Troca de primos (Mãe e tia) (SuperMorboso)

Este relato é super mórbido, vocês vejam se levam a sério, mas a única coisa que posso dizer é que foi a parada mais gostosa que já vivi na minha vida. Era um dia quente de primavera, minha mãe, vamos chamar ela de Jenifer, e eu me chamo Pablo. Minha mãe me disse: "Filho, não acha que a gente precisa de umas férias? Imagina agora estar naquele balneário onde fomos quando você era criança, quando fomos todos, sua avó, tia, seu... pai;" (aí minha mãe deu uma pausa porque tinham se separado faz pouco tempo) ficou calada um instante e disse: "Bom, o que acha? Vamos?" Eu respondi na hora que sim. Vale mencionar, minha mãe era meio baixinha, magra, uns olhos meio puxados, cabelo liso, castanho escuro, peitos muito conservados pra idade dela, grandes e naturais, e uma bunda normal. Realmente não via minha mãe com olhos de tesão ou algo assim, tudo mudou até chegar aquele dia. "Tudo pronto", disse ela, eu levantando as malas. "Mais que pronto, Pablo, filho, só que vai minha parceria, o Antônio." (Porra, pensei) O cara era extremamente odioso, narcisista, bom, eu não gostava dele. Então, de má vontade, só peguei minhas malas e fomos pra rodoviária: eu, minha mãe e o Antônio. Vale mencionar que isso foi uns 2 anos antes da pandemia, a rodoviária tava super lotada, gente pra todo lado, uma loucura! "Gritou o Antônio", e não precisa gritar, pensei. Minha mãe tava super gostosa, usava um All Star vermelho, uma minissaia vermelha, uma blusa vermelha e uma jaqueta jeans. Ela e o Antônio eram muito liberais, ele não se importava nem que olhassem pra ela, parecia até se orgulhar; que filho da puta, pensei. Aos 40 anos, ela roubava olhares por todo lado, até percebi um cara que esfregou a pica depois que a mamãe passou (que desconforto, pensei). "Tô com fome", disse minha mãe. Procuramos a área de comida e o Antônio rapidamente pegou uma mesa. Ele ficou enquanto fomos pedir algo, uma pizza decidimos nós três. "Olha, viu quem tá ali?", disse minha mãe, antes de eu ver quem era, ela já... tava correndo pra cumprimentar ela; maninha! muitos anos que não te via, 6, 7, sei lá, mas tô tão feliz. Minha tia parecia corresponder a felicidade. Ela se chamava Guadalupe, tinha 45 anos, era mais velha que minha mãe. Sempre foram muito unidas, mas depois que casou, quase nunca mais se viam, então foi algo muito bom pra minha mãe. Eu tinha 20 e o filho dela (meu primo) uns 18, se chamava Osvaldo, um cara bem alto e magro. Rapidamente me cumprimentou: "Primo, como cê tá?" "Muito bem, primo", falei eu, afastando ele devagar porque ele me abraçou. Minha tia, minha mãe, eu e meu primo ficamos trocando ideia, contando nossas merdas. O que começou a me incomodar era que meu primo, de vez em quando, se perdia olhando pra minha mãe. Não diretamente, mas aproveitava qualquer chance pra encarar ela. (Não me incomodava, porque eu fazia o mesmo, kkkk) Eu devorava minha tia com os olhos: alta, magra, morena, bunda normal e peitos normais, mas era muito gostosa, parecia uma modelo madura. Só fingia que era só aquele momento, depois cada um ia pro seu canto e tchau. A voz chamou: "Primeira chamada, viagem pro balneário água quente, sai em 20 minutos." Minha tia e meu primo levantaram na mesma hora que a gente. Minha mãe e minha tia gritaram feito duas meninas. Eu só pensei: "Merda, vamos pro mesmo destino." Mas, ao mesmo tempo, minha mente ficou feliz por passar mais tempo com minha tia. Querem saber a segunda parte? Façam saber.

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