Olá, antes de tudo, quero deixar claro que comecei a publicar essa série de histórias nos fóruns de relatos em 2015. Esta versão vai estar um pouco mais limpa e estruturada, porque na época eu tinha 17 anos e uma habilidade de escrita quase nula. O que vou contar é um fato real sobre como tive algumas experiências muito excitantes com minha irmã Fátima e com Beatriz. Depois de ler muitos relatos, percebi que não sou o único que teve uns rolos eróticos com gente da família, e por isso resolvi documentar e compartilhar algumas histórias que vivi com minha linda irmã e com quem, até então, eu só via como minha mãe. Foram tantas que só de lembrar já fico todo tarado. Sem mais enrolação, vou direto ao ponto da história e começar a escrever. Espero que vocês gostem.
Meu nome é Carlos, moro em Torreón, Coahuila, México, e sou um jovem bem normal de 17 anos, nada fora do comum. Tenho uma altura considerável, 1,80m, um físico legal porque malho bastante na academia e tenho uma boa genética de família.
Minha família é pequena: meu pai Daniel, muito trabalhador e dedicado à empresa de construção dele; minha mãe Beatriz, uma dona de casa e comerciante de 34 anos, que se dedica totalmente ao lar, à família e ao negócio de roupas dela.
Minha mãe, a protagonista desta história, é uma deusa dos pés à cabeça, e não é exagero. Ela tem 1,65m de altura, um rostinho lindo que fica ainda mais provocante por causa dos olhos e lábios bem expressivos. No quesito erotismo, ela tem uns peitos lindos de tamanho médio, e adora usar decotes pronunciados. Mas o que mais se destaca nela são aquele par de pernas maravilhosas e aquela bunda enorme que deixa mais de um vizinho e conhecido doido. Não é exagero, ninguém resiste a dar uma olhadinha cheia de tesão quando ela chega em algum lugar. E para finalizar com a minha família, chegamos à última integrante dela, minha irmã Fátima. Sou dois anos mais velho que ela, atualmente ela tem 15 anos e tem um corpo que deixa qualquer um — se não todo mundo, eu garanto que mais de um — de boca aberta toda vez que você a vê passar. Acho que é em grande parte por causa da herança genética da minha mãe, de quem ela pôde herdar aquele par de bundão lindo. Mas é esse jeito tão distinto de se vestir, tão despreocupado, sexy e safado, que diferencia as duas das outras mulheres no bairro onde a gente mora. Eu sei que talvez seja errado eu ver minha mãe e minha irmã desse jeito, mas garanto que se vocês tivessem a chance de vê-las todo dia com aquelas saias curtas e justas que sempre mostram as pernas lindas delas, e que às vezes até deixam escapar a beirada daquele par de bundas enormes, vocês teriam os mesmos pensamentos que eu tenho sempre que as vejo.
Depois da puberdade, muitas vezes minha irmã e até minha mãe, Betty, me pegaram num estado de idiota hipnotizado pelo balanço das bundas delas enquanto faziam as tarefas de casa ou quando eu as acompanhava nas compras e ficava um pouco atrás delas, procurando qualquer desculpa para que andassem alguns metros na minha frente e eu pudesse curtir aquele showzão que elas sempre me dão em todo lugar que eu vou com elas. Foi nesse tipo de situação que começou minha tensão e meu tesão por elas. Quando começaram a notar que eu olhava de um jeito tarado, começaram uma espécie de jogo "inocente", com caras de deboche e cumplicidade, acompanhadas de comentários como: "O que você tá olhando, porco? Tá gostando ou o quê?", "Vai gozar com os olhos", "Tira foto se quiser". Esse tipo de comentário, junto com movimentos sugestivos da bunda delas enquanto riam, em vez de me fazer parar de olhar, me convidava a continuar curtindo o show.
Enfim, não é segredo que minha mãe e minha irmã têm uma reputação no bairro de... tipicas putinhas provocantes, o que no começo me irritava pra caralho, porque mesmo sabendo que elas exageravam no rebolado e se vestiam provocativamente pra conseguir favores com vizinhos ou conhecidos, ou só pelo prazer de provocar os homens, ainda me incomodava o fato de ouvirem esses comentários. Até que uma situação fez eu mudar totalmente de pensamento e perceber por mim mesmo que elas realmente eram um par de vagabundas que adoravam provocar qualquer homem que aparecesse na frente, sem discriminação.
