No colégio existe aquele clássico garoto mau, ele está quatro anos e meio na minha frente; é bonito, alto e, pelo que pude perceber, vai muito à academia. É de família bem de vida, como todo mundo que estuda nesse colégio. Ele só vai ficar este ano, porque no próximo vai pra Cidade do México estudar na UVM; é daqueles caras que fazem o que querem, quando querem, dominam o lugar onde estão sem precisar falar, todas as garotas são loucas por ele, muitas dão a buceta só por uma noite e com isso se sentem realizadas; se ele gosta de uma mina, nem liga se ela tem namorado e se o cara tá por perto, ele vai e seduz a garota. É um macho alfa completo. E eu, sendo a mais gostosa e popular do colégio, era natural que a gente namorasse (não falo por metida, fizeram uma enquete há um tempo). A gente tá junto há só alguns meses e até agora tudo tem sido diversão com ele. Toda vez que me vê na escola, me dá um tapa na bunda e me beija como se fosse a última vez que fosse me ver, não liga se tô com minhas amigas ou colegas de sala. Direto, saindo da escola, ele me espera no carro do pai dele e, se não tem ninguém na casa dele, me leva pra lá e a gente vai direto pra cama dele. WOOOW pra idade dele, ele é muito bom na cama. Ainda não chega aos níveis dos caras que eu costumo pegar, mas não fica muito atrás. Ele tem uma rola levemente curvada, o suficiente pra quando ele tá me comendo de putinha, a rola dele estimular meu ponto G. Ele me guia com autoridade, sem medo, e tira de mim tudo o que quer até ficar satisfeito, e isso me faz ter orgasmo atrás de orgasmo. Ele adora festas, e prefere as que são em casa, e vive me chamando pra ficar com ele; nem sempre dá, porque como sou popular, não falta quem me convide pra sair. Mas quando vou com ele, ele sempre me segura pela cintura e me dá um tapinha leve na bunda quando quer alguma coisa, assim marca território. O que eu gosto é que com os amigos dele ele não é ciumento. Uma vez, eles estavam vendo um Partida de futebol, eu tava sentada no colo dele, e um dos amigos dele fez uma aposta contra ele: se meu namorado ganhasse, o amigo teria que dar a jaqueta de couro pra ele, e se perdesse, eu teria que beijar o amigo. Quando ouvi tudo isso, fiquei chocada, não esperava por aquilo. Mesmo o amigo não sendo nada feio, eu não tava segura do que tava rolando, me senti (por algum motivo) lisonjeada por ser o prêmio, mas ainda assim não me sentia totalmente confortável com aquilo. Meu namorado perdeu a aposta, todos os amigos e amigas fizeram uma bagunça, cantando em coro: "beijo, beijo, beijo!" Eu não conseguia me mexer até que meu namorado deu um tapinha na minha bunda e sussurrou no meu ouvido: "Não me faz passar vergonha." Criei coragem, levantei, fiquei bem na frente do amigo dele e beijei ele. No começo fui meio sem jeito por causa do nervosismo, senti a língua dele entrando na minha boca, ouvia os aplausos e tal, me relaxei e minha língua encontrou a dele. Não sei quanto tempo a gente ficou se beijando, mas foi um tempão. E em todas as festas, sem falta, ele me leva pro quarto dos donos da casa, só me pega pela mão e, não importa se eu tô conversando com alguém, me leva e me monta. Essa é a melhor parte.
Uma vez na escola, eu tava comendo com minhas amigas no refeitório do colégio, quando ele chega por trás, dá uma palmadinha na minha bunda, não forte, mas o suficiente pra eu dar um pulinho e gritar de susto. Ele me dá um beijo e me pega pela mão pra eu ir com ele. Sem dizer uma palavra, a gente foi pra trás de uma fileira de cadeiras, e ele começou a me beijar como se tivesse desesperado, enquanto a mão direita dele acariciava minha bunda, a outra mão segurava firme minha cabeça. Nossas línguas se acariciavam enquanto os dedos da mão direita dele percorriam de cima pra baixo (ou o que a saia permitia) a linha que divide minha bunda gostosa. Ele me esquentou tanto que eu já queria sentir a pica dele dentro de mim, acariciava o cabelo dele com a mão esquerda enquanto a outra foi descendo. Devagar, acariciando o corpo dela até chegar na virilha dela, apertei, tava duro igual pedra, senti uma dor aguda na minha buceta faminta, mas não era nem lugar nem hora. Eu acariciava o pauzão dele por cima da calça, o dedo médio dele fazia pressão na entrada da minha xota enquanto eu lamentava que o dedo não conseguia entrar por causa da saia que impedia. Tudo acabou quando, ao longe, ouvimos a campainha que anunciava a volta das aulas, então, com fome de pica, me afastei dele e fui pra minha sala com a promessa de que ele me levaria pra casa dele depois da aula.
