ramón. Ou um homem que quando passar por aqui lembre de mim. Disse Carmen olhando pro interlocutor adulto. Que fez cara de... "Não atirem em mim que sou só o pianista...". Jantaram os três com apetite. E Carmen abriu uma garrafa de Möet Chandon pra sobremesa, que era morango com chocolate. Numa ausência de Carlitos, Carmen disse entre risadinhas... -É que o champanhe bom abre bem minha buceta, negrinho... Ramón aproveitou o comentário pra mandar Uma mensagem pra Karen que dizia... —"Me sequestraram. Acho que hoje vou dormir aqui..." Mostrei pro Enrique, que disse... —Coitado... parece que o nosso negão vai voltar todo moído... —Mas se a Carmen é tão carinhosa. Você não gostaria que eles se envolvessem e fizessem um quarteto de cordas? —Com a sua amiga Carmen???. Minha nossa...!!! A noite se esticou até as 3 da manhã. Carmen preparou o sofá-cama pro Ramón e o Carlitos foi dormir. —Hoje o senhor Ramón vai dormir aqui, Carlitos. E você, já pra cama — ela disse enquanto virava a terceira garrafa de champanhe. Carlitos foi pro quarto dele e os outros também, mas não sem antes dizer pro Ramón... —Assim que esse moleque dormir, te mando uma mensagem e você vem — falou com um sorriso safado. Foram os três pras suas camas e, depois de 15 minutos, Ramón recebeu uma mensagem. —"Já, já pode vir." Ramón entrou no quarto de Carmen, que tinha virado as fotos do falecido marido e colocado velas por todo lado. Parecia uma sacristia. Encontrou ela enrolada num body branco já velho e bem apertado, de pernas abertas, deitada na cama metendo um vibrador. Na parte baixa da barriga dava pra ver que ela tinha tido o Carlitos de cesárea. —Viu, Ramón? Olha como o champanhe abriu minha buceta... E realmente. A buceta dela estava dilatada e excitada, enquanto uma mancha de lubrificação enfeitava o lençol rosa bem debaixo da bunda dela. Uns peitões caíam pros lados, duros, com os bicos e auréolas escuros de tão excitada. Ela pedia sexo e carinho. Ramón ficou tão excitado que colocou o pau na boca de Carmen, que engoliu ele inteiro com uns barulhos guturais na garganta enquanto mexia o vibrador na buceta aberta dela. —Chupa isso! — disse Ramón, mostrando o pauzão preto no ar na frente da boca de Carmen. —Sim, sim... — gemeu Carmen, deixando escapar consolador das mãos e ficando vibrando nos lençóis.
—Hoje vou te dar uns bons rabões...!!!
Ramón apalpou a dureza do próprio pau com as duas mãos e colocou Carmen de quatro. Não teve frescura e meteu o pau até o fundo de uma vez, ficando parado com ele dentro, grunhindo igual um bicho. Era nítido que a buceta da Carmen já tava bem aberta graças ao consolador dela.
—Cê gosta desse pau, hein???
—Ohhh... love...!!! Não sabia que você era tão decidido...
Ramón começou a bombar na buceta da Carmen com força e sem hesitar, segurando a bunda dela com as mãos, juntando e separando as nádegas. De vez em quando, Ramón enfiava o dedo do meio no cu da Carmen, que gemia sem parar.
—Você é uma boa mulher, Carmen...! Gosta de ser fodida com força, né? Gosta de paus grandes e pretos, hein? Então toma um aqui!! De agora em diante, toda vez que quiser pica, é só pedir!!!
—Ohhh... não sabia disso de você... antes você era tão parado...
—Toma bem desse pau... Carmen...!
Os peitões da Carmen balançavam de um lado pro outro com a força das investidas do Ramón, então ela resolveu apoiar o busto na cama e se agarrar na própria bunda sem jeito, cravando as unhas e abrindo ela pra que Ramón pudesse penetrar mais fácil.
—Assim, assim posso te dar umas porradas melhores. Como você sabe, hein? — disse Ramón.
