Bom, como contei no relato anterior — se não viram, vão lá ver. Alguns me pediram pra mostrar fotos da minha prima, desculpa mas não posso fazer isso. Vou deixar umas fotos ilustrativas, literalmente é igualzinha à minha prima de rosto não, mas de corpo sim.


Tava me beijando com minha prima na porta do banheiro, aí do nada fechei a porta do banheiro e ela se abaixou pra prender o cabelo. Eu baixei minha calça e, literalmente, meu pau nunca tinha estado tão grande, tava estourando. Ela falou:
Sofia: Olha, depois que isso rolar, não tem volta.
Eu: Não tô nem aí, tô morrendo de vontade de te comer.
Sofia: Pior que eu não sei, tô com medo.
Eu: Vai, sua puta, abaixa e chupa.
Sofia: Sabe de uma? Vai tomar no cu, tchau.
Ela saiu e bateu a porta do banheiro com força. Na hora, meu pau murchou na mesma hora. Fiquei pensando por que eu tinha falado aquilo, mas, verdade seja dita, não me arrependi de ter dito. Fiquei uns minutos no banheiro mexendo no celular pra disfarçar um pouco. Saí do banheiro e fui deitar. Meu primo, que dormia comigo, ainda tava bem dormindo. Peguei o celular e mostro como foi a conversa:
Claramente fui igual, sem me importar nada. Me deixou com muito tesão aquele primeiro beijo, a hora que a gente tava comendo, a do banheiro, e eu já tava prestes a explodir, não ia aguentar nem mais um segundo. Desci devagar pelas escadas quando vejo que minha outra prima vinha atrás de mim e me perguntou o que eu tava fazendo tão tarde. Falei que ia no banheiro. Entrei no banheiro e olhei pelo buraco que tinha perto da maçaneta, e ela pegou alguma coisa pra comer e umas latas de cerveja e foi deitar. Esperei menos de 10 segundos e saí pro quarto da minha prima, que ficava a menos de 20 passos (pra vocês terem uma ideia, a casa era enorme, eu sempre reclamo porque é muito grande e só moramos eu e minha mãe). Continuando a história, entro rápido e fecho devagar. As luzes estavam apagadas e tava um frio do caralho, o ar tava em 17° pra vocês terem ideia. Ela acende o abajur do lado da mesinha e fala:
Sofia: O que cê tá fazendo, idiota? Te falei que amanhã...
Eu: Não, não aguento mais. Vai agora.
Sofia: Trouxe camisinha?
Eu: Usei a palavra "buceta" da lora, esqueci.
Sofia: Você é um punheteiro.
Sofia: Vem, se cobre que vou só te chupar.
Quando ela falou isso, meu pau ficou duro. Fui deitar e abaixei a calça, e ela começou a acariciar minha pica, tava me masturbando, até que começou a me chupar. E olha, nunca tinham me chupado tão bem. Num momento em que ela já tava cheia de baba e um pouco de porra, empurrei a cabeça da minha prima pra ela engasgar e falei:
Eu: Agora você vai ser minha puta, e quando disser que não, vou fazer você engolir pica por todos os lados.
Ela se soltou rápido, olhou nos meus olhos e falou:
Sofia: Sim, vou ser sua puta, mas ninguém pode saber.
Eu: Beleza, cala a boca e continua chupando.
