Os Chifres do Mario

esta é a primeira parte de uma história real
Espero que vocês gostem e, como sempre...
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS E PELOS PONTOS






Mario é um homem divino, por isso estamos juntos há anos. Nos damos super bem em quase tudo, só que às vezes algumas coisas dele não me agradam, principalmente na cama, onde sou muito fogosa. Pra piorar, meu corpo é bem proporcionado e eu adoro mostrar minhas curvas — não tem nada de errado nisso e não incomoda o Mario em nada. Ele não é bobo, já percebeu que eu sempre fico com vontade de mais, mas por causa do tamanho do pau dele, conhece suas limitações.

Uma noite, depois de uns drinks, a gente conversou sobre isso enquanto via um filme erótico. Claro que mantive a cabeça no lugar e, lógico, tentei não humilhá-lo, disfarçando a conversa e tirando a importância do pequeno defeito dele — que não é nada além de ter um pau pequeno, uns 10 centímetros no máximo, ou melhor, do jeito que ele usava. Cada vez ele gozava mais rápido e eu não chegava ao orgasmo. Foi aí que decidimos fazer algumas mudanças na cama e começamos a brincar muito mais tempo, tipo nos acariciar, nos beijar, nos masturbar um ao outro, até eu ficar tão excitada que a gente gozava junto, embora normalmente ele já tivesse broxado.

Normalmente a gente transava três vezes por semana. Por dentro, eu me sentia insatisfeita, mas jamais passou pela minha cabeça traí-lo. Ele não merecia, o coitado do Mario. Embora eu confesse que outros homens me deixavam com tesão, por princípio eu me segurava e isso só virava motivo pra uma punheta solitária.

Os meses passaram, mas aquela conversa ficou martelando na cabeça dele. Num sábado à noite, ouvindo música e bebendo, ele puxou o assunto de novo. Acho que isso tava mexendo muito com ele. Ele insinuou que, se eu quisesse sentir prazer de verdade com outro homem, ele não se oporia. Claro que eu perguntei como é que ele tinha pensado nisso, e ele respondeu que sabia que não me satisfazia como devia — coisa que eu sempre negava, embora ultimamente ele usasse mais os dedos do que o pinto pequeno dele. A conversa ficou mais agressiva, porque ele começou a me interrogar sobre meu trabalho e, principalmente, se tinha algum colega que me atraía. coisa que neguei firmemente, foi então que ele começou a falar de raul, um colega de trabalho dele e suas qualidades, por um momento passou pela minha cabeça que mario estava obcecado com a ideia de eu ter uma aventura com outro homem e eu não estava disposta a ter uma, e muito menos que ele escolhesse o homem para isso, se um dia eu fizesse, escolheria eu com quem fazer, essa história de me apresentar amigos para eu transar me fazia sentir um objeto de posse dele e me irritava pra caralho, deixei bem claro pra ele, embora ele insistisse em convidá-lo para jantar no sábado, respondi que por mim não tinha problema, mas que não ia rolar nada e muito menos na frente dele, a resposta dele foi que se eu não quisesse que ele estivesse presente, ele nos deixaria a sós, isso me irritou ainda mais, mas ao mesmo tempo me excitou, senti o tesão de estar nos braços de outro homem e ele ver, ver como usavam a mulherzinha dele me deixou com muito fogo, embora eu não fosse capaz de me atrever a tanto, mas se o que mario queria era que eu transasse com outro, ele conseguiria, naquele sábado raul chegou em casa e tivemos um jantar normal, em nenhum momento insinuou nada e também não dei motivo para isso, a ideia de mario foi crescendo aos poucos na minha cabeça e comecei a gostar, sentir uma boa piroca e conseguir vários orgasmos seguidos começou a me dar vontade, mas se eu fizesse, tinha que ser do meu jeito, sem que ele percebesse ou desconfiasse de nada, não queria mudar a imagem de uma grande mulher fiel por nada neste mundo, então comecei a ir trabalhar vestida mais gostosa, mudei aos poucos meu cabelo e minhas roupas, claro que meus colegas e colegas de trabalho notaram, o professor de física, um homem bonito, muito simpático e conversador, não demorou muito para eu decidir transar com ele como tanto mario desejava, para isso, claro, me fiz de difícil, não ia passar por uma dada, então depois de vários encontros finalmente fomos para o hotel, ele não me decepcionou em nada, realmente era o que eu esperava e gozei muito com ele, embora não tenha gostado dos comentários dele Sobre o Mário, o corno que ele era e como podia deixar uma mulher como eu de lado. Deve ter sido a tesão que fez ele não ligar pra isso. Cheguei tarde em casa e a primeira coisa que fiz foi tomar banho, claro que o Mário tava ansioso pra saber o que tinha acontecido, onde eu tinha ido. Só respondi que tava com umas amigas, fui bem seca. Ele não continuou perguntando, só serviu a comida e fomos pra cama. Tava cansada e sem vontade de nada, então naquela noite pude sentir como meu amado Mário batia uma punheta do meu lado. Tinha certeza que ele não tinha acreditado em nada, a dúvida tava cravada na cabeça dele e com certeza foi o jeito dele de comemorar os primeiros chifres. Embora fosse verdade que ele não tinha confirmação, e era isso que mais excitava meu pobre marido — e puta que me excitava deixar ele na dúvida. No dia seguinte não vi o Adrian, não tava ansiosa por isso, mas queria saber como ia continuar. Realmente esperava que ele não levasse muito a sério essa história de meter chifre e me transformar na putinha fixa dele. Embora a ideia não me desagradasse, eu temia que o Mário percebesse, já que a gente tinha se encontrado várias vezes e ele tava presente. Ou seja, o Mário já conhecia o Adrian, só que ele não imaginava — e disso eu tinha certeza — que justamente ele foi o primeiro a fazer o Mário de corno. Três dias depois eu vi ele de novo e o Adrian não enro lou, me convidou pra tomar algo a sós e, já sabendo que não era só isso, aceitei. Quando entramos no hotel, a primeira coisa que fiz foi falar com ele.