Era óbvio, Carmen ia gozar de um momento pro outro, coisa que fez depois de uns quinze minutos de uma enfiada atrás da outra.
—Ohhh....!!! Ramón... gozei de novo... e de que jeito, amor...!
Carmen caiu na cama feito um novelo e Ramón beijou ela sem parar. Beijou da cabeça aos pés. Carmen não acreditava.
—Que aulas tão bem pagas, Ramón... — soluçou ela, vermelha igual pimentão.
—Me beija, neguinho.
Ramón encheu ela de beijos, elogiando o corpo maduro dela.
Ela ficou meiga e carinhosa. Era evidente, Carmen tinha passado muitos anos sozinha e, num pequeno vislumbre de ter algo claro, em apenas um dia, o mundo dela se abriu. céu. Geralmente uma história de amor raramente se consolida no primeiro dia com sexo. Isso é até contraproducente. Não ia ser o caso... (Continua).
Mas com meu neguinho as coisas não iam bem.
— Aconteceu alguma coisa, Ramón?
— Sim. Ele conseguiu confessar de uma vez.
— O que foi, amor? Falei, segurando a mão dele.
— É que minha mulher foi embora com outro e deixou as crianças abandonadas...
Era exatamente o que eu queria ouvir. Maldita vagabunda. Se eu já sabia... Aquela preta era mais puta que galinha. Bem feito pro Ramón, por ter se apaixonado por aquela biscate. Tinha que ser muito porca pra largar duas crianças abandonadas.
— Ohhh! Que horror, Ramón! Falei, fingindo. Só precisei me fazer de sonsa...
— E as crianças?
— Tão com meus pais, esperando eu poder sair daqui e cuidar delas. Meus sogros moram no Senegal.
Ele foi pegar a carteira e me mostrou uma foto. Nela tava a nojenta da mulher dele com dois pequenos loiros que nem querubins. Chamavam Érica, igual a mãe (aquela aberração), e Ramón, igual o pai.
— Ohhh... coitadinhos. Escuta... mas... eles não são pretinhos.
— É que são adotados... É que... eu não sirvo pra ter filhos. Sou estéril...
— Pois, filho... parece mentira, com a pica que você tem... não se preocupa que tudo se resolve. Quando acabar a quarentena, você vai buscar eles e vocês vêm pra cá...
Eu não tinha percebido que, com aquela frase, tinha selado meu destino final...
— Sério??? A gente pode vir??? Na empresa que eu... Trabalho tão procurando gente pra essa área... Ela tinha feito uma merda danada. Sem pensar duas vezes, o Ramão ligou pros filhos pra contar. Além disso, não precisavam esperar pelo curso, já que com a pandemia iam dar aprovação geral. Depois ligou pro chefe dele, que disse...
— Porra, Ramão. Ainda bem que achei um cara que queira pegar a área de Levante-Andaluzia... nem aumentando o salário ninguém quer. Assim que a quarentena acabar, você se muda.
Não sei como ele fez, mas em cinco minutos já tinha me contado tudo: aumentaram o salário dele, ele se livrou daquela puta e ia se mudar pra cá... tava todo exultante de alegria. Só faltava tocar o tambor pra comemorar...
— Me beija, Karen...
Já sabia o que ele queria...
— Vem cá, coração... que te amo muito. Vamos comemorar — falei, puxando o pauzão dele pra fora da calça.
Como sempre, um baita pau preto brotou da cueca dele, me encarando na cara feito uma cobra.
Comecei a chupar o meu negão. Ele ficou todo duro e reto. Me agarrava nas pernas pretas dele como podia, só pra enfiar mais centímetros do pau na minha boca. Ele gemia sem parar e parecia leve e feliz.
— Adoro teu rabo — falei, brincando com uma gotinha de líquido seminal no meu queixo...
— Uhhh... já tão saindo negrinhos por aí, coração? Vou engolir todos os seus negrinhos hoje. Você vai me dar muitos??
— Sim. Mas meus negrinhos não servem pra nada...
— Tanto faz, amor. Eu quero eles...
Fazia tipo uma semana que o Ramão não tava me dando negrinhos, e aliviado dos problemas dele, aquele homem ia descarregar todo o esperma acumulado em mim.
