Continuação das histórias:http://www.poringa.net/posts/relatos/3920472/El-cornudo-paga-la-renta-1.html
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http://www.poringa.net/posts/relatos/3937463/El-cornudo-paga-la-renta-5.htmlToda a situação com a Pao me deixou tão excitado que eu descontava na minha "amiga com benefícios" e, segundo ela, "arrebentei teu cu", e na minha opinião, "você vai cagar porra por uma semana". Mesmo depois disso, fui dar uma olhada no que a minha nova puta e o marido dela estavam fazendo. Ela me aquecia direto no sexual, mas o tesão que eu tava sentindo em chifrar meu novo vizinho era algo novo pra mim, e cada dia mais intenso. Quando eu tava enchendo o cu da minha amiga de porra, e me imaginei o Edgar chupando a buceta da Pao cheia do meu leite, parece que saiu um jato extra, um adicional duplo, tipo aqueles que oferecem no McDonald's. Com a ideia fixa, ofereci pra minha amiga ficar mais um pouco, descansar, e eu fui ver as câmeras. Queria ver o que meus vizinhos faziam ao sair da festa. Demorei um pouco pra achar a parte da ação, mas desde o começo já tava interessante. Quando vi eles pela última vez em casa, ele tava meio hesitante, indeciso e desconfiado. Mas ao chegar na casa deles, estavam "brincalhões". Ele mais que ela. Ele apertava a bunda dela, os peitos, beijava ela e comeu a boca dela na base da escada. Enquanto subiam, ele ficou atrás e acariciava as pernas e a bunda dela. Chegaram no quarto, ele falou algo e começou a despir ela. Ela se deixava fazer. Ele a colocou de barriga pra cima na cama e, beijando as pernas dela, foi subindo até a buceta dela. Ela, no começo, tava dura que nem uma boneca, mas com o passar dos segundos, foi relaxando até começar a acariciar a cabeça do Edgar. Ele foi levantando as pernas dela e ela apoiou os pés nos ombros dele. Levantava a bunda. O Edgar tava seguindo minhas instruções! Começou a juntar sangue na minha pica. Ele tentou virar ela e ela puxou ele pra um beijo. Ficaram se beijando um tempo e depois ela se ajeitou de barriga pra baixo com as pernas abertas. Ele mergulhou entre as nádegas dela. Ela esticou os braços e agarrou os lençóis primeiro, depois com o travesseiro se tapou a cabeça. Num instante levantou a bunda dela contra a cara do Edgar. Ele se ajoelhou e meio que puxou o pau pra fora, mas não dava pra ver direito. Ele se posicionou por cima dela, que, feito uma puta, se ajoelhou na cama na frente dele. Ela começou a beijar ele e levou uma mão entre as pernas do Edgar. Ficaram mais um tempão naquela posição, se beijando, até que ele abaixou a cabeça e apoiou no ombro dela. Um instante depois, a Pao passou a mão na cama. Parece que o marido ficou naquela posição respirando pesado, aí ela empurrou ele de leve, ele caiu de bruços, ela deu um tapa na bunda dele, que tava meio aparecendo da sunga, e foi embora. Volta um instante depois, deita e apaga a luz. Eu já tava com o pau durasso. Voltei pro meu quarto e "ataquei" minha amiga que tava cochilando e não entendia nada do que tava rolando. Como ela tem uma bunda monumental, ela me ofereceu, mas dessa vez eu queria encher a buceta dela de porra e quando falei que ia engravidar ela, ela gozou que nem uma porca, gozou igual a Pao. Aí sim eu dormi, completamente esvaziado na xota da minha amiga, que no dia seguinte me acordou pra mostrar como o lençol tinha grudado na buceta dela. Mas a minha porra era pra Pao. De repente, me deu uma espécie de sentimento de incredulidade e resistência: como é que o Edgar, o corno manso, tinha ousado tentar comer a mulher dele, MINHA mulher! Quando espiei pra ver o carro, não tava lá, mas quando fui na casa, não tinha ninguém. A semana tinha começado e os dois tavam trabalhando, algo meio estranho na minha vida. O dia inteiro não deu em nada porque, quando vi movimento na casa vizinha, olhei nas câmeras e os dois estavam lá. Fiquei um tempão me perguntando se valia a pena "esticar a corda", o que pesava mais: minha tesão ou uma merda que eles pudessem passar, se eu não tava fazendo um favor ao colocar cada um no seu lugar. Tentei me conformar pensando que desde que chegaram na casa, eu tinha comido ela todo santo dia, que o Edgar tinha estreado casa e chifre no mesmo dia. Era bem no começo da Semana pra começar a socializar, então fiquei em casa vendo um pouco de TV, comendo e bebendo. Mas minha noite de "tranquilidade" foi interrompida pela campainha. Abro e lá estava a Pao, com cara de consternada. Cara de puta consternada. Ela entrou e me beijou. Não respondi porque, sabendo que ela beija o marido assim que termina de chupar minha pica, me dava um pouco de nojo. Ela me abraçou e soluçava.
