Esta aventura começa no dia que começa a quarentena, quando eu ainda tinha namorado...
Assim como acordei um dia sabendo da quarentena, ao mesmo tempo meu namorado terminou comigo porque (a gente não ia poder se ver)...
Sofri por isso, um mês mais ou menos, até que uma amiga me disse "conhece gente, aproveita os apps"
Então um dia, meio que bebendo sozinha em casa, comecei a falar com gente pelo celular... não por um app... pela maioria..
Dá pra dizer que exagerei, baixei 4 apps hétero e um app Gay (mais usado por homens)
Num dos apps mais conhecidos aparece um perfil de um tal de Gerardo, meio coroa pra minha idade. Eu 23, ele 51. Mas tinha uma boa vibe, parecia um cara legal. Começamos a conversar, morávamos perto (ele nunca quis me dizer de onde) e tínhamos os mesmos interesses (na época eu não percebi). A conversa sempre foi muito tranquila (eu pensei que ele ia querer me ver na hora), o que gostei muito. Ele sempre me fazendo rir. Mesmo assim, tinha um problema, ele nunca quis mostrar o rosto, "sou parecido com" "não posso porque" e eu temia isso, me dava pra trás. Passaram dois ou três dias até que eu falei "chega, preciso ver seu rosto ou nunca mais falo com você"
Tá bom, a gente se vê hoje à noite no bar da esquina da (ele me diz o endereço)... Não gostei nada, mas queria saber quem era. Os bares estavam começando a abrir e eu ainda tinha um pouco de medo. Mas avisei todas as minhas amigas e fui. Quando cheguei, esperei por ele, em 2 minutos ele diz "estou na porta". Quando saio, já sabia o que procurava: homem, alto, uns 50 anos, grisalho. Mas o que vi me fez sentir algo inexplicável, dúvida, medo, confusão, luxúria, tudo.. Parado na porta estava meu ExSogro Osvaldo!
Confusa, perguntei "é você!?" e ele, meio com cara de susto, me diz "sim, desculpa". E me pede pra sentarmos pra conversar.
Ele quer explicar que desde que se divorciou da minha ExSogra há dois meses, não tinha conseguido ficar com ninguém, e que nos apps ele tinha dificuldade de arrumar parceira e que, quando me viu... Ele se assustou e deu like sem querer. E depois se surpreendeu quando eu também dei. Eu me defendi dizendo que também foi sem querer. Os dois sabíamos que estávamos mentindo.
Ele me convida pra uma cerveja: "já que a gente tá aqui, deixa eu te pagar algo, sem compromisso".
E eu disse que tudo bem, que um amigo me cairia bem.
Tomamos umas duas cervejas cada um, e depois de um tempo bateu um silêncio. "Vou te levar pra casa", ele disse.
"Me diverti muito", ele falou no caminho. E quando chegamos na minha casa, ele põe a mão no meu joelho e diz: "me desculpa por tudo, mas eu dei like de propósito..."
Olho pra ele, mordo o lábio, dou um beijo no rosto dele e vou embora.
--
Passaram 3 dias, não nos falamos. Pergunto: "cê me esqueceu?" Daí a pouco ele responde: "achei que tinha te assustado".
Voltamos a conversar. Tudo era natural entre a gente.
Um dia perguntei: "o que foi que você me disse no carro naquela vez?" Que o like foi de propósito?
"Sim kkk mas já foi."
Então você não quer me ver? eu disse.
Rapidamente ele disse que queria sim, e marcamos pra noite seguinte. Naquela noite, eu já tava pensando nele, e deixei um presentinho.
Me arrumei toda e fomos dormir.
No dia seguinte à tarde, ela me mandou o endereço de um lugar. Eu me preparei pra aquela noite, passei muito batom nos lábios e vesti roupa bem apertada. Por que eu fazia isso? Será que eu gostava do meu sogro?
Cheguei naquele lugar, era um hotel bem bonito. Ele estava me esperando no bar, eu tinha pedido pra tomar algo (pra me animar a fazer o que queria).
Ele estava nervoso, e talvez meu decote ajudasse a deixá-lo assim. Quando já estava meio bêbada, comecei a encará-lo. Até que ele percebeu e tentou se aproximar. Eu me aproximei e, pela primeira vez, nos beijamos. Sentir a barba dele me enlouqueceu. Peguei na mão dele e fomos pro quarto. Quando chegamos, tirei a camisa dele enquanto ele apertava minha bunda. "O que o meu filho perdeu", ele dizia. Ele arrancou minha roupa e se afogou nos meus peitos. "Desde ontem à noite querendo isso", enquanto chupava e apertava tudo.
Eu digo: "Quer tirar fotos?" "Sem mostrar o rosto, hein." Ele tira as calças desesperado, vejo a pica dele, é muito bonita, é gordinha, ele enfia na minha boca e me agarra pelo cabelo. Chupo muito, ele me sufoca, pede pra babar tudo, bate na minha cara com a pica, passa ela toda no meu rosto.
