A puta da Cintia 2

Bem, então... Finalmente conheci a Cíntia...
Pra ser sincero, não esperava que ela fosse tão gostosa.
No começo, pelo que ouvi, ela quase não saiu. Teve uma briga com a mãe. E no final, a senhora, também uma mulher muito bonita, veio nos ameaçar que se algo acontecesse com a filhinha dela, algo ia acontecer com a gente. O Diego respondeu, feito um cavalheiro, e deu a palavra que a gente ia voltar junto.
Naquela época quase não tinha celular, era muito caro. Não era qualquer um que tinha um. Era todo um esquema organizar pra sair, pra fazer uma festa...
De volta à festa, o Diego me apresentou pra Cíntia e a gente foi se conhecendo. Ela era muito simpática, e falava até pelos cotovelos.
O Diego já no caminho aproveitava pra abraçar ela e roçar na bunda dela. A gatinha se deixava.
Antes de chegar, já pensei: parece que é verdade, ela é bem putinha.
Chegamos na festa e uns caras e umas minas ficaram felizes e vieram cumprimentar ela, e um grupinho de gatinhas olhavam ela de canto.
E a festa começou... Cerveja... Cumbia... Vinho com refrigerante... Cigarro...
Daqui a pouco era todo mundo contra todo mundo...
O doido do aniversariante botou uma regra: todo mundo tinha que beber... E começou a passar com um jarro gigante, grupo por grupo...
Foram poucos os que não ficaram bêbados.
A Cíntia já tava toda entregue... O Diego de vez em quando levava ela pra um canto escuro e passava a mão nela toda.
Numa hora vi ela pegando o aniversariante.
Diego: — Eu, essa gatinha já quer pica. Qual é a da sua casa?
Eu: — Não, não dá, minha mãe e minha irmã tão em casa, e os quartos são um do lado do outro.
Diego: — Pô, então vou pedir um quarto emprestado pro Fernando. Mas essa aí não acho que vai querer, tem muita gente.
Eu: — Hmm, sei lá, eu acho ela bem animada. E o Fernando já tava de olho.
Diego: — Quê?! Filho da puta, nem percebi, que rápida que ela é. Melhor eu me apressar senão vou ser o último. E você, qual é? Alguma paquera?
Eu: — Haha, é... Nada, tudo tranquilo...
Diego: — Pena que a irmã da Cíntia não veio, com essa também é quase a mesma coisa. Claro, mas a mina é mais patricinha.
Bom, a noite foi avançando
Parece que a Cíntia não deu mole pra ele, deve ter sido porque tinha muita gente
Já só tava sobrando quem já tava de porre...
As minas gostosas foram embora... Só ficaram umas feinhas, esperando que alguém criasse coragem.
Num certo momento, vou no banheiro, e tava ocupado. A real é que eu tava muito bêbado, mijado e com o pau duro.
Durante a festa, tentei chegar em umas gatinhas, mas levei toco feio. E ainda via o Diego pegando e apalpando a Cíntia, e a gatinha rebolando pra ele, e tal.
Bom, como o banheiro tava ocupado, saí pra fora e procurei um lugar pra mijar... Entrei num corredor do lado da casa.
E vejo um cara que parecia que tava mijando, e outro do lado ajoelhado vomitando...
Fico parado, sem fazer barulho... Até que ouvi:
— Vai, promíscuo, não aguenta uma rola?
— Ai, para, não seja bruto, não vê que bebi demais! (Com voz afeminada)
— Kkk, vai lá, lava essa boca.
Fiquei surpreso, parecia ser a voz do Fernando. O outro cara eu não conhecia.
— Pronto? Já podemos continuar?!
— Sim, mas mais devagar, por favor.
— Cala a boca, hoje é meu aniversário, e vou te usar como eu quiser.
Ele se ajoelhou, e Fernando agarrou ele pelos cabelos e começou a comer a boca dele de forma violenta.
O viado de vez em quando tinha ânsia.
— Auuaaaggghhh
— Nossa, que boquinha molinha hoje.
— Desculpa, é que bebi muito.
— Tá, cala a boca e continua chupando... Isso, assim. Engole tudo...
— Mmm que rola gostosa, papai, você vai me comer? Por favor, me come.
— Cala a boca, e chupa, eu falei.
