Viagem para fechar 2020

Essa história é bem fresquinha, porque eu tinha acabado de me separar e minha prima Aldana me convenceu a passar o réveillon com o namorado dela, a Barbi, a melhor amiga, e o Mateo, o namorado dela. Eles tinham alugado uma casa em Cariló do dia 25 de dezembro até 10 de janeiro. Pra ser sincero, não tava muito afim de ficar na capital e, depois de tanto tempo trancado, achei que era uma boa ideia. Então topei, e os gastos do aluguel e tudo que compraram pra sair o mínimo possível agora dividiam por cinco. Minha prima disse que também tinham convidado uma amiga dela que é bem gostosa e que era uma oportunidade boa pra começar o ano melhor do que parecia.

Mas como nada é perfeito, as coisas começaram a complicar. Dois dias antes de viajar, minha prima confirmou que essa amiga não ia, então tchau pra minhas chances de começar o ano pelo menos com um beijo. E a cereja do bolo chegou no dia 24 à tarde: o namorado da minha prima teve que trocar a bolha de trabalho porque na outra teve um caso de COVID e ele não ia poder viajar até os últimos dias.

No fim, com a mudança de planos, no dia 25 bem cedo saímos eu e minha prima pra Cariló. Lá íamos encontrar a amiga dela e o namorado, que passaram o dia 24 em Mar del Plata. Acho que seria bom descrever minha prima. O jeito mais fácil é dizer que o rosto dela parece muito com a Flavia Palmiero, mas com 30 anos a menos, e ainda melhor: não parece nem de longe uma mulher de 35 anos. Muita mina de vinte e poucos anos já morreu de inveja dela. O ponto forte dela sempre foram os peitos naturais, bem grandes, que nos últimos anos ficaram ainda mais evidentes com o tempo que ela passa na academia, além de uma bunda que já fez uma quantidade infinita de caras virarem. Andar com ela fazia você se sentir invejado por todo mundo. Devo admitir que, quando moleque, dediquei mais de uma punheta pra ela e invejei mais de um namorado dela.

A viagem foi tranquila, conversando, ouvindo música, ela tentando me dar lições de... Como pegar mina, e tentando me convencer de que eu comece a academia com ela pra perder os quilinhos extras que eu tenho. Finalmente chegamos, encontramos a Bárbara, a melhor amiga da minha prima, e o namorado dela, e quase sem trocar palavra, nos trocamos e fomos pra praia. Nesse ponto, acho que devo descrever a Barbi: advogada de sucesso, sempre com um visual sério, no passado era a típica gordinha, mas os anos foram bons pra ela, só que junto com a perda de peso, os peitos diminuíram também. Mesmo assim, a maiô inteiriça que ela usava a deixava mais que desejável, e tudo coroado por dois olhos azuis que hipnotizavam qualquer um que falasse com ela.

A tarde passou tranquila, descansando e curtindo o sol, e tenho que admitir que em certo ponto só conseguia pensar em ficar sozinho no meu quarto à noite e dedicar uma bela gozada pra essas duas gostosas. Pra piorar, minha prima me pediu pra passar bronzeador nas costas dela. Quando o sol já estava começando a se pôr, vi um grupo de minas tirando fotos e reconheci uma garota que foi minha colega de escola e que sempre me deu muito tesão. Era a gordinha do grupo, mas sempre curti muito esse tipo de mulher. Ainda tinha gravado na mente o dia em que, jogando verdade ou consequência num acampamento do quinto ano, ela teve que se masturbar por dois minutos na minha frente. A imagem daquela buceta peluda toda molhada ainda tava fresca na minha cabeça. Mas infelizmente, depois daquele evento, a timidez venceu e ela simplesmente não falou mais comigo. Na real, não trocava uma palavra com ela desde aquela época.

Eu: Guada?
Ela: Lau! Quanto tempo, hein – enquanto me dava um beijo na bochecha bem barulhento.
Eu: Tudo bem, mil anos sem se ver e te encontro aqui.
Ela: Pois é, né? E ainda por cima eu moro aqui, me mudei pra Pinamar há 2 anos.
Eu: Que doideira, pensei que você tivesse de férias com amigas.
Ela: Não, não, elas são amigas de Buenos Aires que vieram pra cá. Passar uns dias, tu e sua namorada? – enquanto olhava pra onde minha prima estava, que nos observava atenta com um sorrisinho safado que eu já sabia que significava um interrogatório de polícia seguido de "e por que você não foi com ela, idiota".