Continuei meu dia escolar, conversando com minhas amigas, respondendo às mensagens de WhatsApp dos meus amigos e prestando meia atenção nos professores; faltava meia hora pra acabar as aulas, quando a secretária do diretor bateu na porta da sala.
— Professor, desculpa interromper, mas o diretor precisa falar com a senhorita Andrea.
— Claro, sem problema. Senhorita, já pode pegar suas coisas, a tarefa é responder o questionário do livro de exercícios da página 42.
— Obrigada, professor.
Fabíola me olhava com cara de "o que foi?" Só dei de ombros porque não sabia de nada. Saí da sala, andei pelo corredor do segundo andar do instituto, desci as escadas, caminhei um pouco mais e entrei nas secretarias, a secretária não estava, ouvi vozes dentro da sala dele, me aproximei e bati na porta com os nós dos dedos.
— Posso entrar?
— Pode, entra — abri a porta. O diretor tava sentado na mesa dele, do lado da sala, numa mesinha de trabalho encostada, estava meu professor de química — senta, por favor.
— Pra que eu sou boa?
— Pra muitas coisas — ao falar isso, o olhar dele percorreu todo o meu corpo sem disfarçar. Que porra tá rolando aqui? — Como tão suas notas?
— Bem, bem.
— Vejo no seu histórico que é meio irregular nas notas, em matemática tem 10 em todos os períodos e provas, mas em matérias como História tem 6 e 7. Pode me explicar isso?
Porra! Será que ela desconfia que eu tô dando pro professor de matemática pra passar de ano? E se for isso, o que o de química tá fazendo aqui? Vão querer me chantagear pra transar? Com certeza.
-Eu gosto de matemática.
-Mmmm… Entendo.
-Também percebemos as demonstrações de afeto que você tem com seu namorado.
-Não entendi, tô em algum problema? Por que se for o caso, seria melhor falar com meu pai?
-Acho que não, a menos que você transforme isso num problema, eu chamaria de relação com benefícios mútuos.
-Sexo!
-Benefícios mútuos? Em partes iguais? -Ao falar essas duas perguntas, cruzei as pernas deixando à vista dos dois mais do que é socialmente aceitável.
-Eu te falei que a garota é muito inteligente e esperta -Diz meu professor de química se levantando atrás de mim e colocando as mãos nos meus ombros- mas nós também somos e nós, Rachel, percebemos que poderíamos nos divertir e ao mesmo tempo te ajudar com suas notas -Ele começou a me dar uma massagem gostosa com os dedos habilidosos que me relaxou na hora. Se ele faz isso só com os dedos, imagina com o corpo todo?
-Como seria essa diversão juntos?
-Não se faça de sonsa, o que a gente quer é te comer.
-E se eu não quiser?
-Não vai acontecer nada, a gente não gosta de problemas. -as mãos do meu professor de química já estavam acariciando meus peitos.
-Vai ficar só entre nós?
-Isso mesmo, a menos que você queira convidar uma das suas amigas.
-Preciso pensar.
-Pensar? Não pensa muito, só aproveita e é isso -me levantei e comecei a andar até a porta.
-Vou pensar.
E na porta, levei um tapão do meu professor de química. Verdade, não esperava por aquela e saí como se nada tivesse acontecido.
Já fora das salas, todos os alunos estavam saindo das aulas.
-Andrea!!! -Ouvi ao longe a voz da minha amiga me gritando e balançando as mãos enquanto descia as escadas- O que o diretor queria com você?
-Nada, parece que meu pai esqueceu de pagar a mensalidade. colegiatura -Foi a primeira coisa que me veio à cabeça inventar -Que merda acabou de acontecer. -Hahahaha você é uma coitada!!!
-Cala a boca! Você bem sabe que tenho talento pra isso e mais.
Já na porta do colégio, todas as garotas estavam reunidas, planejando onde ir comer quando sinto uma palmada na bunda e, ao me virar pra ver quem era, recebo um beijo forte do meu namorado. Meu grito de surpresa se perdeu na garganta dele. As garotas, entre risadas e provocações, diziam: "Vai pra um motel, por favor", "Se usar ela, tem que me pagar primeiro", e um monte de outras coisas. Enquanto isso, eu sentia a mão dele descendo perigosamente pra minha bunda.