 
Olha, Adrian, quero deixar uma coisa bem clara pra você.
 
Adrian sim, sim, já sei, fica tranquila que nada do que rolar aqui dentro vai sair da minha boca e o Mario nunca vai ficar sabendo, pelo menos por mim.
 
É exatamente isso que eu queria deixar bem claro, isso aqui é só sexo, nada mais, quero que você entenda isso.
 
Adrian, claro que entendo e é assim pra mim, já viu que na escola ninguém notou nada nem vai notar por minha parte.
 
Isso era muito verdade. O comportamento dele comigo fora do hotel tinha sido correto, eu tinha certeza de que ninguém suspeitaria de nada. Ele pediu um champanhe e lentamente começou a me despir, sabendo que era um vencedor. Isso me agradou muito, pelo menos senti que ele era, comparado ao Mário. Imediatamente fiquei toda molhada, me deixei levar e assim tomamos a primeira taça de champanhe completamente nus. Comecei minha atuação fazendo ele aproveitar um bom boquete para terminar empalada em cima da cama, me entregando a ele e dizendo sim pra tudo. Tinha certeza de que o Adrián se sentia o maioral do mundo, tinha ganhado a mulher do Mário e estava curtindo. Então, dessa vez, gostei muito das coisas que ele dizia sobre si mesmo, me excitava pra caralho ouvi-lo e até gozava mais vezes ouvindo como ele chamava meu marido de otário, até que ele pediu meu cu. Me recusei completamente, mas ele insistiu demais. Pensei: "por que não?" Assim eu seria inteiramente do Adrián, a vitória dele seria absoluta e os chifres do Mário cresceriam o dobro. Sofri bastante, sim, porque o Mário nunca tinha conseguido com meu cu. O Adrián percebeu na hora e, embora tenha sido muito suave, a dor não deu pra evitar, mas puta que pariu, valeu a pena. Depois de um tempo, já estava gozando que nem uma louca e quando finalmente enchi ele de porra, senti o grito de triunfo dele. Verdadeiramente, o Mário era um perdedor. O Adrián tinha ganhado a mulher dele e conseguiu o que ele nunca conseguiu: aproveitar o cu dela. Agora sim, me sentia uma puta completa. O Mário tinha procurado e ele mesmo conseguiu. Disfarcei muito bem quando cheguei em casa de novo, mais tarde do que o normal. O Mário nem comentou, só perguntou se eu tinha tido outra reunião com minhas amigas e eu disse que sim. Ao chegar na cama, foi muito mais difícil evitá-lo, mas consegui. Já não queria mais o pinto pequeno dele dentro de mim. Senti ele se masturbar mais de uma vez ao meu lado, claro que eu fingindo que tava dormindo. O otário adorava ser um grande corno, embora sinceramente eu não tivesse confirmação disso.

1 comentários - Os Chifres do Mario

Exelente relato. El sospecha que ya es cornudo, por que no lo blanqueas? .Van puntitos