Olá, amig@s do poringa.net.
Quero agradecer a todos os meus novos leitores e seguidores.
Valeu mesmo por todas as mensagens e comentários, sempre numa boa.
Hoje vou apresentar minha cunhada Lara.
Uma loira, de olhos verdes lindos e uma mulher gostosa pra caralho, e como se isso não bastasse, tem um corpo de dar água na boca.
Peitão e uma bunda enorme, impossível não ficar de olho.
Minha namorada adorava juntar a gente pra sair com ela e o namorado dela.
E eu curtia a vista da minha cunhada com suas minissaias e decotes.
Ela e minha namorada adoravam jantar, bater papo e sair os quatro juntos.
Mas o namorado da minha cunhada parecia que não.
Era um cara chato pra caramba, muito calado, não gostava de dançar. Um verdadeiro pé no saco.
Tava junto há um ano, mas as coisas não iam bem.
Ele tinha outra mulher e a merda ficou feia quando a outra deu a notícia: não era só corna, não, o cara ainda ia ser pai em breve.
O mundo desabou pros dois.
Ela pegou uma bolsa com umas roupas e caiu fora.
Foi morar com os pais.
Passou duas semanas super triste, sem sair de casa. Só falava comigo quando eu ia lá, tentando animar ela.
Numa sexta à tarde, recebo uma mensagem.
Lara: Oi, cunhado, beleza?
Tá trabalhando?
Eu: Oi, cunhada, acabei de terminar. Por quê?
Lara: Ah, que bom. Não tô atrapalhando, né?
O que você vai fazer mais tarde?
Eu: Hoje tem o show do meu amigo Rolo no clube.
Sua irmã vai perder porque tá de plantão no hospital.
Lara: Ela me falou. Se importa se eu for com você?
Eu: Não, de jeito nenhum. É bom você sair um pouco e se distrair.
Espero que curta rock e blues.
Lara: Adoro, sim. Então você vem me buscar?
Ah, que horas?
Eu: Umas 11 horas passo na sua casa.
Lara: Beleza, passa na casa da Júlia, minha amiga.
Vim jantar aqui com ela, que também tá sozinha.
Eu: Ok, sem problema. Às 11 tô aí.
Foi assim que Acertamos e na hora combinada fui buscá-la na casa da amiga.
Sentado na caminhonete, buzinеi. A amiga fez um sinal que ela já tava saindo.
Acendi um cigarro e esperei um pouco.
Ela saiu com o cabelo preso. Uma camiseta preta sem sutiã e uma minissaia jeans, curta.
Não me chamou a atenção, ela sempre se veste assim.
Ao chegar no clube. Sentamos numa mesa. E enquanto conversávamos, ouvíamos uma música muito boa e tomávamos cervejas.
Todos os caras do clube olhavam pra ela e eu sabia que no fundo me xingavam.
O lugar tava lotado e o calor tava pegando.
E mais ainda quando ela dançava na minha frente, roçando a bunda redonda no meu volume.
O show do meu amigo acabou e naquela hora já não dava mais pra aguentar ficar ali.
Muita gente, calor e a cerveja quente.
Nós dois decidimos vazar dali.
Compramos um pack de latas de cerveja e fomos pra minha casa.
Lara: — Minha irmã, quando ela sai do trabalho, vem pra cá?
Eu: — Passa na sua casa e depois vem?
Amanhã acho que ela chega, mas de tarde.
Lara: — Não, é que acabei de perceber que não tenho a chave de casa.
E é tarde pra ir pra casa da minha amiga. Certeza que ela já tá dormindo.
Eu: — Fica aqui, sem problema.
Tenho o quarto que minha sobrinha usava.
Lara: — Não vai ter treta com minha irmã?
Eu: — Não, sua irmã é de ferro, a magrinha.
Além disso, ela tá feliz que você conseguiu sair e se divertir.
E ainda me pediu pra cuidar de você.
Lara: — Beleza então, vou ficar.
Eu: — Vai lá, toma um banho. Que eu arrumo o quarto.
Dei uma camiseta pra ela. Ela tomou banho e se trocou, vestiu uma calcinha da irmã.
Quando ela saiu, eu entrei pra tomar banho.
Ela secava o cabelo enquanto eu tomava banho.
