No instituto, existe aquele clássico garoto mau. Ele está quatro anos e meio na minha frente; é gato, alto e, pelo que pude perceber, vai pra academia direto. É de família bem de vida, como todo mundo que estuda aqui. Ele só vai ficar esse ano, porque ano que vem vai pra Cidade do México estudar na UVM. É daqueles caras que fazem o que querem, quando querem, dominam o lugar onde estão sem precisar falar. Todas as minas são loucas por ele, muitas dão a buceta só por uma noite e já se sentem realizadas. Se ele gosta de uma garota, nem liga se ela tem namorado e se o cara tá por perto, ele vai e seduz a mina. É um macho alfa completo. E eu, sendo a mais gostosa e popular do instituto, era natural que a gente namorasse (não falo por metida, fizeram uma enquete há um tempo).
A gente tá junto há só alguns meses e até agora foi só diversão com ele. Toda vez que me vê na escola, me dá um tapão na bunda e me beija como se fosse a última vez. Não liga se tô com minhas amigas ou colegas de sala. Direto, na saída da escola, ele me espera no carro do pai dele e, se não tem ninguém na casa dele, me leva pra lá e vamos direto pra cama. WOOOWW pra idade dele, ele é muito bom na cama. Ainda não chega nos caras que eu costumo pegar, mas não fica muito atrás. Ele tem uma rola levemente curvada, o suficiente pra quando ele tá me comendo de putinha, a rola dele estimular meu ponto G. Ele me guia com autoridade, sem medo, e tira de mim tudo que quer até ficar satisfeito, e isso me faz ter orgasmo atrás de orgasmo.
Ele curte muito festas, e prefere as que são em casa, e vive me chamando pra ficar com ele. Nem sempre dá, porque como sou popular, não falta quem me convide pra sair. Mas quando vou com ele, ele sempre me segura pela cintura e me dá um tapinha leve na bunda quando quer alguma coisa, assim marca território. O que eu gosto é que com os amigos dele ele não é ciumento. Uma vez, eles estavam vendo um Partida de futebol, eu tava sentada no colo dele, e um dos amigos dele fez uma aposta contra ele: se meu namorado ganhasse, o amigo teria que dar a jaqueta de couro pra ele; se perdesse, eu teria que beijar o amigo. Quando ouvi tudo isso, fiquei chocada, não esperava. Mesmo o amigo não sendo nada feio, eu não tava segura do que tava rolando, me sentia (por algum motivo) lisonjeada por ser o prêmio, mas ainda assim não tava totalmente confortável com aquilo. Meu namorado perdeu a aposta, todos os amigos e amigas fizeram barulho, cantando em coro: "beijo, beijo, beijo!" Eu não conseguia me mexer até que meu namorado deu um tapinha na minha bunda e falou no meu ouvido: "Não me faz passar vergonha." Criei coragem, levantei, fiquei bem na frente do amigo dele e beijei ele. No começo fui meio desastrada de nervoso, sentia a língua dele entrando na minha boca, ouvia os aplausos e tal, me relaxei e minha língua encontrou a dele. Não sei quanto tempo ficamos nos beijando, mas foi um tempão. E em todas as festas, sem falta, ele me leva pro quarto dos donos da casa, só me pega pela mão e, não importa se eu tô conversando com alguém, me leva e me monta. Essa é a melhor parte.
Uma vez na escola, eu tava comendo com minhas amigas no refeitório do colégio, quando ele chega por trás, dá um tapinha na minha bunda — não forte, mas o suficiente pra eu dar um pulinho e gritar de susto —, me dá um beijo e me pega pela mão pra ir com ele. Sem dizer uma palavra, fomos pra trás de uma fileira de cadeiras, e ele começou a me beijar como se tivesse desesperado, enquanto a mão direita dele acariciava minha bunda, a outra mão segurava firme minha cabeça, nossas línguas se acariciando enquanto os dedos da mão direita dele percorriam de cima pra baixo (ou o que a saia permitia) a linha que divide minha bunda gostosa. Ele me esquentou tanto que eu já queria sentir a pica dele dentro de mim, acariciava o cabelo dele com a mão esquerda enquanto a outra foi descendo. Devagar, acariciando o corpo dela até chegar na virilha dela, apertei, tava duro que nem pedra, senti uma dor aguda na minha buceta faminta, mas não era nem lugar nem hora. Eu acariciava o pauzão dele por cima da calça, o dedo médio dele fazia pressão na entrada da minha bunda enquanto eu lamentava que o dedo não conseguisse entrar por causa da saia que impedia. Tudo acabou quando, ao longe, ouvimos a campainha que anunciava a volta das aulas, então, com fome de pica, me separei dele e fui pra minha sala com a promessa de que ele me levaria pra casa dele depois da aula.