P: Não sei o que fazer
Y: Sobre o que, bebê?
P: O Edgar tá desconfiando. A gente discutiu agora há pouco
Y: E o que cê tá fazendo aqui? Não acha que vai piorar as coisas?
P: Ele não sabe que tô aqui. Saí no carro, deixei na esquina e vim andando. Mas isso não é o problema
Y: Ah, não?
P: Não. O problema é que não quero te largar… nem ele. Amo ele loucamente, o Edgar é o homem perfeito… Mas você tem isso
Ela pegou na minha pica
P: Não sei o que acontece comigo e você
E sozinha se ajoelhou
P: Com isso
Já tava com ela na mão. Enfiou o máximo que conseguiu na boca, mas só o contato da mão dela e ver ela naquela pose já começava o processo de ereção. Ela tirou da boca
P: Não é possível que não cabe… vou conseguir, um dia
Chupou mais um pouco e continuou falando:
P: Desde que a gente chegou aqui, não transei com meu marido… não sei, não consigo. Além do mais, você me arrebentou toda. Não sei, não sinto vontade. Não fico excitada igual com você. Você me virou do avesso, filho da puta
Ela ia colocar a pica na boca de novo, e eu peguei ela pelos cabelos e fiz ela olhar pra mim
Y: Não me mente, puta, não me diz que não transou com o corno
P: Não chama ele assim, me sinto mal
Y: É aí que tá seu erro, Edgar pode ser um bom marido, mas não é um bom homem, é um homenzinho, um maridinho… não sou mau, tô te falando o que é óbvio. Você já comeu com ele igual come comigo?
Ela massageava minha pica e tentava levar até a boca dela. Eu segurava a cabeça dela e mantinha minha pélvis na distância certa pra ela não conseguir.
P: DEIXA EU CHUPAR, POR FAVOOOOR
Enfiei na boca dela até ela engasgar. Ela tossiu. Empurrou com as mãos e aí eu soltei ela
P: Não pode me tratar assim.
Y: Você não queria chupar?
P: SIM
Y: Então chupa
E eu enfiava de novo no pau dela
Y: Não mente pra mim, puta, você comeu o corno?
Soltei ela. Ela ofegava. Babava. Tossia.
P: Não, papai, juro que não. Quer que eu fale a verdade?
Como resposta, só olhei pra ela.
P: A verdade, a verdade, todo sexo que a gente teve foi ele me fazendo oral, e todas as vezes com seu gozo dentro... ai, eu fico molhada só de lembrar
Ela começou a descer o jeans e enfiou a mão. Chupou meu pau de novo e se tocava.
P: e eu masturbei ele... sabe? ele não tem igual você... é linda
Ela chupou um pouco mais.
P: ele tem um pouco pequena, e me excita sentir ela tão pequenininha na minha mão comparada com a sua
Ela se levantou. Me pegou pela mão e me levou até o sofá. Abaixou meu short e, enquanto descia a calça dela e se punha de quatro contra o encosto, continuou:
P: Seu gozo me esquenta, me excita, eu preciso dele, gosto do cheiro, do gosto, de como ele se sente dentro... enfia em mim, por favor, enfia
Enfiei nela. Tudo, mas bem devagar.