Quando saí do chuveiro, ela me esperava na sala.
Tomando uma cerveja e sem a camiseta.
Me fazendo de besta, não falei nada e peguei uma cerveja na geladeira.
Lara: — Desculpa, cunhado, vou vestir a camiseta agora.
Você tomou banho rapidão.
Eu: — Não gostou do meu... Camiseta?
Ficou pequena em você?
Sem problema, cunhada. Não vou olhar.
Lara: Não. É que quando sequei o cabelo, não queria molhar a camiseta.
Hahaha, se não te incomoda, vou ficar assim hahaha.
A noite tá pedindo pra não usar nada hahaha...
Eu: Somos adultos, cunhada. Sem problema.
Minha casa é sua casa.
Nós dois com os torsos nus seguimos como se nada estivesse acontecendo.
Até que ela deu o primeiro passo.
Depois de um pouco de flerte, ela se aproximou e me deu um beijo muito quente.
Nossas línguas se encontraram e dançavam no mesmo ritmo.
Dava pra sentir o gosto de morango dos lábios lindos dela.
Minha mão esquerda agarrou uma das tetas dela.
Enquanto a outra segurava seu pescoço.
Ela não ficou atrás, acariciando suavemente minha pica por cima da calça.
Tem certeza disso? Perguntei numa pausa do momento.
Lara: Uhh sim... Tô mais que certa.
Amo minha irmã. Mas tô de coração partido.
E você é o único homem com quem eu transaria.
Sempre te vi como um cara que eu gostaria de ter.
Imortalizei aquele momento com minha câmera.
Onde ela estava contemplando meu pau.
Lara: uau..... seu pau é enorme...
só vi uns assim em porno kkkk.
eu: espero que você goste e curta.
ela: pode deixar, fica tranquilo. disse enquanto se inclinava.
Ela se deitou sobre minhas pernas enquanto a mão dela acariciava meu pau.
Aí senti a umidade, da língua dela percorrendo a cabeça da minha rolha.
A massagem sutil, molhada e quente dela.
Me fazia suspirar de prazer.
A puta não só beijava muito bem,
como chupava a pica maravilhosamente.
Entre língua e sucção, era a chupada perfeita.
Ela metia e tirava minha pica da boca dela.
Tentava engolir ela inteira.
Quando minha pica chegava no fundo que ela aguentava,
ela fazia um esforço até dar uma ânsia e tirava devagar,
deixando uma capa de baba no meu pau.
Eu pegava ela pelos cabelos, coisa que ela adorava, e comia a boca dela.
A puta delirava com meu jeito bruto e sem respeito de tratar ela.
Não tinha amor nem tratamento bom.
Só sexo e ser tratada como uma puta.
Como sempre quis ser tratada.
Lara: hmm sim... como eu gosto do seu pau...
hmm deus, que inveja eu tenho da minha irmã de ter isso quando quer...
hmm eu mamaria o dia inteiro, cunhado.
Quero que você arrebente minha buceta com esse teu pauzão...
Eu ajudei ela a se despir.
Queria provar a buceta da minha cunhada com uma vontade louca.
Desabotoei a saia dela.
A saia caiu no chão enquanto eu chupava os peitos lindos dela.
a calcinha fio dental da irmã dela ficava muito melhor nela.
não durou muito tempo vestida.
a pussy dela ficou exposta.
depilada, macia e quente. pronta pra ser comida.
esperava um bom tratamento.
devolvi a gentileza daquela boa mamada com uma boa chupada na pussy.
minha língua percorria a pussy dela.
deslizando a ponta da minha língua no meio dos lábios vaginais dela.
de baixo pra cima até parar no clitóris, envolvia ele e voltava pra baixo.
depois fui mais longe, chupando também o cuzinho dela.
pra voltar a subir. cu, lábios e clitóris. numa maratona de prazer pra ela.
com esse jogo, a pussy dela explodiu num grande orgasmo.
Lara: ha... ah... deus... filho da puta...
na minha vida nunca me fizeram gozar assim...
sinto que meu coração vai sair pela boca.
eu: sua pussy e seu cu são um manjar, cunhada.
gostou?
