Antes de tudo, muito obrigado por tirar um tempo pra ler meus contos e pelos pontos que deixaram. Não esqueçam de comentar, e quem quiser trocar uma ideia no privado, fiquem à vontade... Vou começar dizendo que eu tinha um trampo que exigia acordar cedo, tipo 4h da manhã, e antes das 5h já tinha que estar no busão a caminho do serviço. Sempre curti ler mangá hentai, contos, poringa girls e poringa boys (só pra ver os comentários quentes que o pessoal faz no post). Então eu abria umas 4 a 5 páginas no celular e sentava no fundo do busão, que nesse horário geralmente ia vazio... De tanto ficar no P! lendo, eu ficava duro e adorava ir me acariciando, já que sempre ia sozinho. Quando alguém subia e sentava perto de mim, eu guardava tudo e a diversão acabava. Foi assim até que um dia entrei no busão e já tinha uma pessoa no fundo...
Um cara jovem, uns 28 anos, bem miudinho; baixinho, uns 1,50 de altura, cabelo cacheado curto, magro, pele branca. Trabalhava numa padaria, então tava sempre de roupa branca. Parecia uma boneca, e eu percebi pelos trejeitos que ele era gay... Pra minha má sorte, só fui notar quando ele desceu do ônibus... Dias depois, aconteceu de novo, e dessa vez eu aproveitei. Sentei do lado dele e comecei a olhar o que ele tava vendo no P! Na hora, comecei a ficar duro, aí comecei a me acariciar na maior cara de pau por cima da calça e ficava olhando ele de canto de olho. Percebi que ele tava olhando pra minha pica e mordendo os lábios, se lambendo. Ele levantou o olhar e viu que eu tava olhando pra ele, aí ficou sem graça. Então eu apertei a minha pica e perguntei: "Cê gostou?" Ele só balançou a cabeça que sim. Rapidão, peguei uma foto no celular, fiz ele virar e mostrei a tela com a foto da minha rola.
Ela fechou os olhos e deu um suspiro forte... C:- é a sua? Y:- isso aí C:- você tem ela grossa Y:- ela é pequenininha C:- não, como você acha Y:- quer tocar nela? C:- ... Y:- vem, me dá a mão... Pegou a mão dela e colocou sobre meu pau por cima da calça, e ela começou a amassar ele entre os dedos, acariciando, passando a mão por cima da calça, me olhando com cara de não acreditar no que tava rolando e vendo se não subia mais ninguém no ônibus, ou pelo menos na parte onde a gente tava. Y:- continua acariciando C:- é, você tem ele grosso Y:- que nada, é pequenininho C:- é o que você diz Y:- você aguenta ele? C:- não sei, você pode me machucar... Ela parou de acariciar e se afastou de mim, vi que o ônibus não ia parar tão cedo e tirei ele pra fora da calça, mostrando como ele tava duro e melado, porque de tanto brincar já tava vazando o pré-gozo, os olhinhos dela brilharam quando viu e mexendo a boca deu pra entender (nossa mãe) e ficou olhando, e por instinto agarrou ele com força...
Y:- dá uma chupadinha
C:- aqui não, tão vendo a gente
Y:- não tão vendo, não sobe ninguém
C:- parece uma delícia, mas não, guarda ela
Y:- ficou com água na buceta?
C:- isso e mais
Eu guardei, e perguntei se ela nunca tinha visto uma daquele tamanho. Ela disse que não, só a do primo, mas que era menor. Falei que se quisesse, podia deixar ela levar, mas ela disse que tava com medo... Chegou no ponto dela descer e falou: "tenho que descer". Ela beijou os dedos e plantou no meu pau que ainda tava duro. Quando ela foi se levantando, apertei a bunda dela, passando um dedo na rachadura. Quando ela virou, cheirei o dedo e falei: "que gostoso". Ela foi embora olhando pro meu pau e mordendo os lábios... Eu fiquei lambendo os beiços, imaginando pegar ela como uma boneca de pano, já que sou um pouco mais alto, 1,70m, e por causa dos trampos que tive, tenho um corpo forte.
