Reencontro do Ensino Médio... Mony, Julia.

Depois do fim de semana com a Daniela, voltei pras minhas aulas normais.
Aqui vou mencionar alguns dos meus colegas mais marcantes e talvez dar uma breve descrição.

Sofia: Pele branca, 1,56m, magra, pouco peito e uma bunda bonita. Cabelo comprido e um rostinho muito lindo. (Minha melhor amiga no colégio.)

Jessica: Pele branca, 1,65m, magra, pouco peito e pouca bunda, mas firme e redondinha, beleza exótica. Cabelo médio e sempre de uma cor diferente.

Diego: 1,68m, pele morena clara, sempre de bem e falando ou fazendo merda. Cabelo bagunçado e pouco atraente (igual a mim).

Lalo: 1,60m, o esquisito do grupo total. Moreno, magro e com um azar danado com as minas.

Julia: Mesmo não sendo do meu grupo de amigos, era uma colega do ensino fundamental, com quem quase não convivia, mas sabia umas paradas dela. 1,60m, pele morena clara, gordinha mas com uns peitões bons, sem bunda. Olhos bonitos e uns lábios bem carnudos. Cabelo comprido, castanho.

Mony: Não sei se precisa de apresentação, já que descrevi ela antes, mas aqui vai. Altura: 1,58m, morena clara, sem peitos, cintura fina, quadril largo e uma bunda espetacular.

A gente passava pela aula de educação física (Aproveitamento do tempo livre, algo assim XD). Era foda por dois motivos: roupa colada nas minas e jogar futebol pra todo mundo.
— Vamos sair pra quadra jogar "encantados", os números pares encantam e os ímpares têm que se cuidar, agora vamos. — Disse a professora enquanto segurava uma bola de basquete. — Nada de sair jogando na quadra, quero que pra aquecer vocês se alonguem e corram 12 voltas ao redor da quadra.

Ouviu-se o lamento da sala toda ao sair. Eu saí conversando com o Diego, enquanto a Sofi e a Jessica vinham atrás da gente. Quando chegamos na entrada, eu parei e o Diego também, deixamos algumas minas passarem.
Passaram pela porta vários grupinhos. Tinha o grupinho da Mony com outras 3 minas sem importância.
O grupo da Ale (A líder do grupo) Mari, uma mina que sempre abraçava o Diego, não muito bonita mas tinha seu charme, a loirinha, que praticamente era uma bonequinha mas com atitude de pirata e voz de pirata, era uma pirata com cara de anjo, Fátima com uns peitos espetaculares e uma flexibilidade de dar medo, e Carmen, a menos favorecida, mas a mais querida de todas. Depois saiu outro grupo sem importância e depois saiu o grupinho da Jasmim, uma moreninha baixinha, com cara de metida e uma bunda maravilhosa.
"Só pra ver os booties." – Disse Jéssica enquanto também saía da sala junto com a Sofi. A primeira usava suas leggings pretas com uma camisa comprida pra não vermos suas bundinhas (Era uma religião pra gente adorar a Jéssica) e a Sofi sempre usava moletom e camisas largas. Senti um empurrão e todos que ainda estavam na sala saímos também.

Ao chegar na quadra, a maioria estava se alongando, outros sentados conversando e alguns já jogando com uma bola.
"Comecem a correr." – A voz da professora ecoou da quadra.
Todo mundo começou a correr, mas logo alguns começaram a andar, outros faziam corridas pra ver quem terminava as 12 voltas primeiro, e eu trotava junto com a Sofi, já que ela e eu éramos os que tinham melhor condicionamento. Diego e Jéssi nos seguiam de longe, e o Lalo sempre fugia da aula pra nos ver das arquibancadas enquanto comia o café da manhã.

Sofia e eu terminamos antes dos nossos amigos, e enquanto esperávamos alguns colegas, a professora chamou a lista.
"Muito bem, comecem, todo mundo na quadra, lembrem que os números pares encantam e os ímpares correm. Só na quadra, quem sair dela já estará encantado e comecem no apito."