Continuei meu dia escolar, conversando com minhas amigas, respondendo às mensagens de WhatsApp dos meus amigos e prestando meia atenção nos professores; faltava meia hora pra acabar a aula, quando a secretária do diretor bateu na porta da sala.
— Professor, desculpa interromper, mas o diretor precisa falar com a senhorita Andrea.
— Claro, sem problema. Senhorita, já pode pegar suas coisas, a tarefa é responder o questionário do livro de exercícios da página 42.
— Obrigada, professor.
Fabíola me olhava com cara de "o que foi?" Só dei de ombros porque não sabia de nada. Saí da sala, andei pelo corredor do segundo andar do instituto, desci as escadas, andei mais um pouco e entrei nas secretarias, a secretária não estava, ouvi vozes dentro do escritório dele, me aproximei e bati na porta com os nós dos dedos.
— Posso entrar?
— Pode, entra — abri a porta. O diretor tava sentado na mesa dele, do lado do escritório, numa mesinha de trabalho encostada, estava meu professor de química — senta, por favor.
— Pra que que eu sou boa?
— Pra muitas coisas — ao falar isso, o olhar dele percorreu todo o meu corpo sem disfarçar. Que porra tá rolando aqui? — Como tão as suas matérias?
— Bem, bem.
— Vejo no seu histórico que suas notas são meio irregulares, em matemática você tem 10 em todos os períodos e provas, mas em matérias como História tem 6 e 7. Pode me explicar isso?
Porra! Será que ela desconfia que eu transo com o professor de matemática por notas? E se for isso, o que o de química tá fazendo aqui? Vão querer me chantagear com sexo? Com certeza.
-Eu gosto de matemática.
-Mmmm… Entendo.
-Também percebemos as amostras de carinho que você tem com seu namorado.
-Não entendi, tô em algum problema? Por que se for assim, seria melhor falar com meu pai?
-Acho que não, a menos que você faça disso um problema, eu chamaria de relação com benefícios mútuos.
Sexo!
-Benefícios mútuos? Em partes iguais? -Ao falar essas duas perguntas, cruzei minhas pernas deixando à vista dos dois mais do que é socialmente permitido.
-Te falei que a garota é muito inteligente e esperta -Diz meu professor de química se levantando atrás de mim e colocando as mãos nos meus ombros- mas nós também somos, e nós, Rachel, percebemos que poderíamos nos divertir e ao mesmo tempo te ajudar com suas notas -Ele começou a me dar uma massagem gostosa com seus dedos habilidosos que me relaxou na hora. Se ele faz isso só com os dedos, imagina com o corpo todo?
-Como seria essa diversão juntos?
-Não se faça de sonsa, o que a gente quer é te foder.
-E se eu não quiser?
-Não vai acontecer nada, a gente não gosta de problemas. -as mãos do meu professor de química já estavam acariciando meus peitos.
-Vai ficar só entre nós?
-Isso mesmo, a menos que você queira convidar uma das suas amigas.
-Preciso pensar.
-Pensar? Não pensa muito, só aproveita e é isso -me levantei e comecei a andar em direção à porta.
-Vou pensar.
E na porta, levei um tapa na bunda do meu professor de química. A verdade é que não esperava, e saí como se nada tivesse acontecido.
Já fora das salas, todos os alunos estavam saindo das suas aulas.
-Andrea!!! -Ouvi ao longe a voz da minha amiga me gritando, balançando as mãos enquanto descia as escadas- O que o diretor queria com você?
-Nada, parece que meu pai esqueceu de pagar a colegiatura -Foi a primeira coisa que me veio na cabeça inventar -O que é que acabou de acontecer? -Hahahaha você é uma coitada!!!
-Cala a boca! Você bem sabe que eu tenho pra isso e mais.
Já na porta do colégio, todas as meninas estavam reunidas, planejando pra onde ir comer, quando sinto uma palmada na bunda e, ao me virar pra ver quem era, recebo um beijo forte do meu namorado. Meu grito de surpresa se perdeu na garganta dele. As meninas, entre risadas e zoação, diziam: "Um hotel, por favor!", "Se usar ela, tem que me pagar primeiro", e um monte de outras coisas. Enquanto isso, eu sentia a mão dele descendo perigosamente pra minha bunda.
-Ei!!! Aqui não -dou um tapa na mão dele -você passou dos limites hahaha me assustou.
-Não consigo evitar, você tem uma bunda linda.
-Obrigada.
-Vamos pra minha casa.
-Não posso.
-Não tô te perguntando -Sem me dar tempo de responder, ele me puxou pelo braço e começamos a andar.
-Destrói ela, campeão!!!
-Com tudo, matador!!!