Y: não, é minha prima, vim com ela e um casal de amigos pra passar o réveillon. Mas me conta, o que foi da sua vida? Não te vi mais.

G: mentira, terminei o colégio, arrumei um namorado e me dediquei a isso e a estudar, casei e me divorciei faz 2 anos, quando vim pra cá.

Y: caralho! Tanto tempo e olha como a gente se encontra.

G: cê viu! O mais engraçado é que tô com menos roupa do que da última vez que a gente conversou, mas mostrando menos kkkkk.

Y: verdade, sua safada! Nunca mais falou comigo.

G: é, eu morria de vergonha, era mais tímida naquela época.

Y: e eu morria de vontade de fazer mais.

G: bom, agora não sou tão tímida, então quem sabe, né? Kkkk.

Y: não ilude um trouxa.

G: olha, agora tenho que ir. Amanhã vou com uma amiga pra praia de nudismo que fica em Mar Azul. Se você quiser, a gente pode se ver lá, e de quebra a gente fica quites com a vista.

Y: olha só, nunca fui numa de nudismo, mas vale a pena.

G: então beleza, traz seus amigos se quiser, é legal!

Y: tá bom, é um encontro.

Voltei pra onde tava meu grupo. Minha prima, claro, começou a perguntar enquanto eu procurava onde anotar meu telefone pra Guada. Como não achei nada, peguei um marcador da minha prima, tirei o rótulo do bronzeador e escrevi ali, e voltei pra dar pra Guada pra gente ficar em contato. Voltei com minha prima e a galera e me joguei na areia, pensando que finalmente a viagem tinha ficado boa e imaginando como ia aproveitar a Guada, quando uma batida no braço me tirou do devaneio.

A: Primo! Não vai me responder?

Y: o quê?

B: a gente tá te perguntando quem era aquela mina!

Y: ahhhh, uma ex-colega de colégio. Acontece que ela mora aqui em Pinamar, não via ela desde que a gente terminou o colégio.

A: bem aí, primo, já vi que agora você vai me deixar sozinha com esses dois pombinhos, né?

Y: não, claro que não. Pelo contrário, vim propor um plano pra amanhã
A: Que plano?
Y: Cês sabem que tem uma praia de nudismo em Mar Azul, né?
M: Claro! A gente já foi várias vezes
A: Sério?
B: Sim, óbvio, sempre que a gente vem, pelo menos uma vez a gente vai nessa praia, é um jeito de se desconectar total
Y: Então, essa mina, a Guada, vai amanhã com uma amiga e me chamou pra ir, e perguntou se vocês também querem ir
B: A gente vai
A: Ah, não sei se tenho coragem
Y: Qual é, vai geral pelado, e também nem é como se você escondesse muito com a sua sunga kkkkkk
M: Ela tem razão
A: Sei lá, vou pensar

Um tempo depois, a gente foi pra casa e começou a preparar o jantar, e passamos boa parte da noite tentando convencer minha prima a ir. Finalmente, minutos antes de dormir, ela topou.

No dia seguinte, a gente carregou tudo na caminhonete e fomos pra praia. Pra ser sincero, eu tava tão nervoso quanto minha prima, mas a adrenalina de finalmente poder transar depois de tantos meses só batendo punheta falava mais alto. A gente parou com a caminhonete e começou a descer as coisas. Não sei como nem quando, mas quando me dei conta, tanto a Bárbara quanto o namorado dela já estavam completamente pelados. O namorado da Bárbara, vamos combinar, não tinha nada de impressionante, era mais pro lado pequeno, o que me relaxou bastante. Por mais que sempre me elogiassem pelo tamanho (17x6), quando tá mole não dá pra imaginar que pode ser grande. E sobre a Barbi, os peitos dela estavam lindos e ela tinha uma buceta que mal dava pra ver os lábios, com um pubiano peludinho mas bem cuidado. Enquanto a gente continuava descendo as coisas, o salva-vidas se aproximou e disse que a gente tinha que tirar a roupa pra ficar ali, senão teria que ficar do outro lado dos montes de areia que delimitavam a praia e dificultavam um pouco a vista pros curiosos.

