Fomos convidados pelo chefe da empresa onde trabalho pra uma festa enorme por causa da inauguração da mansão de um dono de uma revista de entretenimento adulto. Minha esposa caprichou na produção, porque não queria ficar pra trás das gatas de capa ou das candidatas. Isso porque um dos eventos da noite era a escolha de uma nova mina pra capa da revista do mês que vem.
Conversava com o prefeito sobre as gostosas que desfilavam de um lado pro outro, umas vestidas mais ousadas que outras, deixando pouco das suas curvas pra imaginação — desde vestidos transparentes até outros tão curtos que bastava uma leve inclinada pra mostrar as microtanguinhas que usavam, e outras, ao sentar, deixavam claro que nem isso vestiam. Era um deleite pra todos os cavalheiros presentes. Minha esposa tava linda com um vestido que ia até os tornozelos, só deixando ver as sapatilhas da mesma cor vibrante do vestido e da calcinha dela. O vestido era coroado com um decote glorioso que deixava apreciar o lindo par de peitos que, com gosto, se apertavam, deixando-os mais inchados e apetitosos. Meu interlocutor falava sobre a fantasia recorrente de todo mundo: transar com uma daquelas minas, ter uma dessas gostosas de capa à disposição pra curtir ela uma vez e outra sempre que quisesse. E ele tinha razão, era uma fantasia bem recorrente — com cada uma que via passar, eu imaginava, quem sabe, tendo essa sorte.

Chegou o momento ápice da noite e o anfitrião ia anunciar a nova garota do mês. Disse que no começo tinha suas dúvidas, mas que nesta noite finalmente tinha tomado uma decisão, porque uma mina tinha deixado ele de queixo caído e ele tava pensando até em levá-la agora mesmo pro estúdio no andar de cima pra tirar umas fotos preliminares e assinar o contrato. Por um instante, todas as mulheres ficaram na expectativa. De repente, o cara olhou pra um lado e todo mundo seguiu o olhar dele, procurando em quem ele tava de olho. Naquele ângulo, exatamente, tinha uma loira conversando com um cara, e ela, ao se sentir observada por todo mundo, se escondeu timidamente atrás da pessoa com quem tava batendo papo.
-vamos, não seja tímida, você é a nova capa do mês, deixa eles te admirarem. Nunca tinha te visto antes, mas desde que te vi, soube que era a escolhida.
-Ela estava nervosa, todo mundo esperava a reação dela.
-Buscamos mais que a beleza e poder mostrá-la pro mundo.
Todo mundo aplaudiu e vibrou com a nova garota da capa, o vinho começou a correr pra todo lado, aumentando cada vez mais o ânimo dos convidados. Judith se aproximou de mim já meio alterada e disse que tava curiosa pra ver a sessão de fotos e que ia subir pra ver se conseguia enxergar alguma coisa. Essa foi uma das últimas coisas que lembro antes de mergulhar num redemoinho de álcool e acho que até algo mais, porque de repente acordei sobressaltado num quarto, suponho que da mansão. A porta estava trancada por fora e já quase amanhecia. Tentei forçá-la em vão por um tempo, depois fiquei batendo esperando alguém abrir. Finalmente, um tempo depois, enquanto descansava numa cadeira, ouvi o ferrolho. Me apressei pra abrir a porta e, quando saí, não tinha ninguém. Fui procurar a Judith, que não atendia o celular. Tinha vários outros quartos trancados e alguns entreabertos, e dava pra ver que a festa tinha degenerado, porque nos que encontrei semiabertos, ao espiar, via casais, trios e grupos de pessoas peladas espalhadas por todo lado, visivelmente bêbadas e que com certeza não tinham passado mal na noite.
O que começou a me encher de medo foi pensar que a Judith tinha participado de algumas dessas festas privadas. Finalmente, encontrei ela num dos quartos e não tive dúvida de que ela tinha feito parte da diversão daquela festa. Ela estava deitada numa cama enorme, com as pernas bem abertas, enquanto um cara metia fundo nela, e a Judith mordia o travesseiro pra abafar os gemidos intensos e os berros de prazer.


da buceta dela escorria uma quantidade de fluido seminal e outra parte formava uma grande mancha na cama, tentei chamar a atenção dela e ela, só sonolenta, me olhou e abriu mais as pernas enquanto esse cara a macetava uma e outra vez, finalmente gozaram pela enésima vez dentro da xereca, formando uma poça ainda maior de porra.