Dos meus amigos, só a Sofi encantava, então começamos a correr enquanto o jogo não começava. Outra pessoa que encantava era a Mony, então fugir delas era meu objetivo.
Quem corria mais rápido era quem desencantava todo mundo, então em certo ponto do jogo só se jogavam em cima da gente, em pouco tempo eu tinha Sofia, Leo, Fabian e Mony atrás de mim.
Fabian me perseguia enquanto Leo e Sofia bloqueavam minhas saídas, aí do nada a Mony me pegou pela calça...

-Encan... tado. -Falou toda ofegante.

Fiquei parado esperando alguém me desencantar, olhei pro José, ele era um dos mais rápidos e ainda tava no jogo.
-Cuida ele aí, pra ninguém chegar perto. -Falou Fabian enquanto se juntava na caça ao José.

Mony me vigiava, virava pra todo lado e quando alguém chegava perto de mim, afastava.
-Foi mal... -Ela tinha colado demais em mim, enfiando a bunda gostosa na minha pélvis.

-Cuidado!! -Gritou Leo enquanto José passava por trás de mim e me desencantava. Era minha chance de correr. Mas na hora que ia sair, vejo que Mony, por instinto, esticou a mão e tocou sem querer no meu pau, e depois me olhou envergonhada.
-Caralho!! Desculpa. -Falou e continuou me protegendo.
-Porra, mano!! Corre, porra. -Gritou José enquanto tentava me desencantar de novo, e o Dany se juntou pra me ajudar.

Mony colou ainda mais em mim, esticando os braços e se mexendo de um lado pro outro, me empurrou até a beira da quadra pra ninguém me desencantar por fora e ela poder proteger só pela frente. Mas com cada roçada, meu pau começou a endurecer devagar. Tinha um problema: minha calça não ia ajudar a esconder uma ereção. Precisava pensar em como sair daquela situação, mas ver a Mony rebolando a bunda de um lado pro outro não ajudava...

-Corre!! -Me tiraram do transe e notei que a Mony tava mais afastada de mim, e quando tentei me mexer, senti uma mão.

-Encantado hahaha. -Falou Mony me segurando.

Acho que a intenção dela era me pegar pela perna, já que tava meio longe de mim, mas talvez o cálculo dela com meu movimento ferrou os planos.
Ela me segurou pelo pau por cima da calça, e quando percebeu, colou em mim me cobrindo e pedindo desculpas, me soltou e Eu só olhei pra todo lado, tava com uma ereção e já não dava mais pra esconder, a Mony ficava me tampando e a única coisa que me veio na cabeça foi trombar com um cara que passava atrás de mim e fingir que caí. Assim que tive chance, colidi com o primeiro colega que apareceu na frente.

— Ei, isso é trapaça, não entra no meio do caminho, ia pegar o José. — Ele levantou puto e foi embora.

Eu fiquei lá deitado esperando a ereção baixar.

— Você tá bem, quer ajuda? — Perguntou a Mony meio preocupada.

— Só tem um jeito de me ajudar a baixar isso, cê não acha? — Perguntei com duplo sentido e meio preocupado também.

— Sim, mas não posso chupar aqui.

— Quê?? — Perguntei bem surpreso.

— Cê tá falando de gozar, depois disso baixava, né?

— Eu tava pensando em você falar umas merdas pra me distrair, mas não sabia que queria me ajudar assim.

— Não me fode, não quero. — Falou meio irritada. — Não aqui... — Só ouvi de leve enquanto ela se afastava.

Enquanto tava deitado, pensei em coisas nojentas pra baixar, aí chegou a Sofia.

— O que foi? Já cansou?

— Claro que não, só tropecei. — Senti ela sentar e se encostar nas minhas costas. Ela sempre me deixava relaxado, então a ereção não demorou a baixar.

— Bom, a aula já acabou praticamente, vamos pra sala.

— Vamos.