P: assim, buceta, assim, assim, sim, sim, enfia em mim.
Recuei.
P: não, não, por favor, não, não tira
Eu obedeci.
P: O gozo dele não me agrada... haaa não sei por queeee sim, sim, sim, assim tudo, me sinto mal por ele... haaaa sim, sim, mas o sêmen dele me dá nojo. Nunca gostei.
Tirei. Esfreguei na buceta dela. Esfreguei no cu dela.
P: Siiiiiiim, até isso me excita por sua culpa... Nunca imaginei e agora me excita imaginar você enfiando sua coisa toda no meu cuzinho, mas agora me come, por favor, não me faça implorar, não tira.
Enfiei na buceta dela até o fundo de novo, arrancando dela uma espécie de grunhido misturado com ronronar, mas com os próprios fluidos dela que tinham ficado no cu, comecei a massagear, com meu polegar, pressionando de leve e entrando devagar.
P: filho da putaaaaa como eu gostoooo
Y: Sabe de uma coisa? a primeira vez que eu comer seu cu, vai ser na frente do seu marido P: ai ai ai ai
E colocou uma mão na buceta e tentou segurar o squirt
Como se tivesse sido convocado, a campainha tocou
Ela sentou no sofá e cobriu o rosto
P: Me desculpa, que desastre, nunca me aconteceu
Eu tava a mil, não tinha gozado.
A campainha tocou de novo
Y: Nunca te aconteceu?
P: Não, não, não, que vergonha, juro que não
De novo a campainha
Y: Por que "que vergonha"? tá super de boa, vem, chupa que vou te dar seu gozo
Campainha
Deixei ela sentada, enrolada nas roupas e, muito puto, arrumando as minhas, fui até a porta.
Ao abrir, lá estava Edgar. Num primeiro momento, super irritado também, mas ao me ver, suado e visivelmente puto também, como dizem "deu uma segurada" e num tom cortante falou "preciso falar com você"
Y: Não posso, Edgar, agora não! Você tem um detector pra cortar minhas gozadas? Tava gravando e você me interrompe de novo! Vai ser sempre assim?
Meio envergonhado, ele respondeu
E: Desculpa, achei que ouvi algo... até pensei merda... mas enfim, não vem ao caso, achei uma coisa em casa e queria te perguntar o que é
Y: Amanhã vou, Edgar, me deixa literalmente "gozar" com o que tô fazendo, ok? Pode ser?
Ele pensou um instante e continuou
E: Dá pra me avisar quando você se liberar? Quero aproveitar que a Pao não tá pra falar desse assunto e decidir se a gente continua na casa ou não
Tentou soar decidido, mas mostrei que não é o estilo dele.
Y: Amanhã vou
Fechei a porta deixando ele parado lá fora. A Pao ia pagar pela interrupção do cuck.
Quando me viu indo na direção dela com cara de medo e surpresa, perguntou "O que foi? Quem era?"
Peguei ela pela mão e meio puxando levei pro meu quarto. No caminho todo ela continuou perguntando "o que tá rolando?"
Ao chegar, coloquei ela na cama. Ela não entendia, mas consegui deixar ela de barriga pra cima com a cabeça pendurada de lado. Me despi completamente e fiquei em pé sobre a cabeça dela.