-Ei!!! Aqui não -dou um tapa nele -você passou dos limites hahaha me assustou.
-Não consigo evitar, você tem uma bunda linda.
-Obrigada.
-Vamos pra minha casa.
-Não posso.
-Não tô te perguntando -Sem me dar tempo de responder, me puxou pelo braço e começamos a andar.
-Destrói ela, campeão!!!
-Com tudo, matador!!!
Chegamos até onde está o carro que o pai dele empresta. É uma BMW branca de quatro portas; ele me leva até a porta do carona e abre pra mim, dando uma palmada na minha bunda enquanto me acomodo no lugar. Ele vai pro dele e começamos a viagem.
Ao chegar na casa dele, apertou um botão no carro que fez o portão da garagem abrir. Entramos, nós dois descemos do carro e depois entramos na casa dele.
-Não tem ninguém?
-Não, meu pai deve estar trabalhando -Me pegou pela mão e me levou pelas escadas direto pro quarto dele -e minha mãe deve estar com a irmã dela.
Ele abriu a porta do quarto e, colocando uma mão na minha bunda, me empurrou pra dentro. Deixei cair minha mochila, me virei e me abracei no pescoço dele. Beijei ele, enfiando minha língua enquanto acariciava o cabelo dele; no mesmo ritmo das mãos dele nos meus peitos.
Pela idade dele, acho que ainda não tinha experiência suficiente pra tirar minha roupa sem tanta bagunça, ou talvez estivesse desesperado pra me ver nua, sei lá. Já nus os dois, me deitei no meio da cama e abri as pernas. Ele, como uma pantera segundos antes de atacar, engatinhou até ficar em cima de mim. de mim; pega essa sua pica
bem grande, bati uma punheta com as duas mãos enquanto olhava nos olhos dele
sorrindo.
— Tá gostando?
— Tô adorando.
— Como é que você é tão puta? Quem te fez uma expert em rola?
— Isso importa?
— Na real, não, só era curiosidade, haaaaa!!!!… — Ele soltou um gemido quando comecei a acariciar os ovos dele com uma mão.
— Você tem eles grandões, hehehe.
— Você também não é nada mal. Adoro seus peitos — ele começou a chupar meu mamilo esquerdo — é uma delícia.
— OOOUUUHH!!!!
— Encaixa minha pica na sua bucetinha.
— Mmmmmmmmmm…
— Isso aí. Adoro que minhas putas sejam obedientes.
Ele começou a empurrar a pica pra dentro, metia forte, mas a entrada era lenta por causa do quanto minha buceta é apertada; a cara dele era uma mistura de dor, prazer e concentração. Da minha parte, sentia um pouco de dor por ser a primeira enfiada, essa é a merda de ser apertada, mas eu aguento porque depois que minha buceta (ou cu, dependendo do caso) se acostuma, é só gozar e gozar.
Ele beijava meu pescoço, o que me dava choques elétricos que se misturavam com os que saíam da minha buceta. Minhas pernas não paravam de tremer de prazer por sentir uma pica dentro, de vez em quando eu cravava as unhas nas costas dele até que finalmente ele enfiou a pica toda em mim.
Ele ficou parado por um momento, curtindo o calor e o conforto que minha buceta dá pros visitantes, dava pra sentir os ovos dele pulsando na entrada da minha xerequinha, dava pra sentir as batidas do coração dele na pica.
— Você é muito gostosa, Andrea.
— Ooouuuuuuhh!!!!
— Que buceta gostosa você tem.
Ele tirou só metade da pica pra depois voltar pra dentro, começou devagar, tomando o tempo dele pra provar cada centímetro de mim.
— Oooohhh… — Eu reclamava a cada enfiada — uuuuufff.. — descansava quando ele tirava. — OOUUUHHH... — ele começou a se mover mais rápido — Haaaaaaa!!!!!… — quanto mais rápidas as estocadas, mais rápida minha respiração, minha buceta já tinha se acostumado com o tamanho dele, eu abria mais as pernas pra facilitar o trabalho dele, a mão direita dele foi direto apertando meu peito esquerdo - hhhhaaaaaaa hhhhaaaaaa hhhhaaaaa hhhhaaaa hhhaaahhaaa haaa haa haa ha ha ha - já tava me comendo com tudo, os ovos dele batendo na entrada da minha buceta, meu corpo ficando cada vez mais tenso, num momento foi tanto prazer que sem conseguir evitar, minhas costas arquearam se soltando da cama - HHHOOOO SIIIIM!!! ASSIIIM SIIIIM!!!... Meu orgasmo me pegou de surpresa, paralisando meu corpo inteiro e me deixando sem fôlego. Minha buceta apertava com mais força o pau dele, que não parava de entrar e sair a toda velocidade, perdi a noção do tempo, fui pra um lugar que pra mim é o paraíso, não sei quanto tempo passou.