Chegamos até onde estava o carro que o pai dele empresta. É uma BMW branca de quatro portas; ele me leva até a porta do carona e abre pra mim, me dando uma palmada na bunda enquanto me acomodo no meu lugar. Ele vai pro dele e começamos a viagem.
Ao chegar na casa dele, ele apertou um botão no carro que fez o portão da garagem abrir. Entramos, nós dois descemos do carro e depois entramos na casa dele.
-Não tem ninguém?
-Não, meu pai deve estar trabalhando -Ele me pegou pela mão e me levou pelas escadas direto pro quarto dele -e minha mãe deve estar com a irmã dela.
Ele abriu a porta do quarto e, colocando uma mão na minha bunda, me empurrou pra dentro. Deixei cair minha mochila, me virei e me abracei no pescoço dele. Beijei ele, enfiando minha língua enquanto acariciava o cabelo dele; no mesmo ritmo das mãos dele nos meus peitos.
Pela idade dele, acho que ele ainda não tinha experiência suficiente pra tirar minha roupa sem tanta dificuldade, ou talvez estivesse desesperado pra me ver pelada, sei lá. Já nus os dois, me deitei no meio da cama e abri as pernas. Ele, como uma pantera segundos antes de atacar, foi de quatro até ficar em cima de mim. de mim; pega essa sua pica
bem grande, masturbei ela com as duas mãos enquanto olhava nos olhos dele
sorrindo.
– Tá gostando?
– Adoro.
– Como é que você é tão puta?
Quem te fez uma expert em rolas?
– Isso importa?
– A verdade é que não, só era
curiosidade, haaaaa!!!!…. – Soltou um gemido quando comecei a acariciar as
bolas dele com uma mão.
– Você tem elas grandes, hehehe.
– Você não tá nada mal. Adoro
seus peitos – começou a chupar meu mamilo esquerdo – tem um gostinho delicioso.
– OOOUUUHH!!!!
– Encaixa minha pica na sua
bucetinha.
– Mmmmmmmmmm…
– Isso aí. Adoro que minhas
putas sejam obedientes.
Começou a empurrar a pica pra
dentro, fazia com força, mas a entrada era lenta por causa do quanto minha
buceta é apertada; a cara dele era uma mistura
entre dor, prazer e concentração. Da minha
parte sentia um pouco de dor por ser a primeira enfiada, essa é a merda de ser apertada,
mas eu aguento porque assim que minha buceta (ou cu, dependendo do caso)
se acostuma, é só gozar e gozar.
Me beijava o pescoço, o que me
provocava choques elétricos que se misturavam com os que saíam da minha buceta.
Minhas pernas não paravam de tremer de prazer por sentir uma pica dentro,
de vez em quando eu cravava as unhas nas costas dele até que finalmente
ele tinha a pica toda dentro de mim.
Ficou parado por um momento,
aproveitando o calor e o conforto que minha buceta dá pros visitantes, dava pra
sentir as bolas dele pulsando na entrada da minha xerequinha, dava pra sentir
as batidas do coração dele na pica.
– Você é muito gostosa, Andrea.
– Ooouuuuuuhh!!!!
– Que buceta gostosa você tem.
Tirou só a metade da pica
pra depois voltar pra dentro, começou devagar, tomando o tempo dele pra provar
cada centímetro de mim.
– Oooohhh… – Eu reclamava a cada
enfincada – uuuuufff.. – descansava quando ele tirava. – OOUUUHHH... – começou
a se mover mais rápido – Haaaaaaa!!!!!… – quanto mais rápidas as estocadas, mais
rápida era minha respiração, minha buceta já tinha se acostumado com o tamanho dele, abri
mais as pernas pra facilitar o trabalho dele, a mão direita dele foi direto apertando meu seio esquerdo -hhhhaaaaaaa hhhhaaaaaa hhhhaaaaa hhhhaaaa hhhaaahhaaa haaa haa haa ha ha ha- já tava me comendo com toda força, os ovos dele batendo na entrada da minha buceta, meu corpo ficando cada vez mais tenso, num momento foi tanto prazer que sem conseguir evitar, minhas costas arquearam se soltando da cama -HHHOOOO SIIIIM!!! ASSIIIIM!!!... Meu orgasmo me pegou de surpresa, paralisando meu corpo todo e me deixando sem fôlego. Minha buceta apertava com mais força o pau dele, que não parava de entrar e sair a toda velocidade, perdi a noção do tempo, fui pra um lugar que pra mim é o paraíso, não sei quanto tempo passou.
Quando reagi foi porque minha buceta começou a doer um pouco, não é aquele tipo de dor que te faz sair correndo, é aquele tipo de dor que você quer sentir mais e mais. Tava de bruços, com o corpo todo na cama e meu namorado tava me comendo por cima de mim. Me agarrei no travesseiro que tava perto, não conseguia acreditar, mas outro orgasmo tava chegando a passos largos; meu namorado acariciava minhas costas e falava no meu ouvido.