A: As coisas que eu faço por você! – enquanto ela abaixava o short e tirava a camiseta, ficando como deus a trouxe ao mundo. Embora eu já tivesse visto ela de lingerie mais de uma vez e uma vez dançando, um peito escapou. nunca tinha visto ela completamente nua – vai, você também!
Y: aí vai, aí vai

Sem pensar, baixei a bermuda e tirei a camiseta. A visão da minha prima e da Barbi tinha feito o bagulho ficar bem inchado, o que fazia ele não parecer tão pequeno. Além disso, na noite anterior, por precaução, tinha raspado as bolas e o púbis por completo, o que fazia parecer maior. Em poucos minutos, já estávamos totalmente à vontade. Descobri um par de vezes minha prima olhando pra minha virilha, e tenho certeza de que ela também me pegou umas quantas vezes. Mas em momento algum passou pela minha cabeça fazer algo. O tempo passava e a Guada não chegava. Decidi ir buscar meu telefone no carro e vi que tinha uma chamada perdida e uma mensagem. Ao abrir, era dela, dizendo que não ia vir porque tinha dado problema. Quando falei que estávamos na praia, ela pediu desculpas e disse que na sexta, depois das 12, a gente se via na praia de Cariló e que ela me compensava pra começar o ano bem.

Y: bom, minha amiga não vai vir
A: não, tá de sacanagem? Fiquei pelado à toa?
B: aí, não fala assim! Aproveita!
Y: além disso, pensa que é pior pra mim
A: por quê?
Y: porque você tem seu namorado que vem daqui uns dias, eu continuo do mesmo jeito que antes de vir
M: hahaha calma, por que você não vai até a beira? Quem sabe consegue alguém aqui
Y: tem razão, vou dar um mergulho

No caminho, levantei uns olhares, principalmente de duas senhoras bem mais velhas que nem disfarçaram. Fiquei parado na beira, sentindo as ondas batendo nas minhas pernas, quando de repente alguém me abraçou por trás. A altura e o tamanho pequeno dos peitos denunciaram na hora: era a Barbi.

B: não entrou?
Y: não, tava pensando
B: no quê?
Y: em como eu queria uma mina pra aliviar a tensão
B: não seja bobo, você já vai aliviar. Tá mostrando uma coisa que vai despertar bastante interesse
Y: hahaha que idiota
B: ei, sério, você despertou o Meu, se não fosse o Mateo, essa conversa seria diferente
Y: desculpa – enquanto me virava pra olhar pra ela – isso eu realmente não esperava
B: bom, uma não é de pedra, e você deve ter visto que o Mateo não é um ator pornô kkk pra piorar com toda essa treta do covid e do hospital – o Mateo é médico – faz 4 meses que a gente não faz nada, e não é que eu não procure ele ou ele a mim, mas o meninão aqui de baixo não quer cooperar
Y: que merda, é horrível quando isso acontece
B: sim, então já viu, você não é o único, nesse grupo todo mundo tá na seca
Y: bom, a Aldi não kkk
B: pfff ela mais que a gente, as coisas com o idiota do namorado tão cada vez piores, a última vez que a gente falou sobre isso fazia um ano que não transavam, e ela tem certeza que ele tem outra, a história da bolha é pura enrolação, eles se separaram no dia 23
Y: que burra, ela nunca me contou nada
B: bom, então não fala nada. A ideia dessa viagem era justamente a gente ter uma alegria com nossos caras, e a gente ia trazer a Tati pra você também aproveitar, mas tudo foi se encaminhando assim
Y: que idiotas! E aqui estamos todos na mesma, bom, vocês pelo menos podem tentar
B: a gente já tentou ontem à noite e nada, mas vamos ver se ver sua prima ajuda um pouco e hoje a gente tem sorte
Y: faz o seguinte, hoje à noite vou jantar sozinho com a Aldi pra gente conversar e você solta a fera kkkkk
B: uff, pode ser, mas tenho que te dizer, tô tão tentada a experimentar isso – e aproveitando que estávamos de costas e longe, ela passou a mão no meu pau – deus, chega, vou voltar pros meninos