Naquele dia, tudo corria normal como qualquer outro, mas com uma diferença: estávamos nos preparando pro aniversário de 42 anos do meu pai, uma data especial porque ele sempre gostou de comemorar em grande estilo, convidando amigos, família e alguns colegas da categoria.
O dia seguia tranquilo, e eu descansava na sala quando de repente ouvi minha irmã me chamando do quarto dela.
>O que foi!?
Levantei meio puto do sofá onde tava descansando e subi as escadas até o quarto dela. Quando entrei, fiquei de boca aberta: as duas estavam lá, com uns vestidos colados no corpo e curtíssimos que tinham acabado de comprar pra festa.
Fiquei calado, em choque. Aqueles vestidos eram mais curtos e apertados que o normal. Comecei a reagir, tentei responder, mas só consegui gaguejar. Minha mãe me interrompeu.
Minha irmã respondeu com uma risada:
E eu, todo atrapalhado, consegui gaguejar:
>Sim, dá uma voltinha.
Fiquei louco, mas meu... Betty levou o prêmio.
Ela começou a girar devagar enquanto dançava de um jeito bem sensual, meus olhos grudaram na bunda dela na hora, não dava pra acreditar, aquele vestido deixava escapar muito mais carne do que o normal, era questão de uma pequena inclinação da minha mãe pra quase um quarto da bunda dela aparecer.
>Você não acha que é muito curto?
Minha irmã e minha mãe soltaram uma gargalhada debochada e foram pro quarto ao lado.
Ao sair do quarto, minha irmã percebeu que eu tava olhando descaradamente pra bunda das duas e deu um tapa na bunda da Betty que me deixou ainda mais excitado.
E a Betty não tava errada, eu precisava desesperadamente fazer algo sozinho, precisava me masturbar, foi a primeira gozada que tive pensando nas duas, só de imaginar minha irmã e minha mãe de quatro, levantando o vestido delas e comendo o cu delas sem pena me envolveu, a sensação foi meio estranha, me excitava e me sentia esquisito ao mesmo tempo, mas garanto que foi a melhor gozada que tive em muito tempo.
A festa começou lá pelas 6 da tarde, mas nessa altura a Betty já tinha uns drinks na cabeça, os convidados começaram a chegar e outra coisa chamou minha atenção. Minha mãe tem três irmãos mais velhos, ela foi a única mulher, quando meus tios foram chegando um por um com meus primos, notei que eles chegavam e surpreendiam ela tapando os olhos pra ela "adivinhar" quem era, mas analisando bem aquela ação, obviamente dava pra deduzir que era só uma tática pra esfregar a pica na bunda da minha mãe, mas isso eu entenderia mais tarde. Obviamente meus primos, que têm uma faixa de idade parecida com a minha, ficaram fascinados ao ver a Betty com um vestido daqueles e aquele par de saltos altos que faziam o rabo glorioso dela se destacar ainda mais.
Achei estranho que alguns convidados (geralmente parentes) se aproximavam demais da Betty usando qualquer desculpa, pegavam ela desprevenida pela cintura por trás, dando aqueles famosos "encostões", e ela só dava um sustinho de surpresa enquanto sorria. Em mais de uma ocasião, também notei que baixavam a mão disfarçadamente para tocar a bunda dela, e ela respondia com tapinhas de brincadeira ou pegava as mãos deles disfarçadamente para tirar da bunda e colocar de volta na cintura, pra ninguém ver a situação, mas nunca houve reclamação alguma da parte dela ao sentir essas ações. Eu sabia que a família em geral era muito unida, mas aquilo já era demais.
Meu tio Enrique, o mais próximo da idade da Betty, foi o primeiro dos três irmãos a chegar. Ele pegou ela por trás e tapou os olhos dela. Nisso, no momento em que ele entrou em casa e viu ela de costas, não conseguiu evitar soltar uma careta de luxúria, passou a língua nos lábios de um jeito obsceno, e isso me chamou muito a atenção.
> Quem sou eu, baixinha?
Fiquei pensando, como se sua voz não fosse te denunciar, idiota. Mas mamãe me surpreendeu de novo.