-vadia, vadia, vadia, adoro te comer como uma vadia, como a vadia que você é.
-HHHHAAA!!! HHAAAAA!!!
-Que gostoso é sentir dentro de você.
De repente ele dá uma mordida leve no meu ombro, o que desencadeia outro orgasmo no meu corpo todo, meu gemido é longo, muito longo e agonizante, meus pés ficam duros, poderia dizer que até dói.
Ele tem pena de mim, me deixa descansar uns minutos ou segundos, não sei, mas o que eu sei é que ele não tira o pau de dentro de mim, quem tiraria? Na verdade, pensando bem, ninguém tira o pau até parar de sentir as contrações do meu corpo, isso também me agrada.
Ele se endireita, fazendo o pau sair de mim, me pega pela cintura e me puxa; não tenho muita força, minha cabeça fica grudada na cama fazendo minha bunda se levantar em toda sua glória. Ele acaricia minhas nádegas, minha cintura, minhas costas, minha nuca... Pega meu cabelo e arrumando ele em Uma buceta de cavalo dentro do punho dele me puxa com força, como só um macho faria. AAAAAHHHH!!! Eu solto um grito de dor e tesão… me apoio nos cotovelos, acho que era isso que ele queria, porque quando eu fiz, ele parou de puxar tão forte. Ele acaricia minha bunda com a mão, e depois com o pau dele; coloca entre meus lábios vaginais e mete até o fundo de uma só vez.
-AAAAAHHH!!! - meu gemido é longo, intenso, foi tão forte o prazer que quase me faz gozar de novo.
Ele começou com uma metida lenta, mas com estocadas fortes, sem piedade. Continuou assim por um tempo, enquanto com a mão esquerda me segurava pelo cabelo e a direita percorria meu corpo, minhas costas, peitos, pernas, de vez em quando me dava um tapa na bunda.
As estocadas dele cada vez eram mais rápidas, e eu podia sentir o corpo dele ficando tenso, o orgasmo dele estava chegando; meu prêmio: o leite dele na minha buceta estava por vir. Apertei os músculos da minha buceta com força, o que intensificou meu prazer e, sem planejar, tive outro orgasmo. -HAAAAA!!! SIIIII!!!!- gritei no meio do nirvana. As convulsões do meu corpo e da minha buceta foram suficientes para ele chegar ao orgasmo. Senti minha buceta se encher da essência de macho dele, me senti feliz, satisfeita, cheia, repleta de ter o leite dele dentro de mim.
Quando meus cinco sentidos voltaram ao normal, eu estava deitada de bruços na cama, e ele, estava em cima de mim. Ainda dentro da minha buceta; sentia a pulsação dos ovos dele pelo esforço feito. Depois de alguns minutos, quando nossa respiração já estava controlada, ele rolou saindo de mim, eu senti um pouco de dor, pelo jeito brusco que ele fez, mas agradecida porque ele é muito pesado pra mim. O leite dele começou a sair da minha buceta manchando os lençóis. Ele me deu um tapa na bunda dizendo:
-Já pode ir embora, puta, meu padrinho não demora pra chegar.
-Claro. Me dá uns minutos, hoje você esteve mais efusivo que o normal.
-Pra isso que você serve, pra ser comida, vagabunda.
-Obrigada!!!
Falamos de coisas irrelevantes: da escola, dos amigos dele, etc. Quando me levantei, um monte de porra escorreu pelas minhas pernas até os joelhos, ele não se vestiu, só colocou a cueca e ficou com as mãos atrás da cabeça me olhando me vestir. Já pronta pra sair, cheguei perto dele e beijei ele, ele não se mexeu, eu fiz tudo; enfiei a língua o mais fundo que dava. Quando virei pra sair, ele me deu um tapa na bunda, não falou nada e eu também não.
Por causa do calor e de tanto exercício, fui direto pra cozinha pegar um pouco de água. Fiquei chocada porque encontrei o pai dele na cozinha com um copo de suco de laranja.
— Bom dia, Andrea.
— Hããã, bom dia. Só passei pra pegar um pouco de água, e já vou indo. — Cheguei perto da jarra de água e ele se adiantou e me serviu.
— É, depois daquele escândalo todo, você precisa.
— Jijiji... Obrigada... Faz muito tempo que o senhor tá em casa?
— Sim, umas duas horas.
— Que horas são?
— 4:48 da tarde.
— Porra! Vou chegar atrasada!!! Já vou, valeu — e saí correndo.
— Se quiser, eu te levo! — Parei na porta da cozinha e, quando me toquei, vi que ele tava olhando pra minha bunda.
— Sério?
