Fiz amizade com o Mauro na escola. Ele tinha vindo pra cidade com os pais há 2 anos, mas fazia 6 meses que eles tinham se separado. Foi nessa época que eu apoiei ele e a gente ficou muito amigo, tanto que eu costumava dormir na casa dele alguns fins de semana. A mãe tinha voltado pra cidade dela, a 40 quilômetros daqui, então o Mauro e o pai dele moravam juntos desde então.
O Fernando — o pai dele — era um cara na casa dos 40 e poucos anos, gerente de banco, com uma situação financeira muito boa. Alto, bem cuidado com o corpo, mas passava a maior parte do dia fora de casa. Obviamente, naquela idade, eu e o Mauro estávamos cheios de hormônios, então as punhetas rolavam soltas, e algumas vezes a gente tinha até experimentado chupar a rola um do outro quando eu dormia lá. Tentei comer ele várias vezes, até me oferecendo pra ele me comer primeiro, mas assim que ele enfiava, pedia pra tirar porque doía, então a gente acabava num 69, mas sem gozar na boca um do outro.
Um fim de semana de primavera, o pai dele sugeriu a gente ir pescar. Pedi permissão em casa e fomos nós três. Seu Fernando tinha um barco enorme que a gente acoplou no carro e fomos pra uma ilha meio afastada. Depois de 2 horas, chegamos e começamos a montar a barraca. Naquela barraca, a gente ia dormir nós dois e ainda sobrava espaço... era impressionantemente grande.
A primeira coisa que Seu Fernando fez foi sair no barco pra lançar a rede, então eu e o Mauro ficamos sozinhos, oportunidade que a gente aproveitou pra ficar pelados e nos pegar um pouco, mas sem gozar, porque o pai dele chegou logo. Depois de comer uns hambúrgueres, a gente jogou as varas de pescar e o pai organizou as vigias pra primeira noite: ele ia ficar acordado, depois era a vez do filho, e por último a minha. A gente deitou... esperou um pouco e, pelado, eu me encostei no Mauro. Ele não deu muita bola, com medo do pai aparecer, mas mesmo assim me fez uma punheta rápida até eu gozar. Porra.
Voltei pro meu colchonete e dormi.
Acordei quando o Mauro saiu da barraca pra começar o turno dele, vi o pai dele deitar e continuei dormindo.
Num momento, acordei com os roncos do seu Fernando, irritado virei e algo me chamou a atenção: a cabeça do pau dele aparecendo por cima da cueca boxer!! claramente tava sonhando com alguma mulher...
Fiquei hipnotizado pela grossura daquele pau... não era muito grande, mas era grosso.
Olhei pra ver se o Mauro tava longe... e tava mesmo, largado na cadeira de descanso quase dormindo, a vários metros da barraca.
Deitei um pouco mais perto pra poder ver o pai dele com mais detalhe... o tesão era grande.
O cara continuava roncando... molhei meus dedos com saliva e aproximei da cabeça dele... comecei a fazer círculos até que a pele que cobria cedeu um pouco e apareceu em todo seu esplendor uma cabeça vermelha... grossa.
Esperei uns momentos pra ver se ele não acordava e, como os roncos continuavam, criei coragem e abaixei um pouco a cueca dele... passei a mão no tronco dele e ele não se mexeu.
Enchi meus dedos de saliva de novo e comecei a massagear o freio dele... a cabeça inchou e começou a cuspir porra no colchonete que o pai do meu amigo ocupava. Fiquei com porra nos dedos e limpei no pau dele... em nenhum momento ele se mexeu.
Me ajeitei e continuei dormindo até o Mauro me acordar pro meu turno de guarda.
Deve ter passado um pouco mais de 1 hora quando senti alguém tocar meu ombro, era seu Fernando.