< Mmmmmmm, deixa eu pensar... não sei!
Respondeu de um jeito bem safado, sempre gostei quando ela faz aquele tom de menina mimada.
< Ai, não sei!
E notei que ela começou a mexer a bunda num movimento circular bem sutil. Meu tio tinha a pica totalmente colada na bunda da minha mãe, e era óbvio que aquela massagem que minha mãe dava com a bunda enquanto "tentava adivinhar" deixava ele no céu, dava pra ver na cara dele.
< É o Luís!
> Não, não sou o Luís.
< Então é o Roberto!
> Não, sou o Enrique, Betty! — Na sequência, meu tio deu um tapa na bunda dela. Descomunal, minha mãe só deu um pulinho pra frente, virou pra olhar ele e soltou um sorriso.
>Me desculpa, vem aqui que eu passo a mão, Betty.
>Você sempre soube o que eu quero, hahaha, olha só você! Continua uma gostosa!
O quê? "Continua uma gostosa"? Isso foi a gota d'água, sem dúvida nenhuma agora eu tinha certeza de que na minha casa morava uma deusa que todo mundo queria aproveitar.
A festa continuou e eu não conseguia parar de reparar como todos os homens ficavam de olho na minha mãe, claro! Betty, como sempre, não cumpriu o que disse. "Não vou me mexer tanto pra não escapar nada", claro que sim, se mexeu pra caralho, como sempre, andava de um jeito exagerado que fazia a bunda dela balançar ainda mais do que o normal e o vestido ir subindo aos poucos, enquanto servia os pratos, a inclinação deixava ver o começo das nádegas carnudas e uma linda calcinha preta que fazia elas se destacarem ainda mais. No decorrer da festa e no calor das bebidas, que eram abundantes como de costume nos eventos da minha casa, começaram a ficar mais frequentes os toques "involuntários" na Betty, todo mundo aproveitava a chance pra tocar ela de um jeito ou de outro. Tentei acreditar que era por causa do álcool o fato dela não fazer nada a respeito, mas isso sempre vai ser um mistério pra mim.
Vendo tudo aquilo, minha excitação cresceu. Vi como os três irmãos dela, ou seja, meus tios, se esbaldavam tirando fotos dela sempre que podiam, olhavam e discutiam fazendo caras de prazer e tesão. Eles sempre vão só com meus primos pras nossas festas, as esposas deles nunca vão na nossa casa porque não gostam da minha mãe, acham ela "vulgar" e "gostosa demais", e isso facilita pra eles fazerem suas safadezas sempre. E, claro, meus primos também adoram o espetáculo que é ver a Betty em qualquer situação.
Esse clima de putaria começou a me pegar de jeito, pensei, se minha mãe não reclama deles, por que eu não posso fazer também? Criei coragem pra fazer o mesmo que todo mundo tava fazendo, minha mãe passou na minha frente indo pra cozinha, meus olhos grudaram na bunda dela pelo jeito de andar, respirei fundo e fui atrás dela.
Entrei na cozinha e lá estava ela, tentando pegar um pote no armário, quando tentou alcançar o negócio, o vestido curto subiu e deixou metade do rabo dela de fora, a linda calcinha de renda preta se moldava perfeita no par de bundão dela e fiquei hipnotizado.
> Deixa eu ajudar, eu pego.
Sem dar tempo dela se mexer, cheguei perto e encostei meu corpo no dela por trás pra esticar o braço e ajudar. Mas na hora que encostei meu pau duro na bunda dela, esqueci completamente do pote que tentava pegar e dei a mais descarada esfregada que vocês podem imaginar.
< Aiiii seu bobo. Disse num tom entre surpresa e meio assustada.
< Que isso Carlos!? Por que você fez isso?
> Desculpa mãe.
< Qual desculpa idiota? agora mesmo você vai me explicar, te vi olhando pra minha bunda e... tudo bem, não me incomoda, você é homem e te entendo, na verdade me sinto lisonjeada. Mas isso? Como você teve coragem?
> Meu tio Quique te agarra a bunda e você não fala nada! – Respondi meio exaltado.
Minha mãe ficou calada por um instante e me disse.
