Meu amigo e eu temos uma amizade de anos, daquelas que viram irmandade, praticamente somos melhores amigos ou até posso dizer, irmãos. Faz uns dois anos que ele começou a namorar uma mina que no começo eu não conhecia, mas ele apresentou e aos poucos fomos nos conhecendo. Ela é uma garota muito agradável, daquelas que faz amizade com todo mundo sem problema, então desde o início a gente se deu bem.
Ela é uma gostosa, pele clara, olhos azuis, cabelo castanho, altura média baixa, mas o que mais chama atenção é o corpo dela, um corpão curvilíneo cheio de curvas, umas tetas enormes e uma bunda grande e larga. Ela sabia usar tudo isso a favor dela, sabia como mostrar o corpo usando roupas que marcavam bem e de vez em quando postava alguma foto nas redes que arrancava mais de um suspiro. Ela é muito parecida com uma atriz chamada Natasha Nice, se não for idêntica.
Sei que ela é a namorada do meu amigo, mas como homem vocês vão me entender: chega um ponto em que é impossível não olhar pra alguém assim, não importa quem seja, ainda mais quando se convive direto com a pessoa. A gente começou a ficar muito próximo e a se dar super bem, tínhamos um monte de coisas em comum e até cheguei a pensar que, se eu tivesse conhecido ela antes, provavelmente eu seria o namorado dela, e não meu amigo. A gente costumava sair direto pra tomar alguma coisa num bar ou ir pra uma festa — eu, meu amigo, a namorada dele e outros amigos. Toda vez que saíamos, a namorada do meu amigo caprichava na produção pra mostrar seus encantos, usava saias ou vestidos e sempre decotes profundos, o que fazia ela se destacar por onde passava. Foi assim que comecei a olhar pra ela com mais desejo. Sempre que dava, eu aproveitava pra devorar ela com os olhos, mas tudo ficava por isso mesmo, nunca me insinuava nem tentava nada com ela. Só que, nessas noites de festa, se eu não conseguia pegar ninguém, chegava em casa todo excitado e acabava batendo uma pensando na namorada do meu amigo, vendo as fotos dela. Uma noite a gente saiu pra beber — eu, meu amigo, a namorada dele e uma amiga dela. O plano era que no final cada um ficasse com seu par, mas a amiga e eu não tivemos química, então no fim não rolou nada. Além disso, naquela noite meu amigo bebeu demais, ficou muito bêbado, e não conseguimos levar o plano adiante. No final, a amiga foi embora sozinha, deixando nós três — eu, meu amigo e a namorada dele. Decidimos que era hora de ir, então pedimos um Uber. O Uber chegou, e não sei por que caralhos, mas meu amigo foi o primeiro a entrar, sentando no banco do carona, deixando a namorada dele e eu no banco de trás.
No caminho pra casa, tudo normal. A viagem era primeiro deixar a namorada do meu amigo na casa dela, depois me deixar em casa e, por último, ele. Meu amigo, desde que entrou no carro, não parava de falar com o motorista — era aquela conversa típica de bêbado com motorista. Enquanto isso, a namorada dele e eu íamos atrás, trocando ideia sobre o que tinha rolado com a amiga dela. O caminho era longo, e meu amigo e o motorista não paravam de falar, enquanto a gente já tava meio de saco cheio e tinha parado de conversar. Mas ela se ajeitou como se fosse deitar, com metade do corpo no banco, e se encostou em mim. A cabeça dela ficou apoiada no meu ombro, e eu decidi encostar a minha na dela também. O motorista viu a gente pelo retrovisor e com certeza deve ter pensado que eu era o namorado dela, e não meu amigo, que nem tinha percebido como a gente tava.
Faltava pouco pra chegar na primeira parada quando virei pra olhar pra ela e me deparei com o decote, onde aquelas tetonas enormes se destacavam — sem dúvida, era o que eu mais gostava no corpo dela. Ela tava de olhos fechados, como se tivesse dormido no caminho, mas naquela hora abriu os olhos e me pegou olhando pro decote. Envergonhado, me virei pra me ajeitar como antes, mas ela se grudou mais em mim e, com a mão, pegou a minha e entrelaçou os dedos. Eu não resisti e deixei rolar.