— Olha... — tirei o sutiã e mostrei meus peitos, subindo e descendo o pau dele com as mãos.
— São bonitos, hein??
— Sim, Karen. E você é muito gostosa...
Peguei o pauzão dele entre meus peitos e comecei a subir e descer, fazendo um siririca de peito. Nunca tinha feito isso com um homem.
Tinha horas que parecia mentira um pau de 19 centímetros sumir entre meus peitões duros e fortes pra depois se ver de novo. Sim... ele ainda estava ali e o Ramón gemendo de gosto. Percebi como minha buceta destilava sua essência molhando minha calcinha, mas não estava pra prazeres pessoais, e sim pra fazer o Ramón se sentir um homem de verdade. No final, ele gozou sem jeito, enchendo meu pescoço de porra. — Ohhh... Karen... como você mandou bem... — É a primeira vez que faço assim com meus peitos. — Pois mandou muito bem... — Olha... como me deixou toda cheia dos seus pretinhos, love. Que lindos. Me dá um beijinho. Ele me beijou com loucura e me abraçou com tanta força que nem ligou de sujar o peito com a própria porra. Quando nos limpamos, sentamos pra ver TV e uma luz acendeu na minha cabeça. — Ramón!! Você gostaria de aprender flamenco com uma amiga? — Ohhh, sim. Tô tão entediado... Liguei pra Carmen e contei. Ela disse que queria vê-lo às 9 da manhã em ponto na casa dela e que as aulas iam ser "de graça". Mandei uma foto do Ramón pra ela ver quem era. Carmen exclamou... — Uhhh... que negão... não vou deixar nem o rabo... No dia seguinte, Ramón apareceu na casa da Carmen. Eu e o Enrique ficamos sozinhos em casa. — O Ramón vai aprender flamenco com a Carmen???.. — Sim. Assim ele fica entretido e não fica remoendo o problema da família dele. — Mas você sabe o quanto essa mulher deve estar carente? Ela vai devorar ele... — Ohhh... Que coisas você diz...! — Essa aí deve ter mais fome que um jacaré no deserto... mas se faz 9 anos que não sente um pau... — Não diga isso. Homens só pensam na mesma coisa... Era verdade. A Carmen era conhecida porque todos os homens da cidade tinham tentado cortejá-la, achando que a castidade dela desde a morte do marido a tornava presa fácil. Além disso, era gostosa e recebia uma pensão gorda de viúva e de órfão pelo filho Carlitos. Dizia que até o Carlitos crescer, ele seria o marido dela. Também não era pra tanto, mas ela era assim... Ding-Dong!!!. — Oi!!!. Você deve ser o Ramón. O amigo. da Karen. Disse Carmen vestida de sevillana.
—Sim, sou eu...
—Ohhh... mas que negrinho mais gato a Karen me mandou. Senta aqui, amorrr...
—Xuxu, mas que marssa esse flamenco me dá. Disse Carmen mexendo as mãos como se tivesse castanholas...
Carmen colocou a mão nas próprias pernas, olhando pro volume dele.
—Vem cá, coração, que vamos começar a primeira aula...
Carmen tirou do vestido uns peitões enormes que brotaram já durinhos como pedra.
—Chupa eles, negrinho. Não se acanhe... disse pegando a cabeça de Ramón e enfiando no meio dos peitos, quase sufocando ele.
—Senhora, eu vim pra aula de flamenco! — exclamou Ramón.
—Primeiro, o primeiro... amor. Vou te dar as primeiras aulas de graça.
Carmen era gostosa. Era daquele tipo de milf com bastante curva, igual a mim. Só que a pele dela era mais morena. Era a típica beleza andaluza, cabelo preto e cacheado. Bem cigana.
—Vem cá, negrão... que vou ver o que você tem entre as pernas. Hoje tô muito puta...
Ramón levantou e ela baixou a calça dele. A pica de Ramón já tava dura, presa na cueca.
—Ohhh... que tamanho que tem meu negrinho...! Não se preocupa que não vou te expulsar dessa dança...