- "... cê tá cansado?" – perguntou
- "... não, senhor... tô esperando amanhecer... parece que não tem peixe..." – respondi
Fernando ficou do meu lado e, depois de olhar pra barraca, pegou minha mão e levou até o pau dele.
- "... adorei o que você fez ainda agora..." – disse sorrindo
O cara tinha ficado acordado quando eu tava batendo uma pra ele!!!!
- "... me segue..." – ordenou
Fomos uns metros pra frente, entrando no mato, longe da barraca.
Ele parou na minha frente e abaixou a cueca boxer dele. Chupa meu pau... por favor..."
Sem dizer uma palavra, coloquei ele na minha boca... enrolei a cabeça com minha língua... Fernando soltava gemidos.
Ele marcava o ritmo com a mão na minha nuca e eu deixava ele fazer.
Ele tirou o pau e mandou eu esperar ali.
Foi até a barraca e voltou com um cobertor. Esticou no chão e pediu pra eu me despir.
Começou a me acariciar e, se colocando quase de conchinha, tentou me penetrar. Falei que ele era muito grosso, que fosse devagar.
Acariciou minhas costas, desceu um segundo e encheu de saliva minha entrada.
Se ajeitou de novo e dessa vez encaixou a cabeça. Ficou um tempo ali... passou o braço abraçando minha barriga e enterrou até o talo, até as bolas.
Nessa hora eu gozei.
Ele beijou meu pescoço e minha orelha enquanto acelerava a foda... doía, mas o tesão de saber que eu tava dando pro pai do meu amigo era mais forte.
Me ajeitei de quatro pra ele poder me segurar pela cintura e me comer mais forte... fazia tempo que não levava no cu assim, ultimamente era eu quem tinha o papel ativo com meus amigos.
Ele disse que ia gozar... que onde eu queria a porra.
— "... se você tirar agora, te mato..." falei.
Ele se agarrou mais forte nos meus quadris e senti a porra morna no meu cu, eu também gozei pela segunda vez.
Ficamos deitados um tempão até o pau dele sair sozinho do meu cu... o sol já tinha aparecido.
Conversamos sobre qualquer coisa, rimos e ele me ajudou a me limpar e, depois de nos vestirmos, fomos pra barraca acordar o Mauro.
Tomamos uns mates e Fernando perguntou pro filho se ele topava ir de lancha dar uma volta na malha que tava a uns quilômetros do nosso acampamento enquanto a gente juntava um pouco de lenha, e meu amigo respondeu que sim.
— "... vai com cuidado, hein... vai demorar uma hora ou um pouco mais..." completou o pai.
Assim que vimos a lancha se afastar, Fernando se despiu e entrou na água.
— "... tira a roupa e vem..." gritou pra mim.
Fiz o que ele pediu e quando me aproximei agarrou meu pau e levou pra boca dele.
Ficou chupando por vários minutos... virou e ficou de barriga pra cima
—"... vem... senta em cima... deixa entrar até as bolas..." ele pediu, balançando o pau.
Abri as pernas e fui enfiando devagar... fiquei empalado em cima dele... comecei a cavalgar... o barulho da água batendo na minha bunda era maravilhoso.
Me inclinei e beijei ele.
—"... que lindo... adoro te comer assim... você tem uma bunda apertadinha feita pro meu pau..." ele dizia
—"... vou gozar..." avisei
Ele tirou o pau e me colocou de quatro... meteu de uma vez, sem paciência, até o fundo... gozei sem ele se mexer... senti que ele também me encheu.
Sem tirar, voltamos pra posição anterior, ou seja, eu sentado em cima dele
—"... nos fins de semana o Mauro vai pra casa da mãe... queria que você fosse dormir em casa... desde que minha mulher foi embora, não comi ninguém e você me encanta..." ele dizia enquanto me beijava.
Não consegui responder porque ouvimos o barulho do motor da lancha se aproximando.
Saí de cima dele o mais rápido que pude e me enfiei no mato... Fernando vestiu a calça e recebeu o filho.