Ela obedeceu e continuou. Depois dessa conversa, eu já não aguentava mais. Levantei na cama e ela se ajoelhou. Ela ia tirar os óculos, mas eu falei pra deixar. Gozei na cara toda dela. Ela se secou com uma toalha e falou que ia no banheiro. banho, eu já tava morto de cansado, deitei e quando acordei já eram 10:00 da manhã, queria me matar. Tava abraçado de conchinha com minha prima, eu tava pelado e ela com um shortinho curto. Levantei super rápido da cama, sabia que se minha mãe descobrisse ia me matar. Minha mãe não costumava entrar no meu quarto, mas o problema era meu primo: se ele acordasse e não me visse ali, com certeza ia perguntar pra minha mãe. Por sorte, passei pela cozinha e não tinha ninguém, passei pela sala de jantar e também não tinha ninguém. As cortinas da porta de vidro que dava pro quintal estavam abaixadas, o que significava que minha mãe ainda não tinha levantado. Cheguei, subi as escadas, entrei, meu primo tava dormindo, deitei e dormi rápido. Acordei às 3, minha mãe colocou meu café na mesa e falou que ia sair com minha prima pro supermercado, que era bem longe. Tomei café tranquilo, meu primo tava na piscina. Subi, coloquei um short de praia e quando ia entrar na água, meu primo tava saindo pra jogar no computador (Meu primo era e ainda é otaku). Nada de errado nisso, só tô falando pra vocês terem uma ideia de como ele era: passava 24/7 vendo séries e tal. Eu era o oposto, era esportista, ia pra academia, saía com amigos e tal. Não brigávamos, mas éramos opostos. Nisso, eu já tinha trocado de roupa e o dia tava pedindo pra entrar na água, não ia desperdiçar. Passei um pouco de bronzeador e entrei. Fiquei nadando uns 15 minutos ou algo assim, quando minha prima saiu. Me fiz de besta e continuei nadando. Ela ficou perto da escada da piscina e me perguntou se eu podia ajudar ela com uma coisa. Ela tava meio curvada, então me aproximei e dei um beijinho nela. Ela falou:
Sofia: O que cê tá fazendo, idiota? Podem nos ver.
Eu: Não tem ninguém. Em que você quer que eu te ajude?
Sofia: Tenho que escolher roupa.
Eu: Ah, lá em casa kkkkk.
Sofia: Não seja besta, sério, burro.
Eu: Beleza, já vou sair e vou.
Sofia: Não esquece de levar camisinha, ahre (ahre é uma expressão argentina que é tipo pra suavizar as coisas ou dizer mentira). Eu: Tão rápido que quer que eu meta?
Ela riu, me deu um beijinho e foi embora. Nadei mais duas vezes, já que não ia pra academia porque ia ficar ocupado com minha prima. Me seco, entro no meu quarto — meu primo tava viciado no COUNTER — pego uma cueca, uma calça, uma regata e as camisinhas. Desço, me troco no banheiro e vou pro quarto dela. Bato, e ela manda entrar.
Ela tava com uma camiseta que apertava os peitos e, claramente, sem sutiã. Fui direto nela — era óbvio que não me chamou pra ajudar a escolher roupa. Começo a beijar a boca dela, tiro aquela camiseta e, finalmente, vejo os peitos dela: eram perfeitos. Essa é uma imagem ilustrativa:
Começo a chupar os peitos dela por uns 5 minutos. Ela beijava minha cabeça e falava:
Sofia: Gosta da putinha que sou, priminho? Adoro como você chupa meus peitos.
Eu já tava com o pau durasso, não aguentava mais, queria meter logo.
Ela se abaixa e começa a me chupar por uns 5 minutos.
Até que ela manda eu colocar a camisinha. Coloquei, ela baixou a tanga e tinha uma bunda perfeita, tava toda molhada. Meti de uma vez.
Eu: Gosta como eu te como, prima?
Sofia: Claro, bebê, adoro que me trate como uma puta, hahahaha.
Eu: Cala a boca e não grita, puta de merda.
Sofia: Sim, papai, como você mandar.
Comi ela por uns 15 minutos e já tava quase gozando. Mandei ela virar, gozei nos peitos dela. Ela foi se limpar, e eu já tava trocado. Olhei o celular: eram 5 e pouco, minha mãe já devia estar chegando. Saí do quarto da minha prima, fui pro quintal e joguei bola sozinho por um tempo, agindo como se nada tivesse acontecido. Minha mãe chegou, perguntou se eu precisava de algo, falei que não e pronto.