Chegamos na casa dela, e o motorista estacionou o carro enquanto ela se despedia e pegava as coisas. Meu amigo continuava falando sem parar com o motorista, então ainda não tinha sacado a situação. Ela colocou minha mão na coxa dela, que tava de fora, e se despediu de mim com um abraço e um beijo na bochecha, bem perto da boca. Ela desceu do carro, e foi aí que meu amigo também desceu pra se despedir dela e deixá-la na porta de casa. Eles se despediram como qualquer casal de namorados, e depois ele voltou, entrou no carro e a gente seguiu viagem. O próximo a descer era eu. Tava no caminho pra... Minha casa, cada um exatamente no mesmo lugar, só que agora éramos só o motorista, meu amigo e eu. Quando sinto meu celular vibrar, tiro pra ver o que tava rolando e, pra minha surpresa, era uma mensagem da namorada do meu amigo que só dizia: "me avisem quando chegarem". Só respondi que assim que chegasse em casa avisava ela, e ficou por isso. Seguimos nosso caminho até chegar na minha casa. Lá, me despedi do meu amigo e agradeci o motorista. Entrei em casa e a primeira coisa que fiz foi avisar a namorada do meu amigo que já tinha chegado, e começamos a conversar. No começo, tudo bem, até que ela tocou no assunto da amiga dela de novo. Foi quando eu falei que tinha me divertido pra caralho, mas que tinha ficado com vontade de ter ficado com a amiga dela. Ela disse que também tinha ficado com vontade, porque o namorado dela, meu amigo, tinha ficado muito mal e eles nem conseguiram fazer nada. Depois, ela falou que tinha esquecido de me dar meu presente, porque tinha feito aniversário umas duas semanas antes. Foi quando eu disse que ela podia passar lá, e ela topou.
Rapidão, saí de casa de novo e peguei meu carro. Não me importei de dirigir e não tinha tempo de pedir um Uber. Queria chegar logo, então depois de uns minutos cheguei na casa dela. Estacionei na frente e mandei uma mensagem dizendo que já tava lá fora. Ela demorou uns minutos pra sair. Tinha se trocado, agora tava usando um roupão rosa de veludo e assim subiu no banco do carona.
Ficamos um tempão só nos olhando, sem falar nada. Só silêncio e nós dois nos encarando. A tensão tava enorme, então não me segurei e me joguei em cima dela, beijando a boca dela igual um louco, enquanto ela correspondia e começava a me beijar com muita vontade também. A gente tava assim quando senti a língua dela procurando a minha, e isso me excitava pra caralho. Eu já tava com um puta pau duro entre as pernas quando senti a mão dela pousar na minha virilha. Não tinha mais volta. Voltei atrás, me separei dela, desci pra beijar o pescoço dela por um tempo e fui descendo, abri o roupão dela e me deparei com a surpresa de que ela só estava de calcinha e sutiã por baixo do roupão. Não pensei duas vezes e desci pra beijar aquelas tetas enormes e gostosas, não podia acreditar que aquilo tava acontecendo exatamente como eu tinha fantasiado com ela. Tirei os peitos dela do sutiã sem precisar desabotoar, e ela começou a soltar uns gemidinhos baixos. Eu tava no paraíso chupando as tetas dela quando ela pediu pra eu parar. Eu podia passar o dia inteiro fazendo aquilo, mas resolvi parar. Ela disse pra gente ir pra outro lugar porque tava com medo dos pais dela aparecerem e nos pegarem ali. Então liguei o carro e comecei a dirigir pra longe dali. Sugeri irmos pra um motel, mas ela disse que não tinha muito tempo, então continuei dirigindo enquanto ela ia desabotoando minha calça no caminho até chegar num parque público perto da casa dela. Estacionei o carro e já tirei meu pau pra fora pra ela acariciar. Ela fazia com muita técnica, me dando muito prazer, e ela adorava ver a cara de prazer no meu rosto. Aí ela disse que aquele era meu presente e colocou a ponta do meu pau na boca dela. No começo, ela beijava ele todo e só colocava a cabeça na boca. Era uma expert nisso, e eu sentia cada vez mais prazer. Ela continuou fazendo o que queria comigo até ter meu pau inteiro dentro da boca