No resto daquele dia, não vi muito a Mony, então aquelas palavras ficaram na minha cabeça sem fazer sentido...

Na mesma semana, a Julia fez um comentário meio curioso...

— Tava conversando com uns colegas do ensino médio e convidei eles pra casa no sábado, pra reunir a galera de novo. Cê quer ir?

— Claro, tipo, vai todo mundo? — Não falava com todos, mas pelo menos veria uns amigos antigos. — Quem vai, cê sabe?

— Na real, convidei todo mundo que tinha no Face ou o número.

— Beleza, então te vejo lá. Manda a localização por mensagem?

— Fechou. — Falou e foi embora. Naquela hora, vi a Mony passar.

— Espera.

Ela parou. E ela me olhou meio irritada.
— Tá bem? — Dava pra ver no rosto dela que tava muito puta e triste.
— E isso importa? O que você quer? — Respondeu seca.
— Só queria dizer que o que rolou na aula de física não tem nada de errado e queria saber se você falou sério sobre o que me disse.
— Esquece o que eu te falei. Mais alguma coisa? NÃO... — Ela saiu rápido e decidida.

Pela parte da Daniela, mal soube da semana dela, entre as aulas e o trampo tava doida.
Pela parte da Alondra, ela me mandava mensagens mostrando o ódio dela ou se gabando do coroa dela.Reencontro do Ensino Médio... Mony, Julia.Sábado chegou e a gente criou um grupo com os números que todo mundo tinha, talvez um ou outro faltou, já que não chegou até o 3º ano do ensino médio com a gente. O plano era virar a noite na casa da Julia.

A hora tinha chegado, não gosto de chegar de mãos vazias, então levei uns saquinhos de batata. Chegando lá, toquei a campainha de um portãozão, depois de uns minutos a Julia veio me salvar.

- Entra, ninguém chegou ainda.

A casa dela era grande, passamos por uma garagem comprida até chegar na porta da casa, mas se a gente seguisse pela garagem, saía num quintalzão com grama verde, uma piscina, churrasqueira, cadeiras, mesas e um espaço enorme.
- Caralho, sua casa é enorme.
- Só é espaçosa.
- Pensei que a Brenda ia estar aqui. - A Brenda era a melhor amiga dela e praticamente morava na esquina da casa dela.
- A Brenda não vem se tiver mais gente, não é o tipo de ambiente que ela curte. Quer água?
- Claro, tô com sede. Cê acha que vem muita gente?
- Na real, não sei, porque você viu, todo mundo tava no grupo e depois alguns foram saindo e outros nem falavam.

Nisso, a campainha tocou e nós dois fomos na entrada, lá estavam o Medi e meu irmão do colégio, o Javi. Ambos morenos, o Javi da minha altura e o Medi com 1,70, o Medi era atleta e o Javi só era magro, mas com músculos desidratados. Eu me dava bem com os dois, mas mais com o Javi, e ele por sua vez era muito amigo do Medi desde a escola.
- Fala, bro. - Falei pro Javi e depois cumprimentei o Medi.
- E aí, cachorrão, cê veio mesmo. - Disse o Medi.

Daqui a pouco fomos pegar cervejas e mais salgadinhos, aí chegou o Toño, era o engraçadão da sala e amigo de todo mundo, moreno (a maioria de nós é), com 1,70 de altura, uma barriguinha e bochechudo, sempre de boné e com um sorrisão.

Lá pras 8:30 chegaram mais minas. A Carmen, de pele clara, cabelo loiro acinzentado e 1,60, gordinha, com uma bunda bonita e peito pequeno, mas com uma pele tão macia e um rostinho de anjo.
A Karla (A chiquis) morena, com cara muito bonita, lábios finos e um sorriso lindo. Meio cheinha por causa da gravidez e baixinha (1,50m), por isso o apelido, com umas pernas espetaculares, mas curiosamente com pouca bunda. Além de tudo isso, os peitos dela eram grandes e firmes.

