Tudo começou quando eu tinha uns 15 anos, mais ou menos, e tinha que estudar, mas também precisava trabalhar meio período. Um vizinho comentou que precisava de alguém pra ajudar com a manutenção da casa dele e também com outras tarefas, tipo passear com os cachorros. O cara já tinha uns 55 a 60 anos, mais ou menos, e eu cheguei lá. Ele falou: "E aí, Jerry, pronto pra meter a mão na massa?" E eu respondi que sim. Eu fazia os serviços e aprendia, mas o velho, toda oportunidade que tinha, passava a mão no meu ombro. Além disso, às vezes ele fazia questão de eu ver o pau dele. Ele se trocava com as persianas abertas enquanto eu podava o jardim, essas coisas.
Comecei a ficar mais à vontade com ele, porque depois de um tempo, se eu terminava o que ele pedia, ele me deixava descansar, usar a TV ou o computador dele. Um dia, ele falou: "Vou sair, volto já. Pode ver TV ou comer alguma coisa." Entrei, liguei a TV, escolhi um canal, mas notei que o DVD estava ligado, pausado. Mudei pro DVD e era um filme pornô. Ainda lembro: era sobre duas loiras e um negão, e tava parado bem na parte em que elas estavam chupando ele. Apertei o play e o volume tava alto. Fiquei nervoso, abaixei na hora, mas ele já tava na porta, olhando. Ele disse, meio sorrindo: "Esqueci de desligar e tirar o DVD." Eu, envergonhado, não falei nada, mas tava com um pau duro do caralho. Ele entrou, sentou do meu lado e perguntou: "Que tal a gente assistir junto?" Não consegui responder, mas o tesão me fez dizer que sim.
De repente, ele desabotoa a calça e começa a se masturbar. E fala: "Vai, você também, bate uma sem vergonha." O pau dele era grosso, com a cabeça grande, e as bolas também eram enormes. Eu não conseguia evitar de olhar, e ele, vendo que eu não tava me masturbando, chegou perto e disse: "Me ajuda?" Pegou na minha mão e colocou no pau dele. Tava tão duro e grande na minha mão. Pouco depois, ele falou: "Vem, senta no meu peito" — tipo um 69, mas eu sentado com a bunda na boca dele, enquanto batia uma pra ele com as mãos. A língua dele na minha buceta era uma delícia, e ele acariciava Nalgas e abria elas, depois meteu um dedo e no filme de novo chupavam o preto. Então, masturbando ele igual no filme, comecei a chupar ele, mas ele gozou na minha boca, tinha um gosto doce. E ele me pediu desculpa por isso, disse que não achava que eu ia topar chupar ele. E assim começamos a ter encontros onde eu chupava ele e ele chupava minha buceta. Depois me dava meias, calcinhas fio dental, tangas de mulher, etc... Até tênis, e isso era tão excitante que praticamente todo dia que eu trabalhava com ele, eu terminava vestido de lingerie, chupando ele, lambendo o esperma dele e com a buceta bem chupada. Foi assim até terminar aquele ano letivo e me mandaram estudar fora, onde, se vocês gostaram da história, vou contar de outros encontros que tive até meus 20 anos...
Comecei a ficar mais à vontade com ele, porque depois de um tempo, se eu terminava o que ele pedia, ele me deixava descansar, usar a TV ou o computador dele. Um dia, ele falou: "Vou sair, volto já. Pode ver TV ou comer alguma coisa." Entrei, liguei a TV, escolhi um canal, mas notei que o DVD estava ligado, pausado. Mudei pro DVD e era um filme pornô. Ainda lembro: era sobre duas loiras e um negão, e tava parado bem na parte em que elas estavam chupando ele. Apertei o play e o volume tava alto. Fiquei nervoso, abaixei na hora, mas ele já tava na porta, olhando. Ele disse, meio sorrindo: "Esqueci de desligar e tirar o DVD." Eu, envergonhado, não falei nada, mas tava com um pau duro do caralho. Ele entrou, sentou do meu lado e perguntou: "Que tal a gente assistir junto?" Não consegui responder, mas o tesão me fez dizer que sim.
De repente, ele desabotoa a calça e começa a se masturbar. E fala: "Vai, você também, bate uma sem vergonha." O pau dele era grosso, com a cabeça grande, e as bolas também eram enormes. Eu não conseguia evitar de olhar, e ele, vendo que eu não tava me masturbando, chegou perto e disse: "Me ajuda?" Pegou na minha mão e colocou no pau dele. Tava tão duro e grande na minha mão. Pouco depois, ele falou: "Vem, senta no meu peito" — tipo um 69, mas eu sentado com a bunda na boca dele, enquanto batia uma pra ele com as mãos. A língua dele na minha buceta era uma delícia, e ele acariciava Nalgas e abria elas, depois meteu um dedo e no filme de novo chupavam o preto. Então, masturbando ele igual no filme, comecei a chupar ele, mas ele gozou na minha boca, tinha um gosto doce. E ele me pediu desculpa por isso, disse que não achava que eu ia topar chupar ele. E assim começamos a ter encontros onde eu chupava ele e ele chupava minha buceta. Depois me dava meias, calcinhas fio dental, tangas de mulher, etc... Até tênis, e isso era tão excitante que praticamente todo dia que eu trabalhava com ele, eu terminava vestido de lingerie, chupando ele, lambendo o esperma dele e com a buceta bem chupada. Foi assim até terminar aquele ano letivo e me mandaram estudar fora, onde, se vocês gostaram da história, vou contar de outros encontros que tive até meus 20 anos...
2 comentários - Por que querer ser sissy