< Olha filho, ele e eu convivemos muito desde jovens e brincamos muito, é só brincadeira.
> Isso não é brincadeira, vejo como ele te olha e como te dá tapas na bunda de "carinho" e isso não é brincadeira.
< Hahaha eu sei que às vezes ele passa um pouco do limite, mas te garanto que é só brincadeira filho hahaha relaxa.
> Nesse caso eu também quero brincar assim.
< Olha, olha hahaha agora não basta só ficar olhando, também quer me tocar, não bastou o que acabou de fazer seu bobo? De jeito nenhum vou brincar assim com você, o que você E aí?
>Anda, não peço muito, só o mesmo que meu tio.
Ela virou de costas e eu não consegui evitar de ficar de olho na bunda dela.
Ela respondeu com aquele tom de voz que eu tanto amo.
>Não, mãe, juro que não. Só quero ter os mesmos privilégios que meu tio tem.
Ela ficou séria e virou de costas de novo.
<É verdade que estou bem assim?> — perguntou num tom bem safado enquanto virava e me dava um sorriso.
Minha excitação tomou conta de mim e eu me joguei nela, pegando ela por trás. Com o braço direito, consegui envolver a cintura fininha dela, enquanto com a outra mão alcancei a nádega esquerda. Me senti no paraíso. Enfiei o nariz no pescoço dela e senti aquele cheiro delicioso que ela sempre deixava quando passava perto de mim.
O fato dela estar resistindo me excitou ainda mais, e continuei apalpando ela à vontade. Comecei a esfregar as duas mãos na bunda dela e afundei o roço entre os peitos dela.
>Me solta, vão nos ver! — ela dizia desesperada. Mas o sorriso dela enquanto forcejava mostrava que não tava incomodada de verdade. Talvez fosse o álcool, mas ela sempre adorou se sentir desejada.
>Promete que vou poder fazer o mesmo que meu tio? — falei num tom autoritário.
Soltei ela. Ela ajeitou o vestido e foi andando em direção à porta. Nessa hora, juro que não consegui evitar: dei um tapa enorme na bunda dela. Tava tão desesperado pra tocar aquela raba que minha mão não parou por ali — dei um apertão que levantou uma parte do vestido de novo, deixando à mostra uma das nádegas lindas dela. Eram durinhas, firmes, carnudas... perfeitas.
— minha mãe gritou, dando um pulo. salto.
>Pensei que já tínhamos combinado que eu podia fazer isso. – Respondi.
Minha mãe soltou um sorriso nervoso enquanto arrumava o vestido de novo.
Continua...
P.S.
Espero que com essas fotos da Betty vocês entendam a obsessão que eu tô sentindo por ela há um tempinho, abraços, poringa boys.

Meu nome é Carlos, moro em Torreón, Coahuila, México, e sou um jovem bem normal de 17 anos, nada fora do comum. Tenho uma altura considerável, 1,80m, um físico legal porque malho bastante na academia e tenho uma boa genética de família.
Minha família é pequena: meu pai Daniel, muito trabalhador e dedicado à empresa de construção dele; minha mãe Beatriz, uma dona de casa e comerciante de 34 anos, que se dedica totalmente ao lar, à família e ao negócio de roupas dela.
Minha mãe, a protagonista desta história, é uma deusa dos pés à cabeça, e não é exagero. Ela tem 1,65m de altura, um rostinho lindo que fica ainda mais provocante por causa dos olhos e lábios bem expressivos. No quesito erotismo, ela tem uns peitos lindos de tamanho médio, e adora usar decotes pronunciados. Mas o que mais se destaca nela são aquele par de pernas maravilhosas e aquela bunda enorme que deixa mais de um vizinho e conhecido doido. Não é exagero, ninguém resiste a dar uma olhadinha cheia de tesão quando ela chega em algum lugar. E para finalizar com a minha família, chegamos à última integrante dela, minha irmã Fátima. Sou dois anos mais velho que ela, atualmente ela tem 15 anos e tem um corpo que deixa qualquer um — se não todo mundo, eu garanto que mais de um — de boca aberta toda vez que você a vê passar. Acho que é em grande parte por causa da herança genética da minha mãe, de quem ela pôde herdar aquele par de bundão lindo. Mas é esse jeito tão distinto de se vestir, tão despreocupado, sexy e safado, que diferencia as duas das outras mulheres no bairro onde a gente mora. Eu sei que talvez seja errado eu ver minha mãe e minha irmã desse jeito, mas garanto que se vocês tivessem a chance de vê-las todo dia com aquelas saias curtas e justas que sempre mostram as pernas lindas delas, e que às vezes até deixam escapar a beirada daquele par de bundas enormes, vocês teriam os mesmos pensamentos que eu tenho sempre que as vejo.
