Minha cunhada; "Por favor, faço o que você quiser.Reenviado
Essa história aconteceu há alguns anos, foi numa das apresentações do Axel no estádio do Vélez.
Lala, minha cunhada, irmã da minha namorada, é casada e muito fã do Axel. Primeiro, vou descrever um pouco o físico dela: altura mediana, cabelo castanho escuro, olhos claros e, pra completar, uns lábios grossos. Mas o mais bonito mesmo é o corpo: ela é corpulenta, não gordinha, mas com curvas lindas. O que mais se destaca são os peitos maravilhosos, redondos e bem empinados. A bunda é interessante, não é das melhores, mas daquelas que quando ela se abaixa, com a cintura fina, dá pra passar um bom tempo ali.
Quando a Lala ficou sabendo da apresentação, me chamou pra ir, porque eu tenho um amigo na segurança do clube, sempre consigo alguma coisa com ele e, o melhor de tudo, eu teria que levá-la. Como naquele fim de semana eu não tava trabalhando e minha namorada não tinha problema, falei com meu amigo pra conseguir uns 3 ingressos ou algo assim, o que desse. Com o passar das semanas, meu amigo me ligou e disse que conseguiu duas entradas. Quando contei pra minha namorada, ela falou pra eu e a Lala irmos, que ela ficava. Somos de San Pedro, a mais de 150km do estádio do Vélez, ou seja, uma viagem longa e só com minha cunhada.
No dia do show, saímos cedo. O show era às 10 da noite, então lá pelas 2 da tarde a gente saiu. Na viagem, conversamos sobre tudo enquanto tomávamos chimarrão. E, como sempre, toda conversa acaba em sexo. Num dos assuntos que tocamos, a Lala me perguntou:
Lala: O que você mais gosta nas mulheres?
Eu: Das mulheres, haha.
Entre risadas e sem pensar, completei:
Eu: Não, sério, o que mais gosto são mulheres com peitos bonitos.
Sem intenção nenhuma e sem pensar na Lala.
Lala: Então eu te agrado, e ri.
Eu: Não, não, não quis dizer isso.
Lala: Então não te agrado, e ri de novo.
Eu: Não, você me encanta, tem uns peitos lindos.
Foi sincero, e a gente riu junto.
Pra cortar o clima, perguntei:
Eu: E — E aí, o que você mais gosta nos homens?
— Lala: O cheiro.
— Eu: Cê gosta do cheiro dos homens?
— Lala: Sim, porque uma coisa que eu adoro fazer é um boquete, e fico louca quando eles cheiram bem.
Naquela hora, com essa resposta, fiquei de boca aberta e, pra tentar sair daquela situação, resolvi mudar de assunto.
— Eu: Vamos mudar de papo porque cê tá me deixando com tesão, não queria saber tanto assim, hahaha.
Mas por dentro, queria que ela contasse tudo.
— Lala: Haha, exagerei mesmo. Falta muito pra chegar?
— Eu: Não. Já tamo chegando.
Como faltava pouco, liguei pro meu amigo pra ele me dar os ingressos. Quando falo com ele, ele diz pra eu passar pela porta número 2, tipo 19h30, e pedir pra falar com o Gustavo, que ele vai me deixar entrar e me dar os ingressos.
Às 19h30 em ponto, tava na porta com a Lala. Peço pra um segurança falar com o Gustavo, ele chama pelo rádio e manda eu esperar que ele já vem. Esperamos 5 minutos e o Gustavo chega. Ele diz que falou com o Damián (meu amigo) e que aqui estão os ingressos, e pergunta se a gente queria entrar e esperar lá dentro. Como faltava um pouco mais de duas horas pro começo e a gente não tinha nada pra fazer, eu e a Lala decidimos entrar.
Depois de um tempinho sentados nos nossos lugares, o Axel apareceu pra fazer o teste de som, cantou um pouco de algumas músicas e, o melhor de tudo, só pra nós dois. A Lala tava derretendo, doida varrida, me agradeceu umas 20 vezes por aquele momento.
O show rolou e a gente se divertiu pra caralho. Quando ele termina de cantar, meu celular toca — era o Damián, meu amigo, perguntando se a gente queria tirar uma foto com o Axel, que ele me esperava do lado direito do palco. Quando contei pra Lala, ela começou a pular de alegria. Ali foi o momento mágico da noite, que ia mudar tudo.
— Lala: Por favor, por favor, vaiii, bora tirar umas fotos...POR FAVOR, FAÇO TUDO QUE VOCÊ QUISER...— Eu: Beleza, então vamos, mas tô pegando sua palavra.
Não sei por que ela me disse isso naquele momento. Quando chegamos perto do palco, meu amigo tava com outro cara, eles mandaram a gente passar pra trás do palco e lá encontramos o Axel. No meio da bagunça, ele cumprimentou nós dois, deu um autógrafo pra Lola e tiramos várias fotos. Ali eu percebi que o cara é um figuraço, com todas as letras... mas o melhor foi quando prestei atenção na Lala: ela tava com uma cara de alegria e excitação que não dava pra acreditar. Ficamos mais um tempo e fomos embora.
Já no carro, mais tranquilos, a Lala começou a gritar de alegria, tava doida.
— Eu: Calma, doida. — Enquanto eu ria.
— Lala: É que você realizou um sonho pra mim e não consigo acreditar.
— Eu: Isso aconteceu graças ao Damián, que conseguiu os ingressos e tudo mais.
— Lala: Sim, eu sei, devo muito a ele... mas também devo muito a você.