Quando reagi foi porque minha buceta começou a doer um pouco, não é aquele tipo de dor que faz você sair correndo, é aquele tipo de dor que você quer sentir mais e mais. Tava de bruços, com o corpo todo na cama e meu namorado tava me comendo por cima de mim. Me agarrei no travesseiro que tava perto, não conseguia acreditar, mas outro orgasmo tava chegando a passos largos; meu namorado acariciava minhas costas e falava no meu ouvido.
- puta, puta, puta, adoro te comer como uma puta, como a puta que você é.
- HHHHAAA!!! HHAAAAA!!!
- Que gostoso é sentir estar dentro de você.
De repente ele me dá uma mordida leve no ombro, o que desencadeia outro orgasmo no meu corpo inteiro, meu gemido é longo, muito longo e agonizante, meus pés ficam duros, poderia dizer que até dói.
Ele tem pena de mim, me deixa descansar uns minutos ou segundos, não sei, mas o que eu sei é que ele não tira o pau de dentro de mim, quem tiraria? Na verdade, agora que penso nisso, ninguém tira o pau até parar de sentir as contrações do meu corpo, isso também me agrada.
Ele se endireita, fazendo o pau sair de mim, me pega pelas cadeiras e me puxa; não tenho muita força, minha cabeça fica grudada na cama fazendo minha bunda se levantar em toda sua glória. Ele acaricia minhas nádegas, minhas cadeiras, minhas costas, minha nuca... Pega meu cabelo e arrumando ele em Uma buceta de cavalo dentro do punho dele me puxa com força, como só um macho faria. AAAAAHHHH!!! Eu solto um grito de dor e tesão… me apoio nos cotovelos, acho que era isso que ele queria, porque quando eu fiz, ele parou de puxar tão forte. Ele acaricia minha bunda com a mão, e depois com o pau; coloca entre meus lábios vaginais e mete até o fundo de uma só vez.
-AAAAAHHH!!! - meu gemido é longo, intenso, foi tão forte o prazer que quase me faz gozar de novo.
Ele começou com uma metida lenta, mas com estocadas fortes, sem piedade. Continuou assim por um tempo, enquanto com a mão esquerda me segurava pelo cabelo e a direita percorria meu corpo, minhas costas, peitos, pernas, de vez em quando me dava um tapa na bunda.
As estocadas dele estavam cada vez mais rápidas, e eu podia sentir o corpo dele ficando tenso, o orgasmo dele estava chegando; meu prêmio: o leite dele na minha buceta estava por vir. Apertei os músculos da minha buceta com força, o que intensificou meu prazer e, sem planejar, tive outro orgasmo. -HAAAAA!!! SIIIII!!!!- gritei no meio do nirvana. As convulsões do meu corpo e da minha buceta foram suficientes para ele chegar ao orgasmo. Senti minha buceta se encher da essência de macho dele, me senti feliz, satisfeita, cheia, repleta de ter o leite dele dentro de mim.
Quando meus cinco sentidos voltaram ao normal, eu estava deitada de bruços na cama, e ele estava em cima de mim. Ainda dentro da minha buceta; sentia a pulsação dos ovos dele pelo esforço feito. Depois de alguns minutos, quando nossa respiração já estava controlada, ele rolou saindo de dentro de mim, eu senti um pouco de dor, pela forma brusca como ele fez, mas agradecida porque ele é muito pesado pra mim. O leite dele começou a escorrer da minha buceta manchando os lençóis. Ele me deu um tapa na bunda dizendo:
-Já pode ir embora, puta, meu padrinho não demora pra chegar.
-Claro. Me dá uns minutos, hoje você foi mais efusivo que o normal.
-Pra isso que você serve, pra ser comida, vagabunda.
-Valeu!!!