Carmen criou coragem, respirou fundo e fechou os olhos enquanto puxava a cueca dele. Quando abriu os olhos, viu a pica preta de Ramón dura igual a uma tábua.
—Uffff... e tudo isso é pra mim, amorzinho?. A Karen já tinha me falado como os dois gorilas dela eram bem dotados...
—O que a Karen te disse?
—Nada, amorrr.... que eu te desse aulas de dança. Mas não se preocupa que vamos dançar juntos...
Carmen tava no cio, como o Enrique dizia. Começou a chupar a pica de Ramón até as bolas, algo que era impossível pra mim.
—Mmmmm... quero pica!!!. 9 anos sem provar nenhuma desde que meu marido morreu, Ramonsinho. E agora cai isso do céu... Que gostosa que é. Quero rola!!!.
Ela subia e descia com vontade e força, esfregando a pica de Ramón no rosto inteiro enquanto Acariciava a buceta por baixo da roupa folgada dele.
—Quanto tempo, meu neguinho. Me dá mais pau. Quero rola o dia inteiro. Sem parar, love... Que gosto bom que tem.
Ela tirou a roupa correndo e se colocou de quatro no sofá.
—Mete forte, neguinho. Enche minha buceta com seu pau. Que vontade que tô.
Ramón introduziu a ponta do pênis com cuidado.
—Vai, não se acanha... enfia até o fundo. Se soubesse a quantidade de coisas que enfiei nesses 9 anos, não ficava com esse frescor. Me dá rola. Me dá rola...
Ramón fazia o que podia, mas nada era suficiente pra aquela mulher cheia de desejo.
—Mais, quero mais. Vou gozar, neguinho... tô gozandooo...!
Carmen gozou, mas ainda queria mais.
—Vem, love... Ela se deitou no sofá abrindo as pernas.
—Vai, o que tá esperando? Me fode assim agora que você tá morrendo de vontade, safadinho... Que negão o céu me mandou, pelo amor de Deus!!! Me dá mais...
Ela tava inquieta e ansiosa.
—Vou gozar de novo... love.... Bufff... já vem.... mais forte. Agoraaa...! Tô indo...
Carmen se levantou de novo e quis outra posição depois de gozar pela segunda vez.
—Vem cá... que agora você vai saber o que é uma mulher, Ramonzito... Quero te foder em todas as posições.
Ela sentou Ramón no sofá e começou a montar nele.
—Assim, assim... Disse colocando os peitos na cara dele.
—Chupa mais, chupa mais... engole tudo. Que são pra você...!!!
Carmen se mexia subindo e descendo o quadril como uma louca.
—Que falta que fez durante tanto tempo... Ahhh!!!!... Não sei como aguentei sem isso...
Ramón tava completamente atordoado. Sem saber o que fazer. Tudo parecia pouco pra aquela mulher.
—E você? Não vai gozar? Não tô te agradando?? Assim que gozar, depois mais, love... Que pau você tem. E como tá duro meu neguinho...!!
—Sim, sim... já vou, Carmen... disse Ramón timidamente.
Ela começou a mexer tanto o quadril que as nádegas subiam e desciam se deformando por completo. Ofegava sem parar.