Apesar de todos que a gente era no colégio, só tínhamos 7. Isso não importou e começamos a beber, comer e ouvir música enquanto colocávamos a conversa em dia sobre nossas vidas.

- Então você tá bem casada? - Perguntou Medi pra Chiquis. Ela tinha contado que depois do colégio foi morar junto com o namorado da época e pouco depois engravidou dele. A menina tinha uns 1 ano.

- Não, só estamos juntados, nem no civil a gente casou. Moramos não muito longe daqui e enquanto ele trabalha, eu também trabalho.

- Então é o mesmo cara que... - Karla interrompeu. - Sim, mas cala a boca.

Notei a tensão entre eles, então pensei em mudar de assunto.

- E o que aconteceu com os outros? - Perguntei enquanto comia salgadinhos.

Carmen tava estudando turismo, Medi tava fazendo uns cursos de mecânica automotiva, Toño estudou um tempo e depois largou pra trabalhar na loja da família, e Javi foi trabalhar. Julia contou pra gente que Bere e Alejandro tinham ido na casa dela várias vezes pra beber e até acampar, umas acampadas que terminavam em beijo a três ou chorando ou vomitando. (Bere e Alejandro vou apresentar mais pra frente em outras histórias)

Enquanto todo mundo conversava e bebia, notei que meu celular vibrou, tinha recebido uma mensagem.

- "Desculpa, acho que não devia ter te respondido do jeito que fiz na semana. Cê tem a tarefa de pré-cálculo?"

- "Tenho, mas não tô em casa. Se me der abrigo, vou, te ajudo e você me ajuda."

Era a Mony e com o álcool saiu meu lado desafiador, joguei a moeda pro alto e, desse jeito ou daquele, eu tava me divertindo pra caralho.

Mony não respondia, então decidi mandar uma última mensagem e continuar o papo com meus colegas.

- Quero saber como você ia me ajudar daquela vez da ereção, digo, um favor pelo outro.

Me senti muito idiota quando mandei a mensagem, não tinha intenção, parecia mais um assédio. Parei de beber e fiquei só na água e comendo, pra que o álcool não me fizesse tomar uma decisão errada.

- ... no templo, né?
- O quê? - Falei quando percebi que todo mundo tava me olhando.
- Não dá mais pra ele não. - Disse o Toño rindo.
- Tira esse avental de merda. - Me falou a Medi enquanto batia no meu ombro.
- Você ainda tá no templo, né? - Me perguntou a Karla de novo.
- É, vou de vez em quando.
- Sabe se ainda fazem as corridas todo ano? - Perguntou a Carmen.
- Pararam por causa do novo Padre. - Falei dando de ombros.
- Tô planejando ir pra barranca todo sábado pra ter minhas pernas gostosas de novo. Quem vem comigo? - Disse a Karla, animada, olhando pra cada um sem resposta.

Cada um falou seus motivos por que não podia ou não queria ir.
- Eu vou com você. - Falei. - Preciso de resistência e perder a barriga.
- Que barriga, porra? - Disse a Julia.

Mesmo saindo do assunto, continuamos falando de ex-colegas e o que sabíamos deles.
Meu celular vibrou de novo.

- "Você sabe bem do que tô falando... Cadê você? Tá bem? Se não tiver onde ficar, pode vir, te mando a localização, só chega antes das 23h." :p
- "Fechou, manda a localização." :3

- ... da semana que vem?
- O quê? - De novo eu tinha me distraído, precisava ter meus 5 sentidos no máximo.
- Ohhh, filho da puta!!! tão te propondo algo e você na dela. - Me falou o Javi, já dando pra ver que tava bêbado.
- A partir da semana que vem tá de boa pra ir na barranca correr? - Perguntou a Karla com a carinha doce e feliz.
- Claro, passo aí ou a gente se vê lá?
- Na barranca tá bom, meu marido é meio ciumento, vou falar que tô indo com uma prima. - Disse feliz e triste.
- Ahhh, não era seu marido não... - Falou a Medi com voz sofrida.