Depois da puberdade, muitas vezes minha irmã e até minha mãe, Betty, me pegaram num estado de idiota hipnotizado pelo balanço das bundas delas enquanto faziam as tarefas de casa ou quando eu as acompanhava nas compras e ficava um pouco atrás delas, procurando qualquer desculpa para que andassem alguns metros na minha frente e eu pudesse curtir aquele showzão que elas sempre me dão em todo lugar que eu vou com elas. Foi nesse tipo de situação que começou minha tensão e meu tesão por elas. Quando começaram a notar que eu olhava de um jeito tarado, começaram uma espécie de jogo "inocente", com caras de deboche e cumplicidade, acompanhadas de comentários como: "O que você tá olhando, porco? Tá gostando ou o quê?", "Vai gozar com os olhos", "Tira foto se quiser". Esse tipo de comentário, junto com movimentos sugestivos da bunda delas enquanto riam, em vez de me fazer parar de olhar, me convidava a continuar curtindo o show.
Enfim, não é segredo que minha mãe e minha irmã têm uma reputação no bairro de... tipicas putinhas provocantes, o que no começo me irritava pra caralho, porque mesmo sabendo que elas exageravam no rebolado e se vestiam provocativamente pra conseguir favores com vizinhos ou conhecidos, ou só pelo prazer de provocar os homens, ainda me incomodava o fato de ouvirem esses comentários. Até que uma situação fez eu mudar totalmente de pensamento e perceber por mim mesmo que elas realmente eram um par de vagabundas que adoravam provocar qualquer homem que aparecesse na frente, sem discriminação.
Naquele dia, tudo corria normal como qualquer outro, mas com uma diferença: estávamos nos preparando pro aniversário de 42 anos do meu pai, uma data especial porque ele sempre gostou de comemorar em grande estilo, convidando amigos, família e alguns colegas da categoria.
O dia seguia tranquilo, e eu descansava na sala quando de repente ouvi minha irmã me chamando do quarto dela.
Levantei meio puto do sofá onde tava descansando e subi as escadas até o quarto dela. Quando entrei, fiquei de boca aberta: as duas estavam lá, com uns vestidos colados no corpo e curtíssimos que tinham acabado de comprar pra festa.
Fiquei calado, em choque. Aqueles vestidos eram mais curtos e apertados que o normal. Comecei a reagir, tentei responder, mas só consegui gaguejar. Minha mãe me interrompeu.
>Sim, dá uma voltinha.
Fiquei louco, mas meu... Betty levou o prêmio.
Ela começou a girar devagar enquanto dançava de um jeito bem sensual, meus olhos grudaram na bunda dela na hora, não dava pra acreditar, aquele vestido deixava escapar muito mais carne do que o normal, era questão de uma pequena inclinação da minha mãe pra quase um quarto da bunda dela aparecer.
>Você não acha que é muito curto?
Minha irmã e minha mãe soltaram uma gargalhada debochada e foram pro quarto ao lado.
Ao sair do quarto, minha irmã percebeu que eu tava olhando descaradamente pra bunda das duas e deu um tapa na bunda da Betty que me deixou ainda mais excitado.
E a Betty não tava errada, eu precisava desesperadamente fazer algo sozinho, precisava me masturbar, foi a primeira gozada que tive pensando nas duas, só de imaginar minha irmã e minha mãe de quatro, levantando o vestido delas e comendo o cu delas sem pena me envolveu, a sensação foi meio estranha, me excitava e me sentia esquisito ao mesmo tempo, mas garanto que foi a melhor gozada que tive em muito tempo.