Obviamente, continuei comendo minha prima por uns 2 meses, até ela ir embora. Tenho mais histórias com ela, com colegas da escola e agora da faculdade. Vocês me digam se querem mais relatos ou não.



Tava me beijando com minha prima na porta do banheiro, aí do nada fechei a porta do banheiro e ela se abaixou pra prender o cabelo. Eu baixei minha calça e, literalmente, meu pau nunca tinha estado tão grande, tava estourando. Ela falou: Sofia: Olha, depois que isso rolar, não tem volta.
Eu: Não tô nem aí, tô morrendo de vontade de te comer.
Sofia: Pior que eu não sei, tô com medo.
Eu: Vai, sua puta, abaixa e chupa.
Sofia: Sabe de uma? Vai tomar no cu, tchau.
Ela saiu e bateu a porta do banheiro com força. Na hora, meu pau murchou na mesma hora. Fiquei pensando por que eu tinha falado aquilo, mas, verdade seja dita, não me arrependi de ter dito. Fiquei uns minutos no banheiro mexendo no celular pra disfarçar um pouco. Saí do banheiro e fui deitar. Meu primo, que dormia comigo, ainda tava bem dormindo. Peguei o celular e mostro como foi a conversa:
Claramente fui igual, sem me importar nada. Me deixou com muito tesão aquele primeiro beijo, a hora que a gente tava comendo, a do banheiro, e eu já tava prestes a explodir, não ia aguentar nem mais um segundo. Desci devagar pelas escadas quando vejo que minha outra prima vinha atrás de mim e me perguntou o que eu tava fazendo tão tarde. Falei que ia no banheiro. Entrei no banheiro e olhei pelo buraco que tinha perto da maçaneta, e ela pegou alguma coisa pra comer e umas latas de cerveja e foi deitar. Esperei menos de 10 segundos e saí pro quarto da minha prima, que ficava a menos de 20 passos (pra vocês terem uma ideia, a casa era enorme, eu sempre reclamo porque é muito grande e só moramos eu e minha mãe). Continuando a história, entro rápido e fecho devagar. As luzes estavam apagadas e tava um frio do caralho, o ar tava em 17° pra vocês terem ideia. Ela acende o abajur do lado da mesinha e fala:Sofia: O que cê tá fazendo, idiota? Te falei que amanhã...
Eu: Não, não aguento mais. Vai agora.
Sofia: Trouxe camisinha?
Eu: Usei a palavra "buceta" da lora, esqueci.
Sofia: Você é um punheteiro.
Sofia: Vem, se cobre que vou só te chupar.
Quando ela falou isso, meu pau ficou duro. Fui deitar e abaixei a calça, e ela começou a acariciar minha pica, tava me masturbando, até que começou a me chupar. E olha, nunca tinham me chupado tão bem. Num momento em que ela já tava cheia de baba e um pouco de porra, empurrei a cabeça da minha prima pra ela engasgar e falei:
Eu: Agora você vai ser minha puta, e quando disser que não, vou fazer você engolir pica por todos os lados.
Ela se soltou rápido, olhou nos meus olhos e falou:
Sofia: Sim, vou ser sua puta, mas ninguém pode saber.
Eu: Beleza, cala a boca e continua chupando.