dela. Foi o melhor boquete que já recebi na vida, e era a namorada do meu amigo que tava me dando. Se continuasse assim, eu ia gozar a qualquer momento, então resolvi pedir pra ela parar. Ela parou e começou a rir, sabia exatamente o que tava fazendo e o que ia acontecer se continuasse. Aí eu disse que agora era minha vez e comecei a chupar os lábios dela de novo, dessa vez mordendo e beijando com muita língua enquanto acariciava aquelas tetonas dela. Desci uma mão fazendo o caminho dos peitos dela até a virilha, e ali não perdi tempo: meti a mão dentro da calcinha dela e comecei a acariciar o clitóris dela. esfregando ela e ela começava a gemer com mais vontade enquanto eu sentia como cada vez ficava mais molhada, ao mesmo tempo que eu a tocava ela começou a me bater uma siririca a tal ponto que parecia uma competição pra ver quem fazia o outro gozar primeiro, os vidros totalmente embaçados graças ao nosso tesão, o gostoso cheiro de sexo e o som dos gemidos dela era a combinação perfeita até que ela não aguentou mais, tirou minha mão de entre as pernas dela, se jogou em cima de mim e de novo começou a me dar um boquete do caralho, mas dessa vez fazia com mais vontade, decidida a me fazer gozar e foi assim, em poucos minutos não aguentei mais e gozei na boca dela, mas isso não importou pra ela e ela continuou até tirar a última gota e deixou meu pau limpinho, ela engoliu tudo e a gente deu uma pequena pausa depois do gostoso que a gente tinha passado. A gente conversou um pouco sobre o gostoso que tinha sido até que ela me pediu pra levar ela de volta pra casa e foi o que eu fiz, levei ela pra casa e a gente se despediu como se nada tivesse acontecido, como uns amigos quaisquer, mas a gente sabia que aquela não seria a última vez.
Ela é uma gostosa, pele clara, olhos azuis, cabelo castanho, altura média baixa, mas o que mais chama atenção é o corpo dela, um corpão curvilíneo cheio de curvas, umas tetas enormes e uma bunda grande e larga. Ela sabia usar tudo isso a favor dela, sabia como mostrar o corpo usando roupas que marcavam bem e de vez em quando postava alguma foto nas redes que arrancava mais de um suspiro. Ela é muito parecida com uma atriz chamada Natasha Nice, se não for idêntica.
Sei que ela é a namorada do meu amigo, mas como homem vocês vão me entender: chega um ponto em que é impossível não olhar pra alguém assim, não importa quem seja, ainda mais quando se convive direto com a pessoa. A gente começou a ficar muito próximo e a se dar super bem, tínhamos um monte de coisas em comum e até cheguei a pensar que, se eu tivesse conhecido ela antes, provavelmente eu seria o namorado dela, e não meu amigo. A gente costumava sair direto pra tomar alguma coisa num bar ou ir pra uma festa — eu, meu amigo, a namorada dele e outros amigos. Toda vez que saíamos, a namorada do meu amigo caprichava na produção pra mostrar seus encantos, usava saias ou vestidos e sempre decotes profundos, o que fazia ela se destacar por onde passava. Foi assim que comecei a olhar pra ela com mais desejo. Sempre que dava, eu aproveitava pra devorar ela com os olhos, mas tudo ficava por isso mesmo, nunca me insinuava nem tentava nada com ela. Só que, nessas noites de festa, se eu não conseguia pegar ninguém, chegava em casa todo excitado e acabava batendo uma pensando na namorada do meu amigo, vendo as fotos dela. Uma noite a gente saiu pra beber — eu, meu amigo, a namorada dele e uma amiga dela. O plano era que no final cada um ficasse com seu par, mas a amiga e eu não tivemos química, então no fim não rolou nada. Além disso, naquela noite meu amigo bebeu demais, ficou muito bêbado, e não conseguimos levar o plano adiante. No final, a amiga foi embora sozinha, deixando nós três — eu, meu amigo e a namorada dele. Decidimos que era hora de ir, então pedimos um Uber. O Uber chegou, e não sei por que caralhos, mas meu amigo foi o primeiro a entrar, sentando no banco do carona, deixando a namorada dele e eu no banco de trás.
