Depois daquele primeiro encontro no carro, minha tesão pela minha mãe só aumentou, eu queria mais.
No dia seguinte, quando cheguei no meu escritório, fiquei esperando ansioso pela ligação dela, queria saber até onde minha mãe estaria disposta a ir pra manter o casamento dela e acertar as coisas comigo. As horas passavam e, cada vez que eu atendia o telefone, esperava ouvir a voz dela do outro lado. Quando percebia que não era ela, ficava bem decepcionado e meio puto, com vontade de ligar pra ela e mandar um monte de merda, mas me segurava, sabendo que mais cedo ou mais tarde ela ia me ligar. Tinha certeza disso, mas a ansiedade tava me matando.
Meu dia tinha chegado ao fim, eram 7 da noite e eu me preparava pra voltar pra casa e descansar um pouco depois de um dia tão longo. Enquanto arrumava os papéis e pegava o dinheiro pra fazer um depósito, a campainha do meu escritório toca. Atendi pelo interfone, achei que era o advogado do meu tio que tinha esquecido uma pasta com os contratos, mas quando ouvi a voz tímida da minha mãe do outro lado, meu coração começou a acelerar. Não podia acreditar, minha própria mãe voltou por mais. Eu já tinha me conformado que não ia vê-la de novo, a menos que eu fosse buscá-la. Me firmei, pra ela não perceber minha emoção por ela, e com uma voz séria e seca mandei ela subir.
Quando ela chegou, eu abri a porta. Ela tava linda na roupa casual dela, uma calça jeans, uma camiseta branca bem justa no corpinho gostoso dela, que deixava ver os detalhes do sutiã. O cabelo dela tava meio úmido e com uma maquiagem leve, era óbvio que ela tinha se preparado pra mim.
Tentava resistir aos meus impulsos de agarrar ela e foder com força em cima da mesa do escritório, e acho que ela teria aceitado, mas não queria que tudo fosse tão bestial assim. Aos poucos, ia conseguir moldar minha mãe ao meu gosto e prazer, mas não seria de forma brusca.
Ela me cumprimentou de um jeito muito carinhoso, com um beijo na bochecha, deixou o perfume gostoso dela impregnado em mim, minha mão roçou a parte baixa das costas dela e se apoiou numa das bundas dela, sem tirar minha mão de lá, enfiei nela.
Levei ela pra conhecer o escritório e contei o que eu fazia, ela com um sorriso tímido, prestava atenção em tudo que eu falava, eu guiava ela com a mão na bunda dela, e ela não parecia se importar.
P: então mãe, o que você achou?..
G: muito gostoso, filho...
P: valeu.. acho que cê veio pra saber qual trampo eu te ofereci, né?
G: siim... cê sabe... falei com o Mario e disse que ia começar a trabalhar... e sabe... é difícil quando não tem experiência... e já é muito velha que nem eu...
P: calma, mãe... te entendo... o trampo que tô te oferecendo é bem simples... não é muita grana, mas você vai passar tempo comigo... quero que você seja minha secretária pessoal.
G: tá bom... aceitei...
P: genial... amanhã vem, gostosa... e começa a trabalhar comigo...
Depois disso, me ofereci pra levar ela até em casa. Enquanto a gente viajava, parei num caixa eletrônico pra depositar uma grana, minha véia me esperou no carro enquanto eu resolvia minhas coisas. Quando terminei, olhei pro meu carro e vi como minha mãe se olhava no espelho do carro e arrumava o decote, pra fazer os peitões dela se destacarem.
Saí do caixa eletrônico e voltei pro carro, olhei pra minha mãe que agora tinha mostrado mais decote do que antes, fiquei de olho nos peitos dela e sorri com uma intenção maliciosa. Meu tesão acendeu naquela hora, liguei o carro e antes de chegar parei na esquina da casa dela, puxei o freio de mão. Minha mãe olhava pro chão e as mãos dela não paravam de se mexer.
P: beleza, mãe... chegamos... agora você vai trabalhar pra mim... vamos nos ver mais vezes... cê curte a ideia?
G: muito filho da puta...
P: sabe... eu sei que não é muita grana que tô oferecendo... mas se você precisar, a gente pode chegar num meio-termo que dá pra deixar nós dois satisfeitos... tudo depende do que você tá disposta a fazer...
G: como.. que?
Passei meu braço no ombro dela e fiquei acariciando, delicadamente, com minha outra mão peguei a dela e coloquei na minha virilha, ela não me impediu e, com timidez, começou a acariciar meu volume. Minha mão foi até o decote dela e enfiei a mão nos peitos dela, ela tinha uns peitos muito macios e gostosos.