Ela obedeceu e continuou. Depois dessa conversa, eu já não aguentava mais. Levantei na cama e ela se ajoelhou. Ela ia tirar os óculos, mas eu falei pra deixar. Gozei na cara toda dela. Ela se secou com uma toalha e falou que ia no banheiro. banho, eu já tava morto de cansado, deitei e quando acordei já eram 10:00 da manhã, queria me matar. Tava abraçado de conchinha com minha prima, eu tava pelado e ela com um shortinho curto. Levantei super rápido da cama, sabia que se minha mãe descobrisse ia me matar. Minha mãe não costumava entrar no meu quarto, mas o problema era meu primo: se ele acordasse e não me visse ali, com certeza ia perguntar pra minha mãe. Por sorte, passei pela cozinha e não tinha ninguém, passei pela sala de jantar e também não tinha ninguém. As cortinas da porta de vidro que dava pro quintal estavam abaixadas, o que significava que minha mãe ainda não tinha levantado. Cheguei, subi as escadas, entrei, meu primo tava dormindo, deitei e dormi rápido. Acordei às 3, minha mãe colocou meu café na mesa e falou que ia sair com minha prima pro supermercado, que era bem longe. Tomei café tranquilo, meu primo tava na piscina. Subi, coloquei um short de praia e quando ia entrar na água, meu primo tava saindo pra jogar no computador (Meu primo era e ainda é otaku). Nada de errado nisso, só tô falando pra vocês terem uma ideia de como ele era: passava 24/7 vendo séries e tal. Eu era o oposto, era esportista, ia pra academia, saía com amigos e tal. Não brigávamos, mas éramos opostos. Nisso, eu já tinha trocado de roupa e o dia tava pedindo pra entrar na água, não ia desperdiçar. Passei um pouco de bronzeador e entrei. Fiquei nadando uns 15 minutos ou algo assim, quando minha prima saiu. Me fiz de besta e continuei nadando. Ela ficou perto da escada da piscina e me perguntou se eu podia ajudar ela com uma coisa. Ela tava meio curvada, então me aproximei e dei um beijinho nela. Ela falou:
Sofia: O que cê tá fazendo, idiota? Podem nos ver.
Eu: Não tem ninguém. Em que você quer que eu te ajude?
Sofia: Tenho que escolher roupa.
Eu: Ah, lá em casa kkkkk.
Sofia: Não seja besta, sério, burro.
Eu: Beleza, já vou sair e vou.
Sofia: Não esquece de levar camisinha, ahre (ahre é uma expressão argentina que é tipo pra suavizar as coisas ou dizer mentira). Eu: Tão rápido que quer que eu meta?
Ela riu, me deu um beijinho e foi embora. Nadei mais duas vezes, já que não ia pra academia porque ia ficar ocupado com minha prima. Me seco, entro no meu quarto — meu primo tava viciado no COUNTER — pego uma cueca, uma calça, uma regata e as camisinhas. Desço, me troco no banheiro e vou pro quarto dela. Bato, e ela manda entrar.
Ela tava com uma camiseta que apertava os peitos e, claramente, sem sutiã. Fui direto nela — era óbvio que não me chamou pra ajudar a escolher roupa. Começo a beijar a boca dela, tiro aquela camiseta e, finalmente, vejo os peitos dela: eram perfeitos. Essa é uma imagem ilustrativa:
Começo a chupar os peitos dela por uns 5 minutos. Ela beijava minha cabeça e falava:
Sofia: Gosta da putinha que sou, priminho? Adoro como você chupa meus peitos.
Eu já tava com o pau durasso, não aguentava mais, queria meter logo.
Ela se abaixa e começa a me chupar por uns 5 minutos.
Até que ela manda eu colocar a camisinha. Coloquei, ela baixou a tanga e tinha uma bunda perfeita, tava toda molhada. Meti de uma vez.
Eu: Gosta como eu te como, prima?
Sofia: Claro, bebê, adoro que me trate como uma puta, hahahaha.
Eu: Cala a boca e não grita, puta de merda.
Sofia: Sim, papai, como você mandar.
Comi ela por uns 15 minutos e já tava quase gozando. Mandei ela virar, gozei nos peitos dela. Ela foi se limpar, e eu já tava trocado. Olhei o celular: eram 5 e pouco, minha mãe já devia estar chegando. Saí do quarto da minha prima, fui pro quintal e joguei bola sozinho por um tempo, agindo como se nada tivesse acontecido. Minha mãe chegou, perguntou se eu precisava de algo, falei que não e pronto.
Obviamente, continuei comendo minha prima por uns 2 meses, até ela ir embora. Tenho mais histórias com ela, com colegas da escola e agora da faculdade. Vocês me digam se querem mais relatos ou não.
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