Y: Então você gostou do gosto de pica... abre a boca
Ela obedeceu. Comecei a comer a boca dela boca. Primeiro só a cabeça. Eu gostava de sentir os lábios dela roçando a glande e se fechando nela. Umas duas vezes ela fez aquele som de "plup" quando tirava a boca, e a putinha gostou tanto quanto eu, porque ficava mexendo a cabeça pra tentar fazer de novo, e um sorriso de safada fantástica se desenhava nela quando conseguia. Aos poucos fui enfiando mais e mais fundo. Quando consegui ouvir a garganta dela fazendo "glug", ela primeiro pareceu se assustar, mas depois foi se entregando. Até quando eu deixava enterrado e sentia o ar saindo do nariz dela acariciando minhas bolas. Ela já não resistia mais. As mãos dela se agarravam nas minhas coxas, mas por trás, dando a sensação de que era ela quem puxava pra eu estuprar a boca dela. Os engasgos faziam o corpo dela tremer, mas mesmo assim ela não soltava minhas pernas. Não consegui que ela engolisse tudo, mas o suficiente pra eu esticar a mão, enfiar três dedos na buceta dela e bater uma punheta enquanto ela engasgava no pau. Umas duas vezes ela jorrou vários esguichos de squirt, sem nenhum complexo, sem a menor vergonha. Dei um tapa num dos peitos dela. Ela gemeu no meu pau. "Levanta as pernas", ordenei. Ela obedeceu e eu peguei um dos tornozelos dela. Puxei, aproximando um pouco mais o quadril dela de mim, e com a outra mão, a que tava batendo punheta, enfiei um dedo no cu dela. Um pequeno jato de fluido que espirrou pra cima, igual quando a gente ligava um bebedouro, bateu na minha palma, escorreu pelos dedos e serviu de lubrificante.
E: É verdade que você não dá o cu pro seu marido? Por que abre sozinho como se fosse nada?
P: mmmm
Enfiei um segundo dedo que não encontrou nenhuma dificuldade pra entrar. Só senti as coxas dela tremerem por um instante, e nas minhas bolas e no meu cu bateram dois jatos de ar mais intensos que os anteriores. Eu já tava quase gozando. Empurrei um pouco mais o quadril. A garganta dela se fechou na minha glande. As mãos dela se agarraram com mais força nas minhas coxas. O corpo dela arqueou e a perna que não se segurava, conseguiu se apoiar na cama, mas ao fazer isso, os dois dedos que eu tinha enfiados nela afundaram completamente até dobrar meu anelar, que rapidamente ajustei e enfiei de volta. Isso disparou um jato de fluidos mais forte que acertou meu antebraço. O ar que batia nas minhas bolas e no meu cu agora eram muitos tiros curtos e intensos que desencadearam meu orgasmo. Descarreguei a porra direto na garganta dela. Ela engoliu a primeira catarata, mas depois se engasgou e senti como se um banho de saliva e meleca molhasse minha entreperna. Ela se afastou e o próximo tiro deixou uma cicatriz de sêmen do pescoço dela até atravessar uma das tetas. Tirei os dedos da bunda dela e pareceu que destampava a pussy, porque saíam um monte de jatos de squirt. Peguei ela pelos cabelos, fixando a cabeça com uma das mãos, e com a outra me masturbei direto na cara dela. Ela estava com os olhos inchados e cheios de lágrimas e saliva que se misturaram com minha porra. Quando não saía mais, pressionei a pica contra os lábios dela para tirar até a última gota, e a putinha abriu a boca para tentar aproveitar essas últimas gotas. Me joguei na cama, no sentido contrário ao dela. Podia ver a pussy dela inflamada, as pernas desencaixadas, e sentir todo o meu colchão molhado. Nós dois ofegamos em silêncio por um tempo até que a ouvi dizer: "Te odeio, mas obrigada". Me sentei direito, com as costas no encosto, e vi ela juntar a porra com um dedo e levar à boca.
Y: Você gosta muito de porra, hein?
P: Da sua, papai, a do meu marido não me agrada.
Y: Porque é porra que não serve, bebê.
Ela me deu um tapa na perna e sentou. Me olhou por um tempo. Suspirou.
P: Ainda não entendi direito o que tá rolando comigo nisso tudo. Não sei, não gosto de como você me trata, mas ao mesmo tempo te procuro, ou meu corpo te procura. Não entendo. Eu ri. Ela se levantou e me perguntou onde era o banheiro. Apontei com um movimento de cabeça. Quando ouvi ela abrir o chuveiro, a segui. Quando estava prestes a entrar, ela tentou me parar.
P: Chega, não aguento mais, já. Você vai ter que se cuidar, já é arriscado se você gozar dentro de mim.
