La curiosidad de BETABOY (gay)

Imagina um cara branco de 19 anos, 1,77m, 75kg, pau de 15cm, que chegou na cidade pra cursar a faculdade, com curiosidade sobre BDSM no papel submisso. Ele tinha posto um anúncio na web procurando parceira ou parceiro de jogos, já que é bi. Esse post levou ele a conhecer um cara com o nick BLACKWOLFMASTER, com quem combinou um encontro na casa do sujeito. O homem, lá pelos 30 e poucos, 1,90m, musculoso e de pele morena. Pois é, esse moleque foi pro encontro com a intenção de conhecer esse Dom de verdade, como o cara se intitula, mas as coisas não saíram como ele imaginava, e sim como o Dom queria... BETABOY. E lá estava eu, encoxado no canto do quarto daquela casa chique, todo depilado, com enemas feitos e uma gaiola de castidade de metal no lugar, cuja chave tava na mão do meu sequestrador — o mesmo que agora monta um tripé com câmera, procurando o melhor ângulo pra fazer sei lá o quê. Naquele momento, tentei a única coisa possível na minha cabeça: correr o mais rápido pra porta e tentar fugir. Fiz isso, mas o maçaneta redondo sabotou meus planos, porque com as mãos nas costas é foda de girar. Aquele macho enorme se aproximou, me pegou pelo pescoço, fixou o olhar em mim e me levou até um móvel, de onde tirou uma coleira — daquelas usadas pra adestrar cachorros, elétricas. Ele colocou no meu pescoço e disse: — "Agora você vai obedecer, promíscuo.La curiosidad de BETABOY (gay)Fui testando o aparelho até o nível em que conseguia me contorcer, era uma sensação de queimação e agulhada que fazia meu cérebro travar. Nessa altura, o mordaça que eu tava usando já era um mar de baba escorrendo. Já me deixando na linha, esse maldito abusador foi e me colocou de joelhos, paralelo à câmera. Tirou a camiseta de algodão, deixando à mostra o torso musculoso e moreno dele.pauDepois disso, foi abaixando o short que já tava estufado pela ereção dele, ele gostava do que tava fazendo, me ver submisso e sofrendo. Quando abaixou, deixou ver o pau mais grande e cheio de veia que eu já vi na vida, aquele pedaço de carne me encheu de terror só de imaginar o que ele podia fazer.BDSMMais uma vez tentei me afastar daquele homem cujas intenções eu intuía e que, se conseguisse o que queria, meu destino seria doloroso, mas a enorme descarga que levei me lembrou que eu não podia mudar isso. Assim que conseguiu me colocar de joelhos de novo, ele disse — "Vou tirar a mordaça, e você pode gritar à vontade porque as paredes são à prova de som, além do mais, de qualquer jeito você vai acabar gritando". Minha mente ficou em branco e no meu estômago senti o medo percorrendo, comecei a tremer, me senti humilhado por estar assim e não poder me defender. Ele mandou eu chupar ele, mostrando o controle da coleira, eu não estava disposto a levar mais uma descarga daquela engenhoca do demônio e me consolei dizendo que era pra isso que eu tinha vindo desde o início. Aquele pedaço de carne fazia minha boca se esforçar pra meter, eu ia chupando enquanto ele soltava frases como — "você tem que melhorar sua técnica, vou fazer você praticar e virar um expert, os dentes não podem ser sentidos, e também tem que fazer sua garganta aguentar a pressão". Dito isso, ele me pega pela cabeça e tenta meter tudo, uma sinfonia de ânsias começou a soar e a saliva foi escorrendo, uns segundos depois ele me deixou respirar um pouco e meteu de novo, e assim várias vezes. Na minha mente, eu tentava imaginar como gostaria que fizessem comigo, na esperança de fazer aquele maldito gozar e, já satisfeito, me largar, mas não, ele gostava e falava que eu estava melhorando, mas aquele pedaço de carne continuava duro como uma rocha. Num ato de bondade ou manipulação, em certo momento ele destampou um frasco de algo que depois eu descobriria ser poppers, e de vez em quando, enquanto violava minha boca, mandava eu cheirar o conteúdo, isso me dava uma sensação de bem-estar e até dava pra dizer excitação. Foram uns 40 minutos de puro sexo oral, minha mandíbula e garganta já estavam doendo, até que chegou o momento que eu tanto temia: falhei no meu objetivo de fazer ele gozar, então o destino da minha bunda já estava selado. Ele fez eu me Levantei o que me custou, porque minhas pernas estavam atrofiadas. De uma argola fixada no teto, prendi uma corda cuja outra ponta amarrei nas