— Eu: Sim, sim, e não esquece que você tem que fazer o que eu pedir. — Falo enquanto ria.
— Lala: É verdade, você tem que me dizer o que quer.
— Eu: Não, deixa, já tô satisfeito com a sua alegria.
— Lala: Não, fala sério, você realizou um sonho pra mim, eu faço o que você quiser, além disso, a gente tá sozinho e longe de casa.
— Eu: Você tá falando sério? Que eu peça o que quiser? Passam mil coisas pela minha cabeça, tem certeza?
— Lala: Total certeza!!!
Nisso, a Lala pega o telefone e liga pro marido, diz: "Meu amor, a gente acabou de sair e é muito tarde — 1 da manhã —, vamos parar pra comer e depois dormir um pouco, porque a gente tá muito cansado e assim depois dá pra dirigir melhor e sem problemas. Umas 4 ou 5 a gente tá saindo, avisa minha mãe e minha irmã. Um beijo, te amo... o show foi espetacular. Um beijo."
Observando a conversa da minha cunhada, percebi que ela queria ganhar tempo e que tava disposta a pagar o que tinha ganhado naquela noite.
Quando desligou, me olhou e disse:
— Lala: Pronto, me fala o que você quer que eu faça, a gente já tem tempo. Tempo de sobra.
Não podia acreditar, minha cunhada estava disposta a tudo por ter realizado o sonho dela.
Eu: bom, não sei, me diz você o que tá disposta a fazer.
Lala: o que você me pedir, tudo o que você puder imaginar, entendeu ou quer que eu fale que vou te agradecer de qualquer jeito, fala sem medo, alguma fantasia, desejo, o que você quiser, sempre tive vontade de você.
Eu: não me fala assim, você tem certeza? aqui no carro eu tinha algumas fantasias pra realizar.
Lala: tipo qual?
Eu: é que sua irmã é meio enjoada pra chupar e eu tenho a fantasia de alguém me chupar enquanto eu dirijo.
Lala: minha irmã não sabe de nada, não sabe o que tá perdendo, quer começar por isso?
Não sabia o que fazer, tava pirando na minha cabeça. E mais uma coisa também.
Eu: fala, me sinto mal de pedir, mas se você quiser...
Lala: faço o que você me pedir, como eu falei, você realizou meu sonho, me fez passar um dos melhores momentos da minha vida, agora tenho que retribuir e te repito, sempre tive vontade de você.
Ela colocou a mão na minha calça, começou a desabotoar e falava como eu tava durinho, eu já tava no osso, quando terminou de tirar a rola pra fora da cueca, ela disse:
Lala: uuu cunhadinho, mas que linda que você tem.
Eu: não é das maiores, mas dá pro gasto.
Lala: pelo menos é melhor que a do meu marido, como é que eu vou esquecer esse dia? você também não vai.
E sem falar mais nada, enfiou na boca, me fazendo soltar um suspiro que eu não esperava.
Começou com um movimento de língua, pra cima e pra baixo, que me dava um formigamento e me fazia acelerar o carro, tava me dando uma chupada de rola que nem nos meus sonhos eu imaginei. A gente fez uns 20 km com a Lala me chupando, tava ficando louco, aí eu falei:
Eu: vamos parar porque vou bater o carro, não aguento mais!!! você vai me fazer gozar e eu tô muito tarado.
Lala: era isso que eu queria, que você gozasse, mas dá pra ver que você tem resistência.
Eu: quer que a gente vá pra um Motel ou ficamos aqui, no carro?
- Lala: como você quiser, tô às suas ordens.
- Eu: ok, vamos pra um motel porque quero te foder agora!!!
Quando saímos da General Paz, procurei um motel e entramos no primeiro que vimos. Até aquele momento, eu não tinha visto nem tocado em Lala. Quando fizemos a reserva antes de entrar no quarto, pedi camisinha pra recepcionista — sem camisinha, não ia querer comer ela, porque queria evitar problemas.
Ao entrar, minha cunhada me diz:
- Lala: hoje é sua noite, me fala o que você quer que eu faça agora!!!
- Eu: chupa até eu gozar. Tô muito tesudo.
Sentei na cama e ela se ajoelhou no chão e começou a me dar um boquete magistral. Dava pra ver que ela adora chupar, porque fazia com um prazer que tava me deixando louco. Ela segurava com as duas mãos, apertava, enfiava até a garganta, até engasgava. Não dava pra pedir mais. Com tanta atenção e ritmo frenético, não aguentei mais, falei que ia gozar e ela, ao invés de se afastar, fez o contrário: enfiou na boca e só tirou depois que comecei a jorrar jatos de porra bem quente na garganta dela. Ela me olhou e disse:
- Lala: seu gozo é muito gostoso, com isso paguei os ingressos, agora com que vou pagar o teste de som?
Eu não acreditava no que tava vendo, tava descontrolada, mas adorando.
- Eu: quero que você se vista devagar, até ficar completamente pelada, tipo strip-tease.
Sem dizer mais nada, ela se levantou, começou a se mexer, girar, se tocava nos peitos, passava a mão na bunda, chupava os dedos enquanto me olhava direto nos olhos. Num movimento de mestre, tirou a camiseta e ficou de sutiã, mostrando aquele par de peitos lindos, mais bonitos do que eu imaginava. Continuou dançando, virou de costas, desabotoou o sutiã e depois a calça jeans. Quando foi se abaixando pra tirar a calça, o sutiã caiu. Quando a calça chegou no chão, ela tirou um pé e abriu as pernas. ficando de calças, marcando uma bunda linda e uma buceta inchada e molhada, por trás os peitos pendurados, uma imagem que nunca vou esquecer.