Por muito tempo — até 1 ano depois de ter terminado o colégio — dormi nos fins de semana na casa do Mauro, claro... Mauro estava na casa da mãe, mas meus pais nunca souberam.
O Fernando — o pai dele — era um cara na casa dos 40 e poucos anos, gerente de banco, com uma situação financeira muito boa. Alto, bem cuidado com o corpo, mas passava a maior parte do dia fora de casa. Obviamente, naquela idade, eu e o Mauro estávamos cheios de hormônios, então as punhetas rolavam soltas, e algumas vezes a gente tinha até experimentado chupar a rola um do outro quando eu dormia lá. Tentei comer ele várias vezes, até me oferecendo pra ele me comer primeiro, mas assim que ele enfiava, pedia pra tirar porque doía, então a gente acabava num 69, mas sem gozar na boca um do outro.
Um fim de semana de primavera, o pai dele sugeriu a gente ir pescar. Pedi permissão em casa e fomos nós três. Seu Fernando tinha um barco enorme que a gente acoplou no carro e fomos pra uma ilha meio afastada. Depois de 2 horas, chegamos e começamos a montar a barraca. Naquela barraca, a gente ia dormir nós dois e ainda sobrava espaço... era impressionantemente grande.
A primeira coisa que Seu Fernando fez foi sair no barco pra lançar a rede, então eu e o Mauro ficamos sozinhos, oportunidade que a gente aproveitou pra ficar pelados e nos pegar um pouco, mas sem gozar, porque o pai dele chegou logo. Depois de comer uns hambúrgueres, a gente jogou as varas de pescar e o pai organizou as vigias pra primeira noite: ele ia ficar acordado, depois era a vez do filho, e por último a minha. A gente deitou... esperou um pouco e, pelado, eu me encostei no Mauro. Ele não deu muita bola, com medo do pai aparecer, mas mesmo assim me fez uma punheta rápida até eu gozar. Porra.
Voltei pro meu colchonete e dormi.
Acordei quando o Mauro saiu da barraca pra começar o turno dele, vi o pai dele deitar e continuei dormindo.
Num momento, acordei com os roncos do seu Fernando, irritado virei e algo me chamou a atenção: a cabeça do pau dele aparecendo por cima da cueca boxer!! claramente tava sonhando com alguma mulher...
Fiquei hipnotizado pela grossura daquele pau... não era muito grande, mas era grosso.
Olhei pra ver se o Mauro tava longe... e tava mesmo, largado na cadeira de descanso quase dormindo, a vários metros da barraca.
Deitei um pouco mais perto pra poder ver o pai dele com mais detalhe... o tesão era grande.
O cara continuava roncando... molhei meus dedos com saliva e aproximei da cabeça dele... comecei a fazer círculos até que a pele que cobria cedeu um pouco e apareceu em todo seu esplendor uma cabeça vermelha... grossa.
Esperei uns momentos pra ver se ele não acordava e, como os roncos continuavam, criei coragem e abaixei um pouco a cueca dele... passei a mão no tronco dele e ele não se mexeu.
Enchi meus dedos de saliva de novo e comecei a massagear o freio dele... a cabeça inchou e começou a cuspir porra no colchonete que o pai do meu amigo ocupava. Fiquei com porra nos dedos e limpei no pau dele... em nenhum momento ele se mexeu.
Me ajeitei e continuei dormindo até o Mauro me acordar pro meu turno de guarda.
Deve ter passado um pouco mais de 1 hora quando senti alguém tocar meu ombro, era seu Fernando.
- "... cê tá cansado?" – perguntou
- "... não, senhor... tô esperando amanhecer... parece que não tem peixe..." – respondi
Fernando ficou do meu lado e, depois de olhar pra barraca, pegou minha mão e levou até o pau dele.
- "... adorei o que você fez ainda agora..." – disse sorrindo
O cara tinha ficado acordado quando eu tava batendo uma pra ele!!!!