E zás! Um tapa.
— Desculpa.
E ele continuou se engasgando. O promíscuo só se engasgava...
Quando me toquei, tava com o pau durasso. A cena me excitou sem eu nem pensar, era algo novo.
E sem querer, me mexi e fiz barulho.
— Quem tá aí?
— Desculpa, Fernando, sou eu, Lucas, vim mijar, o banheiro tava ocupado...
O promíscuo tentou se levantar...
— Você fica aí... Vai, Lucas, mija aí mesmo, eu termino aqui e já vou...
Sem dizer mais nada, ele voltou. Pegar pelos cabelos... E começou a chupar a boca dele de novo...
- Vai, abre a boca... Assim que eu gosto, bom presente de aniversário...
Eu, enquanto mijava, não conseguia parar de olhar... Custou pra eu mijar, tava com o pau durasso...
- Que foi, Lucas? Quer gozar também? Vai ter que esperar eu terminar primeiro, hahaha
- Idiota! Haha (Falou o promíscuo se fazendo de ofendido)
- Shhh, cala a boca e continua chupando... Ele chupa muito bem, o que cê acha?
Fiquei mudo com o convite. Mas continuei olhando...
Fernando não me deu mais bola... E seguiu na dele...
- Ahhhhh simmm assim engole tudo assim... Sim assim... Ahhh shhh sim.
Fernando encheu a boca dele de porra... Tinha ele subjugado contra a virilha... O promíscuo mal conseguia respirar...
- Ufsss seee... Muito bem... Beleza, pronto... Vou pegar uma bebida.
- Poxa! Não vai me comer?!
- Mais tarde quem sabe... Aqui o Lucas talvez te faça o favor...
Eu continuei em silêncio... Tava durasso.
- Tudo bem, Lucas?
- Sim, sim, só tô meio tonto, preciso de ar puro.
- Aproveita, esse promíscuo aí não tem problema.
- Nada, acho que não... Vou ficar por aqui porque também acho que vou vomitar.
- Uuu, se safou, beleza, vou indo que tá rolando lá em casa.
E Fernando foi embora... Quando me dei conta, o promíscuo voltava de se higienizar.
- Tudo bem, Lu?
- Sim, tudo bem, tonto.
- Haha, tamo todos iguais... EPA, tonto e duro... Gostou do que viu?
Sim, me toquei que o viado se interessou pelo meu pau... E na hora baixou meu zíper...
Eu tava em silêncio, paralisado...
- Se quiser, dou uma mão... Eu fiquei com vontade...
E começou a se ajoelhar...
- Hmm, você é muito calado, mas tem um pau lindo, com licença...
E engoliu de uma vez... Eu não entendia nada... Era a primeira vez que chupavam meu pau e era um viado...
Eu me encostei na parede e olhei pra longe... Acho que tava gostando... E em poucos segundos enchi a boca dele de porra...
- Ai, bebê, que rápido... Poxa, outro que não vai me comer...
Eu nem Olhava pra ele...
– Mmm, mas tava uma delícia... Parece que tirei a porra de um virgem... Kkkk
Eu continuava calado...
– Bom, não importa... Vou me limpar.

Quando voltou, eu ainda tava com a pica pra fora... O filho da puta chegou perto e tentou me beijar... Desviei sem falar nada...
– Ah, bom, que arisco... Vou pra festa... Não esquece de guardar teu passarinho. Beijos.
E tentou me beijar de novo... E eu desviava de novo.
– Kkkk ok ok tchauuu.
E foi embora...

Fiquei mais um tempo em silêncio... Que merda foi essa?... Kkk... Que loucura...
Fui até a piscina e molhei a cabeça, que tava girando... Já quase amanhecia... Forcei o vômito... E me limpei, e molhei a cabeça de novo, e sentei naquele quintal dos fundos...

De repente, ouvi o ar-condicionado do quarto ligar... Calculei que já tinham ido todos, e que a Cíntia entrou no matadouro...
Já tava um pouco melhor... Então decidi voltar pra frente pra ver o que tava rolando...

Se gostaram, comentem, e depois a gente continua, valeu.

4 comentários - A puta da Cintia 2

Curiso relato, pensé que Cintia iba a ser la protagonista, y resultó ser un putito.
Besas entre hombres sin problemas, pero ya con vómito no jajjjajaja
Van puntos.