Lara: você me enlouquece. é sua quando quiser, cunhado.
ainda mais se você curte assim.
a hora tão esperada chegou.
sozinha ela ficou de quatro.
aquele cu lindo era um presente pros olhos e logo pro meu pau também.
brinquei um pouco com os sentidos da minha cunhada e da pussy dela também.
passando a cabeça da minha piroca pelos lábios vaginais dela.
brincando como há pouco fazia com minha língua.
quando ela sentiu bem na entrada,
empurrou a bunda pra trás, se empalando um pouco.
Lara: ai... filho da puta...
deus, você vai partir minha pussy...
ai, papai... ai que piroca linda...
que gostosa e dura que ela é...
eu: cunhada, sua pussy tá faminta. e ainda tem mais pra engolir.
De um empurrão, enfiei tudo fazendo ela gritar que nem uma louca.
E fazer aquela buceta explodir de novo.
Os gemidos dela eram uma beleza.
E mais ainda quando meu pau batia no fundo e fazia ela pular e gemer.
Lara: Ai... meu Deus...
Você me preenche toda...
Minha buceta não dá conta, vai devagar, amor...
Eu: Sim, cunhada... mmm.
Você aperta bem justinho, mmm.
Adoro como é estreita. Molhada e quente.
Mudando de posição, ela sentou em cima de mim.
Enquanto eu chupava aquelas tetas gostosas, ela me presenteou com outro orgasmo.
Depois virou de costas, me dando uma vista incrível daquele rabo quicando nas minhas pernas.
A putinha pulava no meu pau.
Enquanto aquela buceta suculenta escorria, encharcando meu pau até as bolas.
Lara: Não acredito como tô molhada.
Nunca aconteceu isso comigo, mano.
Vamos pro quarto e continuamos lá?
Eu: Sim, acredita, toda essa água é sua, cunhada.
Você tá encharcando tudo.
Mas eu gosto muito de como você é.
Vamos, continuamos na cama.
Uma lembrança gostosa da buceta dela.
E eu tava pronto pra continuar espremendo aquela buceta um pouco mais.
A buceta dela ficou bem aberta.
Já moldada e pronta pra eu continuar comendo.
Fiz ela gozar em todas as posições.
Tirando orgasmo atrás de orgasmo.
Fazendo a puta da minha cunhada gritar e gemer.
Ela curtia e ficava louca pela pica do cunhado dela.
pedia um tempo e ela também.
mas eu queria meu troféu.
queria fazer aquele cuzinho.
queria que aquele rabo fosse meu e encher ele de porra.
parei de foder ela pra chupar aquele cu quase fechado. e muito pouco usado.
um pouco de língua e depois dedos com gel.
Lara: uai... cunhado. hmm vai até o fim, né?
não vai deixar nada pra depois?
devagar que dói ai...
eu: não, cunhada. esse cu não pode esperar e meu pau também não.
fica tranquila que vou te foder muito bem.
não se preocupa, só relaxa e aproveita.
porque eu vou aproveitar muito..
a putinha se ajoelhou de quatro e passou mais gel no cu dela.
me dando mil recomendações haha.
ela se preparou bem, só faltava minha pica entrar no cu dela.
mas toda vez que sentia meu pau no buraquinho dela.
dava um pulinho.
Lara: ai desculpa cunhado é que tenho medo do seu pau.
se um menor já me doeu tanto. sei que esse vai me matar...
a puta da mãe...
coloquei as mãos dela nas próprias nádegas.
enquanto eu com uma mão no meu pau e outra na cintura dela.
não dei espaço pra ela sair daquela posição.
Minha cabeça entrou um pouco.
A bunda quentinha dela era bem apertada, mas uma delícia total.
Cada empurradinha que eu dava entrava um pouco.
Os gemidos e pedidos dela
acompanhavam cada centímetro de pau que entrava dentro dela.
Lara: ai... meu deus......
como arde e dói.....
consigo sentir entrando e abrindo aos poucos....
ai... meu pobre cuzinho.....
uf... uf... uf...
devagar. ai... devagar... ai....
ai como dói a buceta da minha irmã....
Eu: deus, cunhada, essa bunda é genial.
Gosto pra caralho.
É tão apertada que sinto cada músculo do cu.
Lara: é, eu também sinto, você não imagina...
assim, pega devagar, mmm.
ai, assim aos poucos dói, mas eu adoro.