- "... me segue..." – ordenou
Fomos uns metros pra frente, entrando no mato, longe da barraca.
Ele parou na minha frente e abaixou a cueca boxer dele. Chupa meu pau... por favor..."
Sem dizer uma palavra, coloquei ele na minha boca... enrolei a cabeça com minha língua... Fernando soltava gemidos.
Ele marcava o ritmo com a mão na minha nuca e eu deixava ele fazer.
Ele tirou o pau e mandou eu esperar ali.
Foi até a barraca e voltou com um cobertor. Esticou no chão e pediu pra eu me despir.
Começou a me acariciar e, se colocando quase de conchinha, tentou me penetrar. Falei que ele era muito grosso, que fosse devagar.
Acariciou minhas costas, desceu um segundo e encheu de saliva minha entrada.
Se ajeitou de novo e dessa vez encaixou a cabeça. Ficou um tempo ali... passou o braço abraçando minha barriga e enterrou até o talo, até as bolas.
Nessa hora eu gozei.
Ele beijou meu pescoço e minha orelha enquanto acelerava a foda... doía, mas o tesão de saber que eu tava dando pro pai do meu amigo era mais forte.
Me ajeitei de quatro pra ele poder me segurar pela cintura e me comer mais forte... fazia tempo que não levava no cu assim, ultimamente era eu quem tinha o papel ativo com meus amigos.
Ele disse que ia gozar... que onde eu queria a porra.
— "... se você tirar agora, te mato..." falei.
Ele se agarrou mais forte nos meus quadris e senti a porra morna no meu cu, eu também gozei pela segunda vez.
Ficamos deitados um tempão até o pau dele sair sozinho do meu cu... o sol já tinha aparecido.
Conversamos sobre qualquer coisa, rimos e ele me ajudou a me limpar e, depois de nos vestirmos, fomos pra barraca acordar o Mauro.
Tomamos uns mates e Fernando perguntou pro filho se ele topava ir de lancha dar uma volta na malha que tava a uns quilômetros do nosso acampamento enquanto a gente juntava um pouco de lenha, e meu amigo respondeu que sim.
— "... vai com cuidado, hein... vai demorar uma hora ou um pouco mais..." completou o pai.
Assim que vimos a lancha se afastar, Fernando se despiu e entrou na água.
— "... tira a roupa e vem..." gritou pra mim.
Fiz o que ele pediu e quando me aproximei agarrou meu pau e levou pra boca dele.
Ficou chupando por vários minutos... virou e ficou de barriga pra cima
—"... vem... senta em cima... deixa entrar até as bolas..." ele pediu, balançando o pau.
Abri as pernas e fui enfiando devagar... fiquei empalado em cima dele... comecei a cavalgar... o barulho da água batendo na minha bunda era maravilhoso.
Me inclinei e beijei ele.
—"... que lindo... adoro te comer assim... você tem uma bunda apertadinha feita pro meu pau..." ele dizia
—"... vou gozar..." avisei
Ele tirou o pau e me colocou de quatro... meteu de uma vez, sem paciência, até o fundo... gozei sem ele se mexer... senti que ele também me encheu.
Sem tirar, voltamos pra posição anterior, ou seja, eu sentado em cima dele
—"... nos fins de semana o Mauro vai pra casa da mãe... queria que você fosse dormir em casa... desde que minha mulher foi embora, não comi ninguém e você me encanta..." ele dizia enquanto me beijava.
Não consegui responder porque ouvimos o barulho do motor da lancha se aproximando.
Saí de cima dele o mais rápido que pude e me enfiei no mato... Fernando vestiu a calça e recebeu o filho.
Por muito tempo — até 1 ano depois de ter terminado o colégio — dormi nos fins de semana na casa do Mauro, claro... Mauro estava na casa da mãe, mas meus pais nunca souberam.
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