Ela se vira e caminha na minha direção, pega minha mão e leva junto com a dela, dentro da calça dela, fazendo eu tocar a buceta já molhada dela. Nisso ela me diz:
Lala: é por causa do Axel e de você que ela tá assim, mas só você vai aproveitar.
Não aguentei mais e de um puxão baixei a calça dela, ficando à mostra uma buceta lisa de pelos, mas brilhosa, por causa dos líquidos do tesão dela.
Pedi pra ela deitar de barriga pra cima, com aqueles dois peitos bem formados comecei a chupá-los e mordiscar por um bom tempo, desci pela barriga até chegar na buceta linda, chupei ela por um tempão, meti os dedos, mordi o clitóris, fazia ela se contorcer, dava pra ver que ela tava perto. Levantei, peguei uma camisinha e abri, quando ela me vê, me diz: deixa que eu coloco em você. – deito na cama de novo e ela pega meu pau, dá uma chupada rápida, coloca a camisinha na cabeça e cobre, só isso, aí ela abaixa a cabeça, abre a boca e com o roçar dos dentes, começa a puxar a camisinha pra baixo, levando até a base, não consigo descrever o que foi aquilo, porque não tenho palavras.
Com a camisinha colocada, eu já deitado, ela subiu em cima de mim, pegou meu pau e apontou pra entrada da buceta, que delícia que foi entrando, devagar até o fundo, ficamos uns 10 minutos assim, enquanto eu apertava os peitos lindos dela, decido sentar na cama e ela continuar sentada com as pernas esticadas, esse movimento fizemos sem nos separar, ficamos um tempo assim, enquanto com meus dedos eu brincava no cu dela e vendo que ela não falava nada, fui tentando enfiar os dedos, ao notar que ela acelerava os movimentos, percebi que ela tava gostando.
Peço pra mudar de posição, que ela vire de costas, olhe pros meus pés e que a bunda dela fique virada pro meu rosto, que vista linda da buceta inchada e da tiny ass vermelha. Ela foi se sentando. e ir vendo como ela enfiava pra dentro, me deixou louco. Enquanto ela me dava uma cavalgada magistral, aproveitei pra enfiar um dedo até o fundo no cu dela, quando sentiu começou a gemer e gritar.
Lala: sim sim sim vai, vai, mais, mais, mais que eu vou gozar!!!!!!-
Ela se arqueou toda, ficou parada, tinha gozado e de um jeito monstruoso, eu fiquei parado um segundo e comecei a me mexer com tudo, uns três minutos, até que nós dois sentimos que íamos gozar de novo.
Lala: sim sim siiiim vai, vai mais rápidoooo, haaaaa.....-
Eu. Sim gostosa, vou te encher toda, haaaaas.-
Gozamos ao mesmo tempo. Foi lindo.
Ficamos assim um tempo recuperando as forças, meu pau estava amolecendo mas eu queria mais.
Eu: Lala vamos de novo, isso não acabou.-
Lala: obviamente que isso não acabou.-
Ela se levantou e levou até minha boca a buceta escorrendo líquidos, que eu comecei a chupar tudo. Enquanto ela tirava a camisinha e começava a limpar meu pau com a língua e boca. Ficamos uns 10 minutos assim, meu pau estava ficando duro de novo e bem limpo. Quando estava bem duro, pedi pra ela ficar de quatro na beira da cama.
Eu: abre bem os joelhos, quero enfiar nessa bunda linda que você tem.-
Lala: vai doer muito, a única coisa que enfiei foram dedos, nada mais.-
Eu: sim já percebi, bom, imagina um dedo mais grosso.- enquanto ria.- Fica tranquila e aproveita que você vai gostar.-
Primeiro apontei pra boceta e enfiei até o fundo, pra ir esquentando a pista de novo enquanto com meus dedos fui brincando com o cu dela, ficamos um tempo metendo, tudo isso sem camisinha, era uma delícia, quando consegui enfiar o terceiro dedo, tirei meu pau e apontei pro cu já meio dilatado, com um pouco de pressão começou a entrar.
Lala: nãooo para que dói, para!!!.-
Eu não ligava.
Eu: já foi, já entrou a cabeça, aguenta que você vai gostar.-
Lala: dói muito.-
Eu: já vai mais da metade, aproveita-
Lala: vai, vai, enfia tudo de uma vez-.
Ouvindo isso, empurrei com tudo e enterrei completamente até bater as bolas na buceta dela.
Lala: haaa, dói pra caralho, mas ao mesmo tempo não quero que você tire-.
Ficamos um momento parados, até o cu dela se acostumar com o tamanho da minha pica. Depois de 5 minutos, já estávamos transando como loucos, eu enfiava até o fundo, o barulho das minhas bolas batendo na buceta dela deixava ela num êxtase de prazer, fazendo ela gozar várias vezes. Mudamos de posição, ela sentou de novo em cima de mim e começou a pular na minha pica, enquanto eu chupava aqueles peitos lindos, com os mamilos bem duros, tava ficando louco com a trepada que a gente tava dando. Falei:
Eu: Lala, quero encher teu cu de porra.-
Lala: arrebenta meu cu agora mesmo.-
Foram as palavras que precisei pra começar a gozar, como há muito tempo não gozava. Parecia que era a primeira gozada da noite, e de novo terminamos os dois juntos.