Conversamos sobre coisas irrelevantes: da escola, dos amigos dele. etc. Quando me levantei, uma boa quantidade de leite escorria pelas minhas pernas até os joelhos. Ele não se vestiu, só colocou a cueca e ficou com as mãos atrás da cabeça me observando me arrumar. Já pronta pra sair, cheguei perto dele e beijei ele. Ele não se mexeu, eu fiz tudo; enfiei a língua o mais fundo que dava. Quando virei pra sair, ele me deu um tapa na bunda. Não disse nada, e eu também não.
Por causa do calor e de tanto exercício, fui direto pra cozinha pegar um pouco de água. Fiquei chocada porque encontrei o pai dele na cozinha com um copo de suco de laranja.
— Bom dia, Andrea.
— Hããã, bom dia. Só passei pra pegar um pouco de água, e já vou indo. — Me aproximei da jarra de água e ele se adiantou e me serviu.
— É, depois desse escândalo todo, você precisa mesmo.
— Jijiji... Obrigada... Faz muito tempo que o senhor tá em casa?
— Sim, umas duas horas.
— Que horas são?
— 4:48 da tarde.
— Porra! Vou me atrasar!!! Já vou, valeu — e saí correndo.
— Se quiser, eu te levo! — Parei na porta da cozinha e, quando me toquei, peguei ele olhando pra minha bunda.
— Sério?
— Claro, lógico. — Ele virou o suco de uma vez só e veio até onde eu estava parada. — Vamos. — Colocou a mão um pouco abaixo da minha cintura e me deu um empurrãozinho pra eu começar a andar na frente dele. Eu fiz isso, rebolando as cadeiras, sabendo que ele tava me olhando.
Já sabem, se quiserem me escrever, podem mandar praDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.jijiji, o a andreitar2013rica@gmail.com
Vou ler com gosto e responder.
Uma vez na escola, eu tava comendo com minhas amigas no refeitório do colégio, quando ele chega por trás, dá uma palmadinha na minha bunda, não forte, mas o suficiente pra eu dar um pulinho e gritar de susto. Ele me dá um beijo e me pega pela mão pra eu ir com ele. Sem dizer uma palavra, a gente foi pra trás de uma fileira de cadeiras, e ele começou a me beijar como se tivesse desesperado, enquanto a mão direita dele acariciava minha bunda, a outra mão segurava firme minha cabeça. Nossas línguas se acariciavam enquanto os dedos da mão direita dele percorriam de cima pra baixo (ou o que a saia permitia) a linha que divide minha bunda gostosa. Ele me esquentou tanto que eu já queria sentir a pica dele dentro de mim, acariciava o cabelo dele com a mão esquerda enquanto a outra foi descendo. Devagar, acariciando o corpo dela até chegar na virilha dela, apertei, tava duro igual pedra, senti uma dor aguda na minha buceta faminta, mas não era nem lugar nem hora. Eu acariciava o pauzão dele por cima da calça, o dedo médio dele fazia pressão na entrada da minha xota enquanto eu lamentava que o dedo não conseguia entrar por causa da saia que impedia. Tudo acabou quando, ao longe, ouvimos a campainha que anunciava a volta das aulas, então, com fome de pica, me afastei dele e fui pra minha sala com a promessa de que ele me levaria pra casa dele depois da aula.
Continuei meu dia escolar, conversando com minhas amigas, respondendo às mensagens de WhatsApp dos meus amigos e prestando meia atenção nos professores; faltava meia hora pra acabar as aulas, quando a secretária do diretor bateu na porta da sala.
— Professor, desculpa interromper, mas o diretor precisa falar com a senhorita Andrea.
— Claro, sem problema. Senhorita, já pode pegar suas coisas, a tarefa é responder o questionário do livro de exercícios da página 42.
— Obrigada, professor.
Fabíola me olhava com cara de "o que foi?" Só dei de ombros porque não sabia de nada. Saí da sala, andei pelo corredor do segundo andar do instituto, desci as escadas, caminhei um pouco mais e entrei nas secretarias, a secretária não estava, ouvi vozes dentro da sala dele, me aproximei e bati na porta com os nós dos dedos.
— Posso entrar?
— Pode, entra — abri a porta. O diretor tava sentado na mesa dele, do lado da sala, numa mesinha de trabalho encostada, estava meu professor de química — senta, por favor.
— Pra que eu sou boa?
— Pra muitas coisas — ao falar isso, o olhar dele percorreu todo o meu corpo sem disfarçar. Que porra tá rolando aqui? — Como tão suas notas?
— Bem, bem.