— Claro, lógico. — Ele virou o suco de uma vez só e veio até onde eu tava parada — Vamos. — Colocou a mão um pouco abaixo da minha cintura e me deu um empurrãozinho pra eu começar a andar na frente dele. Eu fiz isso, rebolando, sabendo que ele tava me olhando.
Já sabem, se quiserem me escrever, podem mandar praDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.jijiji, o e-mail é andreitar2013rica@gmail.com
Vou ler com prazer e responder.
A gente tá junto há só alguns meses e até agora foi só diversão com ele. Toda vez que me vê na escola, me dá um tapão na bunda e me beija como se fosse a última vez. Não liga se tô com minhas amigas ou colegas de sala. Direto, na saída da escola, ele me espera no carro do pai dele e, se não tem ninguém na casa dele, me leva pra lá e vamos direto pra cama. WOOOWW pra idade dele, ele é muito bom na cama. Ainda não chega nos caras que eu costumo pegar, mas não fica muito atrás. Ele tem uma rola levemente curvada, o suficiente pra quando ele tá me comendo de putinha, a rola dele estimular meu ponto G. Ele me guia com autoridade, sem medo, e tira de mim tudo que quer até ficar satisfeito, e isso me faz ter orgasmo atrás de orgasmo.
Ele curte muito festas, e prefere as que são em casa, e vive me chamando pra ficar com ele. Nem sempre dá, porque como sou popular, não falta quem me convide pra sair. Mas quando vou com ele, ele sempre me segura pela cintura e me dá um tapinha leve na bunda quando quer alguma coisa, assim marca território. O que eu gosto é que com os amigos dele ele não é ciumento. Uma vez, eles estavam vendo um Partida de futebol, eu tava sentada no colo dele, e um dos amigos dele fez uma aposta contra ele: se meu namorado ganhasse, o amigo teria que dar a jaqueta de couro pra ele; se perdesse, eu teria que beijar o amigo. Quando ouvi tudo isso, fiquei chocada, não esperava. Mesmo o amigo não sendo nada feio, eu não tava segura do que tava rolando, me sentia (por algum motivo) lisonjeada por ser o prêmio, mas ainda assim não tava totalmente confortável com aquilo. Meu namorado perdeu a aposta, todos os amigos e amigas fizeram barulho, cantando em coro: "beijo, beijo, beijo!" Eu não conseguia me mexer até que meu namorado deu um tapinha na minha bunda e falou no meu ouvido: "Não me faz passar vergonha." Criei coragem, levantei, fiquei bem na frente do amigo dele e beijei ele. No começo fui meio desastrada de nervoso, sentia a língua dele entrando na minha boca, ouvia os aplausos e tal, me relaxei e minha língua encontrou a dele. Não sei quanto tempo ficamos nos beijando, mas foi um tempão. E em todas as festas, sem falta, ele me leva pro quarto dos donos da casa, só me pega pela mão e, não importa se eu tô conversando com alguém, me leva e me monta. Essa é a melhor parte.
Uma vez na escola, eu tava comendo com minhas amigas no refeitório do colégio, quando ele chega por trás, dá um tapinha na minha bunda — não forte, mas o suficiente pra eu dar um pulinho e gritar de susto —, me dá um beijo e me pega pela mão pra ir com ele. Sem dizer uma palavra, fomos pra trás de uma fileira de cadeiras, e ele começou a me beijar como se tivesse desesperado, enquanto a mão direita dele acariciava minha bunda, a outra mão segurava firme minha cabeça, nossas línguas se acariciando enquanto os dedos da mão direita dele percorriam de cima pra baixo (ou o que a saia permitia) a linha que divide minha bunda gostosa. Ele me esquentou tanto que eu já queria sentir a pica dele dentro de mim, acariciava o cabelo dele com a mão esquerda enquanto a outra foi descendo. Devagar, acariciando o corpo dela até chegar na virilha dela, apertei, tava duro que nem pedra, senti uma dor aguda na minha buceta faminta, mas não era nem lugar nem hora. Eu acariciava o pauzão dele por cima da calça, o dedo médio dele fazia pressão na entrada da minha bunda enquanto eu lamentava que o dedo não conseguisse entrar por causa da saia que impedia. Tudo acabou quando, ao longe, ouvimos a campainha que anunciava a volta das aulas, então, com fome de pica, me separei dele e fui pra minha sala com a promessa de que ele me levaria pra casa dele depois da aula.
Continuei meu dia escolar, conversando com minhas amigas, respondendo às mensagens de WhatsApp dos meus amigos e prestando meia atenção nos professores; faltava meia hora pra acabar a aula, quando a secretária do diretor bateu na porta da sala.
— Professor, desculpa interromper, mas o diretor precisa falar com a senhorita Andrea.
— Claro, sem problema. Senhorita, já pode pegar suas coisas, a tarefa é responder o questionário do livro de exercícios da página 42.