Como pude, fiz um embrulho com o que encontrei das roupas dela, arrumei a calcinha fio dental, enrolei ela no lençol da cama, carreguei no colo até o carro e fomos pra casa. Já em casa, discutimos — não era a primeira vez que algo assim acontecia. Já tinha presenciado as traições da Judith várias vezes, dessa vez provocadas pelo excesso de álcool. Ela alegava que tinha perdido a noção das coisas e que, quando se deu conta, já estava naquela cama sendo penetrada por uma quantidade de caras que nem ela sabia quantos foram, só quando me viu é que tomou mais consciência. Outra vez, por causa da minha excitação, do tesão, da vontade de ser pais e até por ciúmes, a gente caiu na infidelidade. Mas dessa vez tava passando dos limites — foi uma verdadeira bacanal o que aconteceu com minha esposa, e não saber nem quem nem quantos passaram por cima dela me deixava puto.
Vocês, o que fariam? :o
Conversava com o prefeito sobre as gostosas que desfilavam de um lado pro outro, umas vestidas mais ousadas que outras, deixando pouco das suas curvas pra imaginação — desde vestidos transparentes até outros tão curtos que bastava uma leve inclinada pra mostrar as microtanguinhas que usavam, e outras, ao sentar, deixavam claro que nem isso vestiam. Era um deleite pra todos os cavalheiros presentes. Minha esposa tava linda com um vestido que ia até os tornozelos, só deixando ver as sapatilhas da mesma cor vibrante do vestido e da calcinha dela. O vestido era coroado com um decote glorioso que deixava apreciar o lindo par de peitos que, com gosto, se apertavam, deixando-os mais inchados e apetitosos. Meu interlocutor falava sobre a fantasia recorrente de todo mundo: transar com uma daquelas minas, ter uma dessas gostosas de capa à disposição pra curtir ela uma vez e outra sempre que quisesse. E ele tinha razão, era uma fantasia bem recorrente — com cada uma que via passar, eu imaginava, quem sabe, tendo essa sorte.

Chegou o momento ápice da noite e o anfitrião ia anunciar a nova garota do mês. Disse que no começo tinha suas dúvidas, mas que nesta noite finalmente tinha tomado uma decisão, porque uma mina tinha deixado ele de queixo caído e ele tava pensando até em levá-la agora mesmo pro estúdio no andar de cima pra tirar umas fotos preliminares e assinar o contrato. Por um instante, todas as mulheres ficaram na expectativa. De repente, o cara olhou pra um lado e todo mundo seguiu o olhar dele, procurando em quem ele tava de olho. Naquele ângulo, exatamente, tinha uma loira conversando com um cara, e ela, ao se sentir observada por todo mundo, se escondeu timidamente atrás da pessoa com quem tava batendo papo.
-vamos, não seja tímida, você é a nova capa do mês, deixa eles te admirarem. Nunca tinha te visto antes, mas desde que te vi, soube que era a escolhida.
-Ela estava nervosa, todo mundo esperava a reação dela.
-Buscamos mais que a beleza e poder mostrá-la pro mundo.
Todo mundo aplaudiu e vibrou com a nova garota da capa, o vinho começou a correr pra todo lado, aumentando cada vez mais o ânimo dos convidados. Judith se aproximou de mim já meio alterada e disse que tava curiosa pra ver a sessão de fotos e que ia subir pra ver se conseguia enxergar alguma coisa. Essa foi uma das últimas coisas que lembro antes de mergulhar num redemoinho de álcool e acho que até algo mais, porque de repente acordei sobressaltado num quarto, suponho que da mansão. A porta estava trancada por fora e já quase amanhecia. Tentei forçá-la em vão por um tempo, depois fiquei batendo esperando alguém abrir. Finalmente, um tempo depois, enquanto descansava numa cadeira, ouvi o ferrolho. Me apressei pra abrir a porta e, quando saí, não tinha ninguém. Fui procurar a Judith, que não atendia o celular. Tinha vários outros quartos trancados e alguns entreabertos, e dava pra ver que a festa tinha degenerado, porque nos que encontrei semiabertos, ao espiar, via casais, trios e grupos de pessoas peladas espalhadas por todo lado, visivelmente bêbadas e que com certeza não tinham passado mal na noite.
O que começou a me encher de medo foi pensar que a Judith tinha participado de algumas dessas festas privadas. Finalmente, encontrei ela num dos quartos e não tive dúvida de que ela tinha feito parte da diversão daquela festa. Ela estava deitada numa cama enorme, com as pernas bem abertas, enquanto um cara metia fundo nela, e a Judith mordia o travesseiro pra abafar os gemidos intensos e os berros de prazer.


da buceta dela escorria uma quantidade de fluido seminal e outra parte formava uma grande mancha na cama, tentei chamar a atenção dela e ela, só sonolenta, me olhou e abriu mais as pernas enquanto esse cara a macetava uma e outra vez, finalmente gozaram pela enésima vez dentro da xereca, formando uma poça ainda maior de porra.

Como pude, fiz um embrulho com o que encontrei das roupas dela, arrumei a calcinha fio dental, enrolei ela no lençol da cama, carreguei no colo até o carro e fomos pra casa. Já em casa, discutimos — não era a primeira vez que algo assim acontecia. Já tinha presenciado as traições da Judith várias vezes, dessa vez provocadas pelo excesso de álcool. Ela alegava que tinha perdido a noção das coisas e que, quando se deu conta, já estava naquela cama sendo penetrada por uma quantidade de caras que nem ela sabia quantos foram, só quando me viu é que tomou mais consciência. Outra vez, por causa da minha excitação, do tesão, da vontade de ser pais e até por ciúmes, a gente caiu na infidelidade. Mas dessa vez tava passando dos limites — foi uma verdadeira bacanal o que aconteceu com minha esposa, e não saber nem quem nem quantos passaram por cima dela me deixava puto.
Vocês, o que fariam? :o
3 comentários - Traição não consentida😖