—Mais, mais... love... mais!!!. Quero mais!!!. Carmen uivava cravando as unhas fucsias no lombo de Ramón. —Vou gozar, Carmen...!!!! —Goza, neguinho, mas lembra que depois quero mais, amor... não me deixa assim, quero mais pau antes de você ir. Se quiser, pode até ficar pra dormir. —Ohhhh... tô gozando....!!!! —Me dá leite, neguinho. Quero muito leite!!. Carmen não parava de subir e descer enquanto Ramón gozava. Fez isso até o pau dele cair em franca decadência e sair da buceta dela, escorrendo esperma e fluido. —Me beija, Ramón. Me beija. Preciso de muito carinho sempre depois. Ramón beijou Carmen, que precisava de cada vez mais beijos. —Não para!!. Me come de beijos...!!. Que foda, Virgem da Macarena!!!. Isso sim é uma fodassa das boas. E a vontade que eu tava... —Você gostou???. —Sim, Carmen. —Mas depois mais, amor!!. Descansa um pouquinho. Quer uma limonada?. —Não, não precisa... —Como meu garoto é bom...!. Tava com o Enrique vendo TV e recebi uma mensagem do Ramón. —Mas essa mulher tá doida pra dar... Quase me matou. Eu vim aqui pra dar flamenco... —Não se preocupa, o que acontece é que ela anda muito carente desde que o marido morreu. Mas é uma ótima mulher. Você vai conhecê-la. Dá aulas de flamenco e Filosofia na escola. —Porra!!, Karen. E tão carente... Carmen entrou na sala. Lá estava Ramón meio pelado com o pau dele no ar, meio duro. —E aí, me conta, neguinho?. Disse Carmen colocando a mão na perna dele. Ramón explicou tudo. E porque tava ali, e ela abriu os olhos como pires e as orelhas como antenas, ouvindo com atenção. Umas lágrimas tímidas brotaram dos olhos dela. —Ohhh... não chora, Carmen...!!. —Ayyy... meu neguinho. Começamos transando e terminamos envoltos em lágrimas...!. É que desde que meu marido morreu, ando muito sensível. Se não fosse pelo meu Carlitos...!!!. Uhhh!!!, Carlitos!!!. Que ele tá quase chegando... e eu e você aqui como Deus nos trouxe ao mundo!!. Corre!!. Se veste, amor. Outro dia te dou outra aula... Carmen vestiu o traje de flamenca e vestiu Ramón de cordobês. Bem na hora que Carlitos entrava pela porta, Ramón ajustava seu chapéu de dançarino. -Oi!! mamãe!!!!. Ramón, num gesto reflexo, pegou a calcinha da mãe do menino que tinha ido parar num abajur e enfiou no bolso do paletó. -Quem é esse senhor, mamãe?. -Olha, Ramón. Este é meu filho Carlitos. Esse senhor se chama Ramón e vai vir dar aulas de flamenco com sua mãe, coração. Ela disse piscando o olho pra Ramón. Carlitos era aquele típico filho mimado pela mãe. Ia bem vestido com roupa de marca, alto e gato, além de tirar notas muito boas. -E... quantos anos você tem, bonitão?. Perguntou Ramón. -Catorze, senhor. -Ahhh, olha que garoto bacana...! E tem namorada?. -Não, nem precisa. Interrompeu a mãe. -Ahhh, tá bom... disse Ramón. -Fica pra jantar, senhor Ramón!. Disse o garoto. -É. Fica, negri... Não, senhor Ramón. -Bom, se a mãe e o filho insistem... Ramón se sentiu seguro com o garoto por perto. Ramón e Carmen se pelaram pra trocar de roupa. Carmen fez isso na maior pressa pra entrar no quarto de Ramón. Passando a mão na virilha dele, disse... -Hummm... se você ficar pra dormir, vou chupar bem esse pau, negrinho...! Já viu que eu engulo ele inteiro..., amor!!. Carmen preparou frango assado e serviu umas torradas com caviar iraniano que tinha guardado pra ocasião. -Meu Carlitos já tá tão crescidinho. Acho que já é hora de arrumar um namorado, Ramón. Ou um homem que quando passar por aqui lembre de mim. Disse Carmen olhando pro interlocutor adulto. Que fez cara de... "Não atirem em mim que sou só o pianista...". Jantaram os três com apetite. E Carmen abriu uma garrafa de Möet Chandon pra sobremesa, que era morango com chocolate. Numa ausência de Carlitos, Carmen disse entre risadinhas... -É que o champanhe bom abre bem minha buceta, negrinho... Ramón aproveitou o comentário pra mandar Uma mensagem pra Karen que dizia... —"Me