Enfiei o mesmo, girei ela e deixei olhando pra parede debaixo do chuveiro. Apoiei meu polegar na nuca dela forçando a cabeça contra o mármore. Ela cedeu. Fui descendo com o dedo, com bastante pressão na coluna dela. Me aproximei do cu dela. Na próxima vez que seu maridinho quiser sexo, mostra isso pra ele. Tinha chegado com meu dedo no fim da coluna dela e desci entre as nádegas. Silêncio enquanto deslizei até o ânus e quando finalmente entrei, ela perguntou:
P: O quê?
Y: Que você vá ensinando o Edgar a gozar assim.
E comecei a dedar ela bem devagar, mas com o dedo inteiro. Ela virou a cabeça e agora apoiava a bochecha no mármore. Olhos fechados. Dentes mordendo os lábios.
P: Haaahhh. Não, ele não vai gostar, não vai me deixar.
Acelerei e aprofundei os movimentos. Ela afrouxou os joelhos, descarregando o peso no meu dedo.
Y: Viu que você gosta? Por que ele não ia gostar?
Senti minha mão encontrar uma das dela e depois nossos dedos se tocavam através da pele do reto e da buceta dela.
P: Já, já.
Ela dobrou os joelhos. Empurrou com a raba.
P: Quero experimentar, enfia em mim.
Tirei meu dedo e enfiei na buceta ainda com os dedos dela dentro.
P: Não, não, não aí não, por favor não.
Y: Vou te mandar pra casa prenha de vagabunda.
Ela virou mais a cabeça e me beijou.
P: Vai, me enche.
E eu fiz. Senti os dedos dela se misturarem com minha porra enquanto eu enchia ela.
Ficamos parados um tempo. Ela saiu. Virou. Se ajoelhou e limpou meu pau com a boca primeiro e depois com sabão.
Y: Vai, volta pro Edgar. Já teve o seu. Além de voltar prenha pra ele, não se faz de brava com o corno.
Ela sorriu enquanto se secava.
P: Idiota.
Y: Vai, reconcilia e mostra o que eu te falei.
P: Nãaaaao, você é louco.
Y: Vai, eu sei o que tô dizendo. Se você não der pra ele, ele vai agradecer qualquer prazer que você der. Vai, experimenta, você vai ver como ele goza pelo cu igual você.
Não nos falamos mais até a porta. Quando tava indo embora, me perguntou:
P: Cê acha?
Y: O quê?
P: Que eu posso fazer com o Edgar aquilo que cê me falou
Ela não conseguiu segurar um sorriso de satisfação
Y: Ele vai te agradecer e vai gozar como nunca
Nem se despediu, só foi embora. Ia pensando. Com o cabelo molhado. Foi direto pra casa. Andando. Deixou o carro sei lá onde
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P: Não sei o que fazer
Y: Sobre o que, bebê?
P: O Edgar tá desconfiando. A gente discutiu agora há pouco
Y: E o que cê tá fazendo aqui? Não acha que vai piorar as coisas?
P: Ele não sabe que tô aqui. Saí no carro, deixei na esquina e vim andando. Mas isso não é o problema
Y: Ah, não?
P: Não. O problema é que não quero te largar… nem ele. Amo ele loucamente, o Edgar é o homem perfeito… Mas você tem isso
Ela pegou na minha pica
P: Não sei o que acontece comigo e você
E sozinha se ajoelhou
P: Com isso
Já tava com ela na mão. Enfiou o máximo que conseguiu na boca, mas só o contato da mão dela e ver ela naquela pose já começava o processo de ereção. Ela tirou da boca
P: Não é possível que não cabe… vou conseguir, um dia
Chupou mais um pouco e continuou falando:
P: Desde que a gente chegou aqui, não transei com meu marido… não sei, não consigo. Além do mais, você me arrebentou toda. Não sei, não sinto vontade. Não fico excitada igual com você. Você me virou do avesso, filho da puta
Ela ia colocar a pica na boca de novo, e eu peguei ela pelos cabelos e fiz ela olhar pra mim
Y: Não me mente, puta, não me diz que não transou com o corno
P: Não chama ele assim, me sinto mal
Y: É aí que tá seu erro, Edgar pode ser um bom marido, mas não é um bom homem, é um homenzinho, um maridinho… não sou mau, tô te falando o que é óbvio. Você já comeu com ele igual come comigo?