— Vejo no seu histórico que é meio irregular nas notas, em matemática tem 10 em todos os períodos e provas, mas em matérias como História tem 6 e 7. Pode me explicar isso?
Porra! Será que ela desconfia que eu tô dando pro professor de matemática pra passar de ano? E se for isso, o que o de química tá fazendo aqui? Vão querer me chantagear pra transar? Com certeza.
-Eu gosto de matemática.
-Mmmm… Entendo.
-Também percebemos as demonstrações de afeto que você tem com seu namorado.
-Não entendi, tô em algum problema? Por que se for o caso, seria melhor falar com meu pai?
-Acho que não, a menos que você transforme isso num problema, eu chamaria de relação com benefícios mútuos.
-Sexo!
-Benefícios mútuos? Em partes iguais? -Ao falar essas duas perguntas, cruzei as pernas deixando à vista dos dois mais do que é socialmente aceitável.
-Eu te falei que a garota é muito inteligente e esperta -Diz meu professor de química se levantando atrás de mim e colocando as mãos nos meus ombros- mas nós também somos e nós, Rachel, percebemos que poderíamos nos divertir e ao mesmo tempo te ajudar com suas notas -Ele começou a me dar uma massagem gostosa com os dedos habilidosos que me relaxou na hora. Se ele faz isso só com os dedos, imagina com o corpo todo?
-Como seria essa diversão juntos?
-Não se faça de sonsa, o que a gente quer é te comer.
-E se eu não quiser?
-Não vai acontecer nada, a gente não gosta de problemas. -as mãos do meu professor de química já estavam acariciando meus peitos.
-Vai ficar só entre nós?
-Isso mesmo, a menos que você queira convidar uma das suas amigas.
-Preciso pensar.
-Pensar? Não pensa muito, só aproveita e é isso -me levantei e comecei a andar até a porta.
-Vou pensar.
E na porta, levei um tapão do meu professor de química. Verdade, não esperava por aquela e saí como se nada tivesse acontecido.
Já fora das salas, todos os alunos estavam saindo das aulas.
-Andrea!!! -Ouvi ao longe a voz da minha amiga me gritando e balançando as mãos enquanto descia as escadas- O que o diretor queria com você?
-Nada, parece que meu pai esqueceu de pagar a mensalidade. colegiatura -Foi a primeira coisa que me veio à cabeça inventar -Que merda acabou de acontecer. -Hahahaha você é uma coitada!!!
-Cala a boca! Você bem sabe que tenho talento pra isso e mais.
Já na porta do colégio, todas as garotas estavam reunidas, planejando onde ir comer quando sinto uma palmada na bunda e, ao me virar pra ver quem era, recebo um beijo forte do meu namorado. Meu grito de surpresa se perdeu na garganta dele. As garotas, entre risadas e provocações, diziam: "Vai pra um motel, por favor", "Se usar ela, tem que me pagar primeiro", e um monte de outras coisas. Enquanto isso, eu sentia a mão dele descendo perigosamente pra minha bunda.
-Ei!!! Aqui não -dou um tapa nele -você passou dos limites hahaha me assustou.
-Não consigo evitar, você tem uma bunda linda.
-Obrigada.
-Vamos pra minha casa.
-Não posso.
-Não tô te perguntando -Sem me dar tempo de responder, me puxou pelo braço e começamos a andar.
-Destrói ela, campeão!!!
-Com tudo, matador!!!
Chegamos até onde está o carro que o pai dele empresta. É uma BMW branca de quatro portas; ele me leva até a porta do carona e abre pra mim, dando uma palmada na minha bunda enquanto me acomodo no lugar. Ele vai pro dele e começamos a viagem.
Ao chegar na casa dele, apertou um botão no carro que fez o portão da garagem abrir. Entramos, nós dois descemos do carro e depois entramos na casa dele.
-Não tem ninguém?
-Não, meu pai deve estar trabalhando -Me pegou pela mão e me levou pelas escadas direto pro quarto dele -e minha mãe deve estar com a irmã dela.
Ele abriu a porta do quarto e, colocando uma mão na minha bunda, me empurrou pra dentro. Deixei cair minha mochila, me virei e me abracei no pescoço dele. Beijei ele, enfiando minha língua enquanto acariciava o cabelo dele; no mesmo ritmo das mãos dele nos meus peitos.