Abri o zíper da calça, peguei na cabeça dela e fiz ela se inclinar, minha mãe terminou de tirar minha rola da calça e enfiou na boca dela.
Essa sensação de prazer foi melhor que da última vez, agora a parada não foi tão apressada como antes, minha mãe tirou o tempo dela pra chupar minha pica da cabeça até as bolas.
Não imaginava que minha mãe fosse tão boa no boquete, chefe. Deitei minha cabeça no banco e fechei os olhos, e ela não parava de chupar.
P: ahhh... gostosa... ahhhggg... mais forte...
Os lábios dela apertaram com força a cabeça da minha glande e ela tirou da boca tão rápido que fez um barulho de sucção.
Tava curioso pra ver o que ela usava, então aproveitei que ela tava inclinada e meti a mão pra agarrar a bunda dela. Dava pra ver a fio dental florida que ela tava vestindo, como me excitou. Peguei ela pela cabeça e enfiei na minha pica, ela se assustou um pouco porque deu pra ouvir ela engasgar com o meu pau.


Minha mãe se levantou, me olhou enquanto eu me masturbava e pediu pra eu deixar ela fazer do jeito que ela sabe, e meteu meu pau de volta na boca dela.


Tentei enfiar um dedo no cu dela, mas quando tava quase gozando, vi que o Mario abriu a porta da casa dele. De onde eu tava, ele não conseguia nos ver, mas dava pra ver que ele tava puto pra caralho. Ele ficou parado ali na porta, provavelmente esperando a minha velha. Minha mãe não tinha percebido nada e continuou chupando como se fosse nada, mas eu fiquei bem desconcertado e pedi pra ela parar.
G: que... o que foi?
P: tá ali te esperando...
G: aahh meu deus... ele deve estar puto...
P: você vai ir?
G: não tenho outra escolha... amanhã a gente se vê...
De forma bem disfarçada, ela desceu do carro e foi andando até a casa dela. Eu fiquei pra ver a situação. O Mario não percebeu de onde ela saiu, mas dava pra ver que ele tava puto pra caralho. Assim que viu ela, começou a gritar até ela entrar em casa.
No dia seguinte, quando cheguei no meu escritório, fiquei esperando ansioso pela ligação dela, queria saber até onde minha mãe estaria disposta a ir pra manter o casamento dela e acertar as coisas comigo. As horas passavam e, cada vez que eu atendia o telefone, esperava ouvir a voz dela do outro lado. Quando percebia que não era ela, ficava bem decepcionado e meio puto, com vontade de ligar pra ela e mandar um monte de merda, mas me segurava, sabendo que mais cedo ou mais tarde ela ia me ligar. Tinha certeza disso, mas a ansiedade tava me matando.
Meu dia tinha chegado ao fim, eram 7 da noite e eu me preparava pra voltar pra casa e descansar um pouco depois de um dia tão longo. Enquanto arrumava os papéis e pegava o dinheiro pra fazer um depósito, a campainha do meu escritório toca. Atendi pelo interfone, achei que era o advogado do meu tio que tinha esquecido uma pasta com os contratos, mas quando ouvi a voz tímida da minha mãe do outro lado, meu coração começou a acelerar. Não podia acreditar, minha própria mãe voltou por mais. Eu já tinha me conformado que não ia vê-la de novo, a menos que eu fosse buscá-la. Me firmei, pra ela não perceber minha emoção por ela, e com uma voz séria e seca mandei ela subir.
Quando ela chegou, eu abri a porta. Ela tava linda na roupa casual dela, uma calça jeans, uma camiseta branca bem justa no corpinho gostoso dela, que deixava ver os detalhes do sutiã. O cabelo dela tava meio úmido e com uma maquiagem leve, era óbvio que ela tinha se preparado pra mim.
Tentava resistir aos meus impulsos de agarrar ela e foder com força em cima da mesa do escritório, e acho que ela teria aceitado, mas não queria que tudo fosse tão bestial assim. Aos poucos, ia conseguir moldar minha mãe ao meu gosto e prazer, mas não seria de forma brusca.
Ela me cumprimentou de um jeito muito carinhoso, com um beijo na bochecha, deixou o perfume gostoso dela impregnado em mim, minha mão roçou a parte baixa das costas dela e se apoiou numa das bundas dela, sem tirar minha mão de lá, enfiei nela.