Eu aproveitei que a atenção tava Em Média, fui no banheiro da casa. Era umas 10:17 da noite e eu tava meio bêbado. Lavei o rosto, fiz minhas necessidades e olhei o celular de novo, já tinha o endereço da Mony, então saí do banheiro e fui me despedir.

— Galera, foi um prazer, mas tenho que ir. Meus pais não vão me deixar entrar depois das 11:00 e como vou andando (não tava longe de casa, uns 15 minutos talvez, e 25 da casa da Mony), tenho que ir indo.

— Cuzão kkkkk — falou o Toño, todo vermelho de álcool.

— Prazer te ver, parceiro — disse o Javi me dando um abraço.

— Então, te aviso ou avisamos no grupo quando a gente se reunir de novo, beleza? — falou a Júlia, me dando um beijo de despedida. Os outros só se despediram de longe e eu fui pro meu destino gostoso...

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Quando passei na frente de uma loja, me veio a ideia de comprar chicletes e talvez um pacote de salgadinho. No caminho, comi o salgadinho e aliviei um pouco os efeitos da bebida, depois mastiguei uns chicletes e segui rumo à casa da Mony.

Quando cheguei, por uma razão idiota, me senti um infiltrado. Não conhecia os pais dela, só sabia que tinha um irmão mais velho. Não sabia se iam me expulsar, as luzes estavam acesas e eram 11:10 da noite.

Então mandei uma mensagem avisando que tava do lado de fora. Em segundos, a janela de um quarto abriu e fechou, e logo depois ouvi a porta se abrir. Lá estava a Mony, de short de pijama e uma camiseta de alguma banda de rock.

— Entra rápido.

Entrei rápido na casa. Tinha um corredor e no final dava direto na sala. Do lado esquerdo, a cozinha e a sala de jantar. Do lado direito, um cômodo que parecia uma garagem. De fora, dava pra ver só a janela da cozinha. Na frente, do lado esquerdo, um banheiro, e do lado direito, uma escada. Em cima, imaginei que só tivesse quartos.

— Ei, não tem problema nenhum com seus pais eu estar aqui, né?
— Não, nenhum problema.
— Trouxe um salgadinho, quer? Quer?
—Não, me ajuda e foda-se a pousada. — Dava pra ver que ela tava meio tensa e irritada.

Ouvi uns passos pesados na escada.

— Tudo bem, Mônica? — Perguntou um cara magrelo, de pele morena clara. Sem dúvida não era o irmão dela, talvez um primo.
— Sim, ele é meu amigo, veio me ajudar com o dever.
— Tão tarde?!
— Não se mete na porra dos meus assuntos!! — Ela levantou a voz, e mesmo sem soar irritada, dava pra sentir que tava segura e firme.

O cara subiu as escadas e na hora ouvi uma porta bater.
— Um primo? — A tensão tava no ar e eu queria amenizar um pouco a situação.
— Meu roommate. — Ela disse. — Na prática, essa casa é alugada pelos meus pais. Enchi o saco deles e de tudo, precisava de um roommate pra bancar as contas da casa, e ele caiu como uma luva. Ele paga 65% das despesas, é um tarado e intrometido, mas basicamente mantém a casa. — Ela completou na hora ao ver minha cara.
— Porra, e por que você não me contou tudo isso?
— Pra quê? Me ajuda com o dever, amanhã vou trabalhar e tenho que acordar cedo.

Enquanto ajudava ela com o dever, a gente foi conversando. Percebi que sabia pouco sobre ela. Quando terminamos a tarefa, eu sabia um monte de coisas que ninguém nunca perguntava pra ela.

Ela tinha tido um relacionamento à distância de 3 anos que terminou numa briga, e o cara expôs ela mostrando fotos dela pelada. Isso tinha acontecido fazia menos de um ano. Depois, ficou com um cara da mesma escola, que só queria transar, e ela, mesmo não recusando, queria mais.