sequestraram. Acho que hoje vou dormir aqui..." Mostrei pro Enrique, que disse... —Coitado... parece que o nosso negão vai voltar todo moído... —Mas se a Carmen é tão carinhosa. Você não gostaria que eles se envolvessem e fizessem um quarteto de cordas? —Com a sua amiga Carmen???. Minha nossa...!!! A noite se esticou até as 3 da manhã. Carmen preparou o sofá-cama pro Ramón e o Carlitos foi dormir. —Hoje o senhor Ramón vai dormir aqui, Carlitos. E você, já pra cama — ela disse enquanto virava a terceira garrafa de champanhe. Carlitos foi pro quarto dele e os outros também, mas não sem antes dizer pro Ramón... —Assim que esse moleque dormir, te mando uma mensagem e você vem — falou com um sorriso safado. Foram os três pras suas camas e, depois de 15 minutos, Ramón recebeu uma mensagem. —"Já, já pode vir." Ramón entrou no quarto de Carmen, que tinha virado as fotos do falecido marido e colocado velas por todo lado. Parecia uma sacristia. Encontrou ela enrolada num body branco já velho e bem apertado, de pernas abertas, deitada na cama metendo um vibrador. Na parte baixa da barriga dava pra ver que ela tinha tido o Carlitos de cesárea. —Viu, Ramón? Olha como o champanhe abriu minha buceta... E realmente. A buceta dela estava dilatada e excitada, enquanto uma mancha de lubrificação enfeitava o lençol rosa bem debaixo da bunda dela. Uns peitões caíam pros lados, duros, com os bicos e auréolas escuros de tão excitada. Ela pedia sexo e carinho. Ramón ficou tão excitado que colocou o pau na boca de Carmen, que engoliu ele inteiro com uns barulhos guturais na garganta enquanto mexia o vibrador na buceta aberta dela. —Chupa isso! — disse Ramón, mostrando o pauzão preto no ar na frente da boca de Carmen. —Sim, sim... — gemeu Carmen, deixando escapar consolador das mãos e ficando vibrando nos lençóis.
—Hoje vou te dar uns bons rabões...!!!
Ramón apalpou a dureza do próprio pau com as duas mãos e colocou Carmen de quatro. Não teve frescura e meteu o pau até o fundo de uma vez, ficando parado com ele dentro, grunhindo igual um bicho. Era nítido que a buceta da Carmen já tava bem aberta graças ao consolador dela.
—Cê gosta desse pau, hein???
—Ohhh... love...!!! Não sabia que você era tão decidido...
Ramón começou a bombar na buceta da Carmen com força e sem hesitar, segurando a bunda dela com as mãos, juntando e separando as nádegas. De vez em quando, Ramón enfiava o dedo do meio no cu da Carmen, que gemia sem parar.
—Você é uma boa mulher, Carmen...! Gosta de ser fodida com força, né? Gosta de paus grandes e pretos, hein? Então toma um aqui!! De agora em diante, toda vez que quiser pica, é só pedir!!!
—Ohhh... não sabia disso de você... antes você era tão parado...
—Toma bem desse pau... Carmen...!
Os peitões da Carmen balançavam de um lado pro outro com a força das investidas do Ramón, então ela resolveu apoiar o busto na cama e se agarrar na própria bunda sem jeito, cravando as unhas e abrindo ela pra que Ramón pudesse penetrar mais fácil.
—Assim, assim posso te dar umas porradas melhores. Como você sabe, hein? — disse Ramón.
Era óbvio, Carmen ia gozar de um momento pro outro, coisa que fez depois de uns quinze minutos de uma enfiada atrás da outra.
—Ohhh....!!! Ramón... gozei de novo... e de que jeito, amor...!
Carmen caiu na cama feito um novelo e Ramón beijou ela sem parar. Beijou da cabeça aos pés. Carmen não acreditava.
—Que aulas tão bem pagas, Ramón... — soluçou ela, vermelha igual pimentão.
—Me beija, neguinho.
Ramón encheu ela de beijos, elogiando o corpo maduro dela.
Ela ficou meiga e carinhosa. Era evidente, Carmen tinha passado muitos anos sozinha e, num pequeno vislumbre de ter algo claro, em apenas um dia, o mundo dela se abriu. céu. Geralmente uma história de amor raramente se consolida no primeiro dia com sexo. Isso é até contraproducente. Não ia ser o caso... (Continua).
0 comentários - Karen. Uma Vadia Madura VII