— Obrigada, professor.
Fabíola me olhava com cara de "o que foi?" Só dei de ombros porque não sabia de nada. Saí da sala, andei pelo corredor do segundo andar do instituto, desci as escadas, andei mais um pouco e entrei nas secretarias, a secretária não estava, ouvi vozes dentro do escritório dele, me aproximei e bati na porta com os nós dos dedos.
— Posso entrar?
— Pode, entra — abri a porta. O diretor tava sentado na mesa dele, do lado do escritório, numa mesinha de trabalho encostada, estava meu professor de química — senta, por favor.
— Pra que que eu sou boa?
— Pra muitas coisas — ao falar isso, o olhar dele percorreu todo o meu corpo sem disfarçar. Que porra tá rolando aqui? — Como tão as suas matérias?
— Bem, bem.
— Vejo no seu histórico que suas notas são meio irregulares, em matemática você tem 10 em todos os períodos e provas, mas em matérias como História tem 6 e 7. Pode me explicar isso?
Porra! Será que ela desconfia que eu transo com o professor de matemática por notas? E se for isso, o que o de química tá fazendo aqui? Vão querer me chantagear com sexo? Com certeza.
-Eu gosto de matemática.
-Mmmm… Entendo.
-Também percebemos as amostras de carinho que você tem com seu namorado.
-Não entendi, tô em algum problema? Por que se for assim, seria melhor falar com meu pai?
-Acho que não, a menos que você faça disso um problema, eu chamaria de relação com benefícios mútuos.
Sexo!
-Benefícios mútuos? Em partes iguais? -Ao falar essas duas perguntas, cruzei minhas pernas deixando à vista dos dois mais do que é socialmente permitido.
-Te falei que a garota é muito inteligente e esperta -Diz meu professor de química se levantando atrás de mim e colocando as mãos nos meus ombros- mas nós também somos, e nós, Rachel, percebemos que poderíamos nos divertir e ao mesmo tempo te ajudar com suas notas -Ele começou a me dar uma massagem gostosa com seus dedos habilidosos que me relaxou na hora. Se ele faz isso só com os dedos, imagina com o corpo todo?
-Como seria essa diversão juntos?
-Não se faça de sonsa, o que a gente quer é te foder.
-E se eu não quiser?
-Não vai acontecer nada, a gente não gosta de problemas. -as mãos do meu professor de química já estavam acariciando meus peitos.
-Vai ficar só entre nós?
-Isso mesmo, a menos que você queira convidar uma das suas amigas.
-Preciso pensar.
-Pensar? Não pensa muito, só aproveita e é isso -me levantei e comecei a andar em direção à porta.
-Vou pensar.
E na porta, levei um tapa na bunda do meu professor de química. A verdade é que não esperava, e saí como se nada tivesse acontecido.
Já fora das salas, todos os alunos estavam saindo das suas aulas.
-Andrea!!! -Ouvi ao longe a voz da minha amiga me gritando, balançando as mãos enquanto descia as escadas- O que o diretor queria com você?
-Nada, parece que meu pai esqueceu de pagar a colegiatura -Foi a primeira coisa que me veio na cabeça inventar -O que é que acabou de acontecer? -Hahahaha você é uma coitada!!!
-Cala a boca! Você bem sabe que eu tenho pra isso e mais.
Já na porta do colégio, todas as meninas estavam reunidas, planejando pra onde ir comer, quando sinto uma palmada na bunda e, ao me virar pra ver quem era, recebo um beijo forte do meu namorado. Meu grito de surpresa se perdeu na garganta dele. As meninas, entre risadas e zoação, diziam: "Um hotel, por favor!", "Se usar ela, tem que me pagar primeiro", e um monte de outras coisas. Enquanto isso, eu sentia a mão dele descendo perigosamente pra minha bunda.
-Ei!!! Aqui não -dou um tapa na mão dele -você passou dos limites hahaha me assustou.
-Não consigo evitar, você tem uma bunda linda.
-Obrigada.
-Vamos pra minha casa.
-Não posso.
-Não tô te perguntando -Sem me dar tempo de responder, ele me puxou pelo braço e começamos a andar.
-Destrói ela, campeão!!!
-Com tudo, matador!!!
Chegamos até onde estava o carro que o pai dele empresta. É uma BMW branca de quatro portas; ele me leva até a porta do carona e abre pra mim, me dando uma palmada na bunda enquanto me acomodo no meu lugar. Ele vai pro dele e começamos a viagem.
Ao chegar na casa dele, ele apertou um botão no carro que fez o portão da garagem abrir. Entramos, nós dois descemos do carro e depois entramos na casa dele.
-Não tem ninguém?