Lala me olhou nos olhos e me comeu a boca literalmente, me dando um beijo lindo e longo enquanto ainda tinha a pica no cu dela, escorrendo porra pelos lados. O beijo que ela tava me dando já tava deixando minha pica dura de novo. Lala se afastou da minha boca, me olhou e disse:
Lala: acho que já te paguei tudo, um dia que nenhum de nós vai esquecer.-
Eu: é um dia que nunca vou esquecer, mas ainda falta a cereja do bolo.-
Lala: você é guloso, ainda não tirou a pica do meu cu e já quer mais.-
Eu: sim, falta um belo esfregação nesses peitos que me deixam louco.-
Lala: ok, vai, sempre vi como você olhava pros meus peitos, me deixava com tesão, mas com uma condição: vamos tomar banho.
Ela se levantou e saiu uma quantidade impressionante de porra do cu dela, escorrendo pelas pernas.
Ao chegar no banheiro, entrou no chuveiro, se ensaboou toda, limpou a buceta e o cu, enquanto me fazia entrar no chuveiro junto. Ela começou a... limpar as costas, ela virou de costas, limpo meu peito e foi descendo até chegar na pica, limpo ela bem deixando brilhando, se abaixou, olhou pra ela e chupou um tempo até ficar dura de novo, sentir ela me chupando e a água quente escorrendo pelo corpo, tava ficando louco.
Nisso ela levanta e vira de costas pra mim, me dando as costas e me entrega o sabão pra passar nela, ao passar o sabão na pele dela, por toda a costa, aquela maciez, tava gostando, agarrei ela por trás e passei sabão nos peitos, comecei a massagear, nessa hora minha pica tava entre as bandas da bunda dela e ela percebeu, porque enquanto eu massageava ela levantou a raba. Eu me abaixei e notei que com a mão que ela tava se tocando, ela pega minha pica e coloca na entrada do cu, um pouco de pressão e pra dentro, começamos de novo a foder, sentir a água correndo, era espetacular, ficamos uns minutos assim, fodendo, em pé no chuveiro, enquanto eu apertava os peitos dela. Num momento ela tira do cu, limpa com a água e enfia na pussy, ficamos mais um tempo assim, até que eu já tava pra gozar, quando ela me fala.
Lala: espera que eu termino e te dou a sobremesa.-
Duas bombadas mais e ela começou a gozar como uma louca.
Lala: siiiiiiiii que delíciaaaaa eu amoooo siiiiii.-
As pernas dela amoleceram e quase caiu de tão relaxada que ficou. Saímos do chuveiro, ainda molhados e eu com a pica apontando pro teto, ela me levou agarrada na pica, me puxou forte pra cama e falou.
Lala: deita de barriga pra cima, se tudo que fizemos hoje não vamos esquecer, a chupada que vou te dar, menos ainda.-
Ela se jogou em cima de mim, me beijou tudo até chegar na minha pica, começou a passar a língua, tudo sem usar as mãos, subia e descia, num momento mordeu de leve, me dando um arrepio, levantou sem ajuda de nada, enfiou ela toda inteira, sentia a língua brincando com a cabeça, enquanto me olhava nos olhos. Eu agarrei Com uma mão eu me pergunto.
Lala: você gosta de como eu chupo?
Eu: adoro, continua assim, por favor.
Ela chupou um pouco mais rápido, cuspiu na minha pica e se levantou um pouco, colocou entre os peitos a minha pica, apertou e começou um movimento rítmico de sobe e desce. Em algumas subidas, passava a língua, e isso me tirava do sério, aquela imagem era fabulosa. Mais alguns minutos assim, e ela pediu para eu levantar. Levantei ao lado da cama, ela se ajoelhou na minha frente e continuou com a chupada. Eu estava ficando louco, já estava sentindo vontade de gozar. Ela percebeu e começou a acelerar, me punhetava com tudo, alternando com chupadas, até que não aguentei mais. Soltei um jato que foi direto na boca dela. Ela se aproximou mais e abriu a boca, tentou receber tudo, mas um pouco escorria pelo canto da boca, descendo para os peitos. Com as mãos, ela me agarrou pela bunda e, com a pica na boca, começou a limpar. Eu já estava com a pica meio mole. Quando terminou de limpar, se afastou, olhou para os peitos e, com os dedos, pegou o resto de sêmen e levou à boca.
Olhei para ela e falei:
Eu: cunhada, você se revelou uma putinha.
Lala: eu adoro sexo e, além disso, te falei que pela foto, eu faria o que você quisesse, e foi assim. Acho que te paguei muito bem.
Eu: tomara que isso se repita, porque eu curti muito.
Lala: eu também curti, e muito, não sei se deu pra perceber.
Nos limpamos bem e saímos do motel. Na viagem, eu não aguentava mais de sono, faltavam 50 km para chegar. Então minha cunhada não hesitou: para me acordar, se abaixou e começou a chupar minha pica de novo, estava insaciável... e assim eu não dormia. Antes de chegar, paramos no posto de gasolina, na entrada de San Pedro. Tomamos um café, ela limpou as mãos e a boca, e saímos para casa, eram umas 8 da manhã. Passamos na casa da minha namorada, e lá a Lala contou tudo o que aconteceu, que tinha realizado o sonho de tirar uma foto com o Axel. O que ela não contou foi como. Ela me agradeceu.
ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM E QUE SINTA UM POUQUINHO DO QUE EU SENTI NAQUELA VIAGEM....