Eu tive que entrar na água, porque toda a conversa e aquela mãozada tinham deixado meu pau duríssimo, e se eu voltasse assim ia ser muito óbvio. Depois de um tempo voltei quando a coisa acalmou e contei pra minha prima meu plano pra noite, e mesmo ela reclamando um pouco, entendeu um sinal que fiz e aceitou

Finalmente, ao pôr do sol voltamos pra praia, por sorte tinha 3 banheiros na casa, então tomar banho foi bem de boa ágil. Quando já tinha terminado de me lavar e estava me secando, bateram na porta. Era minha prima, que veio confirmar o que tinha entendido na praia e foi embora. Não passaram nem dois segundos e bateram na porta de novo. Achando que era ela, mandei entrar sem perguntar quem era ou o que queria.

B: Com licença, posso? – era a Barbi atrás de mim.
Y: Sim, desculpa, o que foi? – enquanto arrumava minha toalha de novo, rápido.
B: Bom, também não vou ver nada que já não tenha visto. Vira, quero sua opinião.
Y: É, você tem razão.

E quando me virei, fiquei de boca aberta. A Barbi estava com um conjunto de renda preta que simplesmente caía perfeitamente nela, destacando cada detalhe do corpo dela. Ela girou, mostrando a parte de trás: uma pequena tanga se enfiava entre as bandas dela, e a cinta-liga presa nas meias pretas fechava o combo.

B: Bom, pronto, já tenho minha resposta.
Y: Que resposta?
B: Que isso desperta tudo. Olha como você ficou.

E era verdade. Minha toalha mal cobria minha ereção.

B: É maior do que eu imaginava. Desculpa, mas preciso fazer isso. – Ela se ajoelhou e meteu meu pau inteiro na boca de uma vez.
Y: Barbi, para, você tá louca, pode entrar alguém.
B: Nah, o Mateo tá tomando banho e sua prima tá se trocando. Não seja chato, desde hoje não consigo tirar isso da cabeça.
Y: Tá, isso é loucura.
B: Me deixa, por favor.

A verdade é que tenho que admitir que ela sabia o que estava fazendo. Tava me deixando louco, e com tudo que tinha acontecido, eu não ia durar muito.

Y: Barbi, você tá me matando, vou gozar.
B: E o que te impede? – tirando o pau da boca e batendo uma pra mim – Tenta não sujar a única coisa que tenho.

Barbi continuou chupando quando uma batida nos alertou bem na hora que eu ia gozar. Ela se assustou e saiu rápido do banheiro, e eu fiquei lá, no meio do gozo. Fiquei lá me tocando, com o pau totalmente duro e lubrificado com a saliva da Barbi, quando a porta se abriu de novo. Mas dessa vez era minha prima, que entrou e ficou paralisada olhando pra minha entreperna.

A: Desculpa, desculpa.
Y: Não tem problema. enquanto me cobria com a toalha – que passo, pequena
A: nada, fiz uma cagada com um móvel no quarto, me ajuda pra gente ir?
Y: sim, espera que me troco e vou
A: se quiser, termina tranquilo hahaha
Y: que idiota, já vou

Queria ter terminado, e até esperei uns minutos pra ver se a Barbi voltava a terminar o que tinha começado, mas ela não apareceu, então decidi me trocar e ir ajudar minha prima. O barulho que a gente ouviu eram as prateleiras do armário dela que tinham caído, ajudei ela a arrumar tudo e tenho que admitir que não consegui parar de olhar pras calcinhas fio dental que minha prima tinha, uma mais linda que a outra e com certeza naquela bunda ficariam um dez, mas o que mais me surpreendeu foi ver debaixo das roupas dela o que claramente era um consolo, que ela rapidinho tratou de esconder. Terminamos de nos trocar e saímos rápido pro jantar pra deixar o casal aproveitar, e tenho que admitir que tava com muita inveja do Mateo.

A noite passou super normal, jantamos, rimos, falamos de mil coisas e até dos problemas de casal que ela me contou. Em nenhum momento teve clima nem nada que desse a entender que podia rolar algo entre a gente, na verdade ela focou em me perguntar sobre a Guada e se desconfiou que tinha rolado algo com a Barbi, guardou bem pra ela. De uma coisa e outra, deu meia-noite, e mesmo sem toque de recolher, o clima não tava pra muita farra, então voltamos andando de boa pra casa. Quando chegamos, tava tudo escuro e silencioso, achamos que os meninos tinham ido dormir, fizemos umas piadas sobre como eles deviam estar cansados, e cada um foi pro seu quarto.