-Não, meu pai deve estar trabalhando -Ele me pegou pela mão e me levou pelas escadas direto pro quarto dele -e minha mãe deve estar com a irmã dela.
Ele abriu a porta do quarto e, colocando uma mão na minha bunda, me empurrou pra dentro. Deixei cair minha mochila, me virei e me abracei no pescoço dele. Beijei ele, enfiando minha língua enquanto acariciava o cabelo dele; no mesmo ritmo das mãos dele nos meus peitos.
Pela idade dele, acho que ele ainda não tinha experiência suficiente pra tirar minha roupa sem tanta dificuldade, ou talvez estivesse desesperado pra me ver pelada, sei lá. Já nus os dois, me deitei no meio da cama e abri as pernas. Ele, como uma pantera segundos antes de atacar, foi de quatro até ficar em cima de mim. de mim; pega essa sua pica
bem grande, masturbei ela com as duas mãos enquanto olhava nos olhos dele
sorrindo.
– Tá gostando?
– Adoro.
– Como é que você é tão puta?
Quem te fez uma expert em rolas?
– Isso importa?
– A verdade é que não, só era
curiosidade, haaaaa!!!!…. – Soltou um gemido quando comecei a acariciar as
bolas dele com uma mão.
– Você tem elas grandes, hehehe.
– Você não tá nada mal. Adoro
seus peitos – começou a chupar meu mamilo esquerdo – tem um gostinho delicioso.
– OOOUUUHH!!!!
– Encaixa minha pica na sua
bucetinha.
– Mmmmmmmmmm…
– Isso aí. Adoro que minhas
putas sejam obedientes.
Começou a empurrar a pica pra
dentro, fazia com força, mas a entrada era lenta por causa do quanto minha
buceta é apertada; a cara dele era uma mistura
entre dor, prazer e concentração. Da minha
parte sentia um pouco de dor por ser a primeira enfiada, essa é a merda de ser apertada,
mas eu aguento porque assim que minha buceta (ou cu, dependendo do caso)
se acostuma, é só gozar e gozar.
Me beijava o pescoço, o que me
provocava choques elétricos que se misturavam com os que saíam da minha buceta.
Minhas pernas não paravam de tremer de prazer por sentir uma pica dentro,
de vez em quando eu cravava as unhas nas costas dele até que finalmente
ele tinha a pica toda dentro de mim.
Ficou parado por um momento,
aproveitando o calor e o conforto que minha buceta dá pros visitantes, dava pra
sentir as bolas dele pulsando na entrada da minha xerequinha, dava pra sentir
as batidas do coração dele na pica.
– Você é muito gostosa, Andrea.
– Ooouuuuuuhh!!!!
– Que buceta gostosa você tem.
Tirou só a metade da pica
pra depois voltar pra dentro, começou devagar, tomando o tempo dele pra provar
cada centímetro de mim.
– Oooohhh… – Eu reclamava a cada
enfincada – uuuuufff.. – descansava quando ele tirava. – OOUUUHHH... – começou
a se mover mais rápido – Haaaaaaa!!!!!… – quanto mais rápidas as estocadas, mais
rápida era minha respiração, minha buceta já tinha se acostumado com o tamanho dele, abri
mais as pernas pra facilitar o trabalho dele, a mão direita dele foi direto apertando meu seio esquerdo -hhhhaaaaaaa hhhhaaaaaa hhhhaaaaa hhhhaaaa hhhaaahhaaa haaa haa haa ha ha ha- já tava me comendo com toda força, os ovos dele batendo na entrada da minha buceta, meu corpo ficando cada vez mais tenso, num momento foi tanto prazer que sem conseguir evitar, minhas costas arquearam se soltando da cama -HHHOOOO SIIIIM!!! ASSIIIIM!!!... Meu orgasmo me pegou de surpresa, paralisando meu corpo todo e me deixando sem fôlego. Minha buceta apertava com mais força o pau dele, que não parava de entrar e sair a toda velocidade, perdi a noção do tempo, fui pra um lugar que pra mim é o paraíso, não sei quanto tempo passou.
Quando reagi foi porque minha buceta começou a doer um pouco, não é aquele tipo de dor que te faz sair correndo, é aquele tipo de dor que você quer sentir mais e mais. Tava de bruços, com o corpo todo na cama e meu namorado tava me comendo por cima de mim. Me agarrei no travesseiro que tava perto, não conseguia acreditar, mas outro orgasmo tava chegando a passos largos; meu namorado acariciava minhas costas e falava no meu ouvido.
-vadia, vadia, vadia, adoro te comer como uma vadia, como a vadia que você é.
-HHHHAAA!!! HHAAAAA!!!
-Que gostoso é sentir dentro de você.
De repente ele dá uma mordida leve no meu ombro, o que desencadeia outro orgasmo no meu corpo todo, meu gemido é longo, muito longo e agonizante, meus pés ficam duros, poderia dizer que até dói.