A festa começou lá pelas 6 da tarde, mas nessa altura a Betty já tinha uns drinks na cabeça, os convidados começaram a chegar e outra coisa chamou minha atenção. Minha mãe tem três irmãos mais velhos, ela foi a única mulher, quando meus tios foram chegando um por um com meus primos, notei que eles chegavam e surpreendiam ela tapando os olhos pra ela "adivinhar" quem era, mas analisando bem aquela ação, obviamente dava pra deduzir que era só uma tática pra esfregar a pica na bunda da minha mãe, mas isso eu entenderia mais tarde. Obviamente meus primos, que têm uma faixa de idade parecida com a minha, ficaram fascinados ao ver a Betty com um vestido daqueles e aquele par de saltos altos que faziam o rabo glorioso dela se destacar ainda mais.
Achei estranho que alguns convidados (geralmente parentes) se aproximavam demais da Betty usando qualquer desculpa, pegavam ela desprevenida pela cintura por trás, dando aqueles famosos "encostões", e ela só dava um sustinho de surpresa enquanto sorria. Em mais de uma ocasião, também notei que baixavam a mão disfarçadamente para tocar a bunda dela, e ela respondia com tapinhas de brincadeira ou pegava as mãos deles disfarçadamente para tirar da bunda e colocar de volta na cintura, pra ninguém ver a situação, mas nunca houve reclamação alguma da parte dela ao sentir essas ações. Eu sabia que a família em geral era muito unida, mas aquilo já era demais.
Meu tio Enrique, o mais próximo da idade da Betty, foi o primeiro dos três irmãos a chegar. Ele pegou ela por trás e tapou os olhos dela. Nisso, no momento em que ele entrou em casa e viu ela de costas, não conseguiu evitar soltar uma careta de luxúria, passou a língua nos lábios de um jeito obsceno, e isso me chamou muito a atenção.
> Quem sou eu, baixinha?
Fiquei pensando, como se sua voz não fosse te denunciar, idiota. Mas mamãe me surpreendeu de novo.
< Mmmmmmm, deixa eu pensar... não sei!
Respondeu de um jeito bem safado, sempre gostei quando ela faz aquele tom de menina mimada.
< Ai, não sei!
E notei que ela começou a mexer a bunda num movimento circular bem sutil. Meu tio tinha a pica totalmente colada na bunda da minha mãe, e era óbvio que aquela massagem que minha mãe dava com a bunda enquanto "tentava adivinhar" deixava ele no céu, dava pra ver na cara dele.
< É o Luís!
> Não, não sou o Luís.
< Então é o Roberto!
> Não, sou o Enrique, Betty! — Na sequência, meu tio deu um tapa na bunda dela. Descomunal, minha mãe só deu um pulinho pra frente, virou pra olhar ele e soltou um sorriso.
O quê? "Continua uma gostosa"? Isso foi a gota d'água, sem dúvida nenhuma agora eu tinha certeza de que na minha casa morava uma deusa que todo mundo queria aproveitar.
A festa continuou e eu não conseguia parar de reparar como todos os homens ficavam de olho na minha mãe, claro! Betty, como sempre, não cumpriu o que disse. "Não vou me mexer tanto pra não escapar nada", claro que sim, se mexeu pra caralho, como sempre, andava de um jeito exagerado que fazia a bunda dela balançar ainda mais do que o normal e o vestido ir subindo aos poucos, enquanto servia os pratos, a inclinação deixava ver o começo das nádegas carnudas e uma linda calcinha preta que fazia elas se destacarem ainda mais. No decorrer da festa e no calor das bebidas, que eram abundantes como de costume nos eventos da minha casa, começaram a ficar mais frequentes os toques "involuntários" na Betty, todo mundo aproveitava a chance pra tocar ela de um jeito ou de outro. Tentei acreditar que era por causa do álcool o fato dela não fazer nada a respeito, mas isso sempre vai ser um mistério pra mim.
Vendo tudo aquilo, minha excitação cresceu. Vi como os três irmãos dela, ou seja, meus tios, se esbaldavam tirando fotos dela sempre que podiam, olhavam e discutiam fazendo caras de prazer e tesão. Eles sempre vão só com meus primos pras nossas festas, as esposas deles nunca vão na nossa casa porque não gostam da minha mãe, acham ela "vulgar" e "gostosa demais", e isso facilita pra eles fazerem suas safadezas sempre. E, claro, meus primos também adoram o espetáculo que é ver a Betty em qualquer situação.