— 30 minutos!!! Com preliminares, mas adivinha. Sempre tinha que ser eu fazendo alguma coisa. Se ele me conhece semi-nua é por fotos, porque nunca botou a mão em mim. O idiota só gozava na minha boca e depois falava que era tarde e que tinha mais o que fazer. Acabou me queimando, falando pelas minhas costas e inventando um monte de merda, dizendo que eu era uma puta e que chupava todo mundo, que tinha a buceta mais aberta que a mente e um monte de besteira assim.
— Isso eu ouvi da Alicia e do grupinho de amigas dela. — Lembrei, ouvindo elas espalhando o boato.
— A Alicia tem o David como o cara dela. Com certeza ele falou alguma coisa e ela começou a falar merda.

Depois disso, começou a ter problemas em casa e na escola, e conheceu uma mina que ia nas mesmas aulas de defesa pessoal que ela. Terminaram depois de um mês, embora as duas se considerassem bissexuais e a relação não tivesse sido formalizada, as duas podiam ter outros parceiros desde que se cuidassem.

— Agora entendo só um pouco quando dizem que ninguém entende elas, tipo, ela me disse que gostava de detalhes, mas quando eu dava presentes, ela olhava e deixava de lado. Terminei com ela quando descobrimos que ela tava grávida. O professor de defesa pessoal tava comendo ela e ela não me falou nada até sentir os sintomas. Aquele cara deu em cima de mim, até me mandou fotos, não era nada feio, mas não quero engravidar igual ela.
— Que putaria, e o cara assumiu?
— Não, ela não falou nada, e como às vezes ele se usa de exemplo, sempre tem contato, então minas ou caras são sempre apalpados por ele, por isso parei de ir. Sabe, não encontrei ninguém que me faça um oral igual ela.
— E essa semana você ficou sabendo disso? Por isso que tava triste?
— Não, comecei a sair com um cara mais velho, conversei umas vezes com ele, saímos, ficou tarde, fomos pro apê dele e dormi lá. Costumo dormir com pouca ou nenhuma roupa, e o idiota tirou umas fotos minhas, aí criou um perfil falso, adicionou todos os meus amigos no Face e publicou as fotos. Me chantageou pra postar mais, mas digamos que eu e meu irmão fomos no apê dele esses dias e ele ficou sem evidência e sem vontade de fazer isso de novo. — Apontou pra um notebook e um celular. — Eu e meu irmão demos uma surra nele na hora que ele ia entrar no apê e depois pegamos isso.
— Você não acha que ele vai te denunciar? — Perguntei meio preocupado com a situação.
— Não é vantagem pra ele. Encontrei muito material nojento no notebook dele. Se ele meter as autoridades, tá ferrado.
— Porra.
— Pra você não se meter. Comigo hahaha.
—Você não me assusta, você é um merda. —Levantei da cadeira e dei um empurrãozinho no ombro dela.

Ela se levantou e tentou me pegar na cintura, mas eu segurei ela primeiro pela cintura e joguei no ombro, apesar das pernas enormes e da bunda gostosa, ela não pesava nada.
Caminhei até o sofá, deitei ela nele e sentei em cima das pernas e da pélvis dela.

—Sai, gordo, você pesa. —Eu me afastei, levantei os pés dela e sentei no sofá com os pés dela nas minhas pernas.

—A gente demorou um pouco na tarefa, são 12:15 e eu tenho que trabalhar amanhã, no máximo até 1:00 da manhã a gente tem que estar na cama, quer ver TV comigo? —Ela se levantou pra pegar o controle e eu dei uma olhada naquela bunda linda. Ligou a TV e sentou do meu lado, dobrando as pernas.
—Falando nisso, por que você precisa de hospedagem? —Perguntou com o som da TV de fundo.
—Fui com uns amigos do colégio e era pra eu passar a noite lá com eles.
—Por isso o cheiro de cerveja.
—Você não bebe?
—Não, nem fumo, não gosto do gosto da cerveja, nem do cheiro do cigarro, só gosto do cheiro de uma pessoa que bebeu, o suor da pessoa com o cheiro do álcool, é meio inebriante, ou o cheiro de quem fuma muito. Sei lá, são cheiros que eu curto pra caralho.
—Então, eu não tô fedendo?
—Você tem um cheiro gostoso, mudando de assunto, o acidente foi isso, um acidente, e o que eu falei foi sem pensar, não quero que você ache que os rumores são verdade.

