O prato principal era a sobremesa

Bom, dá pra dizer que isso começou uns 5 anos atrás... um dia como qualquer outro na casa da minha mina, ela 20 anos, eu 30... o corpo dela era uma obra-prima, um verdadeiro supermercado de corpos! Sempre quietinha, na dela, com aquela carinha de menina inocente, mas que entregava uma amazona foda na cama. Fui convidado pra almoçar, e lá estavam a mãe dela (divorciada há muito tempo), o irmão mais velho (um cara legal, meio milico), o irmão mais novo (o garoto pauzudo da família) e, por último, minha querida cunhada (meio desequilibrada da cabeça). Comemos bem, entre conversas, piadas e notícias variadas. Terminado o almoço, cada um foi pro seu canto: minha sogra pro salão, meu cunhado pro trampo, o outro pra piscina com os amigos, minha cunhada disse que ia na casa de uma amiga e... bem, minha mina e eu ficamos pra curtir a casa sozinhos!!!

Ela tava vestida com uma legging preta curtinha e uma camiseta branca, nada demais... começou a arrumar tudo e lavar a louça... eu sentado, procurando uma música pra animar o serviço... levantei o olhar e lá estava ela, curvada, e aquela legging entregando a calcinha deliciosa dela, um fio dental branco que atravessava aquela bunda minúscula, gostosa, carnuda, dura e macia. Cheguei na hora e segurei os quadris dela, encostando meu pau que já tinha subido automaticamente, ficando durasso. Ela se levantou, e eu soltei os quadris dela pra ir direto pros peitos dela, o que dizer daqueles dois melões durinhos, beijando o pescoço dela, sussurrei no ouvido pra não perder tempo e ir pro quarto dela.

Minhas palavras foram ordens pra ela, que me pegou pela mão e me levou correndo. Entrando no quarto (onde tinha três camas pras mulheres da casa), ela não hesitou em pegar no meu pau com a mão, ESFREGANDO ele, e entre beijos gostosos e a língua brincalhona dela, que foram deixando ele cada vez mais duro e com vontade de sentir o calorzinho da buceta dela, ela se ajoelhou, apoiada nos joelhos... Joelhos com as duas mãos, ela abaixa minha calça e começa a beijar minha pica por cima da minha cueca, que já estava encharcada entre a baba dela e meus fluidos, provocados pela putaria que tava rolando. Mal deu tempo de perguntar com vozinha de vadiazinha se eu queria que ela chupasse, eu puxei minha pica e enfiei na boquinha dela. Entrou metade, e ela se jogou pra trás, olhando nos meus olhos, cuspiu ela e enfiou de novo, mas dessa vez enfiou toda na boca. Dava pra sentir a campainha dela na minha glande, aquele calorzinho de estar dentro me fazia delirar. Eu tirava e metia minha pica na boca dela com uma técnica única que fazia meus olhos virarem. Do nada, ela parou de chupar, se levantou e, com minha pica na mão, disse que não ia me fazer gozar ainda. Me soltou e começou a se despir, tocando os peitos lindos e grandes com uma mão e, com a outra, esfregando a buceta dela, falou: "Olha o que você vai comer, mais vale ser bonzinho e não deixar sobra nenhuma." As palavras dela me fizeram empurrar ela pra cama mais perto. Ela, deitada de costas na cama, abriu as pernas e começou a se masturbar a buceta. Dava pra ouvir no quarto o barulho dos fluidos dela. Tava super molhada, gemendo e apertando com a outra mão os peitos duros e grandes. Optei por ir direto pro sexo dela sem mais delongas e comecei a lamber aquela buceta rosada, molhada e com um sabor delicioso... Os dedos dela roçavam o clitóris, ela tirou eles pra me dar passagem e colocou na boca, chupando eles. Tava realmente com tesão. Me pegou pelos cabelos com as duas mãos, me enfiando na buceta, e começou a literalmente cavalgar minha boca. Subia e descia com uma força tremenda, fazendo com que eu saboreasse desde o clitóris até o cuzinho, que era o toque final pro meu prazer. Ela me implorou com a voz entrecortada de tesão pra meter. Eu, bem obediente, me levantei e num instante tava em cima dela. Peguei minha pica, que tava prestes a explodir. inchada, venosa do jeito que só ela sabia colocar, e eu introduzi centímetro por centímetro naquela buceta apertada, tava realmente quente por dentro e molhada... comecei meu devagar pra poder ao mesmo tempo chupar os peitos dela, mordendo os bicos que ela também lambia, de vez em quando nossas bocas se encontravam, ela pediu pra eu fazer mais rápido e forte, e foi isso, minhas estocadas cada vez mais seguidas e quase brutais, fazendo ela começar a gritar... Foi tanta excitação que eu tinha causado nela que ela começou a gritar: "assim, filho da puta, vai que eu já vou gozar!" e foi assim que soltou o gemido mais gostoso, a buceta dela começou a ter espasmos e eu senti ela soltar o fluxo no meu pau... eu ainda, apesar disso, tinha fôlego, deixei ela terminar bem e tirei ainda duro, com vontade de dar toda a minha porra, peguei ela e virei, deixando ela de quatro, podia ver como a buceta dela florava, toda melada e já não rosa, mas ruiva... peguei as nádegas dela e abri devagar, comecei a lamber o cu dela que aos poucos ia se abrindo, minha língua entrava e saía fazendo ela pedir... soltou as palavras mais esperadas: "vai, filho da puta, sei que quer comer esse cu, o que tá esperando, arromba ele!!!" Me preparei pra enterrar, coloquei a cabeça esperando ela se adaptar àquele cu quente, fui devagar com movimentos suaves e assim cheguei até o fundo, ela gemia como nunca, de repente senti os dedos dela começando a masturbar a pussy, de vez em quando tirava e, todos melados do fluxo dela, passava pra acariciar minhas bolas, repetia: "sim, filho da puta, adoro sentir você arrombando minha raba, não tira mais, enche meu cu de porra, que pau gostoso!!!" Eu não aguentava mais, tava realmente excitado e sem suportar mais, gozei, senti como se disparasse uma quantidade enorme de sêmen, não parava, era um rio... ela, louca, meio que apertava suavemente o cu, isso fazia eu sentir que continuaria gozando por mais um tempo... assim que senti que não tinha mais, caí rendido. Realmente. Foi uma sobremesa deliciosa, ficamos lá exaustos e satisfeitos com o que aconteceu... Quando consegui cair na real, notei que a cama onde a gente tinha caído ficava de frente pra porta de entrada do quarto... Pra minha surpresa, naquele momento vejo que uma silhueta do outro lado da moldura estava se ajeitando a roupa e, ao perceber que eu tava olhando, saiu rapidinho do meu campo de visão... Enfim, se pá, continuo revelando de quem era aquela silhueta...

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