No caminho pra casa, tudo normal. A viagem era primeiro deixar a namorada do meu amigo na casa dela, depois me deixar em casa e, por último, ele. Meu amigo, desde que entrou no carro, não parava de falar com o motorista — era aquela conversa típica de bêbado com motorista. Enquanto isso, a namorada dele e eu íamos atrás, trocando ideia sobre o que tinha rolado com a amiga dela. O caminho era longo, e meu amigo e o motorista não paravam de falar, enquanto a gente já tava meio de saco cheio e tinha parado de conversar. Mas ela se ajeitou como se fosse deitar, com metade do corpo no banco, e se encostou em mim. A cabeça dela ficou apoiada no meu ombro, e eu decidi encostar a minha na dela também. O motorista viu a gente pelo retrovisor e com certeza deve ter pensado que eu era o namorado dela, e não meu amigo, que nem tinha percebido como a gente tava.Faltava pouco pra chegar na primeira parada quando virei pra olhar pra ela e me deparei com o decote, onde aquelas tetonas enormes se destacavam — sem dúvida, era o que eu mais gostava no corpo dela. Ela tava de olhos fechados, como se tivesse dormido no caminho, mas naquela hora abriu os olhos e me pegou olhando pro decote. Envergonhado, me virei pra me ajeitar como antes, mas ela se grudou mais em mim e, com a mão, pegou a minha e entrelaçou os dedos. Eu não resisti e deixei rolar.
Chegamos na casa dela, e o motorista estacionou o carro enquanto ela se despedia e pegava as coisas. Meu amigo continuava falando sem parar com o motorista, então ainda não tinha sacado a situação. Ela colocou minha mão na coxa dela, que tava de fora, e se despediu de mim com um abraço e um beijo na bochecha, bem perto da boca. Ela desceu do carro, e foi aí que meu amigo também desceu pra se despedir dela e deixá-la na porta de casa. Eles se despediram como qualquer casal de namorados, e depois ele voltou, entrou no carro e a gente seguiu viagem. O próximo a descer era eu. Tava no caminho pra... Minha casa, cada um exatamente no mesmo lugar, só que agora éramos só o motorista, meu amigo e eu. Quando sinto meu celular vibrar, tiro pra ver o que tava rolando e, pra minha surpresa, era uma mensagem da namorada do meu amigo que só dizia: "me avisem quando chegarem". Só respondi que assim que chegasse em casa avisava ela, e ficou por isso. Seguimos nosso caminho até chegar na minha casa. Lá, me despedi do meu amigo e agradeci o motorista. Entrei em casa e a primeira coisa que fiz foi avisar a namorada do meu amigo que já tinha chegado, e começamos a conversar. No começo, tudo bem, até que ela tocou no assunto da amiga dela de novo. Foi quando eu falei que tinha me divertido pra caralho, mas que tinha ficado com vontade de ter ficado com a amiga dela. Ela disse que também tinha ficado com vontade, porque o namorado dela, meu amigo, tinha ficado muito mal e eles nem conseguiram fazer nada. Depois, ela falou que tinha esquecido de me dar meu presente, porque tinha feito aniversário umas duas semanas antes. Foi quando eu disse que ela podia passar lá, e ela topou.
Rapidão, saí de casa de novo e peguei meu carro. Não me importei de dirigir e não tinha tempo de pedir um Uber. Queria chegar logo, então depois de uns minutos cheguei na casa dela. Estacionei na frente e mandei uma mensagem dizendo que já tava lá fora. Ela demorou uns minutos pra sair. Tinha se trocado, agora tava usando um roupão rosa de veludo e assim subiu no banco do carona.