Essa história aconteceu há alguns anos, foi numa das apresentações do Axel no estádio do Vélez.
Lala, minha cunhada, irmã da minha namorada, é casada e muito fã do Axel. Primeiro, vou descrever um pouco o físico dela: altura mediana, cabelo castanho escuro, olhos claros e, pra completar, uns lábios grossos. Mas o mais bonito mesmo é o corpo: ela é corpulenta, não gordinha, mas com curvas lindas. O que mais se destaca são os peitos maravilhosos, redondos e bem empinados. A bunda é interessante, não é das melhores, mas daquelas que quando ela se abaixa, com a cintura fina, dá pra passar um bom tempo ali.
Quando a Lala ficou sabendo da apresentação, me chamou pra ir, porque eu tenho um amigo na segurança do clube, sempre consigo alguma coisa com ele e, o melhor de tudo, eu teria que levá-la. Como naquele fim de semana eu não tava trabalhando e minha namorada não tinha problema, falei com meu amigo pra conseguir uns 3 ingressos ou algo assim, o que desse. Com o passar das semanas, meu amigo me ligou e disse que conseguiu duas entradas. Quando contei pra minha namorada, ela falou pra eu e a Lala irmos, que ela ficava. Somos de San Pedro, a mais de 150km do estádio do Vélez, ou seja, uma viagem longa e só com minha cunhada.
No dia do show, saímos cedo. O show era às 10 da noite, então lá pelas 2 da tarde a gente saiu. Na viagem, conversamos sobre tudo enquanto tomávamos chimarrão. E, como sempre, toda conversa acaba em sexo. Num dos assuntos que tocamos, a Lala me perguntou:
Lala: O que você mais gosta nas mulheres?
Eu: Das mulheres, haha.
Entre risadas e sem pensar, completei:
Eu: Não, sério, o que mais gosto são mulheres com peitos bonitos.
Sem intenção nenhuma e sem pensar na Lala.
Lala: Então eu te agrado, e ri.
Eu: Não, não, não quis dizer isso.
Lala: Então não te agrado, e ri de novo.
Eu: Não, você me encanta, tem uns peitos lindos.
Foi sincero, e a gente riu junto.
Pra cortar o clima, perguntei:
Eu: E — E aí, o que você mais gosta nos homens?
— Lala: O cheiro.
— Eu: Cê gosta do cheiro dos homens?
— Lala: Sim, porque uma coisa que eu adoro fazer é um boquete, e fico louca quando eles cheiram bem.
Naquela hora, com essa resposta, fiquei de boca aberta e, pra tentar sair daquela situação, resolvi mudar de assunto.
— Eu: Vamos mudar de papo porque cê tá me deixando com tesão, não queria saber tanto assim, hahaha.
Mas por dentro, queria que ela contasse tudo.
— Lala: Haha, exagerei mesmo. Falta muito pra chegar?
— Eu: Não. Já tamo chegando.
Como faltava pouco, liguei pro meu amigo pra ele me dar os ingressos. Quando falo com ele, ele diz pra eu passar pela porta número 2, tipo 19h30, e pedir pra falar com o Gustavo, que ele vai me deixar entrar e me dar os ingressos.
Às 19h30 em ponto, tava na porta com a Lala. Peço pra um segurança falar com o Gustavo, ele chama pelo rádio e manda eu esperar que ele já vem. Esperamos 5 minutos e o Gustavo chega. Ele diz que falou com o Damián (meu amigo) e que aqui estão os ingressos, e pergunta se a gente queria entrar e esperar lá dentro. Como faltava um pouco mais de duas horas pro começo e a gente não tinha nada pra fazer, eu e a Lala decidimos entrar.
Depois de um tempinho sentados nos nossos lugares, o Axel apareceu pra fazer o teste de som, cantou um pouco de algumas músicas e, o melhor de tudo, só pra nós dois. A Lala tava derretendo, doida varrida, me agradeceu umas 20 vezes por aquele momento.
O show rolou e a gente se divertiu pra caralho. Quando ele termina de cantar, meu celular toca — era o Damián, meu amigo, perguntando se a gente queria tirar uma foto com o Axel, que ele me esperava do lado direito do palco. Quando contei pra Lala, ela começou a pular de alegria. Ali foi o momento mágico da noite, que ia mudar tudo.
— Lala: Por favor, por favor, vaiii, bora tirar umas fotos...POR FAVOR, FAÇO TUDO QUE VOCÊ QUISER...— Eu: Beleza, então vamos, mas tô pegando sua palavra.
Não sei por que ela me disse isso naquele momento. Quando chegamos perto do palco, meu amigo tava com outro cara, eles mandaram a gente passar pra trás do palco e lá encontramos o Axel. No meio da bagunça, ele cumprimentou nós dois, deu um autógrafo pra Lola e tiramos várias fotos. Ali eu percebi que o cara é um figuraço, com todas as letras... mas o melhor foi quando prestei atenção na Lala: ela tava com uma cara de alegria e excitação que não dava pra acreditar. Ficamos mais um tempo e fomos embora.
Já no carro, mais tranquilos, a Lala começou a gritar de alegria, tava doida.
— Eu: Calma, doida. — Enquanto eu ria.
— Lala: É que você realizou um sonho pra mim e não consigo acreditar.
— Eu: Isso aconteceu graças ao Damián, que conseguiu os ingressos e tudo mais.
— Lala: Sim, eu sei, devo muito a ele... mas também devo muito a você.
— Eu: Sim, sim, e não esquece que você tem que fazer o que eu pedir. — Falo enquanto ria.