Infelizmente, nunca mais vi ela, mas também não foi a única história que rolou no busão a caminho do trampo... Espero que tenham gostado e obrigado por tirarem um minuto pra me ler. Comenta aí o que vocês teriam feito no lugar do cara, sendo gay ou mulher. Os comentários são o que mais me excitam e me animam a continuar postando pra vocês. A próxima história teve ação de verdade kkkkk comenta se quiser a segunda parte...
Um cara jovem, uns 28 anos, bem miudinho; baixinho, uns 1,50 de altura, cabelo cacheado curto, magro, pele branca. Trabalhava numa padaria, então tava sempre de roupa branca. Parecia uma boneca, e eu percebi pelos trejeitos que ele era gay... Pra minha má sorte, só fui notar quando ele desceu do ônibus... Dias depois, aconteceu de novo, e dessa vez eu aproveitei. Sentei do lado dele e comecei a olhar o que ele tava vendo no P! Na hora, comecei a ficar duro, aí comecei a me acariciar na maior cara de pau por cima da calça e ficava olhando ele de canto de olho. Percebi que ele tava olhando pra minha pica e mordendo os lábios, se lambendo. Ele levantou o olhar e viu que eu tava olhando pra ele, aí ficou sem graça. Então eu apertei a minha pica e perguntei: "Cê gostou?" Ele só balançou a cabeça que sim. Rapidão, peguei uma foto no celular, fiz ele virar e mostrei a tela com a foto da minha rola.
Ela fechou os olhos e deu um suspiro forte... C:- é a sua? Y:- isso aí C:- você tem ela grossa Y:- ela é pequenininha C:- não, como você acha Y:- quer tocar nela? C:- ... Y:- vem, me dá a mão... Pegou a mão dela e colocou sobre meu pau por cima da calça, e ela começou a amassar ele entre os dedos, acariciando, passando a mão por cima da calça, me olhando com cara de não acreditar no que tava rolando e vendo se não subia mais ninguém no ônibus, ou pelo menos na parte onde a gente tava. Y:- continua acariciando C:- é, você tem ele grosso Y:- que nada, é pequenininho C:- é o que você diz Y:- você aguenta ele? C:- não sei, você pode me machucar... Ela parou de acariciar e se afastou de mim, vi que o ônibus não ia parar tão cedo e tirei ele pra fora da calça, mostrando como ele tava duro e melado, porque de tanto brincar já tava vazando o pré-gozo, os olhinhos dela brilharam quando viu e mexendo a boca deu pra entender (nossa mãe) e ficou olhando, e por instinto agarrou ele com força...
Y:- dá uma chupadinha C:- aqui não, tão vendo a gente
Y:- não tão vendo, não sobe ninguém
C:- parece uma delícia, mas não, guarda ela
Y:- ficou com água na buceta?
C:- isso e mais
Eu guardei, e perguntei se ela nunca tinha visto uma daquele tamanho. Ela disse que não, só a do primo, mas que era menor. Falei que se quisesse, podia deixar ela levar, mas ela disse que tava com medo... Chegou no ponto dela descer e falou: "tenho que descer". Ela beijou os dedos e plantou no meu pau que ainda tava duro. Quando ela foi se levantando, apertei a bunda dela, passando um dedo na rachadura. Quando ela virou, cheirei o dedo e falei: "que gostoso". Ela foi embora olhando pro meu pau e mordendo os lábios... Eu fiquei lambendo os beiços, imaginando pegar ela como uma boneca de pano, já que sou um pouco mais alto, 1,70m, e por causa dos trampos que tive, tenho um corpo forte.
Infelizmente, nunca mais vi ela, mas também não foi a única história que rolou no busão a caminho do trampo... Espero que tenham gostado e obrigado por tirarem um minuto pra me ler. Comenta aí o que vocês teriam feito no lugar do cara, sendo gay ou mulher. Os comentários são o que mais me excitam e me animam a continuar postando pra vocês. A próxima história teve ação de verdade kkkkk comenta se quiser a segunda parte...
1 comentários - Fofoqueiro no caminhão