Umas hora depois de deitada, me deu uma sede do caralho que não deu pra aguentar, tive que ir na cozinha pegar algo pra beber. No caminho pra cozinha, ouvi um barulho que me distraiu. Não precisava ser muito esperta pra descobrir que era um vibrador, e vinha do quarto da minha prima. Aqui é onde posso dizer que a porta estava entreaberta e vi ela, mas não, estava fechada e pelo buraco da fechadura mal dava pra ver, mas perto da porta dava pra ouvir clarinho os gemidos baixinhos dela e não sei se foi a tesão ou se aconteceu, mas me pareceu ouvir meu nome. Não consegui evitar colocar minha mão dentro do meu short (quando tô sozinho durmo pelado, mas nesse caso tava de short sem nada por baixo) e comecei a me tocar quando ouvi outro barulho, eram claramente passos. Tirei a mão de dentro da calça e quis ir pra cozinha quando, ao chegar no fim do corredor, trombei com alguém. Era a Barbi que quase deu um grito que tampei com minha mão o máximo que pude.

B: que que cê tá fazendo, idiota, quase morri
Y: desculpa, ia pegar algo pra beber
B: eu também, esse barulho é o que eu tô pensando?
Y: sim, acho que sim, parece que a Aldi precisava relaxar
B: parece que não é a única – enquanto pegava no meu volume que ainda tava bem duro – vem, vamos pegar algo
Y: bora, mas não faz barulho

Chegamos na cozinha, quando acendi a luz, mesmo a Barbi não estando tão gostosa quanto tinha vindo pro banheiro, o short justo que ela tava e o top sem sutiã deixavam ela muito sensual, ou era só minha tesão. Servimos dois copos d'água, eu não conseguia parar de olhar o quanto os bicos dos peitos dela estavam duros.

B: cê gosta tanto assim?
Y: desculpa, tenho fraqueza
B: e se eu pedir pra você chupar eles?
Y: é perigoso, e se a Aldi ou o Mateo aparecerem?
B: a Aldi tá entretida e a gente vai ouvir ela chegar, e do outro não se preocupa – ela baixou uma alça e deixou o peito direito no ar – vai, por favor, vem

Não consegui evitar, levei à boca e comecei a chupar igual um bebê e morder, instintivamente minha mão foi direto pra entreperna dela, passei duas vezes por cima do short e na terceira meti a mão por dentro da calcinha dela, já tava encharcada e eu continuava chupando, não devem ter passado dois minutos da minha boca no peito dela e meu dedo roçando a buceta dela que ela se tensionou toda e levou uma das mãos à boca pra calar o orgasmo. Dois segundos depois, ela pegou meu Ela virou a cabeça, me fez sentar e começou a me beijar, enquanto dessa vez era ela quem enfiava a mão dentro do meu short e começava a apalpar meu pau.

B: Vou terminar o que não consegui hoje, preciso do seu gozo na minha boca.

Y: Nossa, como você tá assim?

B: E o que você quer? Se o babaca não conseguiu de novo, vai, por favor, enche minha boquinha — enquanto se ajoelhava e começava a chupar.

Não sei quanto tempo passou, mas não consegui evitar começar a foder a boca dela enquanto via ela se masturbando com a mão que não estava se apoiando. Pela primeira vez na vida, consegui sentir o orgasmo de uma mulher enquanto me chupavam, senti a boca dela se apertar e depois relaxar.

B: — tirando o pau da boca — vai, por favor, me dá o gozo.

Ela começou a me masturbar, colocando a língua para fora e me olhando, e eu não consegui evitar: gozei todo o leite que tinha acumulado. Enchi ela por completo, acho que só os primeiros dois jatos foram na boca dela, o resto foi no rosto, nos peitos e no cabelo. Enquanto tentava me recuperar, vi ela pegar com os dedos os restos de gozo do corpo dela e levar à boca, e finalmente me deu um selinho e saiu daquela cozinha como se tivesse cumprido a missão.

Bom, ficou longo demais… chegamos até aqui. No próximo, conto como isso continua.

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