Ela massageava minha pica e tentava levar até a boca dela. Eu segurava a cabeça dela e mantinha minha pélvis na distância certa pra ela não conseguir.
P: DEIXA EU CHUPAR, POR FAVOOOOR
Enfiei na boca dela até ela engasgar. Ela tossiu. Empurrou com as mãos e aí eu soltei ela
P: Não pode me tratar assim.
Y: Você não queria chupar?
P: SIM
Y: Então chupa
E eu enfiava de novo no pau dela
Y: Não mente pra mim, puta, você comeu o corno?
Soltei ela. Ela ofegava. Babava. Tossia.
P: Não, papai, juro que não. Quer que eu fale a verdade?
Como resposta, só olhei pra ela.
P: A verdade, a verdade, todo sexo que a gente teve foi ele me fazendo oral, e todas as vezes com seu gozo dentro... ai, eu fico molhada só de lembrar
Ela começou a descer o jeans e enfiou a mão. Chupou meu pau de novo e se tocava.
P: e eu masturbei ele... sabe? ele não tem igual você... é linda
Ela chupou um pouco mais.
P: ele tem um pouco pequena, e me excita sentir ela tão pequenininha na minha mão comparada com a sua
Ela se levantou. Me pegou pela mão e me levou até o sofá. Abaixou meu short e, enquanto descia a calça dela e se punha de quatro contra o encosto, continuou:
P: Seu gozo me esquenta, me excita, eu preciso dele, gosto do cheiro, do gosto, de como ele se sente dentro... enfia em mim, por favor, enfia
Enfiei nela. Tudo, mas bem devagar.
P: assim, buceta, assim, assim, sim, sim, enfia em mim.
Recuei.
P: não, não, por favor, não, não tira
Eu obedeci.
P: O gozo dele não me agrada... haaa não sei por queeee sim, sim, sim, assim tudo, me sinto mal por ele... haaaa sim, sim, mas o sêmen dele me dá nojo. Nunca gostei.
Tirei. Esfreguei na buceta dela. Esfreguei no cu dela.
P: Siiiiiiim, até isso me excita por sua culpa... Nunca imaginei e agora me excita imaginar você enfiando sua coisa toda no meu cuzinho, mas agora me come, por favor, não me faça implorar, não tira.
Enfiei na buceta dela até o fundo de novo, arrancando dela uma espécie de grunhido misturado com ronronar, mas com os próprios fluidos dela que tinham ficado no cu, comecei a massagear, com meu polegar, pressionando de leve e entrando devagar.
P: filho da putaaaaa como eu gostoooo
Y: Sabe de uma coisa? a primeira vez que eu comer seu cu, vai ser na frente do seu marido P: ai ai ai ai
E colocou uma mão na buceta e tentou segurar o squirt
Como se tivesse sido convocado, a campainha tocou
Ela sentou no sofá e cobriu o rosto
P: Me desculpa, que desastre, nunca me aconteceu
Eu tava a mil, não tinha gozado.
A campainha tocou de novo
Y: Nunca te aconteceu?
P: Não, não, não, que vergonha, juro que não
De novo a campainha
Y: Por que "que vergonha"? tá super de boa, vem, chupa que vou te dar seu gozo
Campainha
Deixei ela sentada, enrolada nas roupas e, muito puto, arrumando as minhas, fui até a porta.
Ao abrir, lá estava Edgar. Num primeiro momento, super irritado também, mas ao me ver, suado e visivelmente puto também, como dizem "deu uma segurada" e num tom cortante falou "preciso falar com você"
Y: Não posso, Edgar, agora não! Você tem um detector pra cortar minhas gozadas? Tava gravando e você me interrompe de novo! Vai ser sempre assim?
Meio envergonhado, ele respondeu
E: Desculpa, achei que ouvi algo... até pensei merda... mas enfim, não vem ao caso, achei uma coisa em casa e queria te perguntar o que é
Y: Amanhã vou, Edgar, me deixa literalmente "gozar" com o que tô fazendo, ok? Pode ser?