Me faz sentir uma puta. Enfia as bolas na minha boca, e passo a língua nelas enquanto apalpo a bunda dele. Levanto e tiro o que sobrou da minha roupa. Ele me joga na cama e tira uma foto minha.
Ela se joga em cima de mim e começa a chupar minha buceta.
Eu tava extasiada, muito puta, queria pica já.
Levantei, joguei ele na cama e montei em cima, fiz a pica dele esfregar toda na minha buceta molhada. Falei "pai, me come" e enquanto a pica dele ia se aproximando da minha buceta, eu gemia cada vez mais forte. Até gritar quando entrou toda, ele começou a me foder com uma força, com uma firmeza. Me comeu como ninguém e eu fiz questão de deixar claro: "como você come", "me destrói", "você tem uma pica enorme", "vai, pai, me come assim", sempre lembrando ele que era meu sogro, e que isso me deixava com tesão. Eu pulava na pica dele enquanto ele chupava um peito meu.
5 minutos depois, ele tira de repente, gemendo, e goza na minha bunda, vai até o cabelo, nas costas, e deixa minha bunda toda cheia de porra. Ele pede desculpa e eu pergunto se fazia muito tempo que ele não transava. "Faz muito", ele responde, e mal termina de falar isso, enfia de novo e continua me dando. "Aah, como você fez isso?"
"Continuo com muito tesão em você", ele diz e segue me comendo. Nem ligamos pra toda a porra escorrendo ou entrando dentro de mim. Isso me excitava ainda mais.
"Você come muito melhor que seu filho, como você se mexe, me deixa louca", falei no ouvido dele.
Ele me virou de bruços e subiu em cima de mim, me beijou muito e com força enquanto me penetrava de quatro. Deixou meus peitos doloridos de tanto apertar. Que fundo ele ia com a pica dele, eu amava. Ele me comeu um bom tempo assim, estávamos super conectados, até que senti o orgasmo chegando e comecei a gritar que ia gozar tudo. Como se fosse combinado, ele tira a pica de dentro e apoia na minha bunda, vai gozando e descendo, enfiando de volta no final pra uma última gotinha de porra que sai.
Eu com as mãos aproximo tudo do buraco da minha buceta, pego a pica dele e enfio mais uma vez: "Essa porra é toda minha.
Caímos mortos na cama, e ele me leva pra casa. Até hoje não nos falamos de novo...
Assim como acordei um dia sabendo da quarentena, ao mesmo tempo meu namorado terminou comigo porque (a gente não ia poder se ver)...
Sofri por isso, um mês mais ou menos, até que uma amiga me disse "conhece gente, aproveita os apps"
Então um dia, meio que bebendo sozinha em casa, comecei a falar com gente pelo celular... não por um app... pela maioria..
Dá pra dizer que exagerei, baixei 4 apps hétero e um app Gay (mais usado por homens)
Num dos apps mais conhecidos aparece um perfil de um tal de Gerardo, meio coroa pra minha idade. Eu 23, ele 51. Mas tinha uma boa vibe, parecia um cara legal. Começamos a conversar, morávamos perto (ele nunca quis me dizer de onde) e tínhamos os mesmos interesses (na época eu não percebi). A conversa sempre foi muito tranquila (eu pensei que ele ia querer me ver na hora), o que gostei muito. Ele sempre me fazendo rir. Mesmo assim, tinha um problema, ele nunca quis mostrar o rosto, "sou parecido com" "não posso porque" e eu temia isso, me dava pra trás. Passaram dois ou três dias até que eu falei "chega, preciso ver seu rosto ou nunca mais falo com você"
Tá bom, a gente se vê hoje à noite no bar da esquina da (ele me diz o endereço)... Não gostei nada, mas queria saber quem era. Os bares estavam começando a abrir e eu ainda tinha um pouco de medo. Mas avisei todas as minhas amigas e fui. Quando cheguei, esperei por ele, em 2 minutos ele diz "estou na porta". Quando saio, já sabia o que procurava: homem, alto, uns 50 anos, grisalho. Mas o que vi me fez sentir algo inexplicável, dúvida, medo, confusão, luxúria, tudo.. Parado na porta estava meu ExSogro Osvaldo!
Confusa, perguntei "é você!?" e ele, meio com cara de susto, me diz "sim, desculpa". E me pede pra sentarmos pra conversar.
Ele quer explicar que desde que se divorciou da minha ExSogra há dois meses, não tinha conseguido ficar com ninguém, e que nos apps ele tinha dificuldade de arrumar parceira e que, quando me viu... Ele se assustou e deu like sem querer. E depois se surpreendeu quando eu também dei. Eu me defendi dizendo que também foi sem querer. Os dois sabíamos que estávamos mentindo.
Ele me convida pra uma cerveja: "já que a gente tá aqui, deixa eu te pagar algo, sem compromisso".