— Lala: É verdade, você tem que me dizer o que quer.
— Eu: Não, deixa, já tô satisfeito com a sua alegria.
— Lala: Não, fala sério, você realizou um sonho pra mim, eu faço o que você quiser, além disso, a gente tá sozinho e longe de casa.
— Eu: Você tá falando sério? Que eu peça o que quiser? Passam mil coisas pela minha cabeça, tem certeza?
— Lala: Total certeza!!!
Nisso, a Lala pega o telefone e liga pro marido, diz: "Meu amor, a gente acabou de sair e é muito tarde — 1 da manhã —, vamos parar pra comer e depois dormir um pouco, porque a gente tá muito cansado e assim depois dá pra dirigir melhor e sem problemas. Umas 4 ou 5 a gente tá saindo, avisa minha mãe e minha irmã. Um beijo, te amo... o show foi espetacular. Um beijo."
Observando a conversa da minha cunhada, percebi que ela queria ganhar tempo e que tava disposta a pagar o que tinha ganhado naquela noite.
Quando desligou, me olhou e disse:
— Lala: Pronto, me fala o que você quer que eu faça, a gente já tem tempo. Tempo de sobra.
Não podia acreditar, minha cunhada estava disposta a tudo por ter realizado o sonho dela.
Eu: bom, não sei, me diz você o que tá disposta a fazer.
Lala: o que você me pedir, tudo o que você puder imaginar, entendeu ou quer que eu fale que vou te agradecer de qualquer jeito, fala sem medo, alguma fantasia, desejo, o que você quiser, sempre tive vontade de você.
Eu: não me fala assim, você tem certeza? aqui no carro eu tinha algumas fantasias pra realizar.
Lala: tipo qual?
Eu: é que sua irmã é meio enjoada pra chupar e eu tenho a fantasia de alguém me chupar enquanto eu dirijo.
Lala: minha irmã não sabe de nada, não sabe o que tá perdendo, quer começar por isso?
Não sabia o que fazer, tava pirando na minha cabeça. E mais uma coisa também.
Eu: fala, me sinto mal de pedir, mas se você quiser...
Lala: faço o que você me pedir, como eu falei, você realizou meu sonho, me fez passar um dos melhores momentos da minha vida, agora tenho que retribuir e te repito, sempre tive vontade de você.
Ela colocou a mão na minha calça, começou a desabotoar e falava como eu tava durinho, eu já tava no osso, quando terminou de tirar a rola pra fora da cueca, ela disse:
Lala: uuu cunhadinho, mas que linda que você tem.
Eu: não é das maiores, mas dá pro gasto.
Lala: pelo menos é melhor que a do meu marido, como é que eu vou esquecer esse dia? você também não vai.
E sem falar mais nada, enfiou na boca, me fazendo soltar um suspiro que eu não esperava.
Começou com um movimento de língua, pra cima e pra baixo, que me dava um formigamento e me fazia acelerar o carro, tava me dando uma chupada de rola que nem nos meus sonhos eu imaginei. A gente fez uns 20 km com a Lala me chupando, tava ficando louco, aí eu falei:
Eu: vamos parar porque vou bater o carro, não aguento mais!!! você vai me fazer gozar e eu tô muito tarado.
Lala: era isso que eu queria, que você gozasse, mas dá pra ver que você tem resistência.
Eu: quer que a gente vá pra um Motel ou ficamos aqui, no carro?
- Lala: como você quiser, tô às suas ordens.
- Eu: ok, vamos pra um motel porque quero te foder agora!!!
Quando saímos da General Paz, procurei um motel e entramos no primeiro que vimos. Até aquele momento, eu não tinha visto nem tocado em Lala. Quando fizemos a reserva antes de entrar no quarto, pedi camisinha pra recepcionista — sem camisinha, não ia querer comer ela, porque queria evitar problemas.
Ao entrar, minha cunhada me diz:
- Lala: hoje é sua noite, me fala o que você quer que eu faça agora!!!
- Eu: chupa até eu gozar. Tô muito tesudo.
Sentei na cama e ela se ajoelhou no chão e começou a me dar um boquete magistral. Dava pra ver que ela adora chupar, porque fazia com um prazer que tava me deixando louco. Ela segurava com as duas mãos, apertava, enfiava até a garganta, até engasgava. Não dava pra pedir mais. Com tanta atenção e ritmo frenético, não aguentei mais, falei que ia gozar e ela, ao invés de se afastar, fez o contrário: enfiou na boca e só tirou depois que comecei a jorrar jatos de porra bem quente na garganta dela. Ela me olhou e disse:
- Lala: seu gozo é muito gostoso, com isso paguei os ingressos, agora com que vou pagar o teste de som?
Eu não acreditava no que tava vendo, tava descontrolada, mas adorando.
- Eu: quero que você se vista devagar, até ficar completamente pelada, tipo strip-tease.
Sem dizer mais nada, ela se levantou, começou a se mexer, girar, se tocava nos peitos, passava a mão na bunda, chupava os dedos enquanto me olhava direto nos olhos. Num movimento de mestre, tirou a camiseta e ficou de sutiã, mostrando aquele par de peitos lindos, mais bonitos do que eu imaginava. Continuou dançando, virou de costas, desabotoou o sutiã e depois a calça jeans. Quando foi se abaixando pra tirar a calça, o sutiã caiu. Quando a calça chegou no chão, ela tirou um pé e abriu as pernas. ficando de calças, marcando uma bunda linda e uma buceta inchada e molhada, por trás os peitos pendurados, uma imagem que nunca vou esquecer.