A bunda dela parou de doer e se moldou ao meu pau.
Meu pau entrava e saía.
Cada vez num ritmo melhor.
A putinha já tava curtindo cada vez mais, acompanhando minhas estocadas.
Minha mão tocava a buceta encharcada dela.
Eu: tá pronta.... tô prestes a explodir na sua bunda....
Lara: sim.. sim... tô pronta....
enche meu cuzinho de leite....
não para de me tocar que vou ter outro orgasmo..
Sem parar de tocar ela, meu pau bombeava a bunda dela.
Ela teve os orgasmos dela e enquanto eu sentia os espasmos.
Deixei meu pau explodir, enchendo as entranhas da minha cunhada.
Era um festival de gemidos dos dois.
Não parei de foder ela até meu pau perder a ereção.
Os dois exaustos. Ficamos
deitados na cama.
A bunda dela cheia de porra era uma maravilha.
Lara: Tô exausta demais... hahaha
que transa boa. Se você não fosse meu cunhado, eu viria morar com você sem pensar.
Não sinto culpa por estar com você.
Aproveitei pra caralho e sinto muito pela minha irmã, que também amo.
Mas tô morrendo de vontade de ser sua amante.
O que você acha?
Eu: O que posso dizer? Adoro a ideia de ter você como amante.
Você é uma gostosa e claro que quero.
Lara: Então posso vir quando minha irmã estiver trabalhando.
E a gente se divertir.
Eu: Sem problema, cunhada, o que você quiser.
Enquanto recuperávamos o fôlego, acendi um cigarro.
E ela me abraçava e beijava.
Ofereci umas tragadas pra ela.
Logo ela foi se limpar e dormimos os dois abraçados.
No dia seguinte, a puta me acordou com um boquete bem dado.
E a gente começou de novo.
Toda vez que minha namorada trabalhava, minha cunhada me ligava e a gente se encontrava pra foder sem limites.
Aproveitando o sexo do jeito que ela gosta.
Fim.
P.S.: Bom, espero que vocês gostem dos meus posts.
Espero ver seus comentários. Um abraço à distância.
Att: Maury-solo-yo.
Quero agradecer a todos os meus novos leitores e seguidores.
Valeu mesmo por todas as mensagens e comentários, sempre numa boa.
Hoje vou apresentar minha cunhada Lara.
Uma loira, de olhos verdes lindos e uma mulher gostosa pra caralho, e como se isso não bastasse, tem um corpo de dar água na boca.
Peitão e uma bunda enorme, impossível não ficar de olho.
Minha namorada adorava juntar a gente pra sair com ela e o namorado dela.
E eu curtia a vista da minha cunhada com suas minissaias e decotes.
Ela e minha namorada adoravam jantar, bater papo e sair os quatro juntos.
Mas o namorado da minha cunhada parecia que não.
Era um cara chato pra caramba, muito calado, não gostava de dançar. Um verdadeiro pé no saco.
Tava junto há um ano, mas as coisas não iam bem.
Ele tinha outra mulher e a merda ficou feia quando a outra deu a notícia: não era só corna, não, o cara ainda ia ser pai em breve.
O mundo desabou pros dois.
Ela pegou uma bolsa com umas roupas e caiu fora.
Foi morar com os pais.
Passou duas semanas super triste, sem sair de casa. Só falava comigo quando eu ia lá, tentando animar ela.
Numa sexta à tarde, recebo uma mensagem.
Lara: Oi, cunhado, beleza?
Tá trabalhando?
Eu: Oi, cunhada, acabei de terminar. Por quê?
Lara: Ah, que bom. Não tô atrapalhando, né?
O que você vai fazer mais tarde?
Eu: Hoje tem o show do meu amigo Rolo no clube.
Sua irmã vai perder porque tá de plantão no hospital.
Lara: Ela me falou. Se importa se eu for com você?
Eu: Não, de jeito nenhum. É bom você sair um pouco e se distrair.
Espero que curta rock e blues.
Lara: Adoro, sim. Então você vem me buscar?
Ah, que horas?
Eu: Umas 11 horas passo na sua casa.
Lara: Beleza, passa na casa da Júlia, minha amiga.
Vim jantar aqui com ela, que também tá sozinha.
Eu: Ok, sem problema. Às 11 tô aí.