Ele tem pena de mim, me deixa descansar uns minutos ou segundos, não sei, mas o que eu sei é que ele não tira o pau de dentro de mim, quem tiraria? Na verdade, pensando bem, ninguém tira o pau até parar de sentir as contrações do meu corpo, isso também me agrada.
Ele se endireita, fazendo o pau sair de mim, me pega pela cintura e me puxa; não tenho muita força, minha cabeça fica grudada na cama fazendo minha bunda se levantar em toda sua glória. Ele acaricia minhas nádegas, minha cintura, minhas costas, minha nuca... Pega meu cabelo e arrumando ele em Uma buceta de cavalo dentro do punho dele me puxa com força, como só um macho faria. AAAAAHHHH!!! Eu solto um grito de dor e tesão… me apoio nos cotovelos, acho que era isso que ele queria, porque quando eu fiz, ele parou de puxar tão forte. Ele acaricia minha bunda com a mão, e depois com o pau dele; coloca entre meus lábios vaginais e mete até o fundo de uma só vez.
-AAAAAHHH!!! - meu gemido é longo, intenso, foi tão forte o prazer que quase me faz gozar de novo.
Ele começou com uma metida lenta, mas com estocadas fortes, sem piedade. Continuou assim por um tempo, enquanto com a mão esquerda me segurava pelo cabelo e a direita percorria meu corpo, minhas costas, peitos, pernas, de vez em quando me dava um tapa na bunda.
As estocadas dele cada vez eram mais rápidas, e eu podia sentir o corpo dele ficando tenso, o orgasmo dele estava chegando; meu prêmio: o leite dele na minha buceta estava por vir. Apertei os músculos da minha buceta com força, o que intensificou meu prazer e, sem planejar, tive outro orgasmo. -HAAAAA!!! SIIIII!!!!- gritei no meio do nirvana. As convulsões do meu corpo e da minha buceta foram suficientes para ele chegar ao orgasmo. Senti minha buceta se encher da essência de macho dele, me senti feliz, satisfeita, cheia, repleta de ter o leite dele dentro de mim.
Quando meus cinco sentidos voltaram ao normal, eu estava deitada de bruços na cama, e ele, estava em cima de mim. Ainda dentro da minha buceta; sentia a pulsação dos ovos dele pelo esforço feito. Depois de alguns minutos, quando nossa respiração já estava controlada, ele rolou saindo de mim, eu senti um pouco de dor, pelo jeito brusco que ele fez, mas agradecida porque ele é muito pesado pra mim. O leite dele começou a sair da minha buceta manchando os lençóis. Ele me deu um tapa na bunda dizendo:
-Já pode ir embora, puta, meu padrinho não demora pra chegar.
-Claro. Me dá uns minutos, hoje você esteve mais efusivo que o normal.
-Pra isso que você serve, pra ser comida, vagabunda.
-Obrigada!!!
Falamos de coisas irrelevantes: da escola, dos amigos dele, etc. Quando me levantei, um monte de porra escorreu pelas minhas pernas até os joelhos, ele não se vestiu, só colocou a cueca e ficou com as mãos atrás da cabeça me olhando me vestir. Já pronta pra sair, cheguei perto dele e beijei ele, ele não se mexeu, eu fiz tudo; enfiei a língua o mais fundo que dava. Quando virei pra sair, ele me deu um tapa na bunda, não falou nada e eu também não.
Por causa do calor e de tanto exercício, fui direto pra cozinha pegar um pouco de água. Fiquei chocada porque encontrei o pai dele na cozinha com um copo de suco de laranja.
— Bom dia, Andrea.
— Hããã, bom dia. Só passei pra pegar um pouco de água, e já vou indo. — Cheguei perto da jarra de água e ele se adiantou e me serviu.
— É, depois daquele escândalo todo, você precisa.
— Jijiji... Obrigada... Faz muito tempo que o senhor tá em casa?
— Sim, umas duas horas.
— Que horas são?
— 4:48 da tarde.
— Porra! Vou chegar atrasada!!! Já vou, valeu — e saí correndo.
— Se quiser, eu te levo! — Parei na porta da cozinha e, quando me toquei, vi que ele tava olhando pra minha bunda.
— Sério?
— Claro, lógico. — Ele virou o suco de uma vez só e veio até onde eu tava parada — Vamos. — Colocou a mão um pouco abaixo da minha cintura e me deu um empurrãozinho pra eu começar a andar na frente dele. Eu fiz isso, rebolando, sabendo que ele tava me olhando.
Já sabem, se quiserem me escrever, podem mandar praDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.jijiji, o e-mail é andreitar2013rica@gmail.com
Vou ler com prazer e responder.
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