Ela se vira e caminha na minha direção, pega minha mão e leva junto com a dela, dentro da calça dela, fazendo eu tocar a buceta já molhada dela. Nisso ela me diz:
Lala: é por causa do Axel e de você que ela tá assim, mas só você vai aproveitar.
Não aguentei mais e de um puxão baixei a calça dela, ficando à mostra uma buceta lisa de pelos, mas brilhosa, por causa dos líquidos do tesão dela.
Pedi pra ela deitar de barriga pra cima, com aqueles dois peitos bem formados comecei a chupá-los e mordiscar por um bom tempo, desci pela barriga até chegar na buceta linda, chupei ela por um tempão, meti os dedos, mordi o clitóris, fazia ela se contorcer, dava pra ver que ela tava perto. Levantei, peguei uma camisinha e abri, quando ela me vê, me diz: deixa que eu coloco em você. – deito na cama de novo e ela pega meu pau, dá uma chupada rápida, coloca a camisinha na cabeça e cobre, só isso, aí ela abaixa a cabeça, abre a boca e com o roçar dos dentes, começa a puxar a camisinha pra baixo, levando até a base, não consigo descrever o que foi aquilo, porque não tenho palavras.
Com a camisinha colocada, eu já deitado, ela subiu em cima de mim, pegou meu pau e apontou pra entrada da buceta, que delícia que foi entrando, devagar até o fundo, ficamos uns 10 minutos assim, enquanto eu apertava os peitos lindos dela, decido sentar na cama e ela continuar sentada com as pernas esticadas, esse movimento fizemos sem nos separar, ficamos um tempo assim, enquanto com meus dedos eu brincava no cu dela e vendo que ela não falava nada, fui tentando enfiar os dedos, ao notar que ela acelerava os movimentos, percebi que ela tava gostando.
Peço pra mudar de posição, que ela vire de costas, olhe pros meus pés e que a bunda dela fique virada pro meu rosto, que vista linda da buceta inchada e da tiny ass vermelha. Ela foi se sentando. e ir vendo como ela enfiava pra dentro, me deixou louco. Enquanto ela me dava uma cavalgada magistral, aproveitei pra enfiar um dedo até o fundo no cu dela, quando sentiu começou a gemer e gritar.
Lala: sim sim sim vai, vai, mais, mais, mais que eu vou gozar!!!!!!-
Ela se arqueou toda, ficou parada, tinha gozado e de um jeito monstruoso, eu fiquei parado um segundo e comecei a me mexer com tudo, uns três minutos, até que nós dois sentimos que íamos gozar de novo.
Lala: sim sim siiiim vai, vai mais rápidoooo, haaaaa.....-
Eu. Sim gostosa, vou te encher toda, haaaaas.-
Gozamos ao mesmo tempo. Foi lindo.
Ficamos assim um tempo recuperando as forças, meu pau estava amolecendo mas eu queria mais.
Eu: Lala vamos de novo, isso não acabou.-
Lala: obviamente que isso não acabou.-
Ela se levantou e levou até minha boca a buceta escorrendo líquidos, que eu comecei a chupar tudo. Enquanto ela tirava a camisinha e começava a limpar meu pau com a língua e boca. Ficamos uns 10 minutos assim, meu pau estava ficando duro de novo e bem limpo. Quando estava bem duro, pedi pra ela ficar de quatro na beira da cama.
Eu: abre bem os joelhos, quero enfiar nessa bunda linda que você tem.-
Lala: vai doer muito, a única coisa que enfiei foram dedos, nada mais.-
Eu: sim já percebi, bom, imagina um dedo mais grosso.- enquanto ria.- Fica tranquila e aproveita que você vai gostar.-
Primeiro apontei pra boceta e enfiei até o fundo, pra ir esquentando a pista de novo enquanto com meus dedos fui brincando com o cu dela, ficamos um tempo metendo, tudo isso sem camisinha, era uma delícia, quando consegui enfiar o terceiro dedo, tirei meu pau e apontei pro cu já meio dilatado, com um pouco de pressão começou a entrar.
Lala: nãooo para que dói, para!!!.-
Eu não ligava.
Eu: já foi, já entrou a cabeça, aguenta que você vai gostar.-
Lala: dói muito.-
Eu: já vai mais da metade, aproveita-
Lala: vai, vai, enfia tudo de uma vez-.
Ouvindo isso, empurrei com tudo e enterrei completamente até bater as bolas na buceta dela.
Lala: haaa, dói pra caralho, mas ao mesmo tempo não quero que você tire-.
Ficamos um momento parados, até o cu dela se acostumar com o tamanho da minha pica. Depois de 5 minutos, já estávamos transando como loucos, eu enfiava até o fundo, o barulho das minhas bolas batendo na buceta dela deixava ela num êxtase de prazer, fazendo ela gozar várias vezes. Mudamos de posição, ela sentou de novo em cima de mim e começou a pular na minha pica, enquanto eu chupava aqueles peitos lindos, com os mamilos bem duros, tava ficando louco com a trepada que a gente tava dando. Falei:
Eu: Lala, quero encher teu cu de porra.-
Lala: arrebenta meu cu agora mesmo.-
Foram as palavras que precisei pra começar a gozar, como há muito tempo não gozava. Parecia que era a primeira gozada da noite, e de novo terminamos os dois juntos.