E eu disse que tudo bem, que um amigo me cairia bem.
Tomamos umas duas cervejas cada um, e depois de um tempo bateu um silêncio. "Vou te levar pra casa", ele disse.
"Me diverti muito", ele falou no caminho. E quando chegamos na minha casa, ele põe a mão no meu joelho e diz: "me desculpa por tudo, mas eu dei like de propósito..."
Olho pra ele, mordo o lábio, dou um beijo no rosto dele e vou embora.
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Passaram 3 dias, não nos falamos. Pergunto: "cê me esqueceu?" Daí a pouco ele responde: "achei que tinha te assustado".
Voltamos a conversar. Tudo era natural entre a gente.
Um dia perguntei: "o que foi que você me disse no carro naquela vez?" Que o like foi de propósito?
"Sim kkk mas já foi."
Então você não quer me ver? eu disse.
Rapidamente ele disse que queria sim, e marcamos pra noite seguinte. Naquela noite, eu já tava pensando nele, e deixei um presentinho.
Me arrumei toda e fomos dormir. No dia seguinte à tarde, ela me mandou o endereço de um lugar. Eu me preparei pra aquela noite, passei muito batom nos lábios e vesti roupa bem apertada. Por que eu fazia isso? Será que eu gostava do meu sogro?
Cheguei naquele lugar, era um hotel bem bonito. Ele estava me esperando no bar, eu tinha pedido pra tomar algo (pra me animar a fazer o que queria).
Ele estava nervoso, e talvez meu decote ajudasse a deixá-lo assim. Quando já estava meio bêbada, comecei a encará-lo. Até que ele percebeu e tentou se aproximar. Eu me aproximei e, pela primeira vez, nos beijamos. Sentir a barba dele me enlouqueceu. Peguei na mão dele e fomos pro quarto. Quando chegamos, tirei a camisa dele enquanto ele apertava minha bunda. "O que o meu filho perdeu", ele dizia. Ele arrancou minha roupa e se afogou nos meus peitos. "Desde ontem à noite querendo isso", enquanto chupava e apertava tudo.
Eu digo: "Quer tirar fotos?" "Sem mostrar o rosto, hein." Ele tira as calças desesperado, vejo a pica dele, é muito bonita, é gordinha, ele enfia na minha boca e me agarra pelo cabelo. Chupo muito, ele me sufoca, pede pra babar tudo, bate na minha cara com a pica, passa ela toda no meu rosto.
Me faz sentir uma puta. Enfia as bolas na minha boca, e passo a língua nelas enquanto apalpo a bunda dele. Levanto e tiro o que sobrou da minha roupa. Ele me joga na cama e tira uma foto minha.
Ela se joga em cima de mim e começa a chupar minha buceta. Eu tava extasiada, muito puta, queria pica já.
Levantei, joguei ele na cama e montei em cima, fiz a pica dele esfregar toda na minha buceta molhada. Falei "pai, me come" e enquanto a pica dele ia se aproximando da minha buceta, eu gemia cada vez mais forte. Até gritar quando entrou toda, ele começou a me foder com uma força, com uma firmeza. Me comeu como ninguém e eu fiz questão de deixar claro: "como você come", "me destrói", "você tem uma pica enorme", "vai, pai, me come assim", sempre lembrando ele que era meu sogro, e que isso me deixava com tesão. Eu pulava na pica dele enquanto ele chupava um peito meu.
5 minutos depois, ele tira de repente, gemendo, e goza na minha bunda, vai até o cabelo, nas costas, e deixa minha bunda toda cheia de porra. Ele pede desculpa e eu pergunto se fazia muito tempo que ele não transava. "Faz muito", ele responde, e mal termina de falar isso, enfia de novo e continua me dando. "Aah, como você fez isso?"
"Continuo com muito tesão em você", ele diz e segue me comendo. Nem ligamos pra toda a porra escorrendo ou entrando dentro de mim. Isso me excitava ainda mais.
"Você come muito melhor que seu filho, como você se mexe, me deixa louca", falei no ouvido dele.
Ele me virou de bruços e subiu em cima de mim, me beijou muito e com força enquanto me penetrava de quatro. Deixou meus peitos doloridos de tanto apertar. Que fundo ele ia com a pica dele, eu amava. Ele me comeu um bom tempo assim, estávamos super conectados, até que senti o orgasmo chegando e comecei a gritar que ia gozar tudo. Como se fosse combinado, ele tira a pica de dentro e apoia na minha bunda, vai gozando e descendo, enfiando de volta no final pra uma última gotinha de porra que sai.
Eu com as mãos aproximo tudo do buraco da minha buceta, pego a pica dele e enfio mais uma vez: "Essa porra é toda minha.
Caímos mortos na cama, e ele me leva pra casa. Até hoje não nos falamos de novo...
7 comentários - Osvaldo, Meu Sogro Gostoso
Besos, en esa concha.