Pela idade dele, acho que ainda não tinha experiência suficiente pra tirar minha roupa sem tanta bagunça, ou talvez estivesse desesperado pra me ver nua, sei lá. Já nus os dois, me deitei no meio da cama e abri as pernas. Ele, como uma pantera segundos antes de atacar, engatinhou até ficar em cima de mim. de mim; pega essa sua pica
bem grande, bati uma punheta com as duas mãos enquanto olhava nos olhos dele
sorrindo.
— Tá gostando?
— Tô adorando.
— Como é que você é tão puta? Quem te fez uma expert em rola?
— Isso importa?
— Na real, não, só era curiosidade, haaaaa!!!!… — Ele soltou um gemido quando comecei a acariciar os ovos dele com uma mão.
— Você tem eles grandões, hehehe.
— Você também não é nada mal. Adoro seus peitos — ele começou a chupar meu mamilo esquerdo — é uma delícia.
— OOOUUUHH!!!!
— Encaixa minha pica na sua bucetinha.
— Mmmmmmmmmm…
— Isso aí. Adoro que minhas putas sejam obedientes.
Ele começou a empurrar a pica pra dentro, metia forte, mas a entrada era lenta por causa do quanto minha buceta é apertada; a cara dele era uma mistura de dor, prazer e concentração. Da minha parte, sentia um pouco de dor por ser a primeira enfiada, essa é a merda de ser apertada, mas eu aguento porque depois que minha buceta (ou cu, dependendo do caso) se acostuma, é só gozar e gozar.
Ele beijava meu pescoço, o que me dava choques elétricos que se misturavam com os que saíam da minha buceta. Minhas pernas não paravam de tremer de prazer por sentir uma pica dentro, de vez em quando eu cravava as unhas nas costas dele até que finalmente ele enfiou a pica toda em mim.
Ele ficou parado por um momento, curtindo o calor e o conforto que minha buceta dá pros visitantes, dava pra sentir os ovos dele pulsando na entrada da minha xerequinha, dava pra sentir as batidas do coração dele na pica.
— Você é muito gostosa, Andrea.
— Ooouuuuuuhh!!!!
— Que buceta gostosa você tem.
Ele tirou só metade da pica pra depois voltar pra dentro, começou devagar, tomando o tempo dele pra provar cada centímetro de mim.
— Oooohhh… — Eu reclamava a cada enfiada — uuuuufff.. — descansava quando ele tirava. — OOUUUHHH... — ele começou a se mover mais rápido — Haaaaaaa!!!!!… — quanto mais rápidas as estocadas, mais rápida minha respiração, minha buceta já tinha se acostumado com o tamanho dele, eu abria mais as pernas pra facilitar o trabalho dele, a mão direita dele foi direto apertando meu peito esquerdo - hhhhaaaaaaa hhhhaaaaaa hhhhaaaaa hhhhaaaa hhhaaahhaaa haaa haa haa ha ha ha - já tava me comendo com tudo, os ovos dele batendo na entrada da minha buceta, meu corpo ficando cada vez mais tenso, num momento foi tanto prazer que sem conseguir evitar, minhas costas arquearam se soltando da cama - HHHOOOO SIIIIM!!! ASSIIIM SIIIIM!!!... Meu orgasmo me pegou de surpresa, paralisando meu corpo inteiro e me deixando sem fôlego. Minha buceta apertava com mais força o pau dele, que não parava de entrar e sair a toda velocidade, perdi a noção do tempo, fui pra um lugar que pra mim é o paraíso, não sei quanto tempo passou.
Quando reagi foi porque minha buceta começou a doer um pouco, não é aquele tipo de dor que faz você sair correndo, é aquele tipo de dor que você quer sentir mais e mais. Tava de bruços, com o corpo todo na cama e meu namorado tava me comendo por cima de mim. Me agarrei no travesseiro que tava perto, não conseguia acreditar, mas outro orgasmo tava chegando a passos largos; meu namorado acariciava minhas costas e falava no meu ouvido.
- puta, puta, puta, adoro te comer como uma puta, como a puta que você é.
- HHHHAAA!!! HHAAAAA!!!
- Que gostoso é sentir estar dentro de você.
De repente ele me dá uma mordida leve no ombro, o que desencadeia outro orgasmo no meu corpo inteiro, meu gemido é longo, muito longo e agonizante, meus pés ficam duros, poderia dizer que até dói.
Ele tem pena de mim, me deixa descansar uns minutos ou segundos, não sei, mas o que eu sei é que ele não tira o pau de dentro de mim, quem tiraria? Na verdade, agora que penso nisso, ninguém tira o pau até parar de sentir as contrações do meu corpo, isso também me agrada.