Eu encostei ela no meu peito e abracei.
—Eu não acreditaria nessas fofocas, você é uma mina muito boa.
—Valeu. —A voz dela falhou, não era a primeira vez que ela chorava no meu peito, mas dessa vez eu me senti mais próximo dela.

Enquanto eu continuava abraçando ela, comecei a sentir as mãos dela nas minhas pernas e depois nos braços, subindo e descendo. O corpo dela estava muito colado no meu e o cheiro dela era delicioso, o cheiro natural do corpo, um pouco de perfume e sabonete. Senti a fragrância dela e inspirei fundo, jogando a cabeça um pouco pra trás. Logo em seguida, senti que Ela se aninhava no meu pescoço, não sabia se ainda tava chorando ou só confortável. Nunca me incomodei com os abraços longos dela, na verdade, eu curtia. Enquanto continuava aspirando o cheiro da cabeça dela, senti os lábios grossos e molhados dela grudarem no meu pescoço. Ela roçava o nariz e os lábios nele, de cima pra baixo, em sincronia com as mãos. O movimento era tão suave e relaxante que eu achava que ela ainda tava se aninhando, até sentir a língua molhada dela passando das minhas clavículas até o meu queixo. A respiração ofegante dela batia no meu pescoço depois do rastro molhado deixado pela língua, as mãos dela pararam de roçar minhas pernas e mãos pra se apoiar uma no meu pescoço e outra na minha virilha.

Esse ritual relaxante continuou por um tempo até que ela se separou do meu pescoço e nossos olhares se cruzaram, não teve som nenhum, só até nossos lábios se unirem num beijo lascivo e molhado, a língua dela se entrelaçando com a minha e a minha às vezes dominando a dela.

Minhas mãos foram pra cintura dela e subiram até os peitos dela, enquanto as mãos dela massageavam minha ereção ainda por baixo da calça. Enquanto nos beijávamos, comecei a sentir ela desabotoando a calça e o som do zíper descendo confirmou minha suspeita.

Ela se afastou de mim, sem desviar o olhar do meu, se ajeitou pra ficar deitada no sofá e ter espaço confortável pra me fazer um boquete. Ela baixou minha calça e cueca pra deixar minha ereção aparecer.

— Siiim. — Ela puxou meu pau junto com as bolas e baixou meu prepúcio, lambeu a ponta e começou a me masturbar enquanto me olhava mordendo os lábios.sexoNão sabia como tínhamos passado de uma conversa sobre decepções pra uma noite de boquete.
Começou lambendo a ponta, tirando o excesso de lubrificante, eu joguei a cabeça pra trás, enfiei meu pau inteiro na boca dela, ela fazendo pressão com a língua, às vezes segurava ele pra lamber minhas bolas e depois voltava pro mesmo ritmo, pra cima e pra baixo com lambidinhas na ponta.
Meu pau colado na bochecha dela enquanto a língua me percorria sem parar, e do nada ouvi um barulho de porta, não liguei. Resolvi olhar como ela tava fazendo e percebi que com uma mão segurava meu pau enquanto com a outra segurava o cabelo, como um bom cavalheiro ajudei a segurar o cabelo dela e com a outra mão comecei a apertar a bunda gostosa dela, consegui dar um tapa enquanto ela continuava me chupando. Meus dedos queriam alcançar o elástico do short dela pra ver aquela bunda no ar. Consegui puxar um pouco pra baixo, com a recompensa de ver a linda divisão das nádegas ainda coberta pelo short.
Uma mordidinha e risadas me trouxeram de volta ao alerta.
— O que foi isso?
— Achei que você ia gozar e te ajudei a se distrair, basicamente isso ia fazer pra te ajudar a baixar a ereção.
— Bom, ainda tá duro, me ajuda mais um pouco?