Lala me olhou nos olhos e me comeu a boca literalmente, me dando um beijo lindo e longo enquanto ainda tinha a pica no cu dela, escorrendo porra pelos lados. O beijo que ela tava me dando já tava deixando minha pica dura de novo. Lala se afastou da minha boca, me olhou e disse:
Lala: acho que já te paguei tudo, um dia que nenhum de nós vai esquecer.-
Eu: é um dia que nunca vou esquecer, mas ainda falta a cereja do bolo.-
Lala: você é guloso, ainda não tirou a pica do meu cu e já quer mais.-
Eu: sim, falta um belo esfregação nesses peitos que me deixam louco.-
Lala: ok, vai, sempre vi como você olhava pros meus peitos, me deixava com tesão, mas com uma condição: vamos tomar banho.
Ela se levantou e saiu uma quantidade impressionante de porra do cu dela, escorrendo pelas pernas.
Ao chegar no banheiro, entrou no chuveiro, se ensaboou toda, limpou a buceta e o cu, enquanto me fazia entrar no chuveiro junto. Ela começou a... limpar as costas, ela virou de costas, limpo meu peito e foi descendo até chegar na pica, limpo ela bem deixando brilhando, se abaixou, olhou pra ela e chupou um tempo até ficar dura de novo, sentir ela me chupando e a água quente escorrendo pelo corpo, tava ficando louco.
Nisso ela levanta e vira de costas pra mim, me dando as costas e me entrega o sabão pra passar nela, ao passar o sabão na pele dela, por toda a costa, aquela maciez, tava gostando, agarrei ela por trás e passei sabão nos peitos, comecei a massagear, nessa hora minha pica tava entre as bandas da bunda dela e ela percebeu, porque enquanto eu massageava ela levantou a raba. Eu me abaixei e notei que com a mão que ela tava se tocando, ela pega minha pica e coloca na entrada do cu, um pouco de pressão e pra dentro, começamos de novo a foder, sentir a água correndo, era espetacular, ficamos uns minutos assim, fodendo, em pé no chuveiro, enquanto eu apertava os peitos dela. Num momento ela tira do cu, limpa com a água e enfia na pussy, ficamos mais um tempo assim, até que eu já tava pra gozar, quando ela me fala.
Lala: espera que eu termino e te dou a sobremesa.-
Duas bombadas mais e ela começou a gozar como uma louca.
Lala: siiiiiiiii que delíciaaaaa eu amoooo siiiiii.-
As pernas dela amoleceram e quase caiu de tão relaxada que ficou. Saímos do chuveiro, ainda molhados e eu com a pica apontando pro teto, ela me levou agarrada na pica, me puxou forte pra cama e falou.
Lala: deita de barriga pra cima, se tudo que fizemos hoje não vamos esquecer, a chupada que vou te dar, menos ainda.-
Ela se jogou em cima de mim, me beijou tudo até chegar na minha pica, começou a passar a língua, tudo sem usar as mãos, subia e descia, num momento mordeu de leve, me dando um arrepio, levantou sem ajuda de nada, enfiou ela toda inteira, sentia a língua brincando com a cabeça, enquanto me olhava nos olhos. Eu agarrei Com uma mão eu me pergunto.
Lala: você gosta de como eu chupo?
Eu: adoro, continua assim, por favor.
Ela chupou um pouco mais rápido, cuspiu na minha pica e se levantou um pouco, colocou entre os peitos a minha pica, apertou e começou um movimento rítmico de sobe e desce. Em algumas subidas, passava a língua, e isso me tirava do sério, aquela imagem era fabulosa. Mais alguns minutos assim, e ela pediu para eu levantar. Levantei ao lado da cama, ela se ajoelhou na minha frente e continuou com a chupada. Eu estava ficando louco, já estava sentindo vontade de gozar. Ela percebeu e começou a acelerar, me punhetava com tudo, alternando com chupadas, até que não aguentei mais. Soltei um jato que foi direto na boca dela. Ela se aproximou mais e abriu a boca, tentou receber tudo, mas um pouco escorria pelo canto da boca, descendo para os peitos. Com as mãos, ela me agarrou pela bunda e, com a pica na boca, começou a limpar. Eu já estava com a pica meio mole. Quando terminou de limpar, se afastou, olhou para os peitos e, com os dedos, pegou o resto de sêmen e levou à boca.
Olhei para ela e falei:
Eu: cunhada, você se revelou uma putinha.
Lala: eu adoro sexo e, além disso, te falei que pela foto, eu faria o que você quisesse, e foi assim. Acho que te paguei muito bem.
Eu: tomara que isso se repita, porque eu curti muito.
Lala: eu também curti, e muito, não sei se deu pra perceber.
Nos limpamos bem e saímos do motel. Na viagem, eu não aguentava mais de sono, faltavam 50 km para chegar. Então minha cunhada não hesitou: para me acordar, se abaixou e começou a chupar minha pica de novo, estava insaciável... e assim eu não dormia. Antes de chegar, paramos no posto de gasolina, na entrada de San Pedro. Tomamos um café, ela limpou as mãos e a boca, e saímos para casa, eram umas 8 da manhã. Passamos na casa da minha namorada, e lá a Lala contou tudo o que aconteceu, que tinha realizado o sonho de tirar uma foto com o Axel. O que ela não contou foi como. Ela me agradeceu.
ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM E QUE SINTA UM POUQUINHO DO QUE EU SENTI NAQUELA VIAGEM....
17 comentários - Minha cunhada: "Por favor, faço tudo que você quiser.
jamas me imaginé que era tan puta en la cama!!
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