Minha vida inteira morei no mesmo prédio. Quando era moleque (dos 12 aos 16 anos, mais ou menos), morava um amigo da mesma idade do meu lado. Nossos pais trabalhavam, então a gente sempre tava na minha casa ou na dele, jogando qualquer coisa que desse, porque em apartamento é foda achar entretenimento. Até que um dia, vendo pornô, descobrimos que tínhamos uma fonte infinita de diversão. Primeiro começou com punhetas cruzadas e umas boquetas, e depois a gente acabou se comendo igual uns loucos, o dia inteiro, até na sacada. Várias vezes chamamos os colegas de escola dele pra participar. Noutro relato vou detalhar essas experiências lindas. Tudo era perfeito até os pais dele se separarem e ele se mudar. Já fazem 15 anos. Ele seguiu a vida dele, formou uma família. Eu guardei tudo aquilo e enfiei num armário, finjo ser hétero. De vez em quando ia no cinema pornô pra arrancar leite de algum cara, mas agora, com essa situação que a gente vive, nem isso. Ontem à tarde, depois de tanto tempo, vi meu amigo Gustavo. Ele veio visitar o pai dele, que ainda mora lá. Perguntei como ele tava e com quem veio. Ele disse que tava sozinho, e como eu também tava, convidei ele pra ir na minha casa ver um jogo de futebol que ia começar. Ele aceitou o convite, e a gente começou a falar da vida, a contar as coisas. Notei que ele evitava tocar no assunto das nossas safadezas, e quando eu tentava puxar o assunto, via que ele ficava desconfortável. Eu adorava deixar ele sem graça. Ele ficava vermelho, e isso me enlouquecia. Lembrava de todas aquelas tardes, e meu pau ficava duro enquanto ele falava do trabalho dele. Não aguentei mais e perguntei: "Gus, deixa eu chupar seu pau como antes?" Ele riu e disse: "Você lembra?? Haha, que loucura." E ficou em silêncio. Expliquei que não era brincadeira e me ajoelhei aos pés dele, esperando o que ele ia fazer. E aconteceu, simplesmente. Ele pegou na minha nuca e levou minha boca até a virilha dele: "Lambe por cima da calça, igual você fez na primeira vez." Chupei tanto aquela braguilha que quase rasguei ela. Senti como se ele parava e ia embora, e aquele volume ia inchando mais e mais, enquanto ele me contava o quanto custou se afastar de mim. Ele deu um toque sentimental na parada, coisa que antes não rolava, e isso me deixava mais excitada ainda. Ele se levantou, eu abaixei a calça dele e lá estava: aquela pica que me deixava tão louca. Obviamente, nas dimensões, muito maior, cabeçuda, vermelha e cheia de veias, quente igual minha buceta naquele momento. Chupei com tanta vontade que tava apressando a gozada, ele me segurou e me levantou, pediu uma camisinha que eu já tinha na mão porque sabia que ia ser assim, e começou a me comer. Doeu pra caralho porque não me dilatei nada, mas tava tão excitada que aguentei. Ele deu uns dez bombadas e gozou, terminou chupando meu pescoço por trás enquanto me punhetava, e aí eu gozei. Que tarde gostosa que passei. Gustavo se despediu e foi embora sem dizer nada além de "tchau, gordo, nos vemos". Tomara que volte logo pra ver o pai dele. Como eu sentia falta da mamadeira, pelo amor de Deus... e como sentia falta da respiração do Gus nas minhas costas.
1 comentários - Recordando o começo