Ele se endireita, fazendo o pau sair de mim, me pega pelas cadeiras e me puxa; não tenho muita força, minha cabeça fica grudada na cama fazendo minha bunda se levantar em toda sua glória. Ele acaricia minhas nádegas, minhas cadeiras, minhas costas, minha nuca... Pega meu cabelo e arrumando ele em Uma buceta de cavalo dentro do punho dele me puxa com força, como só um macho faria. AAAAAHHHH!!! Eu solto um grito de dor e tesão… me apoio nos cotovelos, acho que era isso que ele queria, porque quando eu fiz, ele parou de puxar tão forte. Ele acaricia minha bunda com a mão, e depois com o pau; coloca entre meus lábios vaginais e mete até o fundo de uma só vez.
-AAAAAHHH!!! - meu gemido é longo, intenso, foi tão forte o prazer que quase me faz gozar de novo.
Ele começou com uma metida lenta, mas com estocadas fortes, sem piedade. Continuou assim por um tempo, enquanto com a mão esquerda me segurava pelo cabelo e a direita percorria meu corpo, minhas costas, peitos, pernas, de vez em quando me dava um tapa na bunda.
As estocadas dele estavam cada vez mais rápidas, e eu podia sentir o corpo dele ficando tenso, o orgasmo dele estava chegando; meu prêmio: o leite dele na minha buceta estava por vir. Apertei os músculos da minha buceta com força, o que intensificou meu prazer e, sem planejar, tive outro orgasmo. -HAAAAA!!! SIIIII!!!!- gritei no meio do nirvana. As convulsões do meu corpo e da minha buceta foram suficientes para ele chegar ao orgasmo. Senti minha buceta se encher da essência de macho dele, me senti feliz, satisfeita, cheia, repleta de ter o leite dele dentro de mim.
Quando meus cinco sentidos voltaram ao normal, eu estava deitada de bruços na cama, e ele estava em cima de mim. Ainda dentro da minha buceta; sentia a pulsação dos ovos dele pelo esforço feito. Depois de alguns minutos, quando nossa respiração já estava controlada, ele rolou saindo de dentro de mim, eu senti um pouco de dor, pela forma brusca como ele fez, mas agradecida porque ele é muito pesado pra mim. O leite dele começou a escorrer da minha buceta manchando os lençóis. Ele me deu um tapa na bunda dizendo:
-Já pode ir embora, puta, meu padrinho não demora pra chegar.
-Claro. Me dá uns minutos, hoje você foi mais efusivo que o normal.
-Pra isso que você serve, pra ser comida, vagabunda.
-Valeu!!!
Conversamos sobre coisas irrelevantes: da escola, dos amigos dele. etc. Quando me levantei, uma boa quantidade de leite escorria pelas minhas pernas até os joelhos. Ele não se vestiu, só colocou a cueca e ficou com as mãos atrás da cabeça me observando me arrumar. Já pronta pra sair, cheguei perto dele e beijei ele. Ele não se mexeu, eu fiz tudo; enfiei a língua o mais fundo que dava. Quando virei pra sair, ele me deu um tapa na bunda. Não disse nada, e eu também não.
Por causa do calor e de tanto exercício, fui direto pra cozinha pegar um pouco de água. Fiquei chocada porque encontrei o pai dele na cozinha com um copo de suco de laranja.
— Bom dia, Andrea.
— Hããã, bom dia. Só passei pra pegar um pouco de água, e já vou indo. — Me aproximei da jarra de água e ele se adiantou e me serviu.
— É, depois desse escândalo todo, você precisa mesmo.
— Jijiji... Obrigada... Faz muito tempo que o senhor tá em casa?
— Sim, umas duas horas.
— Que horas são?
— 4:48 da tarde.
— Porra! Vou me atrasar!!! Já vou, valeu — e saí correndo.
— Se quiser, eu te levo! — Parei na porta da cozinha e, quando me toquei, peguei ele olhando pra minha bunda.
— Sério?
— Claro, lógico. — Ele virou o suco de uma vez só e veio até onde eu estava parada. — Vamos. — Colocou a mão um pouco abaixo da minha cintura e me deu um empurrãozinho pra eu começar a andar na frente dele. Eu fiz isso, rebolando as cadeiras, sabendo que ele tava me olhando.
Já sabem, se quiserem me escrever, podem mandar praDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.jijiji, o a andreitar2013rica@gmail.com
Vou ler com gosto e responder.
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