Foi assim que Acertamos e na hora combinada fui buscá-la na casa da amiga.
Sentado na caminhonete, buzinеi. A amiga fez um sinal que ela já tava saindo.
Acendi um cigarro e esperei um pouco.
Ela saiu com o cabelo preso. Uma camiseta preta sem sutiã e uma minissaia jeans, curta.
Não me chamou a atenção, ela sempre se veste assim.
Ao chegar no clube. Sentamos numa mesa. E enquanto conversávamos, ouvíamos uma música muito boa e tomávamos cervejas.
Todos os caras do clube olhavam pra ela e eu sabia que no fundo me xingavam.
O lugar tava lotado e o calor tava pegando.
E mais ainda quando ela dançava na minha frente, roçando a bunda redonda no meu volume.
O show do meu amigo acabou e naquela hora já não dava mais pra aguentar ficar ali.
Muita gente, calor e a cerveja quente.
Nós dois decidimos vazar dali.
Compramos um pack de latas de cerveja e fomos pra minha casa.
Lara: — Minha irmã, quando ela sai do trabalho, vem pra cá?
Eu: — Passa na sua casa e depois vem?
Amanhã acho que ela chega, mas de tarde.
Lara: — Não, é que acabei de perceber que não tenho a chave de casa.
E é tarde pra ir pra casa da minha amiga. Certeza que ela já tá dormindo.
Eu: — Fica aqui, sem problema.
Tenho o quarto que minha sobrinha usava.
Lara: — Não vai ter treta com minha irmã?
Eu: — Não, sua irmã é de ferro, a magrinha.
Além disso, ela tá feliz que você conseguiu sair e se divertir.
E ainda me pediu pra cuidar de você.
Lara: — Beleza então, vou ficar.
Eu: — Vai lá, toma um banho. Que eu arrumo o quarto.
Dei uma camiseta pra ela. Ela tomou banho e se trocou, vestiu uma calcinha da irmã.
Quando ela saiu, eu entrei pra tomar banho.
Ela secava o cabelo enquanto eu tomava banho.
Quando saí do chuveiro, ela me esperava na sala.
Tomando uma cerveja e sem a camiseta.
Me fazendo de besta, não falei nada e peguei uma cerveja na geladeira.
Lara: — Desculpa, cunhado, vou vestir a camiseta agora.
Você tomou banho rapidão.
Eu: — Não gostou do meu... Camiseta?
Ficou pequena em você?
Sem problema, cunhada. Não vou olhar.
Lara: Não. É que quando sequei o cabelo, não queria molhar a camiseta.
Hahaha, se não te incomoda, vou ficar assim hahaha.
A noite tá pedindo pra não usar nada hahaha...
Eu: Somos adultos, cunhada. Sem problema.
Minha casa é sua casa.
Nós dois com os torsos nus seguimos como se nada estivesse acontecendo.
Até que ela deu o primeiro passo.
Depois de um pouco de flerte, ela se aproximou e me deu um beijo muito quente.
Nossas línguas se encontraram e dançavam no mesmo ritmo.
Dava pra sentir o gosto de morango dos lábios lindos dela.
Minha mão esquerda agarrou uma das tetas dela.
Enquanto a outra segurava seu pescoço.
Ela não ficou atrás, acariciando suavemente minha pica por cima da calça.
Tem certeza disso? Perguntei numa pausa do momento.
Lara: Uhh sim... Tô mais que certa.
Amo minha irmã. Mas tô de coração partido.
E você é o único homem com quem eu transaria.
Sempre te vi como um cara que eu gostaria de ter.
Imortalizei aquele momento com minha câmera.
Onde ela estava contemplando meu pau.
Lara: uau..... seu pau é enorme... só vi uns assim em porno kkkk.
eu: espero que você goste e curta.
ela: pode deixar, fica tranquilo. disse enquanto se inclinava.
Ela se deitou sobre minhas pernas enquanto a mão dela acariciava meu pau.
Aí senti a umidade, da língua dela percorrendo a cabeça da minha rolha.
A massagem sutil, molhada e quente dela.
Me fazia suspirar de prazer.
A puta não só beijava muito bem, como chupava a pica maravilhosamente.
Entre língua e sucção, era a chupada perfeita.