Ele pensou um instante e continuou
E: Dá pra me avisar quando você se liberar? Quero aproveitar que a Pao não tá pra falar desse assunto e decidir se a gente continua na casa ou não
Tentou soar decidido, mas mostrei que não é o estilo dele.
Y: Amanhã vou
Fechei a porta deixando ele parado lá fora. A Pao ia pagar pela interrupção do cuck.
Quando me viu indo na direção dela com cara de medo e surpresa, perguntou "O que foi? Quem era?"
Peguei ela pela mão e meio puxando levei pro meu quarto. No caminho todo ela continuou perguntando "o que tá rolando?"
Ao chegar, coloquei ela na cama. Ela não entendia, mas consegui deixar ela de barriga pra cima com a cabeça pendurada de lado. Me despi completamente e fiquei em pé sobre a cabeça dela.
Y: Então você gostou do gosto de pica... abre a boca
Ela obedeceu. Comecei a comer a boca dela boca. Primeiro só a cabeça. Eu gostava de sentir os lábios dela roçando a glande e se fechando nela. Umas duas vezes ela fez aquele som de "plup" quando tirava a boca, e a putinha gostou tanto quanto eu, porque ficava mexendo a cabeça pra tentar fazer de novo, e um sorriso de safada fantástica se desenhava nela quando conseguia. Aos poucos fui enfiando mais e mais fundo. Quando consegui ouvir a garganta dela fazendo "glug", ela primeiro pareceu se assustar, mas depois foi se entregando. Até quando eu deixava enterrado e sentia o ar saindo do nariz dela acariciando minhas bolas. Ela já não resistia mais. As mãos dela se agarravam nas minhas coxas, mas por trás, dando a sensação de que era ela quem puxava pra eu estuprar a boca dela. Os engasgos faziam o corpo dela tremer, mas mesmo assim ela não soltava minhas pernas. Não consegui que ela engolisse tudo, mas o suficiente pra eu esticar a mão, enfiar três dedos na buceta dela e bater uma punheta enquanto ela engasgava no pau. Umas duas vezes ela jorrou vários esguichos de squirt, sem nenhum complexo, sem a menor vergonha. Dei um tapa num dos peitos dela. Ela gemeu no meu pau. "Levanta as pernas", ordenei. Ela obedeceu e eu peguei um dos tornozelos dela. Puxei, aproximando um pouco mais o quadril dela de mim, e com a outra mão, a que tava batendo punheta, enfiei um dedo no cu dela. Um pequeno jato de fluido que espirrou pra cima, igual quando a gente ligava um bebedouro, bateu na minha palma, escorreu pelos dedos e serviu de lubrificante.
E: É verdade que você não dá o cu pro seu marido? Por que abre sozinho como se fosse nada?
P: mmmm
Enfiei um segundo dedo que não encontrou nenhuma dificuldade pra entrar. Só senti as coxas dela tremerem por um instante, e nas minhas bolas e no meu cu bateram dois jatos de ar mais intensos que os anteriores. Eu já tava quase gozando. Empurrei um pouco mais o quadril. A garganta dela se fechou na minha glande. As mãos dela se agarraram com mais força nas minhas coxas. O corpo dela arqueou e a perna que não se segurava, conseguiu se apoiar na cama, mas ao fazer isso, os dois dedos que eu tinha enfiados nela afundaram completamente até dobrar meu anelar, que rapidamente ajustei e enfiei de volta. Isso disparou um jato de fluidos mais forte que acertou meu antebraço. O ar que batia nas minhas bolas e no meu cu agora eram muitos tiros curtos e intensos que desencadearam meu orgasmo. Descarreguei a porra direto na garganta dela. Ela engoliu a primeira catarata, mas depois se engasgou e senti como se um banho de saliva e meleca molhasse minha entreperna. Ela se afastou e o próximo tiro deixou uma cicatriz de sêmen do pescoço dela até atravessar uma das tetas. Tirei os dedos da bunda dela e pareceu que destampava a pussy, porque saíam um monte de jatos de squirt. Peguei ela pelos cabelos, fixando a cabeça com uma das mãos, e com a outra me masturbei direto na cara dela. Ela estava com os olhos inchados e cheios de lágrimas e saliva que se misturaram com minha porra. Quando não saía mais, pressionei a pica contra os lábios dela para tirar até a última gota, e a putinha abriu a boca para tentar aproveitar essas últimas gotas. Me joguei na cama, no sentido contrário ao dela. Podia ver a pussy dela inflamada, as pernas desencaixadas, e sentir todo o meu colchão molhado. Nós dois ofegamos em silêncio por um tempo até que a ouvi dizer: "Te odeio, mas obrigada". Me sentei direito, com as costas no encosto, e vi ela juntar a porra com um dedo e levar à boca.