Esse clima de putaria começou a me pegar de jeito, pensei, se minha mãe não reclama deles, por que eu não posso fazer também? Criei coragem pra fazer o mesmo que todo mundo tava fazendo, minha mãe passou na minha frente indo pra cozinha, meus olhos grudaram na bunda dela pelo jeito de andar, respirei fundo e fui atrás dela.
Entrei na cozinha e lá estava ela, tentando pegar um pote no armário, quando tentou alcançar o negócio, o vestido curto subiu e deixou metade do rabo dela de fora, a linda calcinha de renda preta se moldava perfeita no par de bundão dela e fiquei hipnotizado.
> Deixa eu ajudar, eu pego.
Sem dar tempo dela se mexer, cheguei perto e encostei meu corpo no dela por trás pra esticar o braço e ajudar. Mas na hora que encostei meu pau duro na bunda dela, esqueci completamente do pote que tentava pegar e dei a mais descarada esfregada que vocês podem imaginar.
< Aiiii seu bobo. Disse num tom entre surpresa e meio assustada.
< Que isso Carlos!? Por que você fez isso?
> Desculpa mãe.
< Qual desculpa idiota? agora mesmo você vai me explicar, te vi olhando pra minha bunda e... tudo bem, não me incomoda, você é homem e te entendo, na verdade me sinto lisonjeada. Mas isso? Como você teve coragem?
> Meu tio Quique te agarra a bunda e você não fala nada! – Respondi meio exaltado.
Minha mãe ficou calada por um instante e me disse.
< Olha filho, ele e eu convivemos muito desde jovens e brincamos muito, é só brincadeira.
> Isso não é brincadeira, vejo como ele te olha e como te dá tapas na bunda de "carinho" e isso não é brincadeira.
< Hahaha eu sei que às vezes ele passa um pouco do limite, mas te garanto que é só brincadeira filho hahaha relaxa.
> Nesse caso eu também quero brincar assim.
< Olha, olha hahaha agora não basta só ficar olhando, também quer me tocar, não bastou o que acabou de fazer seu bobo? De jeito nenhum vou brincar assim com você, o que você E aí?
>Anda, não peço muito, só o mesmo que meu tio.
Ela virou de costas e eu não consegui evitar de ficar de olho na bunda dela.
>Não, mãe, juro que não. Só quero ter os mesmos privilégios que meu tio tem.
Ela ficou séria e virou de costas de novo.
<É verdade que estou bem assim?> — perguntou num tom bem safado enquanto virava e me dava um sorriso.
Minha excitação tomou conta de mim e eu me joguei nela, pegando ela por trás. Com o braço direito, consegui envolver a cintura fininha dela, enquanto com a outra mão alcancei a nádega esquerda. Me senti no paraíso. Enfiei o nariz no pescoço dela e senti aquele cheiro delicioso que ela sempre deixava quando passava perto de mim.
O fato dela estar resistindo me excitou ainda mais, e continuei apalpando ela à vontade. Comecei a esfregar as duas mãos na bunda dela e afundei o roço entre os peitos dela.
>Me solta, vão nos ver! — ela dizia desesperada. Mas o sorriso dela enquanto forcejava mostrava que não tava incomodada de verdade. Talvez fosse o álcool, mas ela sempre adorou se sentir desejada.
>Promete que vou poder fazer o mesmo que meu tio? — falei num tom autoritário.
Soltei ela. Ela ajeitou o vestido e foi andando em direção à porta. Nessa hora, juro que não consegui evitar: dei um tapa enorme na bunda dela. Tava tão desesperado pra tocar aquela raba que minha mão não parou por ali — dei um apertão que levantou uma parte do vestido de novo, deixando à mostra uma das nádegas lindas dela. Eram durinhas, firmes, carnudas... perfeitas.
>Pensei que já tínhamos combinado que eu podia fazer isso. – Respondi.
Minha mãe soltou um sorriso nervoso enquanto arrumava o vestido de novo.
Continua...
P.S.
Espero que com essas fotos da Betty vocês entendam a obsessão que eu tô sentindo por ela há um tempinho, abraços, poringa boys.


6 comentários - Betty: Mamãe e irmã safadas