Levei ela pra conhecer o escritório e contei o que eu fazia, ela com um sorriso tímido, prestava atenção em tudo que eu falava, eu guiava ela com a mão na bunda dela, e ela não parecia se importar.
P: então mãe, o que você achou?..
G: muito gostoso, filho...
P: valeu.. acho que cê veio pra saber qual trampo eu te ofereci, né?
G: siim... cê sabe... falei com o Mario e disse que ia começar a trabalhar... e sabe... é difícil quando não tem experiência... e já é muito velha que nem eu...
P: calma, mãe... te entendo... o trampo que tô te oferecendo é bem simples... não é muita grana, mas você vai passar tempo comigo... quero que você seja minha secretária pessoal.
G: tá bom... aceitei...
P: genial... amanhã vem, gostosa... e começa a trabalhar comigo...
Depois disso, me ofereci pra levar ela até em casa. Enquanto a gente viajava, parei num caixa eletrônico pra depositar uma grana, minha véia me esperou no carro enquanto eu resolvia minhas coisas. Quando terminei, olhei pro meu carro e vi como minha mãe se olhava no espelho do carro e arrumava o decote, pra fazer os peitões dela se destacarem.
Saí do caixa eletrônico e voltei pro carro, olhei pra minha mãe que agora tinha mostrado mais decote do que antes, fiquei de olho nos peitos dela e sorri com uma intenção maliciosa. Meu tesão acendeu naquela hora, liguei o carro e antes de chegar parei na esquina da casa dela, puxei o freio de mão. Minha mãe olhava pro chão e as mãos dela não paravam de se mexer.
P: beleza, mãe... chegamos... agora você vai trabalhar pra mim... vamos nos ver mais vezes... cê curte a ideia?
G: muito filho da puta...
P: sabe... eu sei que não é muita grana que tô oferecendo... mas se você precisar, a gente pode chegar num meio-termo que dá pra deixar nós dois satisfeitos... tudo depende do que você tá disposta a fazer...
G: como.. que?
Passei meu braço no ombro dela e fiquei acariciando, delicadamente, com minha outra mão peguei a dela e coloquei na minha virilha, ela não me impediu e, com timidez, começou a acariciar meu volume. Minha mão foi até o decote dela e enfiei a mão nos peitos dela, ela tinha uns peitos muito macios e gostosos.
Abri o zíper da calça, peguei na cabeça dela e fiz ela se inclinar, minha mãe terminou de tirar minha rola da calça e enfiou na boca dela.
Essa sensação de prazer foi melhor que da última vez, agora a parada não foi tão apressada como antes, minha mãe tirou o tempo dela pra chupar minha pica da cabeça até as bolas.
Não imaginava que minha mãe fosse tão boa no boquete, chefe. Deitei minha cabeça no banco e fechei os olhos, e ela não parava de chupar.
P: ahhh... gostosa... ahhhggg... mais forte...
Os lábios dela apertaram com força a cabeça da minha glande e ela tirou da boca tão rápido que fez um barulho de sucção.
Tava curioso pra ver o que ela usava, então aproveitei que ela tava inclinada e meti a mão pra agarrar a bunda dela. Dava pra ver a fio dental florida que ela tava vestindo, como me excitou. Peguei ela pela cabeça e enfiei na minha pica, ela se assustou um pouco porque deu pra ouvir ela engasgar com o meu pau.


Minha mãe se levantou, me olhou enquanto eu me masturbava e pediu pra eu deixar ela fazer do jeito que ela sabe, e meteu meu pau de volta na boca dela.


Tentei enfiar um dedo no cu dela, mas quando tava quase gozando, vi que o Mario abriu a porta da casa dele. De onde eu tava, ele não conseguia nos ver, mas dava pra ver que ele tava puto pra caralho. Ele ficou parado ali na porta, provavelmente esperando a minha velha. Minha mãe não tinha percebido nada e continuou chupando como se fosse nada, mas eu fiquei bem desconcertado e pedi pra ela parar.
G: que... o que foi?
P: tá ali te esperando...
G: aahh meu deus... ele deve estar puto...
P: você vai ir?
G: não tenho outra escolha... amanhã a gente se vê...
De forma bem disfarçada, ela desceu do carro e foi andando até a casa dela. Eu fiquei pra ver a situação. O Mario não percebeu de onde ela saiu, mas dava pra ver que ele tava puto pra caralho. Assim que viu ela, começou a gritar até ela entrar em casa.
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