Ela metia e tirava minha pica da boca dela.
Tentava engolir ela inteira.
Quando minha pica chegava no fundo que ela aguentava,
ela fazia um esforço até dar uma ânsia e tirava devagar,
deixando uma capa de baba no meu pau.
Eu pegava ela pelos cabelos, coisa que ela adorava, e comia a boca dela.
A puta delirava com meu jeito bruto e sem respeito de tratar ela.
Não tinha amor nem tratamento bom.
Só sexo e ser tratada como uma puta.
Como sempre quis ser tratada.
Lara: hmm sim... como eu gosto do seu pau...
hmm deus, que inveja eu tenho da minha irmã de ter isso quando quer...
hmm eu mamaria o dia inteiro, cunhado.
Quero que você arrebente minha buceta com esse teu pauzão...
Eu ajudei ela a se despir.
Queria provar a buceta da minha cunhada com uma vontade louca.
Desabotoei a saia dela.
A saia caiu no chão enquanto eu chupava os peitos lindos dela.
a calcinha fio dental da irmã dela ficava muito melhor nela. não durou muito tempo vestida.
a pussy dela ficou exposta.
depilada, macia e quente. pronta pra ser comida.
esperava um bom tratamento.
devolvi a gentileza daquela boa mamada com uma boa chupada na pussy.
minha língua percorria a pussy dela.
deslizando a ponta da minha língua no meio dos lábios vaginais dela.
de baixo pra cima até parar no clitóris, envolvia ele e voltava pra baixo.
depois fui mais longe, chupando também o cuzinho dela.
pra voltar a subir. cu, lábios e clitóris. numa maratona de prazer pra ela.
com esse jogo, a pussy dela explodiu num grande orgasmo.
Lara: ha... ah... deus... filho da puta...
na minha vida nunca me fizeram gozar assim...
sinto que meu coração vai sair pela boca.
eu: sua pussy e seu cu são um manjar, cunhada.
gostou?
Lara: você me enlouquece. é sua quando quiser, cunhado.
ainda mais se você curte assim.
a hora tão esperada chegou.
sozinha ela ficou de quatro.
aquele cu lindo era um presente pros olhos e logo pro meu pau também.
brinquei um pouco com os sentidos da minha cunhada e da pussy dela também.
passando a cabeça da minha piroca pelos lábios vaginais dela.
brincando como há pouco fazia com minha língua.
quando ela sentiu bem na entrada,
empurrou a bunda pra trás, se empalando um pouco.
Lara: ai... filho da puta...
deus, você vai partir minha pussy...
ai, papai... ai que piroca linda...
que gostosa e dura que ela é...
eu: cunhada, sua pussy tá faminta. e ainda tem mais pra engolir.
De um empurrão, enfiei tudo fazendo ela gritar que nem uma louca. E fazer aquela buceta explodir de novo.
Os gemidos dela eram uma beleza.
E mais ainda quando meu pau batia no fundo e fazia ela pular e gemer.
Lara: Ai... meu Deus...
Você me preenche toda...
Minha buceta não dá conta, vai devagar, amor...
Eu: Sim, cunhada... mmm.
Você aperta bem justinho, mmm.
Adoro como é estreita. Molhada e quente.
Mudando de posição, ela sentou em cima de mim.
Enquanto eu chupava aquelas tetas gostosas, ela me presenteou com outro orgasmo.
Depois virou de costas, me dando uma vista incrível daquele rabo quicando nas minhas pernas.
A putinha pulava no meu pau.
Enquanto aquela buceta suculenta escorria, encharcando meu pau até as bolas.
Lara: Não acredito como tô molhada.
Nunca aconteceu isso comigo, mano.
Vamos pro quarto e continuamos lá?
Eu: Sim, acredita, toda essa água é sua, cunhada.
Você tá encharcando tudo.
Mas eu gosto muito de como você é.
Vamos, continuamos na cama.
Uma lembrança gostosa da buceta dela.
E eu tava pronto pra continuar espremendo aquela buceta um pouco mais.
A buceta dela ficou bem aberta. Já moldada e pronta pra eu continuar comendo.
Fiz ela gozar em todas as posições.
Tirando orgasmo atrás de orgasmo.
Fazendo a puta da minha cunhada gritar e gemer.