Sem precisar falar duas vezes, ela continuou na mesma, me masturbava enquanto chupava a ponta, cada vez mais rápido e firme, até que enfiou tudo, senti bater na garganta dela e depois deslizar pra dentro, saía por completo e de novo até o fundo, ouvia os engasgos dela e meus gemidos, e do nada. Plack!
Num segundo ela tava sentada se limpando a saliva que escorria pelos lábios, uma almofada tampando meu pau e minhas bolas, e puxando de volta o short que tinha descido um pouco.
Na escada tinha um celular, com a tela quebrada.
— O que você perdeu aqui, idiota? — Disse Mony no começo da escada.
— Queria descer pra pegar água. — Disse uma voz lá de cima.
— E isso? — Disse ela levantando o celular. —Me calei, não queria fazer barulho.
—Desce pra pegar tua água, seu pervertido.

Vi o cara descer e ir pra cozinha, eu ainda tava com o travesseiro no pau e a Mony não parava de olhar pra ele, puta da vida. Quando ele voltou pra escada, a Mony empurrou ele, ele subiu o mais rápido que pôde e num instante a porta bateu.

—Acho que já pode tirar isso. —Falou Mony desligando a TV.
—Ainda preciso de ajuda. —Falei tirando o travesseiro.
—Então, tenho água fria, ele estragou o momento e já passa da 1 da manhã, preciso dormir.
—Claro, vou contigo.

Ajeitamos o que tinha na mesa, fechamos tudo, apagamos as luzes e subimos.
O quarto dela era meio grande, tinha uma cama de casal e um monte de coisas, espelho de corpo inteiro, guarda-roupas e tal. Ela só se jogou na cama e eu vi a blusa dela subir um pouco, percebi que ela tinha uma barriga muito gostosa.
—Ei, tem problema se eu dormir só de cueca?
—Nenhum. —Falou ela se espreguiçando enquanto eu tirava a calça. —Mas é pra dormir, ok? —Completou tocando na minha perna.
—Claro...

A noite foi pesada e não demoramos pra pegar no sono, cada um dormiu pro seu lado e eu adorava sentir as pernas macias dela roçando nas minhas.

De manhã, um short bateu na minha cara e me acordou. Demorei um pouco pra entender o que tava rolando. Quando me toquei, vi a Mony já vestida.
—Rápido, já é tarde. Tenho que abrir.

Os pais dela tinham uma loja de roupas numa avenida e, por ser domingo, vendia mais porque montava uma feira ali perto.
Chegamos, abrimos a loja e arrumamos tudo. Umas 8:30 da manhã já tava tudo no lugar e aos poucos começou a chegar gente.

—Bom, a gente se vê amanhã.
—É. —Os clientes chegavam e ela foi atender.
—Ei. —Ela me alcançou uns 10 metros pra fora da loja. —Foi só um boquete, beleza? Não se empolga nem se apega. —Bateu no meu ombro enquanto falava.
—Claro, só isso, sem compromisso. Se precisar de ajuda, é só me mandar mensagem. — Ela se referia a ajudar com as tarefas, emocionalmente e até pra transar.
— Quando você precisar de ajuda, é só vir me procurar. — Ela tinha entendido perfeitamente minha intenção.

Caralhooooo!!! Finalmente terminei, acho que é o mais longo que já escrevi, e pra contar praticamente nada... nesse ponto ainda falta revisar e adicionar umas imagens. Espero que vocês gostem do relato, como sempre, tenham paciência comigo que aos poucos vou fazendo. Qualquer dúvida ou comentário, eu leio. Espero que gostem e fiquem vidrados. As imagens são só ilustrativas, depois em posts seguintes vou colocar umas reais e outras que combinam com o que vivi.

Boa vida!!! Tchau!

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