Y: Você gosta muito de porra, hein?
P: Da sua, papai, a do meu marido não me agrada.
Y: Porque é porra que não serve, bebê.
Ela me deu um tapa na perna e sentou. Me olhou por um tempo. Suspirou.
P: Ainda não entendi direito o que tá rolando comigo nisso tudo. Não sei, não gosto de como você me trata, mas ao mesmo tempo te procuro, ou meu corpo te procura. Não entendo. Eu ri. Ela se levantou e me perguntou onde era o banheiro. Apontei com um movimento de cabeça. Quando ouvi ela abrir o chuveiro, a segui. Quando estava prestes a entrar, ela tentou me parar.
P: Chega, não aguento mais, já. Você vai ter que se cuidar, já é arriscado se você gozar dentro de mim.
Enfiei o mesmo, girei ela e deixei olhando pra parede debaixo do chuveiro. Apoiei meu polegar na nuca dela forçando a cabeça contra o mármore. Ela cedeu. Fui descendo com o dedo, com bastante pressão na coluna dela. Me aproximei do cu dela. Na próxima vez que seu maridinho quiser sexo, mostra isso pra ele. Tinha chegado com meu dedo no fim da coluna dela e desci entre as nádegas. Silêncio enquanto deslizei até o ânus e quando finalmente entrei, ela perguntou:
P: O quê?
Y: Que você vá ensinando o Edgar a gozar assim.
E comecei a dedar ela bem devagar, mas com o dedo inteiro. Ela virou a cabeça e agora apoiava a bochecha no mármore. Olhos fechados. Dentes mordendo os lábios.
P: Haaahhh. Não, ele não vai gostar, não vai me deixar.
Acelerei e aprofundei os movimentos. Ela afrouxou os joelhos, descarregando o peso no meu dedo.
Y: Viu que você gosta? Por que ele não ia gostar?
Senti minha mão encontrar uma das dela e depois nossos dedos se tocavam através da pele do reto e da buceta dela.
P: Já, já.
Ela dobrou os joelhos. Empurrou com a raba.
P: Quero experimentar, enfia em mim.
Tirei meu dedo e enfiei na buceta ainda com os dedos dela dentro.
P: Não, não, não aí não, por favor não.
Y: Vou te mandar pra casa prenha de vagabunda.
Ela virou mais a cabeça e me beijou.
P: Vai, me enche.
E eu fiz. Senti os dedos dela se misturarem com minha porra enquanto eu enchia ela.
Ficamos parados um tempo. Ela saiu. Virou. Se ajoelhou e limpou meu pau com a boca primeiro e depois com sabão.
Y: Vai, volta pro Edgar. Já teve o seu. Além de voltar prenha pra ele, não se faz de brava com o corno.
Ela sorriu enquanto se secava.
P: Idiota.
Y: Vai, reconcilia e mostra o que eu te falei.
P: Nãaaaao, você é louco.
Y: Vai, eu sei o que tô dizendo. Se você não der pra ele, ele vai agradecer qualquer prazer que você der. Vai, experimenta, você vai ver como ele goza pelo cu igual você.
Não nos falamos mais até a porta. Quando tava indo embora, me perguntou:
P: Cê acha?
Y: O quê?
P: Que eu posso fazer com o Edgar aquilo que cê me falou
Ela não conseguiu segurar um sorriso de satisfação
Y: Ele vai te agradecer e vai gozar como nunca
Nem se despediu, só foi embora. Ia pensando. Com o cabelo molhado. Foi direto pra casa. Andando. Deixou o carro sei lá onde
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