Ela curtia e ficava louca pela pica do cunhado dela.
pedia um tempo e ela também. mas eu queria meu troféu.
queria fazer aquele cuzinho.
queria que aquele rabo fosse meu e encher ele de porra.
parei de foder ela pra chupar aquele cu quase fechado. e muito pouco usado.
um pouco de língua e depois dedos com gel.
Lara: uai... cunhado. hmm vai até o fim, né?
não vai deixar nada pra depois?
devagar que dói ai...
eu: não, cunhada. esse cu não pode esperar e meu pau também não.
fica tranquila que vou te foder muito bem.
não se preocupa, só relaxa e aproveita.
porque eu vou aproveitar muito..
a putinha se ajoelhou de quatro e passou mais gel no cu dela.
me dando mil recomendações haha.
ela se preparou bem, só faltava minha pica entrar no cu dela.
mas toda vez que sentia meu pau no buraquinho dela.
dava um pulinho.
Lara: ai desculpa cunhado é que tenho medo do seu pau.
se um menor já me doeu tanto. sei que esse vai me matar...
a puta da mãe...
coloquei as mãos dela nas próprias nádegas.
enquanto eu com uma mão no meu pau e outra na cintura dela.
não dei espaço pra ela sair daquela posição.
Minha cabeça entrou um pouco. A bunda quentinha dela era bem apertada, mas uma delícia total.
Cada empurradinha que eu dava entrava um pouco.
Os gemidos e pedidos dela
acompanhavam cada centímetro de pau que entrava dentro dela.
Lara: ai... meu deus......
como arde e dói.....
consigo sentir entrando e abrindo aos poucos....
ai... meu pobre cuzinho.....
uf... uf... uf...
devagar. ai... devagar... ai....
ai como dói a buceta da minha irmã....
Eu: deus, cunhada, essa bunda é genial.
Gosto pra caralho.
É tão apertada que sinto cada músculo do cu.
Lara: é, eu também sinto, você não imagina...
assim, pega devagar, mmm.
ai, assim aos poucos dói, mas eu adoro.
A bunda dela parou de doer e se moldou ao meu pau.
Meu pau entrava e saía.
Cada vez num ritmo melhor.
A putinha já tava curtindo cada vez mais, acompanhando minhas estocadas.
Minha mão tocava a buceta encharcada dela.
Eu: tá pronta.... tô prestes a explodir na sua bunda....
Lara: sim.. sim... tô pronta....
enche meu cuzinho de leite....
não para de me tocar que vou ter outro orgasmo..
Sem parar de tocar ela, meu pau bombeava a bunda dela.
Ela teve os orgasmos dela e enquanto eu sentia os espasmos.
Deixei meu pau explodir, enchendo as entranhas da minha cunhada.
Era um festival de gemidos dos dois.
Não parei de foder ela até meu pau perder a ereção.
Os dois exaustos. Ficamos
deitados na cama.
A bunda dela cheia de porra era uma maravilha. Lara: Tô exausta demais... hahaha
que transa boa. Se você não fosse meu cunhado, eu viria morar com você sem pensar.
Não sinto culpa por estar com você.
Aproveitei pra caralho e sinto muito pela minha irmã, que também amo.
Mas tô morrendo de vontade de ser sua amante.
O que você acha?
Eu: O que posso dizer? Adoro a ideia de ter você como amante.
Você é uma gostosa e claro que quero.
Lara: Então posso vir quando minha irmã estiver trabalhando.
E a gente se divertir.
Eu: Sem problema, cunhada, o que você quiser.
Enquanto recuperávamos o fôlego, acendi um cigarro.
E ela me abraçava e beijava.
Ofereci umas tragadas pra ela.
Logo ela foi se limpar e dormimos os dois abraçados.
No dia seguinte, a puta me acordou com um boquete bem dado.
E a gente começou de novo.
Toda vez que minha namorada trabalhava, minha cunhada me ligava e a gente se encontrava pra foder sem limites.
Aproveitando o sexo do jeito que ela gosta.
Fim.
P.S.: Bom, espero que vocês gostem dos meus posts.
Espero ver seus comentários. Um abraço à distância.
Att: Maury-solo-yo.
4 comentários - Lara: minha cunhada despeitada. com fotos.