algemas, o que me deixou em pé, mas com o tronco inclinado. Nas pernas, ele colocou uma barra separadora. Durante todo esse processo, ele continuava me dando poppers. Eu estava num transe estranho, sabia o que vinha, mas não me preocupava, até que fui abruptamente tirado dali ao sentir um dedo com lubrificante cutucando meu ânus. Na minha mente, pensava: se um dos dedos dele já custa a entrar, o que será quando ele tentar enfiar o pau enorme dele? O discurso antes de começar a carnificina anal que me esperava foi: — Não vou te dilatar porque o desafio é você aguentar meu pau desde o início. Pode se contorcer, chorar ou gritar, mas não vou parar, já que seu destino é ser meu. Vou colocar a mordaça porque prefiro o grito abafado e a salivação que isso gera. Assim ele fez. Minha boca estava novamente cheia por uma bola de borracha. Além do aroma de chocolate que senti, ouvi o pote de lubrificante sendo fechado, o som de fricção entre as mãos dele e o pau, seguido pelo calor da ponta no meu cu. Começou meu inferno. Devagar, ele foi tentando enfiar. Eu sentia meu cu resistindo. Mais som de pote de lubrificante. Fui sentindo aquele pau ganhando a batalha, e meu cu doía cada vez mais. As lágrimas apareceram. Eu tentava criar espaço entre meu cu e o pau dele, indo para frente, mas ele segurava minhas coxas. Quando a ponta já tinha se aberto caminho, eu estava exausto, chorando, balançando a cabeça e soltando gritos abafados. Um mar de baba escorria. Mais lubrificante. Isso facilitava o pau abrir caminho, mas não diminuía a dor. De tanto trabalho que ele teve para enfiar, senti que ele também sofria um pouco pelos sons que emitia, mas, graças a mais lubrificante, ele conseguiu enfiar tudo e, devagar, metia e tirava. Com certeza tinha sangue. Eu implorava para desmaiar, já que não tinha mais forças para lutar, mas não. Senti absolutamente tudo. todo aquele bombeio lento que meu ex-cu levou, que agora já devia ter outra circunferência, esse ritmo não durou muito porque a resistência do rabo tinha acabado e aquele filho da puta tinha potência e fôlego pra um bombeio mais intenso. Pra minha desgraça, esse bombeio começou, dava pra ouvir pele contra pele, e bateu uma vontade danada de mijar. Na minha experiência com mulheres, eu aguentava no máximo dez minutos bombando, mas esse estuprador maldito já tava há mais de vinte minutos com uma intensidade do caralho. Eu era só uma cara chorosa, um fio de baba escapando do gag e chegando no chão, e já não gritava mais, só soltava uns grunhidos que faziam dupla com o barulho da pele e das bolas batendo no meu corpo, enchendo o quarto inteiro. Minha desgraça e humilhação não iam parar por aí, porque aquela vontade de mijar virou realidade e eu não consegui evitar que um jato de urina escapasse entre a minha jaula. Achei que ia levar choque por causa disso, mas o que gerou foi risada e mais intensidade na fodida. Finalmente, depois de não sei quanto tempo, senti aquele pau parar e o dono se contorcendo, enchendo meu cu de porra quente. Depois de bem descarregado, ele mandou eu expulsar tudo no chão, coisa que fiz soltando uns peidos junto. Fui desamarrado do teto, a barra separadora e o gag foram tirados, mas ainda de algemas, fui obrigado a limpar com a língua toda a porra, a urina e a baba do chão. Ele disse: — Se acostuma, porque esse é o gosto que seu dono produz. Desligou a câmera e me deixou ali no chão. Não ousei fazer nada enquanto ele foi tomar banho, não tinha forças, sentia minhas pernas atrofiadas, minha boca dolorida, meu cu aberto e doendo, mas acima de tudo, humilhado. Numa banheira, ele me lavou com uma creme que parecia ter um cheiro muito bom, lavou meu cabelo e escovou minha boca. A coleira ele tinha tirado antes, mas dessa vez colocou uma rosa com a frase "master", que estava presa com um cadeado. Me vestiu com um camisolinho. de seda, me deu água pra beber junto com dois comprimidos que acho que eram pra dormir. Tirou as algemas e me colocou na cama, aí prendeu uma corrente na coleira e na base da cama. Um tempo depois, apaguei. FIM. Vou tentar continuar essa história pra gente saber o que espera o nosso amiguinho.

2 comentários - La curiosidad de BETABOY (gay)

GIEGUI
Son machos alfa y a mi me re calienta la cabeza
GIEGUI
La única forma en que la pata que llevo dentro saliera sería asi