Ficamos um tempão só nos olhando, sem falar nada. Só silêncio e nós dois nos encarando. A tensão tava enorme, então não me segurei e me joguei em cima dela, beijando a boca dela igual um louco, enquanto ela correspondia e começava a me beijar com muita vontade também. A gente tava assim quando senti a língua dela procurando a minha, e isso me excitava pra caralho. Eu já tava com um puta pau duro entre as pernas quando senti a mão dela pousar na minha virilha. Não tinha mais volta. Voltei atrás, me separei dela, desci pra beijar o pescoço dela por um tempo e fui descendo, abri o roupão dela e me deparei com a surpresa de que ela só estava de calcinha e sutiã por baixo do roupão. Não pensei duas vezes e desci pra beijar aquelas tetas enormes e gostosas, não podia acreditar que aquilo tava acontecendo exatamente como eu tinha fantasiado com ela. Tirei os peitos dela do sutiã sem precisar desabotoar, e ela começou a soltar uns gemidinhos baixos. Eu tava no paraíso chupando as tetas dela quando ela pediu pra eu parar. Eu podia passar o dia inteiro fazendo aquilo, mas resolvi parar. Ela disse pra gente ir pra outro lugar porque tava com medo dos pais dela aparecerem e nos pegarem ali. Então liguei o carro e comecei a dirigir pra longe dali. Sugeri irmos pra um motel, mas ela disse que não tinha muito tempo, então continuei dirigindo enquanto ela ia desabotoando minha calça no caminho até chegar num parque público perto da casa dela. Estacionei o carro e já tirei meu pau pra fora pra ela acariciar. Ela fazia com muita técnica, me dando muito prazer, e ela adorava ver a cara de prazer no meu rosto. Aí ela disse que aquele era meu presente e colocou a ponta do meu pau na boca dela. No começo, ela beijava ele todo e só colocava a cabeça na boca. Era uma expert nisso, e eu sentia cada vez mais prazer. Ela continuou fazendo o que queria comigo até ter meu pau inteiro dentro da boca dela. Foi o melhor boquete que já recebi na vida, e era a namorada do meu amigo que tava me dando. Se continuasse assim, eu ia gozar a qualquer momento, então resolvi pedir pra ela parar. Ela parou e começou a rir, sabia exatamente o que tava fazendo e o que ia acontecer se continuasse. Aí eu disse que agora era minha vez e comecei a chupar os lábios dela de novo, dessa vez mordendo e beijando com muita língua enquanto acariciava aquelas tetonas dela. Desci uma mão fazendo o caminho dos peitos dela até a virilha, e ali não perdi tempo: meti a mão dentro da calcinha dela e comecei a acariciar o clitóris dela. esfregando ela e ela começava a gemer com mais vontade enquanto eu sentia como cada vez ficava mais molhada, ao mesmo tempo que eu a tocava ela começou a me bater uma siririca a tal ponto que parecia uma competição pra ver quem fazia o outro gozar primeiro, os vidros totalmente embaçados graças ao nosso tesão, o gostoso cheiro de sexo e o som dos gemidos dela era a combinação perfeita até que ela não aguentou mais, tirou minha mão de entre as pernas dela, se jogou em cima de mim e de novo começou a me dar um boquete do caralho, mas dessa vez fazia com mais vontade, decidida a me fazer gozar e foi assim, em poucos minutos não aguentei mais e gozei na boca dela, mas isso não importou pra ela e ela continuou até tirar a última gota e deixou meu pau limpinho, ela engoliu tudo e a gente deu uma pequena pausa depois do gostoso que a gente tinha passado. A gente conversou um pouco sobre o gostoso que tinha sido até que ela me pediu pra levar ela de volta pra casa e foi o que eu fiz, levei ela pra casa e a gente se despediu como se nada tivesse acontecido, como uns amigos quaisquer, mas a gente sabia que aquela não seria a última vez.
2 comentários - A gostosa do meu amigo